Pesquisa PoderData divulgada nesta sexta-feira (2) mostra que 81% dos eleitores têm certeza do voto para presidente nas eleições de outubro. O levantamento foi feito em 308 municípios entre os dias 28 e 30 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Segundo o estudo, 11% consideram mudar de ideia até as eleições e os outros 8% não souberam como responder.
O percentual de certeza no voto varia de candidato para candidato. 92% dos entrevistados que pretendem votar em Jair Bolsonaro (PL) dizem ter certeza da escolha. Em relação a Lula (PT), 83% consideram não ter dúvida da escolha.
Dos que pretendem votar em Ciro Gomes (PDT), 62% dizem estar certos da decisão, enquanto a taxa dos que apoiam a candidatura de Simone Tebet (MDB) é 73%.
Na questão de nível de rejeição dos candidatos, na pergunta você “Não votaria de jeito nenhum para presidente”, a candidata Simone Tebet (MDB) aparece em primeiro lugar com 52%, seguida por Jair Bolsonaro (PL) com 51%, Ciro Gomes (PDT) com 37% e Lula (PT) com 36%.
Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Antônio Augusto/ASCOM/TSE
Pesquisa DataFolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostrou como está a corrida presidencial. O petista Luiz Inácio Lula da Silva segue na liderança com 45% das intenções de voto, seguido pelo atual presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) aparece na terceira posição com 9% e Simone Tebet (MDB) logo atrás com 5%.
O cenário apresentou mudanças comparado com a pesquisa do dia 18 de agosto. Enquanto Lula perdeu dois pontos percentuais, Ciro cresceu dois por cento e Tebet aumentou três. Bolsonaro foi o único que se manteve estável entre os quatro candidatos.
O levantamento também mostrou como estão as outras candidaturas. Soraya Thronicke (União Brasil), Pablo Marçal (PROS) e Felipe d’Avila (Novo) estão com 1% cada. Vera (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (Democracia Cristã), Léo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram.
A pesquisa ouviu 5.734 pessoas em 285 municípios entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022.
Clique aqui e saiba mais!
Essa foi a primeira pesquisa realizada após o debate realizado em pool no último domingo (28) entre a TV Cultura, grupo Bandeirantes, UOL e Folha de S. Paulo.
Menos chances de vitória no 1º turno
Levando em consideração apenas os votos válidos, sem contar nulos, brancos e indecisos, Lula caiu de 51% para 48%. Dessa maneira, fica mais difícil uma decisão já no primeiro turno do pleito.
O Colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) decidiu hoje (31) indeferir o registro de candidatura a deputado federal do ex-vereador da capital fluminense Gabriel Monteiro (PL). A decisão foi tomada com o voto de seis dos sete desembargadores eleitorais do colegiado, e com um voto contrário.
O indeferimento se dá em razão da cassação do mandato de Monteiro por quebra de decoro parlamentar. Na Câmara do Rio, o ex-vereador foi cassado por 48 votos a dois, em votação realizada no último dia 18, no plenário da Casa.
Ex-policial militar e youtuber, Gabriel Monteiro respondeu por quebra do decoro parlamentar perante os pares por três motivos: encenação com uma menor de idade em um shopping, agressão contra um morador de rua convidado para a encenação de um roubo na Lapa e relação sexual gravada em vídeo com uma menor de idade, que posteriormente teve as imagens vazadas na internet.
A defesa de Monteiro sustentou no dia da cassação que a encenação com a adolescente no shopping foi consentida pela mãe da jovem, que a gravação com o morador de rua era um experimento social e que ele teria sido agressivo, e que o vereador não sabia que a menina com quem se relacionava era menor de idade.
O vereador Chico Alencar (PSOL), relator do processo por quebra de decoro de Gabriel Monteiro no Conselho de Ética da Câmara, destacou no dia da votação que filmar cenas de sexo com menores é crime, e que os vídeos têm diálogos estarrecedores e agressão física.
