Brasil volta ao Ibirapuera após 42 anos para jogar basquete

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A seleção brasileira masculina de basquete voltará a disputar uma partida oficial no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, após mais de 42 anos. A equipe enfrentará os Estados Unidos, em 27 de novembro, e o México, no dia 30, em jogos válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2027, no Catar.

Os horários das partidas ainda não foram definidos. Os confrontos fazem parte da próxima janela das Eliminatórias e serão importantes para as pretensões brasileiras de classificação antecipada para o Mundial.

Depois de estrear na competição com uma vitória sobre a República Dominicana e uma derrota para o México, o Brasil precisa vencer os dois jogos de novembro para garantir antecipadamente sua vaga, conforme as informações divulgadas.

Último jogo oficial no ginásio foi em 1984

A volta ao Ibirapuera marca um reencontro histórico da seleção com um dos espaços tradicionais do esporte brasileiro. A última partida oficial da equipe masculina no ginásio ocorreu em 24 de maio de 1984, quando o Brasil venceu Porto Rico por 109 a 107 e garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Em 1995, a seleção voltou a jogar no local, mas em um amistoso contra uma equipe formada por jogadores estrangeiros que atuavam na liga nacional.

Agora, mais de quatro décadas depois da última partida oficial no ginásio, o Brasil reencontra o público paulista em dois confrontos decisivos para a campanha rumo à Copa do Mundo de 2027.

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Foto: Divulgação/GESP

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Barueri recebe seminário sobre esporte como negócio em novembro

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Evento do LIDE Esporte reunirá empresários e especialistas para discutir inovação, tecnologia e novos modelos de negócios no setor esportivo.

Barueri será sede, no dia 16 de novembro, de um seminário dedicado à discussão das oportunidades e dos novos caminhos para o setor esportivo. Promovido pelo LIDE Esporte, o encontro terá como tema “Esporte como negócio” e reunirá empresários e especialistas para discutir a transformação do mercado.

A programação terá como foco temas relacionados à inovação, tecnologia e aos novos modelos de negócios que vêm impactando o esporte. A proposta é discutir como essas mudanças podem contribuir para o crescimento e o desenvolvimento do setor.

O evento será realizado das 15h30 às 18h30, no Complexo Praça das Artes, em Barueri.

LIDE Esporte

O LIDE Esporte é um braço especializado do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, voltado à conexão entre o setor privado e o desenvolvimento esportivo no Brasil.

Criado em 2010, o LIDE Esporte atua na aproximação entre empresários, especialistas e representantes do setor para discutir oportunidades e estratégias relacionadas ao mercado esportivo.

Serviço

Evento: Seminário LIDE – Esportes
Tema: “Esporte como negócio”
Data: 16 de novembro de 2026
Horário: das 15h30 às 18h30
Local: Complexo Praça das Artes, Barueri
Inscrições: Clique aqui

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Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Corinthians e São Paulo voltam a decidir o Brasileirão Feminino

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Corinthians e São Paulo começam a decidir neste sábado (26) o título do Brasileirão Feminino A1. O primeiro jogo da final será disputado às 16h30, na Neo Química Arena, em São Paulo. A partida de volta está marcada para 3 de outubro, no mesmo horário, no MorumBIS.

Os dois clubes voltam a se encontrar em uma final nacional dois anos depois da decisão de 2024, quando o Corinthians conquistou o título após vencer os dois jogos. Desta vez, o São Paulo terá o mando da partida decisiva por ter feito a melhor campanha ao longo da competição.

O Corinthians chega à sua 10ª final consecutiva do Brasileirão Feminino. Atual campeão, o clube tem sete títulos nacionais e busca o oitavo troféu. A vaga foi garantida na segunda-feira (21), com uma vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, na Neo Química Arena, repetindo o placar do primeiro confronto da semifinal, em Salvador.

Nos dois jogos contra o Bahia, o gol corintiano foi marcado pela atacante Jhonson. Na partida de volta, o Timão atuou parte do jogo com uma jogadora a menos, mas sustentou a vantagem e confirmou a classificação.

O São Paulo garantiu a vaga no sábado (19), ao vencer o Flamengo por 1 a 0 no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Késia marcou o gol da vitória. Como já havia vencido o primeiro jogo por 3 a 1, no Rio de Janeiro, o Tricolor fechou a semifinal com 4 a 1 no placar agregado.

Reencontro dois anos depois

A última final entre os dois clubes ocorreu em setembro de 2024. Na ocasião, o Corinthians venceu o primeiro jogo por 3 a 1, no MorumBIS, e confirmou o título com uma vitória por 2 a 0 na Neo Química Arena.

