Pix sai do ar e usuários relatam falhas em transferências nesta quinta (19)

1 0
Read Time:1 Minute, 56 Second

O Pix apresentou instabilidade na manhã desta quinta-feira (19) e deixou usuários sem conseguir concluir transferências e pagamentos. As primeiras reclamações começaram por volta das 8h30, segundo registros no site de monitoramento Downdetector.

Nas redes sociais, clientes de diferentes bancos afirmaram que as operações não eram finalizadas ou retornavam mensagem de erro. Os relatos indicam que o problema afetou mais de uma instituição financeira.

Por volta das 9h39, o Downdetector registrava mais de 312 queixas relacionadas ao funcionamento do sistema de pagamentos instantâneos. O número representa um aumento significativo de notificações em curto intervalo de tempo.

Em publicação na rede social X, o Itaú confirmou a instabilidade em seu serviço. “Olá! Já estamos cientes dessa falha no pix e o time responsável está cuidando de tudo para realizar os ajustes necessários quanto antes, tá? Se tiver qualquer outra dúvida, estamos por aqui”, informou o perfil oficial do banco.

A queda do Pix também refletiu nas buscas na internet. Termos relacionados ao problema apareceram entre os mais pesquisados no Google Trends durante a manhã.

Até a última atualização, o Banco Central não havia se manifestado sobre a causa da instabilidade nem informado previsão para a normalização do serviço.

Lançado em 2020, o Pix é hoje o principal meio de transferências no país e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Posicionamento Banco Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco informou que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta quinta-feira (19), que afetou parte dos clientes nas transações realizadas via Pix. Em nota, o banco destacou que atua para normalizar as operações o mais rápido possível e pediu desculpas pelos transtornos causados.

Nota Oficial | Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta quinta-feira (19), que impactou uma parcela de clientes para transações via Pix. O banco ressalta que está trabalhando para que as operações sejam normalizadas o mais rápido possível e pede desculpas aos clientes pelo inconveniente.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil | *Matéria atualizada em 19/02/2026, às 11h54, para inclusão do posicionamento do Banco Itaú Unibanco

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Não se constrói estabilidade enfraquecendo o Banco Central – por Luiz Lemos Leite

0 0
Read Time:3 Minute, 20 Second

Com a serenidade de quem dedicou a vida ao sistema financeiro brasileiro, manifesto publicamente meu repúdio às práticas fraudulentas apontadas em documentos divulgados pela imprensa nacional. As reportagens revelam o uso indevido de estruturas empresariais e do discurso de inovação para gerar prejuízos a empresas, investidores e ao crédito produtivo. Aos 96 anos, com 75 anos de atuação profissional, sigo atento e preocupado com movimentos que colocam em risco pilares institucionais fundamentais para a vida nacional.

À luz desse material jornalístico e das narrativas que surgiram após a liquidação extrajudicial do Banco Master, considero indispensável me posicionar. Decisões prudenciais adotadas pelo Banco Central não podem ser tratadas como objeto de disputa política nem reduzidas a interpretações tendenciosas. São atos voltados à preservação do Sistema Financeiro Nacional, à proteção da economia real e ao resguardo dos fundamentos do regime democrático. Por sua natureza, exigem elevado grau de qualificação técnica e jurídica.

Falo a partir da experiência de quem acompanhou, ao longo de décadas, a consolidação das instituições responsáveis pela estabilidade do sistema financeiro brasileiro. Participei diretamente de processos decisórios, atravessei ciclos econômicos distintos e vivi momentos de crise que exigiram rigor técnico, independência institucional e estrita observância às normas. Essa trajetória permite afirmar, com segurança, que as decisões prudenciais do Banco Central têm natureza essencialmente técnica e constituem instrumento indispensável à preservação da confiança, da moeda e do crédito produtivo.

Registro, ainda, que sou o diretor mais antigo em atividade do Banco Central, condição que me confere a posição de decano de sua Diretoria. Essa circunstância, somada a uma vida dedicada ao serviço público e ao compromisso institucional, confere-me autoridade moral para me manifestar em defesa da autonomia, da credibilidade e do papel institucional da autoridade monetária.