“A filmagem da relação sexual com uma menor de idade, à época com 15 anos de idade, choca a todos. O vídeo é impublicável, com agressão física a mulher. Isso está filmado. Isso é impublicável”, disse.
O ex-vereador também é réu e responde aos crimes de importunação e assédio sexual contra uma ex-assessora, de 26 anos de idade. A denúncia do Ministério Público estadual foi recebida pela Justiça no dia 20 de julho. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, “o processo corre em segredo de Justiça, por se tratar de um crime de violência sexual. Nestes casos deve-se preservar a identidade da vítima”.
Na época, a defesa do vereador negou as acusações e afirmou que seus ex-assessores trabalham para a “máfia do reboque”, que teria sido denunciada por ele.
Em maio, Gabriel Monteiro já tinha se tornado réu sob acusação de ter filmado a relação sexual com a adolescente, e sua defesa afirmou que ele acreditava que a menina, de 15 anos, na verdade, tinha 18.
A última pesquisa Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec), ex-Ibope, aponta que Fernando Haddad (PT) segue na liderança da corrida pelo Governo do Estado de São Paulo a partir de 2023. De acordo com os dados divulgados na última terça-feira (30), o ex-prefeito da capital paulista tem 32% das intenções de voto.
Na sequência, aparecem Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (PSDB). O ex-ministro da Infraestrutura e o atual governador de SP contam, respectivamente, com o apoio de 17% e 10% dos eleitores paulistas. Vale lembrar que o candidato apoiado por Bolsonaro (PL) cresceu cinco pontos percentuais desde o último levantamento.
Os números apresentados correspondem à pesquisa estimulada, ou seja, os nomes foram apresentados previamente aos entrevistados. No levantamento espontâneo, que não apresenta respostas pré-definidas, Haddad tem 14% dos votos e Tarcísio, 11%. O ex-vice de João Doria (PSDB), nesse caso, foi a resposta de 4% das pessoas.
A pesquisa BTG/FSB divulgada na manhã desta segunda-feira (29) mostra que a diferença entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Messias Bolsonaro (PL) caiu para sete pontos percentuais na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.
Enquanto o ex-chefe do Executivo passou de 45% para 43% das intenções de voto, o candidato à reeleição se manteve estável e conta com o apoio de 36% dos eleitores desde o último levantamento, divulgado na última segunda-feira (22).
No último estudo, Lula havia se mantido estável, enquanto Bolsonaro havia avançado dois pontos percentuais. Logo, a vantagem do petista, que era de nove pontos percentuais na semana passada, era de 11 pontos percentuais na semana retrasada.
Vale lembrar que todas as mudanças mencionadas se encontram dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Para a realização da pesquisa, foram entrevistadas 2 mil pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto. O intervalo de confiança é de 95%.
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva confirmou neste sábado (27) sua presença no primeiro debate entre os concorrentes ao comando do Palácio do Planalto, marcado para amanhã (28), às 21h, com transmissão da TV Cultura.
Lula, que tenta retornar ao cargo que ocupou entre 2003 e 2010, confirmou participação no debate em mensagem publicada no Twitter.
Clique aqui e saiba mais!
O debate está sendo promovido em parceria entre UOL, Folha de S.Paulo, Band e TV Cultura.
Além de Lula, os seguintes candidatos foram convidados a participar do debate no estúdio da Band: Luiz Felipe d’Avila (Novo), Soraya Thronicke (União Brasil), Simone Tebet (MDB), Bolsonaro (PL), e Ciro Gomes (PDT).
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (26) em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, que “deve ir” ao debate presidencial marcado para o próximo domingo (28).
“Devo estar no domingo. Não estou batendo o martelo. Em um momento, achei que não devia ir, mas eu acho que vou. Vou ser fuzilado, vão atirar em mim o tempo todo”, afirmou.
Bolsonaro afirmou que é um alvo compensador para os outros candidatos. “Eu já me preparei, né? As respostas vão ser simples, no tocante a responder que não devo nada. Então é tranquilo responder essas acusações que fizeram ao longo do tempo nas mídias, em especial, no tocante a covid”. Concluiu o presidente.
