Rede mexicana de mercados inaugura terceira loja em Osasco

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Na terça-feira, 22/3, foi inaugurado na Rua Antônio Agú, no principal centro comercial da região, o mercado de número 100, no Brasil, da rede mexicana OXXO. Esse é o terceiro mercado OXXO na cidade, sendo que o primeiro, inaugurado em janeiro, fica na Rua Dona Primitiva Vianco, e o outro na Avenida Olavo Bilac, no KM 18.

A abertura do mais novo mercado OXXO contou com a presença do prefeito de Osasco, Rogério Lins, do secretário de Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Econômico, Gerson Pessoa, e executivos do Grupo Nós, entre eles o CFO da companhia, Omar Gonzalez Carranza.

“Tenham bons olhos para nossa cidade e continuem investindo. Saibam que a gente fica muito feliz de nos 60 anos de Osasco, poder participar desse momento especial também pra vocês, que é a inauguração do 100º mercado OXXO no país. Contem com a gente para o que for preciso”, disse o prefeito.

“Prefeito, o que estamos vendo aqui é o resultado daquilo que planejamos e discutimos em seu gabinete no ano passado. Falar 100 mercados é muito fácil, mas a gente sabe o esforço que isso significa. Em 15 meses nós conseguimos abrir 100 mercados no Brasil”, comemorou Omar Gonzalez Carranza, CFO do Grupo Nós.

Os mercados OXXO oferecem pães frescos feitos na padaria própria, bebidas sempre geladas e food service com muitas opções de salgados, sanduíches, pizzas, refeições prontas e sobremesas. Os clientes também encontram itens de bomboniere, mercearia, higiene, limpeza e hortifruti.

A rede OXXO, operada no Brasil pelo Grupo Nós, chegou ao país no final de 2020 e hoje conta com unidades em Campinas, Jundiaí e São Paulo. A marca prevê a abertura de mais mercados em Osasco.


Fonte/texto: Lucas Pedrosa/SECOM-Osasco – Foto: Fernanda Cazarini/SECOM-Osasco

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Intenção de consumo das famílias cresce pelo terceiro mês, diz CNC

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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 1,8% na passagem de fevereiro para março deste ano. É a terceira alta consecutiva do indicador medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgado hoje (23). Com o resultado, a ICF chegou a 78,1 pontos.

A alta de fevereiro para março foi puxada por seis dos sete componentes da ICF. As maiores taxas de crescimentos foram observadas nas avaliações sobre a renda atual (3,2%), perspectiva profissional (2,8%) e emprego atual (2,6%).

Também tiveram altas o nível de consumo atual (1,7%), o acesso ao crédito (1%) e o momento para a compra de bens duráveis (0,8%). O único componente em queda foi a perspectiva de consumo (-1,2%).

Na comparação com março de 2021, a intenção de consumo cresceu 5,9%, devido às altas em cinco componentes, com destaque para emprego atual (13,4%) e perspectiva de consumo (16%). Também tiveram crescimento o nível de consumo atual (10,8%), a renda atual (9,7%) e a perspectiva profissional (3,1%).

Tiveram queda os seguintes componentes: momento para a compra de bens duráveis (-9,9%) e acesso ao crédito (-5,2%).


Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Foto: Rovena Rosa/AB

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Receita do comércio varejista de SP cresce 10,2% em 2021

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O faturamento do comércio varejista do estado de São Paulo atingiu R$ 988,3 bilhões em 2021, um crescimento de 10,2% em comparação ao ano anterior. Os dados, divulgados hoje (21), são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

O faturamento de 2021 também superou, em 13,4%, o resultado de 2019, ano pré-pandemia de covid-19, quando o comércio varejista obteve faturamento de R$ 871 bilhões. Para a FecomercioSP, o bom desempenho pode ser explicado pelo pagamento do auxílio emergencial e os aumentos do crédito e do emprego formal.

“No ano passado, houve criação de cerca de 1 milhão de novos postos de trabalho formais, enquanto as concessões de crédito foram alavancadas graças à melhoria da empregabilidade. Além disso, ocorreu a flexibilização quase plena do horário para funcionamento das lojas e o pagamento, ainda que em menor escala, do auxílio emergencial, representando um importante reforço na renda destinada ao consumo”, diz nota explicativa da federação.

“Somados a este cenário, estão os estímulos para recuperação da demanda reprimida e a injeção de recursos governamentais, ainda que moderados”, acrescenta a FecomercioSP.

De acordo com o levantamento, os setores comerciais que mais colaboraram com o crescimento do faturamento do varejo foram supermercados (R$ 331,9 bilhões); materiais de construção (R$ 91,1 bilhões); concessionárias de veículos (R$ 88,9 bilhões), e farmácias e perfumarias (R$ 80,6 bilhões).


Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – Foto: Fernando Frazão/AB

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