Em nenhuma das inúmeras liquidações e processos de reorganização do sistema financeiro dos quais participei presenciei algo semelhante ao que se observa no presente. Há uma campanha aberta destinada a fragilizar a imagem do Banco Central por meio de pressões políticas, ruídos institucionais e ações de desinformação. Movimentos dessa natureza não contribuem para a solidez do mercado nem para o fortalecimento da democracia.

O debate sobre eventuais irregularidades deve ocorrer com imparcialidade, responsabilidade e competência, nos foros adequados. Precisa estar baseado em fatos, informações técnicas consistentes e pleno respeito ao devido processo legal. Não se pode admitir que setores inteiros sejam colocados sob suspeita por meio de generalizações ou construções narrativas que desconsiderem a diversidade das atividades econômicas e os avanços regulatórios alcançados, que só têm concorrido para obstar a conquista da tão almejada maturidade democrática do Brasil. Não podemos perder a esperança.

Ao longo desse percurso, atuei tanto na esfera pública quanto na iniciativa privada. Em 1982, fundei a Associação Nacional de Fomento Comercial, a ANFAC, entidade que presido há 44 anos e que teve papel relevante na consolidação do mercado de recebíveis e no desenvolvimento de modalidades de crédito empresarial não bancárias. Essa vivência reforça minha convicção quanto à centralidade da estabilidade regulatória e da atuação técnica do Banco Central para o funcionamento do crédito e da economia real. Em 1º de abril de 2025, a convite do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tive a honra de participar das comemorações pelos 60 anos da instituição. Constatar que o Banco Central do Brasil se consolidou como uma das autoridades monetárias mais respeitadas do mundo é motivo de legítimo orgulho para todos os brasileiros. Diante disso, não poderia me calar frente às aleivosias dirigidas à instituição, muitas vezes utilizadas na defesa de interesses escusos, em detrimento do rigor técnico que sempre orientou sua atuação.


Luiz Lemos Leite é advogado e fundador e presidente da Associação Nacional de Fomento Comercial (ANFAC) e diretor mais antigo em atividade do Banco Central do Brasil, condição que o coloca como decano de sua Diretoria.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Gil Ferreira/Ag. CNJ

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Mutirão oferece oportunidade para renegociar dívidas com bancos e financeiras

1 0
Read Time:1 Minute, 27 Second

Consumidores com dívidas em cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades bancárias têm até o dia 30 de novembro para participar do Mutirão de Negociação e Orientação Financeira, promovido por mais de 160 instituições financeiras, em parceria com o Banco Central, Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons de todo o país.

O objetivo da ação é ajudar quem está endividado a renegociar débitos em atraso com condições especiais, como parcelamento facilitado, descontos no valor total e redução de juros. No entanto, financiamentos de veículos, motocicletas e imóveis não fazem parte da iniciativa.

As negociações podem ser feitas diretamente pelos canais oficiais dos bancos ou pela plataforma consumidor.gov.br — serviço público e gratuito que conecta consumidores e empresas para resolver conflitos de consumo. Para acessar, é necessário ter conta Prata ou Ouro no aplicativo Gov.br.

Segundo a Febraban, também é possível buscar orientação presencial nos Procons que aderiram ao mutirão. Nos casos de superendividamento, o processo é diferenciado e conta com acompanhamento do órgão para a elaboração de um plano de pagamento personalizado.

A lista completa das instituições participantes e os canais digitais disponíveis podem ser consultados na plataforma Meu Bolso em Dia – Febraban.

Outra forma de aderir é fazer o cadastro no consumidor.gov.br, selecionar a instituição com a qual deseja negociar e seguir as instruções. As empresas têm até dez dias para responder à solicitação.

Para verificar se há dívidas em atraso, o consumidor pode acessar o Registrato, sistema gratuito do Banco Central. Já para débitos fora do sistema financeiro, o Serasa promove o Feirão Limpa Nome, com descontos em dívidas de varejo, telecomunicações, concessionárias e universidades, inclusive com atendimento nas agências dos Correios.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Novas regras de segurança para chaves Pix entram em vigor nesta terça-feira

1 0
Read Time:1 Minute, 45 Second

Entraram em vigor nesta terça-feira (1º) as novas regras de segurança para as chaves Pix, sistema de transferências instantâneas criado e gerido pelo Banco Central do Brasil. As mudanças têm como objetivo reforçar a segurança e evitar fraudes, como o uso indevido de dados de pessoas falecidas em chaves de terceiros.