O confronto deste ano terá uma diferença importante em relação às nove finais anteriores disputadas pelo Corinthians: pela primeira vez, o clube fará o segundo jogo da decisão como visitante.

Como os clássicos entre clubes paulistas são realizados com torcida única, a Neo Química Arena receberá apenas torcedores corintianos no primeiro jogo, enquanto o MorumBIS terá exclusivamente torcedores do São Paulo na partida decisiva.

Em 2025, os rivais também se encontraram em uma decisão nacional. São Paulo e Corinthians disputaram a Supercopa do Brasil, com o título ficando com o Tricolor após empate sem gols no tempo normal e vitória por 4 a 3 nos pênaltis.

Serviço

Corinthians x São Paulo — ida
Data: sábado, 26 de setembro
Horário: 16h30
Local: Neo Química Arena, São Paulo
Transmissão: TV Brasil, TV Globo, SporTV, N Sports, GE TV e UOL

São Paulo x Corinthians — volta
Data: sábado, 3 de outubro
Horário: 16h30
Local: MorumBIS, São Paulo
Transmissão: TV Brasil, TV Globo, SporTV, N Sports, GE TV e UOL


Foto: Rebeca Reis/Staff Images Woman/CBF

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Barueri recebe GP de Ciclismo; 141 atletas já estão inscritos

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Prova será realizada em 27 de setembro, no Jardim Silveira, com inscrições gratuitas e limite de 400 participantes; cadastro segue até o dia 25.

O 17º GP Barueri de Ciclismo já tem 141 inscrições confirmadas para a edição de 2026. A competição será realizada no dia 27 de setembro, na Avenida Exército Brasileiro, no Jardim Silveira, em Barueri.

Organizada pela Federação Paulista de Ciclismo (FPC) em parceria com a Prefeitura de Barueri, a prova é válida pelo Ranking Paulista de Estrada – Classe C3 para as categorias federadas. O regulamento estabelece limite de 400 atletas e inscrição gratuita para todos os participantes.

Os interessados podem se inscrever exclusivamente pela internet até as 12h do dia 25 de setembro, desde que ainda haja vagas. Cada ciclista poderá participar de apenas uma categoria.

A programação começa cedo no domingo. A abertura da secretaria está prevista para 6h45, enquanto as primeiras provas têm largada às 8h, com as categorias Barueri Masculino e Feminino – Ciclismo para Todos, destinadas a bicicletas MTB e Speed.

Na sequência, serão realizadas as provas das categorias Open Feminina, Open Júnior Masculino, Master B Masculino e Master D+ Masculino. À tarde, a programação esportiva inclui as disputas da Elite Open Feminino, Master A Masculino, Master C Masculino e Elite Open Masculino.

As distâncias variam de acordo com a categoria. A Open Feminina terá 42 quilômetros, enquanto Open Júnior Masculino e Master B Masculino terão percursos de 60 quilômetros. A Elite Open Feminino também terá 60 quilômetros, e a Elite Open Masculino fará a prova mais longa, com 78 quilômetros.

Categorias para diferentes idades

O GP reúne categorias masculinas e femininas que abrangem desde atletas mais jovens até ciclistas com 60 anos ou mais.

No masculino, estão previstas as categorias Elite Open, Open Júnior, Master A, Master B, Master C, Master D+ e Barueri – Ciclismo para Todos. No feminino, haverá Elite Open, Open Feminina e Barueri – Ciclismo para Todos.

Na categoria Barueri – Ciclismo para Todos, podem participar ciclistas a partir de 16 anos. A modalidade foi incluída tanto entre as categorias masculinas quanto femininas e aceita bicicletas MTB e Speed na programação da prova.

Todos os participantes receberão kit com sacochila, squeeze, camiseta e medalha. Na premiação, as categorias terão medalhas do primeiro ao quinto colocado, enquanto a pontuação para o Ranking Paulista de Estrada será considerada separadamente por categoria.

Serviço

17º GP Barueri de Ciclismo 2026

Data: 27 de setembro de 2026
Local: Avenida Exército Brasileiro, Jardim Silveira, Barueri
Inscrições: gratuitas
Prazo: até 12h de 25 de setembro
Limite: 400 atletas
Inscritos confirmados: 141
Organização: Federação Paulista de Ciclismo e Prefeitura de Barueri
Ranking: Paulista de Estrada – Classe C3

O regulamento orienta os atletas a chegarem com até uma hora de antecedência da largada para a retirada do kit. Para a confirmação da participação e retirada do número, é necessário estar devidamente vestido, utilizar capacete e apresentar RG.

