Operação prende 154 pessoas e apreende 825 bicicletas em SP

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A Operação Speed Bike, da Polícia Civil, já prendeu 154 pessoas e apreendeu 31 adolescentes suspeitos de envolvimento em roubos e furtos de celulares na região da Avenida Paulista, em São Paulo. Desde o início da ação, em janeiro de 2023, as equipes também apreenderam 825 bicicletas e recuperaram 160 celulares, devolvidos às vítimas.

Coordenada pelo 78º Distrito Policial (Jardins), a operação busca identificar grupos que utilizam bicicletas para se aproximar das vítimas e fugir rapidamente após os crimes. Parte dos suspeitos, segundo a investigação, também usa bolsas de entrega de aplicativos para circular pela região sem chamar a atenção.

Bicicletas usadas em crimes são apreendidas

Durante as abordagens, os policiais verificam a procedência das bicicletas e de outros objetos encontrados com os suspeitos. Quando não há comprovação da origem do bem, o veículo pode ser apreendido para investigação.

De acordo com o delegado Alexandre Dias, titular do 78º DP, a apresentação de uma nota fiscal também pode levar à verificação da procedência da bicicleta e das circunstâncias da compra.

A estratégia foi desenvolvida a partir da análise de boletins de ocorrência e de relatos das vítimas. O cruzamento dessas informações permitiu identificar padrões de atuação e direcionar as equipes para locais e horários com maior incidência de crimes.

O uso de bicicletas facilita a aproximação das vítimas e a fuga por calçadas e outros locais de difícil acesso para carros e motocicletas. Entre as situações investigadas estão abordagens a pessoas que utilizam o celular enquanto caminham.

Roubos caem 10% na região da Avenida Paulista

Na área da 1ª Delegacia Seccional de Polícia, que abrange a região da Avenida Paulista, os registros de roubos em geral caíram 10% entre janeiro e agosto de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os casos passaram de 10.120 para 9.106, o menor número para o período desde o início da série histórica, em 2001.

Os furtos também recuaram. Foram registrados 37.231 casos nos primeiros oito meses de 2026, ante 41.173 no mesmo intervalo de 2025, uma redução de 9,6%.

Operação é ampliada e usa aplicativo policial

O modelo de atuação da Speed Bike foi ampliado para outras delegacias vinculadas à 1ª Delegacia Seccional. A iniciativa também conta com a participação da Polícia Militar em ações integradas de combate a crimes patrimoniais praticados com bicicletas.

A operação utiliza ainda um aplicativo desenvolvido para os policiais da unidade. A ferramenta reúne informações obtidas durante as abordagens e permite consultar registros anteriores, incluindo locais, dias e horários das fiscalizações e objetos encontrados.

Os dados são usados para identificar possíveis padrões de atuação, apoiar investigações e orientar novas ações de segurança na região.

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PM de SP lança batalhão com 250 policiais e 150 motos

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BRAvO será direcionado por dados de inteligência e poderá concentrar equipes em áreas com maior incidência de roubos e furtos na capital.

A Polícia Militar de São Paulo iniciou nesta terça-feira (22) a operação do BRAvO (Batalhão de Resposta Avançada Operacional), novo modelo de policiamento criado para integrar inteligência, mobilidade e resposta operacional na capital paulista.

A estrutura começa com 250 policiais militares e 150 motocicletas. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o emprego das equipes será orientado pela análise de dados criminais e pelas informações do Muralha Paulista, permitindo concentrar o efetivo em regiões com maior incidência de roubos e furtos.

A estratégia prevê que a distribuição das equipes possa ser alterada conforme as mudanças identificadas nos padrões de criminalidade. Dessa forma, o batalhão poderá ser deslocado para diferentes áreas da cidade de acordo com o planejamento operacional da PM.

Motocicletas ampliam mobilidade

A utilização de motocicletas é um dos elementos centrais do novo modelo. Segundo a SSP, os veículos devem facilitar o deslocamento das equipes em corredores com congestionamentos e o acesso a locais onde viaturas maiores têm maior dificuldade de circulação.

De acordo com a comandante-geral da PM, coronel Glauce Cavalli, as equipes poderão atuar em patrulhamento ostensivo, abordagens, bloqueios, fiscalizações e intervenções de maior complexidade, conforme o planejamento de cada operação.