A principal novidade é a exigência de que instituições financeiras e de pagamento consultem a base de dados da Receita Federal sempre que houver qualquer procedimento envolvendo uma chave Pix — como o cadastro, a alteração de informações, o pedido de portabilidade ou a reivindicação de posse. Caso seja identificada alguma inconsistência nos dados, a chave será automaticamente excluída.

Segundo o Banco Central, a medida pretende impedir que fraudadores associem um nome diferente à chave Pix em relação ao que consta no cadastro da Receita Federal. Essa prática, que muitas vezes ocorre por falhas nos sistemas das instituições financeiras, tem sido explorada por criminosos para dificultar o rastreamento de operações ilícitas.

A mudança, anunciada em março deste ano, deve impactar apenas 1% das chaves Pix já cadastradas. O sistema permite que o usuário vincule informações como CPF, CNPJ, número de telefone, e-mail ou um código aleatório a uma conta bancária, facilitando a identificação na hora de realizar transferências.

Na ocasião do anúncio, as novas regras também foram alvo de fake news. Circulou nas redes sociais, por exemplo, a informação falsa de que usuários com dívidas ou restrições no nome teriam suas chaves Pix bloqueadas, o que foi desmentido pelo Banco Central. Segundo a autoridade monetária, as mudanças são pontuais e visam unicamente o combate a fraudes.

O Banco Central orienta os usuários a manterem seus cadastros atualizados e alerta que eventuais irregularidades identificadas podem levar à exclusão da chave, sendo necessário o recadastramento correto.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Clientes poderão sacar e transferir valores altos em qualquer agência, propõe projeto aprovado na Câmara

0 0
Read Time:1 Minute, 24 Second

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana o Projeto de Lei 4071/21, que promete dar um fim às limitações absurdas impostas pelos bancos aos seus clientes. A proposta garante ao consumidor o direito de sacar, pagar e transferir valores em qualquer agência do banco onde tenha conta, respeitando os mesmos limites já autorizados na agência de origem.

A medida, que pode revolucionar o atendimento bancário no país, foi idealizada pela ex-deputada Mariana Carvalho. Segundo ela, atualmente muitos correntistas são impedidos de realizar movimentações acima de R$ 5 mil se estiverem em uma agência diferente da sua unidade de relacionamento, gerando frustração e perda de tempo.

O relator do projeto, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), foi direto: “É comum que as instituições financeiras imponham restrições para serviços básicos fora da agência de cadastro. Isso fere o direito do consumidor e gera grandes transtornos, especialmente em situações de urgência”.

Agora, o projeto segue para análise nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Se aprovado por essas etapas, o texto segue para o Senado e, em seguida, pode ser sancionado, transformando-se em lei federal.

Se confirmada, a mudança obrigará bancos a dar liberdade real de movimentação aos seus clientes — um golpe direto na burocracia que ainda impera em pleno século 21.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Extratos bancários têm termos padronizados a partir desta segunda (8)

0 0
Read Time:1 Minute, 14 Second

Os termos utilizados nos extratos bancários passarão a ser padronizados a partir desta segunda-feira (8). De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a mudança vai abranger inicialmente as denominações existentes para as operações de saque e depósito. Posteriormente, as demais operações financeiras serão incluídas no processo de padronização.

Pela nova nomenclatura, operações como “depósito de cheque no ATM”, utilizada por algumas instituições financeiras quando o cliente deposita cheque nos caixas eletrônicos (ATM) da agência, passam a ser descritas no extrato com a sigla “DEP CHEQUE ATM”.

Já as operações em que o cliente saca dinheiro em espécie no caixa convencional da agência, com o cartão da conta, serão impressas nos extratos como “SAQUE DIN CARTAO AG”.