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Foto: Tatiane Zechetto/PMB

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Palmeiras empata com Bahia e decide vaga na Arena Barueri

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Palmeiras e Bahia empataram por 1 a 1, na noite desta segunda-feira (31), pelo primeiro jogo das quartas de final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. Com o resultado, a vaga nas semifinais será decidida na sexta-feira (4), na Arena Barueri.

A partida foi disputada na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. O Palmeiras saiu na frente aos 28 minutos do primeiro tempo, quando Brena recebeu de Raíssa Bahia e acertou o canto esquerdo da goleira Yanne.

O Bahia chegou ao empate pouco antes do intervalo. Aos 44 minutos, Wendy Carballo recebeu lançamento de Raquel, avançou pela esquerda e finalizou dentro da área. A bola desviou na zagueira Pati Maldaner antes de entrar.

Na segunda etapa, o Palmeiras teve uma oportunidade importante para voltar à frente. Aos 14 minutos, Tainá Maranhão sofreu pênalti cometido por Dan Nunes.

Bia Zaneratto assumiu a cobrança, mas Yanne defendeu o chute rasteiro no canto direito e evitou o segundo gol palmeirense.

A goleira do Bahia voltou a aparecer nos minutos seguintes. Aos 29, defendeu finalização de Gláucia após passe de Tainá Maranhão. Dois minutos depois, Yanne novamente evitou o gol do Palmeiras ao defender uma finalização de Tainá dentro da área.

O empate mantém a disputa aberta para o segundo confronto. Como não há vantagem pelo resultado da primeira partida, uma vitória simples de qualquer uma das equipes garante a classificação no tempo normal.

Em caso de novo empate, a vaga será decidida nos pênaltis.

Decisão será em Barueri

O segundo jogo das quartas de final acontece na sexta-feira (4), às 21h30, na Arena Barueri.

A partida coloca frente a frente equipes que terminaram a primeira fase em posições diferentes. O Palmeiras foi o terceiro colocado, com 36 pontos, enquanto o Bahia terminou em sexto, com 29.

Na nona rodada da competição, os times também haviam se enfrentado na Arena Fonte Nova, em Salvador, e empataram sem gols.

Agora, o confronto decisivo será em Barueri, com a classificação às semifinais em jogo.

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Foto: Rebeca Reis/Ag. Paulistão

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Corinthians vence Cruzeiro e abre vantagem no Brasileirão Feminino

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O Corinthians saiu na frente do Cruzeiro nas quartas de final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. As Brabas venceram por 1 a 0 nesta segunda-feira (31), no Estádio Independência, em Belo Horizonte, e agora têm a vantagem do empate para avançar às semifinais.

O gol da vitória saiu apenas nos acréscimos, aos 50 minutos do segundo tempo, mas o resultado não refletiu o domínio corintiano ao longo da partida. O Corinthians criou as principais oportunidades e parou em grandes defesas da goleira Cláudia, que evitou que o time paulista construísse uma vantagem maior.

Desde o primeiro tempo, as Brabas pressionaram em busca do gol. Aos 11 minutos, Jhonson desviou de cabeça uma cobrança de falta de Tamires, mas Cláudia defendeu.

Aos 33, Gabi Zanotti recebeu de Jhonson e ficou em boa condição para finalizar, mas a volante Capelinha salvou o Cruzeiro em cima da linha. Seis minutos depois, Zanotti tentou encobrir Cláudia em uma finalização de fora da área, mas a goleira conseguiu alcançar a bola e mandar para escanteio.

O cenário não mudou depois do intervalo. O Corinthians continuou ocupando o campo de ataque e aproveitou erros de passe do Cruzeiro para criar novas oportunidades.

Aos 22 minutos, Belén Aquino arriscou de fora da área e a bola passou perto do travessão. Na sequência, a uruguaia avançou pela esquerda e encontrou Gisela Robledo livre na pequena área. A atacante finalizou de primeira, mas Cláudia se esticou e desviou a bola, que ainda tocou na trave.

O Cruzeiro voltou a escapar aos 40 minutos, quando Vic Albuquerque cabeceou após cobrança de escanteio e Marília salvou praticamente em cima da linha.

Gol no fim coloca Corinthians em vantagem

Quando a partida caminhava para terminar sem gols, o Corinthians conseguiu finalmente superar a defesa mineira.

Aos 50 minutos, Vic Albuquerque tentou encontrar Robledo dentro da área. A defesa do Cruzeiro afastou parcialmente, mas a bola voltou para a atacante corintiana, que dominou e acertou um chute forte, sem chances para Cláudia.

Com a vitória, o Corinthians precisa apenas de um empate no segundo jogo para garantir a classificação. O Cruzeiro, por sua vez, terá de vencer por dois ou mais gols de diferença para avançar diretamente no tempo normal.

Caso o time mineiro vença por apenas um gol de diferença, a classificação será decidida nos pênaltis.