A composição das equipes será definida de acordo com a missão. Parte dos policiais poderá atuar em duplas na mesma motocicleta, enquanto agentes habilitados poderão utilizar armamento longo seguindo os protocolos operacionais da corporação.

Todos os policiais empregados no BRAvO utilizarão câmeras operacionais portáteis durante o serviço.

Inteligência define áreas de atuação

A proposta do BRAvO combina a mobilidade das motocicletas com ferramentas de inteligência policial. Registros de ocorrências, mapas de calor e informações do Muralha Paulista serão utilizados para identificar os locais que devem receber maior concentração de equipes.

Segundo a SSP, o modelo permite adaptar o emprego do efetivo às mudanças observadas nos indicadores criminais, sem estabelecer previamente rotas e horários das operações.

O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, afirmou que o objetivo é transformar as informações produzidas pela inteligência em ações policiais direcionadas aos pontos identificados como prioritários.

Primeira operação

A primeira mobilização do BRAvO ocorreu na tarde desta terça-feira (22), com concentração das equipes em frente ao Parque Trianon, na Avenida Paulista, antes do início do emprego operacional.

A partir do lançamento, o batalhão terá sua atuação planejada conforme os indicadores criminais e as necessidades operacionais identificadas pela Polícia Militar.

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MASP conecta dois prédios com passagem subterrânea e obra inédita de Beatriz Milhazes

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Passagem de 50 metros conecta os edifícios Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi e recebe Pietrolina, pintura imersiva criada especialmente para o espaço.

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand inaugura nesta sexta-feira (11) uma passagem subterrânea que conecta os dois edifícios do complexo cultural na Avenida Paulista. O espaço, criado para integrar as construções Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi, também recebe uma obra inédita da artista brasileira Beatriz Milhazes.

Batizada de Pietrolina, a obra foi concebida especialmente para a passagem e tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP, e Amanda Carneiro, curadora do museu. O nome faz referência a Pietro Maria Bardi e Lina Bo Bardi, casal fundador da instituição e responsáveis pelos nomes dos dois edifícios.

A passagem subterrânea tem 50 metros de extensão, 5 metros de largura e 2,5 metros de altura. Segundo o MASP, trata-se da primeira construção subterrânea dessa escala em um museu na América Latina.

Passagem subterrânea tem 50 metros de extensão, 5 metros de largura e 2,5 metros de altura | Foto: Eduardo Ortega/MASP

A intervenção artística acompanha o percurso dos visitantes. Pietrolina é formada por uma pintura de 60 metros lineares, paralela a elementos reflexivos distribuídos ao longo de uma parede de 38 metros.

A composição foi inspirada no ritmo e na sucessão de elementos característicos dos desfiles de carnaval. Ao longo do trajeto, o público encontra formas, cores e reflexos que modificam a percepção do espaço.

Entre os elementos presentes na obra estão arabescos, listras, formas orgânicas e motivos florais, características recorrentes na produção de Milhazes.

O projeto levou mais de dois anos de elaboração. Antes da execução no local, a artista desenvolveu o desenho e realizou estudos cromáticos que resultaram em uma seleção de 33 tintas acrílicas para reproduzir as cores da concepção original.

A pintura foi executada ao longo de três meses dentro da própria passagem subterrânea.

Um dos elementos de destaque é o azul utilizado no teto e em uma das paredes do túnel. De acordo com a curadora Amanda Carneiro, a cor ganhou destaque no museu durante a exposição Beatriz Milhazes: Avenida Paulista, realizada em 2020, e passou a ser chamada internamente de “Azul Beatriz”.

A nova passagem também tem uma função além da experiência artística. A conexão permitirá que o público percorra a programação do MASP de forma contínua e facilitará o deslocamento de obras de arte, equipamentos e equipes técnicas entre os edifícios.

O projeto da conexão começou a ser desenvolvido em 2019 e foi dividido em seis etapas. As obras tiveram início em 2023 e envolveram estudos técnicos e aprovações de órgãos como o IPHAN, o Metrô de São Paulo, a CET e a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.

Durante a execução, foram realizados trabalhos de remanejamento de redes de água e esgoto, energia e telefonia, além de escavações e recomposição da calçada da Avenida Paulista.