Segundo o diretor adjunto de Serviços da Febraban, Walter Faria, a medida tem o objetivo de tornar a compreensão das informações mais acessível, principalmente para os clientes que têm ou precisam acessar contas bancárias de mais de uma instituição financeira.

“Atualmente, os bancos usam mais de 4 mil tipos de nomenclaturas diferentes em suas operações, o que gera diferenças significativas entre eles para um mesmo tipo de operação financeira”, destacou.

Leia também: Governo de SP paga quase R$ 600 milhões em bônus a policiais


Fonte: Agência Brasil – Foto: Arquivo

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Mais de R$ 7 bilhões ainda não foram resgatados do sistema de valores a receber do BC

0 0
Read Time:44 Second

Mais de R$ 7 bilhões ainda não foram resgatados do sistema de valores a receber do Banco Central.

Os brasileiros não tinham sacado até dezembro passado R$ 7,59 bilhões do sistema. No serviço, é possível verificar se pessoas físicas e empresas têm dinheiro esquecido em alguma instituição financeira. A consulta é feita pelo site do BC.

Segundo o Banco Central, a maior parte das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias.

Os valores a receber de até R$ 10 concentram 63% dos beneficiários. Até agora, foram devolvidos R$ 5,74 bilhões a mais de 17 milhões correntistas.

Leia também: STF marca audiências de custódia de presos por tentativa de golpe


Fonte: TV Cultura – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Bancos aumentarão horário de atendimento em mutirão do Desenrola

0 0
Read Time:4 Minute, 9 Second

Pessoas que ganham até dois salários mínimos e devem até R$ 20 mil terão a oportunidade de refinanciar o débito. O Programa Desenrola Brasil promove nesta quarta-feira (22) um mutirão de renegociação. Em parceria com organizações da sociedade civil, bancos e outros credores, o Dia D – Mutirão Desenrola pretende fomentar as renegociações de débitos e ampliar o alcance do programa.

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal abrem as agências uma hora mais cedo nesta quarta. Os bancos privados também funcionarão em horário estendido, mas o horário de funcionamento das agências dependerá da política interna de cada instituição.

O mutirão foi um dos temas de live entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta terça-feira (21). Os dois se reuniram no programa Conversa com o Presidente para abordar os avanços e o propósito do mutirão, assim como para propagar e impulsionar as ações previstas para o Dia D do Desenrola.

Além de dívidas comerciais, cerca de 1,2 milhão de estudantes ou formados inadimplentes com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) podem renegociar as dívidas também com até 99% de desconto. O devedor deve procurar a agência do banco responsável pelo financiamento.

Nova etapa

Desde segunda-feira (20), o Programa Desenrola Brasil entrou numa nova fase. A Faixa 1 do programa, destinada à renegociação a devedores com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), passou a renegociar dívidas de até R$ 20 mil.

Débitos de R$ 5.000,01 a R$ 20 mil, após a atualização dos valores, podem ser refinanciados até 30 de dezembro. Após esse prazo, os descontos serão mantidos, mas a dívida só poderá ser quitada à vista. A Faixa 1 abrange dívidas bancárias, como cartão de crédito, e as contas atrasadas de outros setores, como energia, água e comércio varejista.

Desde o início de outubro, a Faixa 1 do Desenrola renegocia dívidas de até R$ 5 mil na plataforma desenvolvida pela B3, no site. A portaria que regulamenta o programa definiu que, se após os 40 primeiros dias, sobrassem recursos no Fundo Garantidor de Operações (FGO), fundo do Tesouro Nacional que cobre eventuais calotes de quem aderir à renegociação, o refinanciamento seria ampliado para débitos de até R$ 20 mil.

Para acessar a plataforma de renegociação, o consumidor precisa ter cadastro no Portal Gov.br, com conta nível prata ou ouro e estar com os dados cadastrais atualizados. Em seguida, o devedor terá de escolher uma instituição financeira ou empresa inscrita no programa para fazer a renegociação. Em seguida, bastará selecionar o número de parcelas e efetuar o pagamento.