Jogo de volta ainda não tem estádio definido

As equipes voltam a se enfrentar na próxima segunda-feira (7), às 17h, em partida que terá o Corinthians como mandante.

O local ainda será definido. O clube costuma atuar no Parque São Jorge, mas o estádio tem capacidade inferior aos 10 mil lugares exigidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para partidas da fase de mata-mata.

O confronto é uma reedição da final do Brasileirão Feminino de 2025. Na decisão do ano passado, Corinthians e Cruzeiro empataram por 2 a 2 no primeiro jogo, também no Independência.

Na volta, disputada na Neo Química Arena, em São Paulo, o Corinthians venceu por 1 a 0 e conquistou o título nacional pela sétima vez, sendo o sexto campeonato consecutivo da equipe.

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Foto: Alê Torres/Staff Woman/CBF

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Palmeiras recebe Juventude na Arena Barueri pelo Brasileiro Feminino

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O Palmeiras recebe o Juventude neste domingo (16), às 11h, na Arena Barueri, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1. Enquanto as palmeirenses já garantiram vaga nas quartas de final, o time gaúcho entra em campo pressionado pela luta contra o rebaixamento.

Com 32 pontos, o Palmeiras ocupa a terceira colocação e já está matematicamente classificado para a próxima fase. Corinthians e São Paulo também garantiram presença nas quartas de final, enquanto as demais vagas ainda estão em disputa.

O Juventude, por outro lado, soma 10 pontos e aparece na 15ª posição entre os 18 participantes. Os dois últimos colocados ao fim da primeira fase serão rebaixados para a Série A2.

A partida em Barueri ganha importância justamente por ocorrer nas duas rodadas finais da primeira fase. Na parte de baixo da tabela, seis equipes aparecem próximas da zona de rebaixamento, com Botafogo, Vitória, América-MG, Juventude, Mixto e Atlético-MG ainda envolvidos na disputa pela permanência.

Juventude precisa fazer contas contra o rebaixamento

O confronto com o Palmeiras pode ser decisivo para a equipe gaúcha. Uma vitória em Barueri garante a permanência do Juventude na Série A1 caso Vitória e América-MG não vençam seus jogos.

Até mesmo um empate pode ser suficiente para livrar o Juventude do risco de queda nesta rodada, desde que os concorrentes diretos Vitória e América-MG sejam derrotados.

A situação mostra o contraste entre os dois lados da tabela: enquanto o Palmeiras já pensa na fase eliminatória, o Juventude precisa somar pontos para evitar uma queda à segunda divisão.

A 15ª rodada terminou na segunda-feira (10) com o empate por 1 a 1 entre América-MG e Flamengo. O resultado tirou as mineiras da zona de rebaixamento e colocou o Vitória no Z-2 pelo saldo de gols.

Com apenas duas rodadas restantes, a briga pela permanência deve ganhar ainda mais peso nos confrontos deste fim de semana.

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Foto: Mauro Horita/Flickr/Ag. Paulista

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Zé Roberto – apenas o maior nome do vôlei brasileiro

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José Roberto Guimarães é uma lenda viva do esporte brasileiro. Paulista de Quintana, pequena cidade perto de Marília, Zé Roberto, como é mundialmente conhecido, ajudou a popularizar o voleibol como um dos maiores esportes nacionais. Entre tantas façanhas, ele é o único treinador do planeta que conquistou 3 ouros nos jogos olímpicos com as seleções masculina (Barcelona – 1992) e feminina (Pequim – 2008 e Londres – 2012). Conheça um pouco mais da vida deste grande esportista brasileiro.

Como um garoto do interior paulista chegou ao topo do mundo

Sua trajetória começou aos 6 anos de idade quando sua família se mudou da pequena Quintana para a megalópole São Paulo. Sua infância e adolescência na grande cidade foi marcada por dificuldades, simplicidade e muito trabalho. Sua ligação com o esporte vem de família, seu pai foi jogador de futebol profissional pelo Marilia Atletico Clube, mas não seguiu na carreira, atendendo aos desejos de sua esposa dona Bethe. Aos 12 anos a família Guimarães se mudou para Santo André onde sua longa e bem-sucedida história de amor com o voleibol teve início. (cob.org.br). Nas palavras de Zé Roberto:

“Eu tive a sorte de estudar num colégio de periferia em Santo André, na vila Pires, onde meu professor de Educação Física, Valderbi Romani, era técnico do time da cidade, o Randi Esporte Clube. Posteriormente, ele a viria ser o técnico da seleção olímpica de 1972. Mas eu não queria saber de jogar vôlei. Eu gostava mesmo era de futebol”. Mas os deuses do esporte tinham outros planos para o jovem Zé Roberto e encarregaram cupido para entrar em ação. A paixão pelo vôlei começou pelas mãos de sua namorada. “Eu me apaixonei por uma jogadora de vôlei da escola e comecei a namorar com ela. Passei a assistir os treinos, a catar bola e dar os meus primeiros toques, um amigo meu me viu tocando na bola e falou para eu fazer um teste no time da cidade. Nesse teste conheci meu primeiro treinador, o Lázaro de Azevedo Pinto, que também era técnico da seleção das categorias de base. Esse cara foi quem me ensinou a amar o esporte, a gostar do que eu fazia. Ele foi com a minha cara e, no primeiro treino, já falou que iria me inscrever no Campeonato Paulista. Um mês depois, já estava disputando meu primeiro jogo com a camisa do time. Dois meses mais tarde já jogava na categoria de cima. Ele fez com que eu me apaixonasse de tal jeito pelo vôlei que me levava para todas as competições. Ele me colocou debaixo do braço e saiu comigo pelo mundo, me dando força, me ajudando. Eu não fazia a menor ideia de que eu tinha talento para o vôlei”.   

E como tinha e ainda tem talento para o vôlei e para a vida! Nas categorias de base, com 14 anos foi convocado para a seleção paulista na posição levantador, que é o cérebro de uma equipe de vôlei, ele é o que passa a bola para o atacante fazer o ponto. Ainda como juvenil foi convocado para a seleção brasileira e sua ascensão não parou mais. Com 18 anos, em 1972 foi pela primeira vez convocado para a seleção adulta, onde atuou por 16 anos. Neste período o vôlei brasileiro era amador, os jogadores tinham que ganhar a vida de outra maneira, ou a família tinha que assumir seus compromissos financeiros. A dedicação ao vôlei era por pura paixão ao esporte e para quem podia se sustentar por conta própria. Consequentemente o Brasil não conseguia, internacionalmente, resultados marcantes. Digno de registro foi o 7° lugar obtido nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976 e campeão sul-americano em 1975 e 1977. Mas isso não diminuiu a vontade e a paixão de Zé Roberto pelo esporte, pelo contrário, sentia que essa situação iria mudar e ele queria fazer parte dessa mudança. Defendeu a seleção brasileira principal entre 1972 e 1981.  Viveu a transição para o profissionalismo que resultou na chamada geração de prata, alusão ao vice-campeonato olímpico obtido em Los Angeles-1984. Seguiu atuando por vários clubes no Brasil, como Pirelli, Atlético Mineiro, Banespa, Paulistano e na Itália no Belluno até 1988, quando encerrou sua carreira como jogador, sempre atuando como levantador. Fato curioso relatado por ele próprio: seus pais ficaram muito desapontados, quando decidiu e comunicou que iria fazer faculdade de Educação Física, pois seus genitores gostariam que ele cursasse Medicina ou Engenharia, profissões muito mais valorizadas, na época, do que a de esportistas, jogadores ou treinadores. O amor era grande, mas o retorno financeiro era pouco, quando existia. Zé Roberto se formou em Educação Física e isso foi fundamental quando decidiu encerrar sua carreira de jogador e começar a de técnico de vôlei.

Zé Roberto começou sua vida na beira das quadras, logo após deixar de ser jogador. Em 1988 recebeu um convite para atuar como assistente técnico de Bebeto de Freitas, reconhecido técnico que comandou a “geração de prata” em 1984 quando o Brasil conquistou a medalha de prata com a seleção masculina de vôlei. Zé Roberto, sabia que um bom aluno, além de ter um bom professor tem que ter humildade para obter conhecimento. Passou dois anos vendo, ouvindo, trabalhando, absorvendo as palavras de seu mestre. Declarou “Era minha chance de trabalhar com um dos maiores técnicos do mundo. Eu só queria aprender. E essa experiencia, o fato de estar ali, podendo ouvi-lo, no café da manhã, no almoço e no jantar, nos treinamentos… eu só ficava com a mão no queixo, ouvindo o Bebeto e o Jorge de Barros falando e tentando absorver. Eu pensava se um dia eu iria saber de voleibol como eles, se conseguiria montar um planejamento e escrever como eles. Era muito distante o mundo que eles estavam vivendo. Eu tinha muita vontade de aprender, de estar ali, mas não desejava estar no lugar deles. Estar ali com eles era o máximo. Foram dois anos de aprendizado.”

E Zé Roberto aprendeu, e aprendeu tanto que superou seus mestres, tornou-se o técnico brasileiro de esportes coletivos, mais laureado e certamente um dos maiores do mundo. Em 1991 assumiu as seleções infanto e juvenil femininas. E no ano de sua estreia, as duas categorias se sagraram vice-campeãs mundiais. A sub-17 perdeu para a Coreia e a Sub-19 para a Rússia, países com tradição no voleibol. Sua estrela já estava brilhando, quando no ano seguinte foi convocado pela Confederação Brasileira de Voleibol para ser o técnico da seleção masculina que iria disputar os Jogos Olímpicos de Barcelona. Depois de uma natural hesitação em aceitar o convite, afinal era sua primeira experiencia como técnico da seleção adulta masculina e já havia muita “cobra criada” entre os jogadores, Zé Roberto encarou o desafio levando para a quadra o que tinha de melhor: sua paixão, seu amor; sua grandeza de caráter, sua dedicação, sua humildade, sua entrega ao esporte. O grupo todo se contagiou, como deve ser em qualquer esporte coletivo, principalmente em uma competição de altíssimo nível, todos lutaram por um único objetivo. E ele foi conquistado. O Brasil finalmente havia ganho sua primeira medalha olímpica de ouro em um esporte coletivo. Pelas mãos de José Roberto Guimarães, finalmente o vôlei brasileiro subiu ao mais alto degrau do pódio. A bandeira do Brasil acima das demais, e a execução do Hino Nacional, ainda que não por inteiro, completaram o quadro inesquecível para todos os que viveram aquele momento mágico. Aos 38 anos de idade, o menino de Quintana havia alcançado o topo do mundo. Mas como todo grande vencedor, sabe que a vitória não é apenas do comandante, mas de todos os componentes da delegação. Especificamente, Zé Roberto reconheceu e agradeceu a enorme contribuição que Bebeto de Freitas teve em sua carreira. Durante a disputa dos jogos, em Barcelona, tinha constantes conversas com Bebeto, sempre querendo se aperfeiçoar mais e mais, em todos os aspectos possíveis. Fiel ao seu mantra: ninguém ganha nada sozinho.                              Zé Roberto permaneceu como técnico da seleção masculina até 1996, quando se despediu e desempenhou outras atividades em esportes fora do vôlei.

Voltou em 2003 para o vôlei feminino e iniciou mais um ciclo vitorioso em sua vida. Assumindo a seleção feminina adulta em preparação para os jogos olímpicos de Atenas em 2004, onde aconteceu, talvez a maior derrota de sua super vitoriosa carreira. O Brasil perdeu, de virada, a semifinal para a Rússia por 3 sets a 2. O Brasil saiu ganhado os dois primeiros sets, perdeu o 3°, mas no 4° que entrou em quadra a “imponderável possiblidade”. Após fazer 24 a 19, ou seja, faltando “apenas” um único ponto, o time brasileiro perdeu 5 “match-point” e a Rússia fechou o set em 28 a 26. Zé Roberto tentou o que podia, pediu tempo, parou o jogo, fez substituições, mas nada adiantou, perdemos também o 5° set. “Atenas foi devastadora. A nossa seleção era muito boa. Tivemos tudo na mão para vencer aquele jogo. Mas esporte é assim. Se jogássemos aquele jogo dez vezes, teríamos talvez ganhado oito. Mas naquele dia não era para dar certo”. Declarou a futura bicampeã olímpica Fabiana Claudino. O abalo foi muito grande, o time não se recuperou e perdeu a disputa do 3° lugar. Em Atenas o vôlei feminino voltou sem medalha. Zé Roberto, de acordo com seu inigualável caráter, se sentiu culpado pelo que aconteceu, e obviamente isso não era verdade. Incorporou que tinha que trabalhar mais, pesquisar mais, saber mais e principalmente precisava se reerguer. “O time ficou com o estigma de amarelar em momentos decisivos, pois mesmo ganhando várias competições a gente perdia uma ou outra na final. A gente perdeu o Mundial de 2006 para a Rússia por 3 a 2, com 15 a 13, por dois pontos. Vinha aquela coisa: “perderam o Mundial para Rússia de novo. “Bando de amarelonas”. Depois a gente ganhava Grand Prix, Montreaux, mas nos Jogos Panamericanos de 2007, perdemos para Cuba de 3 a 2, com 17 a 15 no tie break. “Bando de amarelonas”. A gente tinha 80% de vitórias no nosso currículo, em quatro anos, mas aí tinha uma ou outra derrota pontual, e vinha à tona aquela derrota de Atenas. Até que veio Pequim”.  No esporte, como na vida, se valoriza quem vence. No Brasil, um país onde nem a educação é prioridade, o que dizer do esporte. O Brasil nunca foi e ainda não é, apesar de ter melhorado muito sua infraestrutura e apoio ao esporte, uma potência olímpica. E aqueles que se destacam em um longo período, tem que se reinventar constantemente, demonstrando muita capacidade, resiliência e foco em sua atividade. Mais uma vez, Zé Roberto mostrou tudo isso e muito mais ao mundo. Incentivou um maior intercambio com as principais equipes do mundo, maior conhecimento das adversárias, maior número de jogos internacionais, melhor preparação física das jogadoras, além de maior conhecimento da parte hormonal, saúde mental, e técnicos brasileiros treinando times europeus. Zé Roberto tinha a convicção do que estava fazendo e os quatro anos de trabalho deram resultados inquestionáveis: o time feminino de vôlei do Brasil foi medalha de ouro em Pequim (2008) e Londres (2012). As “amarelonas” enterram o estigma de Atenas. Agora o amarelo, combinando com o verde, azul e branco representava puro ouro. O vôlei feminino brasileiro era bicampeão olímpico e Zé Roberto o único treinador brasileiro que conquistou o tricampeonato. “A única coisa que pensei foi ajoelhar e agradecer a Deus por ter saído daquela situação, eu não pensei em mais nada. Foi o título mais complicado, o mais suado, o mais complicado”. Descreve o humilde, incansável e vencedor Zé Roberto que evita supervalorizar seus feitos. Ao contrário é muito agradecido ao COI (Comitê Olímpico Brasileiro) por ter incluído seu nome no Hall da Fama. “Estar no Hall da Fama do COI é o significado máximo daquilo que eu sonhava quando era criança, adolescente, quando comecei a praticar esporte e nem imaginava que pudesse chegar, um dia, a estar pertencendo a este mundo. Por isso minha gratidão”.  José Roberto Guimarães mais do que um esportista mundialmente reverenciado é um ser humano com valores que serve de exemplo para todos nós.

Zé Roberto e suas paixões além do vôlei: família e sua relação com Barueri

José Roberto é casado com a empresária Alcione Guimarães há mais de 40 anos. O casal tem duas filhas Anna Carolina e Maria Fernanda e cinco netos. É totalmente dedicado à família, declaradamente seus maiores amores. A família Guimarães leva uma vida familiar discreta, longe dos holofotes e das badalações. Esposa e filhas trabalham com o esporte, sempre ligadas aos projetos desenvolvidos pelo Zé Roberto.  Alcione muito mais do que esposa é sua companheira de vida. Ela é a voz feminina que interage, atua, explica, aconselha, quem trabalha há décadas com um time feminino de vôlei. Pode-se imaginar que não é fácil. Zé Roberto em sua peculiar humildade soube reconhecer que precisa de uma equipe de auxiliares do mais alto gabarito, para continuar a se manter no topo. Ninguém faz nada sozinho, seu mantra continua ecoando nas quadras e na sua vida. Alcione tem uma grande parcela de responsabilidade nisso tudo e principalmente na estreita ligação da família Guimarães com a cidade de Barueri. Barueri foi a cidade que escolheu para viver há mais de 30 anos. Construiu um Centro de Treinamento (SportVille) inaugurado em 1994. Desenvolve um programa de formação de jogadoras para as categorias de base, usando a estrutura do CT e toda a logística que a prefeitura de Barueri oferece. Segundo, Zé Roberto, Barueri possui uma das melhores estruturas físicas esportistas do país, com um ginásio que comporta uma lotação de 5.400 espectadores. Zé Roberto também destaca que a população sempre comparece para dar apoio e incentivo aos jogos. Um dos projetos que participou foi a criação do Barueri Volleyball Clube iniciado em 2016 com quatro categorias, sub 17, sub 19, sub 21 e adulta.  Este seu trabalho durou até 2023, quando se transferiu para a Turquia, treinando um clube de Istambul denominado THY, entre 2024 e 2025. Voltou para a Barueri retomar o projeto do vôlei Barueri agora com a parceria do tradicional Clube Paulistano. Zé Roberto é o grande condutor deste projeto que visa revelar jogadoras de vôlei.  O vínculo com Barueri nasceu de algo maior que uma simples parceria esportiva. Para ele, Barueri se tornou um projeto de vida, onde pode unir sua paixão pelo vôlei ao desejo de formar atletas, desenvolver talentos e criar uma estrutura sólida para o esporte feminino. O município por sua vez, encontrou no Zé Roberto uma figura capaz de trazer visibilidade, profissionalismo e ambição esportiva. A relação se fortaleceu porque o técnico vencedor e a cidade empreendedora, buscavam algo em comum: crescimento sustentável, oportunidades para os jovens e protagonismo nacional.