Obra dialoga com trajetória de Beatriz Milhazes

Beatriz Milhazes é reconhecida internacionalmente por uma produção marcada pelo uso intenso da cor, estruturas geométricas, arabescos, elementos florais e motivos ornamentais.

A artista já expôs no MASP em duas ocasiões, com Beatriz Milhazes: Avenida Paulista, em 2020, e Gabinete Beatriz Milhazes, em 2021. A retrospectiva de 2020 reuniu mais de 170 obras e foi apresentada pelo museu como a maior exposição panorâmica dedicada à trajetória da artista.

Milhazes também possui obras em acervos de instituições como o MoMA, em Nova York; Tate Modern, em Londres; Centro Georges Pompidou, em Paris; e Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, além de instituições brasileiras.

Com Pietrolina, a artista volta a ocupar o espaço do MASP por meio de uma obra criada especificamente para a arquitetura do novo complexo.

Visitação

O novo espaço integra a experiência de visita ao MASP. O museu fica na Avenida Paulista, 1578, na Bela Vista, em São Paulo.

O agendamento on-line é obrigatório. Às terças-feiras, a entrada é gratuita das 10h às 20h, com entrada até as 19h. Às quartas e quintas, o funcionamento é das 10h às 18h; às sextas, das 10h às 21h; e aos sábados e domingos, das 10h às 18h. O museu não abre às segundas-feiras.

Os ingressos custam R$ 85, com meia-entrada de R$ 42. Há também condições específicas de gratuidade e descontos conforme o dia e os critérios informados pelo museu.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Manifestação na Paulista reúne mais de 42 mil pessoas contra PEC da Blindagem, aponta USP

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A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco neste domingo (21) de uma manifestação convocada por movimentos de esquerda e artistas contra a chamada “PEC da Bandidagem” – proposta que dá ao Congresso poder de barrar processos criminais contra parlamentares.

De acordo com levantamento do “Monitor do debate político”, da USP, o ato reuniu 42,3 mil pessoas às 16h, com variação entre 37,3 mil e 47,5 mil participantes, considerando a margem de erro de 12%. A contagem foi feita por meio de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Às 15h30, o público já chegava a 40 mil pessoas concentradas em frente ao Masp, ocupando ao menos três quarteirões da avenida.

A mobilização ganhou força a partir das 13h, quando sindicatos, partidos como PT, PCdoB e PSOL e movimentos sociais começaram a erguer faixas e distribuir adesivos com os dizeres “sem anistia”. Leques de papel também foram entregues aos manifestantes com críticas à PEC.

Entre os presentes, se destacaram figuras políticas do PSOL, como a deputada federal Luiza Erundina e o deputado federal Guilherme Boulos, além de parlamentares estaduais e vereadores.

O público foi semelhante ao último ato realizado por apoiadores de Jair Bolsonaro no mesmo local, no 7 de setembro, que contou com 42,2 mil pessoas. No entanto, foi bem superior ao registrado em 10 de julho deste ano, quando 15,1 mil compareceram a uma manifestação em defesa do ex-presidente. Em fevereiro, um ato com participação direta de Bolsonaro reuniu 185 mil pessoas.

O “Monitor do debate político” é coordenado pelos pesquisadores Pablo Ortellado e Márcio Moretto, da USP, em parceria com o Cebrap e a ONG More in Common.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil – *Com informações O Globo

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Sem Bolsonaro e Tarcísio, ato bolsonarista na Paulista tem queda de público e reúne 37,6 mil pessoas, aponta USP

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A manifestação convocada por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu 37,6 mil pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (3), segundo estimativa do Monitor do Debate Público do Meio Digital da Universidade de São Paulo (USP). O levantamento foi feito com base em fotos aéreas captadas em diferentes horários do ato e tem margem de erro de 12%, o que significa que o público pode ter variado entre 33,1 mil e 42,1 mil participantes.

Mesmo sem poder comparecer por estar cumprindo medidas cautelares, que incluem a proibição de sair de casa, Bolsonaro foi o principal motivo da mobilização. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também não esteve presente porque passou por um procedimento médico.

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Entre as lideranças políticas que participaram do ato estavam o pastor Silas Malafaia, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), que subiu no trio elétrico, mas não discursou. Malafaia assumiu o papel de principal orador e direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A contagem de público feita pelo Monitor da USP foi alvo de críticas do líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que ironizou a capacidade da universidade em calcular o número de manifestantes. Segundo ele, na sua percepção, este teria sido o maior protesto bolsonarista já realizado.