A página vai listar as dívidas por ordem de desconto, do maior para o menor. Na etapa de leilões, 654 empresas apresentaram as propostas, com o desconto médio ficando em 83% do valor original da dívida. No entanto, em alguns casos, o abatimento superou esse valor, dependendo da atividade econômica, chegando a 99% em alguns setores. O consumidor poderá parcelar o débito em até 60 meses, pagando juros de 1,99% ao mês.

Primeira etapa

O Desenrola abrange dívidas negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022. Aberta em julho, a primeira etapa do Desenrola, destinada à Faixa 2, renegociou R$ 15,8 bilhões de 2,22 milhões de contratos em pouco mais de dois meses, até o fim de setembro. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), isso equivale a 1,79 milhão de clientes, já que um correntista pode ter mais de uma dívida.

Além disso, 6 milhões de pessoas que tinham débitos de até R$ 100 tiveram o nome limpo. Nesse caso, as dívidas não foram extintas e continuam a ser corrigidas, mas os bancos retiraram as restrições para o devedor, como assinar contratos de aluguel, contratar novas operações de crédito e parcelar compras em crediário. A desnegativação dos nomes para dívidas nessa faixa de valor era condição necessária para os bancos aderirem ao Desenrola.

Diferentemente da segunda fase, a primeira etapa renegocia apenas débitos com instituições financeiras. Podem participar correntistas que ganhem até R$ 20 mil por mês e tenham dívidas de qualquer valor, o que permite a renegociação de débitos como financiamentos de veículos e de imóveis. As renegociações para a Faixa 2 devem ser pedidas nos canais de atendimento da instituição financeira, como aplicativo, sites e pontos físicos de atendimento.

Leia também: Eliminatórias: Brasil perde de 1 a 0 para Argentina no Maracanã


Fonte/Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Bancos fecham nesta quarta-feira e reabrem na quinta

0 0
Read Time:1 Minute, 8 Second

As agências bancárias não farão atendimento ao público no feriado nacional do Dia da Proclamação da República (15). No Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, as agências também não abrem nos estados e municípios onde a data é feriado.

Nos dias 16 (quinta-feira), 17 (sexta-feira) e 21 de novembro (terça-feira), os bancos abrem normalmente nas localidades que não tiverem feriados municipais.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os serviços de autoatendimento ficarão disponíveis para os clientes, bem como os canais digitais e remotos dos bancos (internet e mobile banking). As contas de consumo como água, energia elétrica e telefone, e os carnês com vencimento no dia 15 ou 20 poderão ser pagos, sem acréscimo, no primeiro dia útil depois do feriado.

O Dia da Consciência Negra não é um feriado nacional, mas seis estados têm feriado na data por lei estadual: Alagoas, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, além de cerca de 1.260 municípios, entre eles as capitais Cuiabá (MT) e Goiânia (GO). A data lembra a morte do líder quilombola Zumbi dos Palmares, em 1695. 

Leia também: Mercado imobiliário aponta aumento significativo na demanda por imóveis de até 50m2


Fonte / Foto: Arquivo/Agência Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Bancos não abrem nesta quinta, mas funcionam normalmente na sexta

0 0
Read Time:1 Minute, 11 Second

As agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial no feriado de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Nesta quarta-feira (11) e na sexta-feira (13) elas funcionam normalmente.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), no sábado (14) e no domingo (15) as áreas de autoatendimento dos bancos estarão disponíveis aos clientes, assim como os canais digitais e remotos – sites e aplicativos –  para a realização de transferências e pagamentos.

A Febraban informou ainda que as contas de consumo (água, energia, telefone, etc.) e os carnês com vencimento no dia 12 poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte ao feriado, ou seja, sexta-feira (13).

Caso isso não conste no documento de arrecadação, a sugestão é antecipar o pagamento. No caso dos títulos que têm código de barras, a Febraban orienta agendar o pagamento nos caixas eletrônicos, internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos.

Em relação aos boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos, eles poderão ser pagos por meio de DDA (Débito Direto Autorizado).

Leia também: Linha 9-Esmeralda apresenta problemas novamente e opera com restrição de velocidade


Fonte: Agência Brasil – Foto: Banco do Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: