Aécio assume presidência do PSDB e Paulo Serra é eleito vice para o biênio 2025/2027

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Em convenção semipresencial realizada nesta quinta-feira (27), em Brasília, o PSDB oficializou a nova composição da sua Executiva Nacional. O deputado federal Aécio Neves (MG) assume a presidência da legenda, enquanto o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra, foi eleito 1º vice-presidente para o biênio 2025/2027.

A reunião marcou a transição no comando do partido, que nos últimos dois anos esteve sob a liderança de Marconi Perillo. A reestruturação interna tem como foco a preparação da sigla para as eleições de 2026.

Além da nova Executiva, a convenção definiu o Conselho Fiscal e celebrou a marca de 50 mil novos filiados nos últimos dois anos. No mesmo período, o partido elegeu 273 prefeitos, 289 vice-prefeitos e 2.956 vereadores em todo o país.

O encontro, realizado na sede nacional da legenda, reuniu lideranças tucanas de várias regiões e contou com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos.

Paulo Serra vai acumular a nova função nacional com a presidência da Executiva Estadual do partido em São Paulo. Pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, ele afirmou que a meta é reposicionar o PSDB no centro do debate político e fortalecer os diretórios municipais. A legenda também abriu cadastro para interessados em disputar cargos em 2026, com previsão de capacitação política.

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Após rompimento com o Podemos, PSDB busca federação com novos partidos

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O processo de fusão entre PSDB e Podemos chegou oficialmente ao fim após divergências sobre o comando da nova sigla. A principal razão para o rompimento foi a exigência da presidente do Podemos, deputada Renata Abreu, que queria o controle total da legenda unificada por um período de quatro anos — proposta considerada “inaceitável” pelas lideranças tucanas.

Segundo dirigentes do PSDB, a proposta inicial previa um sistema de rodízio na presidência durante o período de transição, com alternância no comando a cada seis meses inicialmente, e posteriormente a cada ano. A falta de consenso sobre esse ponto central inviabilizou a fusão entre os dois partidos, que têm tamanhos semelhantes no Congresso: 13 deputados tucanos contra 15 do Podemos na Câmara, e três senadores do PSDB frente a quatro do Podemos no Senado.

Diante do impasse, o PSDB voltou a dialogar com outras legendas em busca de novas alianças. Entre os partidos com os quais os tucanos mantêm conversas estão o MDB e os Republicanos, com a possibilidade de uma federação partidária. Há ainda diálogos com o Solidariedade, embora, nos bastidores, integrantes do PSDB considerem improvável uma junção com o partido comandado por Paulinho da Força.

Atualmente federado ao Cidadania, o PSDB já tem definido que essa união será desfeita assim que expirar sua validade legal, no início de 2026, devido a conflitos regionais entre os dois partidos.

A busca por uma nova aliança tem caráter urgente. Em declínio desde os últimos ciclos eleitorais, o PSDB corre o risco de ser extinto caso não supere a cláusula de desempenho estabelecida pela Emenda Constitucional de 2017. Essa cláusula define critérios para que os partidos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na televisão — mecanismos fundamentais para a sobrevivência política.

O objetivo da cláusula é justamente incentivar a fusão ou incorporação de partidos menores, de modo a reduzir a fragmentação do sistema partidário brasileiro. Diante disso, o PSDB se vê pressionado a buscar uma saída para garantir sua continuidade no cenário político nacional.

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Foto: Reprodução/Instagram/Aécio Neves

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PSDB e Podemos oficializam fusão; Paulo Serra destaca fortalecimento do centro político no Brasil

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A fusão entre o PSDB e o Podemos foi oficializada na manhã desta quinta-feira (5), durante a Convenção Nacional do PSDB realizada em Brasília (DF). O novo bloco partidário nasce como uma federação de centro e já desponta como a oitava maior bancada da Câmara dos Deputados, com 28 parlamentares, e a quinta maior no Senado Federal, com sete senadores.

O presidente da Executiva Estadual do PSDB em São Paulo, Paulo Serra — ex-prefeito de Santo André —, avaliou de forma positiva a união entre as legendas. Para ele, a federação representa uma alternativa ao extremismo que, segundo afirmou, tem prejudicado o debate político e social no país.

“Esta união de partidos de centro nasce para oferecermos ao Brasil, aos Estados e às cidades uma opção equilibrada de gestão, que melhore, verdadeiramente, a vida das pessoas — bem longe do extremismo atual, que, ao meu ver, só empobrece o debate político e social, e não atende a nossa gente em suas necessidades. Vemos um país dividido por ódio e por ideologia, e repleto de desafios, que precisam ser superados com seriedade e bons quadros, distante de gritaria”, declarou Serra.

Durante a convenção, os filiados do PSDB aprovaram, por ampla maioria, a mudança no estatuto do partido que permite a fusão com o Podemos: foram 201 votos favoráveis, apenas dois contrários e duas abstenções.

A nova sigla agora terá o desafio de construir um estatuto conjunto e elaborar um programa partidário unificado. A expectativa é que a incorporação do Podemos ao PSDB seja apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até julho. Caso aprovado pelo órgão, a fusão deve ser oficialmente reconhecida até setembro ou outubro deste ano.

Paulo Serra também vê a união como um marco importante para o futuro político das legendas.

“Penso que este movimento com o Podemos faz com que o PSDB retorne fortalecido e mais competitivo ao cenário partidário brasileiro e, sobretudo, com bons quadros para as eleições de 2026”, completou.

Com a fusão, os partidos esperam ampliar sua presença nos debates nacionais e estaduais e se reposicionar como uma força moderada diante da polarização que tem marcado o cenário político brasileiro nos últimos anos.

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Foto: Reprodução

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Em busca de sobrevivência, PSDB se funde ao Podemos com anúncio marcado para 29 de abril

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O PSDB e o Podemos anunciarão oficialmente sua fusão no próximo dia 29 de abril. A união marca uma tentativa de reconstrução do espaço político de centro, após o enfraquecimento tucano nas últimas eleições. Segundo publicado pela Coluna do Estadão, o acordo entre as duas legendas já está fechado e será o primeiro passo de uma estratégia mais ampla para revigorar o campo político alternativo ao lulismo e ao bolsonarismo.

Inicialmente, o novo partido manterá o nome “PSDB + Podemos”. No entanto, uma pesquisa qualitativa junto ao eleitorado será realizada para definir uma nova identidade e o número que irá às urnas. A fusão poderá ser sucedida por uma federação com o Solidariedade, ampliando o alcance e o tempo de rádio e TV da futura legenda.

Um dos principais entraves ainda não resolvidos é o futuro do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que avalia a possibilidade de migrar para o PSD de Gilberto Kassab. Leite tem planos de disputar a Presidência da República em 2026 e exige garantias das siglas para viabilizar sua candidatura. O PSD, que já acolheu Raquel Lyra (governadora de PE) e tenta atrair Eduardo Riedel (MS), sinaliza uma estrutura mais robusta para as ambições do gaúcho.

Internamente, a nova legenda tenta convencer Leite e Riedel a permanecerem no grupo, argumentando que a fusão trará mais recursos do fundo eleitoral e partidário que siglas como PP, MDB e Republicanos.

“Estamos prestes a construir um novo caminho para o centro democrático brasileiro e para os milhões de brasileiros que não se sentem confortáveis nem com o lulopetismo nem com o bolsonarismo”, afirmou o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), presidente do Instituto Teotônio Vilela.

A decisão pela fusão ocorre em meio ao maior esvaziamento da história do PSDB. Em 1998, o partido chegou a eleger 99 deputados federais, sete governadores e 16 senadores. Já nas últimas eleições nacionais, elegeu apenas 13 deputados, três governadores e nenhum senador. Em 2024, sofreu sua pior derrota municipal.

Na tentativa de sobreviver, o PSDB procurou diversas alternativas de aliança – da esquerda, com o PDT, ao centro, com MDB e PSD. Todas esbarraram em impasses regionais e ideológicos, especialmente por conta da resistência da atual direção tucana a se associar ao PT, partido do presidente Lula.

Com a fusão com o Podemos, o PSDB busca não apenas uma sobrevida, mas também uma reconfiguração que lhe permita voltar ao debate nacional com uma candidatura própria e relevante em 2026.

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Foto: Valter Campanato/Arquivo/Ag. Brasil

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Aécio Neves quer candidatura própria do PSDB para a Prefeitura de São Paulo

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O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) tem pressionado dirigentes do PSDB, para que o partido tenha candidato próprio na dipsuta pela Prefeitura de São Paulo, na eleição deste ano.

Aécio, esteve na última quarta-feira (17) em São Paulo, e encontrou-se com Marconi Perillo, presidente do partido, Paulo Serra, presidente do diretório estadual, e José Aníbal, ex-senador.

Para a coluna Painel da Folha de S. Paulo, o deputado federal declarou, “defendo e defendi hoje que o PSDB tenha uma candidatura própria em São Paulo. A única eleição nacional que o Brasil terá neste ano é a de São Paulo. A única que, do Norte ao Sul do país, as pessoas sabem quem está concorrendo e as consequências do resultado para um ou outro lado”, disse Aécio.

Segundo Aécio, “o PSDB não pode cometer o erro que cometeu em 2022“, disse, em referência à ausência do partido na disputa pela presidência da República. 

A deputada federal Tabata Amaral e o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes, têm tentando articular o apoio do partido para as suas pré-candidaturas. O ex-tucano Andrea Matarazzo, que no momento esta filiado ao PSD, deixou seu nome à disposição para concorrer à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB.

O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, marcou para o dia 18 de fevereiro a convenção estadual do partido, data na qual será eleita a chapa que comandará o diretório paulista.

Leia também: São Paulo comemora 470 anos com shows de Naiara Azevedo, Lexa e Mart’nália; Confira a programação


*Com informações Folha de S. Paulo – Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados

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