Clique aqui e saiba mais!
Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Marcos Correa/Presidência
A pesquisa Exame/Ideia divulgada na manhã desta quinta-feira (25) aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue à frente de Jair Messias Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto em 2023. Enquanto o ex-presidente da República tem 44% das intenções de voto, o atual chefe do Executivo conta com o apoio de 36% dos eleitores.
Mesmo com um cenário aparentemente favorável ao petista, o saldo pode não ser positivo na prática. O levantamento realizado há um mês indicava que a distância entre os dois candidatos era de 11 pontos percentuais, enquanto o estudo anunciado hoje mostra que a vantagem diminuiu para oito pontos percentuais.
Enquanto Lula se manteve estável com 44% das intenções, Bolsonaro tinha apenas 33% dos entrevistados a seu favor no final de julho. Ou seja, o candidato à reeleição aumentou três pontos percentuais em um mês. A mudança, no entanto, se encontra dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) correm por fora, com 9% e 4% dos votos, respectivamente, ainda de acordo com a pesquisa. Os demais candidatos pontuaram 1% ou menos. Votos nulos e brancos, juntamente às pessoas que alegaram que não vão votar, somam 2%, e os indecisos chegam a 3%. O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 19 e 24 de agosto.
A pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta segunda-feira (22) mostra que Fernando Haddad (PT) lidera as intenções de para o governo de São Paulo com 34%. Rodrigo Garcia (PSDB), atual governador do estado, e Tarcísio de Freitas (Republicanos) têm 20%.
Na sequência, estão Vinicius Poit (Novo), com 2%, e Elvis Cezar (PDT), com 1%. Gabriel Colombo (PCB), Altino (PSTU), Edson Dorta (PCO), Carol Vigliar (UP) e Antonio Jorge (DC) não pontuaram. Branco ou nulos são 12%, 11% disseram não saber ou não responderam.
A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas de São Paulo entre os dias 19 e 20 de agosto, por telefone. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo SP-00604/2022.
Clique aqui e saiba mais!Clique aqui e saiba mais!
Segundo turno
Fernando Haddad vence o cenário contra Tarcísio e contra Rodrigo Garcia. Na primeira simulação, o petista aparece com 39% dos votos.
Fernando Haddad (PT) – 39%; Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 30%; Branco/Nulo são 16% e Não sabe ou não respondeu somam 15%.
Segundo cenário: Fernando Haddad (PT) – 37%; Rodrigo Garcia (PSDB) – 32%; Branco/Nulo somam 17% e Não sabe ou não respondeu representam 16%.
Na disputa entre Tarcísio e o atual governador, os dois estão empatados dentro da margem de erros. Rodrigo Garcia (PSDB) – 31%; Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 30%; Branco/Nulo são 20% e Não sabe ou não respondeu somam 19%.
A pesquisa realizada pela FSB Comunicação, encomendada pelo banco BTG e divulgada na manhã desta segunda-feira (22) aponta que a distância entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) na disputa para as eleições deste ano voltou a diminuir.
Clique aqui e saiba mais!Clique aqui e saiba mais!
Enquanto o ex-presidente da República viu suas intenções de voto se estabilizarem em 45% desde o levantamento realizado na semana passada, o atual chefe do Executivo avançou de 34% para 36%. Logo, a vantagem do petista passou de 11 pontos percentuais para apenas nove.
Atrás dos dois, se encontram Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), com 6% e 3%, respectivamente. Enquanto o ex-prefeito, governador e ministro diminuiu dois pontos percentuais, a representante da “terceira via” aumentou um. Ambas as oscilações, assim como a de Bolsonaro, se encontram dentro da margem de erro (dois pontos percentuais).
Os demais pré-candidatos pontuaram de 0 a 1%. Votos brancos e nulos chegaram a 2%, e os indecisos formam 3% dos entrevistados. Aqueles que alegaram não escolher nenhum dos candidatos somaram 4%.