Apesar disso, os números apontam para uma queda significativa de participação nos atos pró-Bolsonaro. Em fevereiro de 2024, uma manifestação na mesma Avenida Paulista havia reunido mais de 125 mil pessoas. Em 29 de junho, outro ato teve 12,4 mil participantes. Com as investigações e processos envolvendo tentativa de golpe de Estado, da qual Bolsonaro é réu, a presença em eventos do tipo caiu mais de 90%.


Foto: Cadu Pinotti/Agência Brasil

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Manifestação na Paulista reúne apoiadores de Bolsonaro e pede anistia aos condenados do 8 de janeiro

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A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco, neste domingo (29), de uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, com o mote “Justiça Já”. O ato criticou o julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), no qual Bolsonaro é acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

Além de protestos contra o STF, os manifestantes pediram anistia para os condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro do ano passado. Faixas e bandeiras em apoio a Israel, aos Estados Unidos e críticas ao governo federal, incluindo mudanças no IOF e fraudes no INSS, também foram vistas no protesto.

O evento contou com a presença do ex-presidente, que discursou pedindo união da direita nas eleições de 2026 para conquistar a maioria no Congresso. Bolsonaro também defendeu anistia aos condenados do 8 de janeiro e apelou aos Três Poderes para pacificar o país.

Além dele, participaram o pastor Silas Malafaia, organizador do ato, e os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e Jorginho Mello (Santa Catarina). Malafaia criticou o ministro Alexandre de Moraes e a delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, que embasa parte das acusações contra o ex-presidente. Já Tarcísio centrou críticas no governo Lula e também defendeu a anistia.

Segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Cebrap e da ONG More in Common, o ato reuniu cerca de 12,4 mil pessoas — um público menor em comparação ao protesto anterior em abril, que contou com aproximadamente 44,9 mil.

O julgamento de Bolsonaro e outros sete acusados entrou na fase final, após o ministro Alexandre de Moraes abrir prazo para as alegações finais. A Procuradoria-Geral da República (PGR), o delator Mauro Cid e as defesas terão 15 dias, cada, para apresentar suas manifestações. Os réus respondem por crimes como organização criminosa, tentativa de golpe de Estado e dano ao patrimônio público, com penas que podem ultrapassar 40 anos de prisão.

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Foto: Reprodução/Flickr/Jair Bolsonaro

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Réveillon da Paulista deve reunir 2 milhões de pessoas

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A Prefeitura de São Paulo divulgou na terça-feira (13) como serão as celebrações de Natal e Ano Novo na cidade.

As mais de cem atividades natalinas programadas têm como tema principal “Encontro no Coração Paulistano” e serão realizadas até dia 23, em todas as regiões da capital, incluindo pontos turísticos como Edifício Matarazzo, Mercado Municipal Paulistano e o Theatro Municipal, além de centros culturais e Centros Educacionais Unificados – CEUs.

A comemoração do réveillon, “O Momento do Reencontro”, contará com shows para todos os públicos e faixas etárias. A expectativa é de que 2 milhões de pessoas se reúnam na Avenida Paulista em 31 de dezembro e o evento movimente mais de R$ 450 milhões para São Paulo.

“Depois de dois anos, por conta da pandemia de Covid-19, teremos comemorações muito bacanas na capital. No Natal haverá ações em todas as regiões e árvores idênticas nas 32 subprefeituras. As regiões periféricas receberão a mesma atenção e carinho que as áreas nobres”, enfatizou Ricardo Nunes.

O prefeito também ressaltou que os eventos contarão com a presença da Guarda Civil Metropolitana (CGM).

“Vamos fazer nossa parte e também contamos com a colaboração dos demais órgãos responsáveis. Valorizamos nossos GCMs, aumentamos o valor da Operação Delegada”.

Revéillon 2023

Shows das cantoras Fafá de Belém e das paraenses Aíla e Roberta Carvalho, assim como do rapper Xamã e do cantor Leonardo, que subirá ao palco da Avenida Paulista à meia-noite, e da performance da escola de samba Mancha Verde são alguns dos destaques da festa que a Prefeitura vai proporcionar à população na noite de 31 de dezembro para 1º de janeiro de 2023.