Ao mesmo tempo continua como técnico da seleção brasileira feminina de vôlei.  Desenvolver e revelar atletas é sempre um motivo de muito orgulho para Zé Roberto. Barueri Vôlei é um espaço de formação e revelação de atletas, muitas jovens encontram no clube sua primeira oportunidade profissional. Sua preocupação social é que as jogadoras tenham oportunidades para progredirem na vida, através do esporte, que é uma ferramenta de transformação social. Treinamento rigoroso, acompanhamento psicológico, incentivo ao estudo, ajudam a formar o caráter dentro ou fora do esporte. ou fora dele.  O legado de José Roberto Guimarães ultrapassa e muito toda a grandiosidade que ele conquistou como técnico de vôlei, deixa um ensinamento para a vida, pela sua disciplina, foco em resultados, lealdade, espírito comunitário, e principalmente humildade.

Parabéns, José Roberto Guimarães, pelos 60 anos de sua vida, dedicados ao voleibol brasileiro e que sua vocação de transformar vidas através do esporte perdure por muito tempo.

*Este texto foi escrito com base em informações de www.cob.org.br ; vivadigitalsa.com.br; wikipedia José Roberto Guimarães

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Foto: Wander Roberto/COB

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Pentacampeões do BMX visitam pista do Parque da Juventude de Barueri

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Duda Penso e Gustavo Bala Loka conheceram a estrutura do espaço, que vem se consolidando como referência para a prática de esportes urbanos na região

O Parque da Juventude Rubens Furlan Júnior, em Barueri, recebeu nesta semana a visita de dois dos principais nomes do BMX Freestyle brasileiro: Duda Penso, do Paraná, e Gustavo Bala Loka, de Carapicuíba. Os atletas estiveram no local para conhecer a pista destinada à prática de skate, BMX e outras modalidades de esportes urbanos.

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A visita aconteceu de forma informal, sem competição ou programação oficial, e reforça o reconhecimento que a estrutura esportiva de Barueri vem conquistando entre atletas de alto rendimento.

Duda Penso e Gustavo Bala Loka chegam ao município embalados pela conquista do pentacampeonato brasileiro de BMX Freestyle Park, título conquistado no último fim de semana. Gustavo também integrou a delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, enquanto Duda segue entre os principais nomes da modalidade e busca classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Além de conhecerem a pista, os atletas puderam acompanhar a movimentação dos praticantes que utilizam diariamente o espaço, considerado uma das principais estruturas públicas da região para esportes radicais.

A presença dos campeões nacionais reforça a importância do Parque da Juventude como espaço voltado ao desenvolvimento dos esportes urbanos e ao incentivo de novos talentos, atraindo atletas de diferentes cidades e contribuindo para a popularização do BMX e do skate.

Frequentadores do parque também acompanharam a visita e tiveram a oportunidade de conhecer de perto dois dos maiores nomes do BMX Freestyle brasileiro.

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Foto: Divulgação

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Brasil vai sediar a Copa do Mundo Feminina pela primeira vez em 2027

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Competição será disputada entre junho e julho em oito cidades brasileiras e promete ampliar a visibilidade do futebol feminino

Depois da Copa do Mundo masculina, a torcida brasileira já tem um novo grande compromisso marcado. Em 2027, o Brasil receberá, pela primeira vez, a Copa do Mundo Feminina da FIFA, reunindo 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho.

A competição será realizada em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, colocando o país novamente no centro do futebol mundial, desta vez com foco no crescimento da modalidade feminina.

Expectativa dentro e fora de campo

A realização do Mundial em solo brasileiro tem despertado entusiasmo entre torcedores de diferentes gerações, especialmente entre meninas que veem nas atletas da Seleção Brasileira exemplos de dedicação e inspiração.

A expectativa também é de que o torneio contribua para ampliar a participação feminina no esporte e incentive novas atletas a iniciarem a prática do futebol.

Legado para o esporte

Nomeada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo Feminina de 2027, a ex-zagueira e ex-capitã da Seleção Brasileira Aline Pellegrino acredita que o torneio pode deixar um impacto que vai além das quatro linhas.

Segundo ela, o Mundial representa uma oportunidade para fortalecer a igualdade de oportunidades, incentivar meninas e meninos a praticarem futebol sem barreiras culturais e ampliar o reconhecimento das mulheres no esporte.

Brasil busca título inédito

Apesar da tradição no futebol, a Seleção Brasileira Feminina ainda busca conquistar sua primeira Copa do Mundo.

Desde a criação do torneio, em 1991, apenas cinco seleções levantaram a taça: Estados Unidos (quatro títulos), Alemanha (dois), Noruega, Japão e Espanha, atual campeã.

Jogando em casa pela primeira vez, o Brasil tentará aproveitar o apoio da torcida para buscar um título inédito e escrever um novo capítulo na história do futebol feminino.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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