Palco

A SPTuris começa as atividades para montagem do palco da comemoração no próximo dia 21. A estrutura, que será desmontada entre 1º e 3 de janeiro, será instalada no final da Paulista, entre as ruas Haddock Lobo e Bela Cintra. Terá 16 metros de largura, 20 de profundidade e 8 de altura.

“A capacidade de carga e de montagem deste ano é maior e o pé direito é 3m mais alto, garantindo melhor acomodação e visualização do público”, explicou Gustavo Pires.

De acordo com ele, o réveillon iniciará uma sequência dos eventos do turismo na cidade de São Paulo para o próximo ano.

“Já estão agendados pelo menos 400 encontros, com as mais diversas motivações e formatos, todos com forte apelo para a atração de visitantes”.

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Fonte: SECOM-Pref. de São Paulo

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Capital paulista voltará a ter festa de réveillon na rua após 2 anos

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A Prefeitura de São Paulo anunciou que a cidade voltará a ter a tradicional festa de réveillon na virada do ano para 2023. As últimas duas edições da festividade, que ocorre na Avenida Paulista, foram suspensas em razão da pandemia da covid-19.

Segundo a administração municipal, shows de artistas renomados ocorrerão em um grande palco medindo 16 metros de largura, 20 de profundidade e 8 de altura. A São Paulo Turismo (SPTur), responsável pela infraestrutura do evento, informou que a montagem do palco será feita pela SP Eventos, empresa escolhida por pregão eletrônico.

“O evento de 2022/23 seguirá a tradição com apresentações musicais antes e depois da meia-noite na Avenida Paulista. A programação está em definição, visando agradar a todos os públicos”, informou a prefeitura em nota.

O palco começará a ser montado no próximo dia 21. A estrutura começará a ser desmontada logo após os shows, ainda no dia 1º. Até o dia 3, todo o aparato terá sido retirado da via, segundo a prefeitura.

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Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – Foto: José Cordeiro/SPTur

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Corpo de Bombeiros apaga incêndio em prédio na Avenida Paulista

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Um incêndio atingiu o topo de um edifício na tarde de hoje (24) na Avenida Paulista, região central da capital.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo começou na casa de máquinas e no ar-condicionado. O fogo já foi extinto e ninguém ficou ferido.

A Polícia Militar e a Companhia de Engenharia de Tráfego desviaram o trânsito dos quarteirões centrais da avenida, causando congestionamentos na região. Parte das janelas da parte superior do prédio ficou destruída.

O edifício é vizinho da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e fica próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).


Por Daniel Melo/Agência Brasil – Foto: Reprodução/TV Globo

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Exposição de Portinari na Avenida Paulista é aprovada para integrar celebração da Semana de Arte Moderna de 1922

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A Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) aprovou, nesta quarta-feira (9), a instalação de painéis com reprodução de obras do artista plástico brasileiro Candido Portinari na Avenida Paulista, para comemorar o centenário da Semana da Arte de Moderna de 1922. A exposição, que será realizada entre os dias 20 de fevereiro e 22 de março, foi autorizada pelo colegiado da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL).

São 26 peças com as artes de Portinari, que serão instaladas em postes de iluminação pública localizados no canteiro central da Avenida Paulista, entre a Praça Oswaldo Cruz e a Rua Haddock Lobo. Elas terão dimensões de 1,5m de largura por 2,0m de altura, sem inserção de logos ou marcas dos realizadores ou patrocinadores.

Além da Avenida Paulista, a CPPU, considerada guardiã da Lei Cidade Limpa, aprovou a adesivação dos vidros traseiros de 80 ônibus do sistema público de transporte municipal com artes de Portinari. Outros 200 coletivos intermunicipais administrados pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo) também participarão da iniciativa. A ação deve começar na segunda quinzena de fevereiro e tem prazo de duração indeterminado.

Cidade Limpa

As duas exposições temporárias foram consideradas pela CPPU de caráter predominantemente cultural e, portanto, de acordo com a Lei Cidade Limpa (Lei nº 14.223/2006). A intervenções urbanas propostas são de responsabilidade do Museu da Imagem e do Som (MIS), do Governo do Estado de São Paulo.


Por SECOM-Prefeitura de São Paulo – Foto: Divulgação/SECOM-Prefeitura de São Paulo

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