Palmeiras empata com Bahia e decide vaga na Arena Barueri

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Palmeiras e Bahia empataram por 1 a 1, na noite desta segunda-feira (31), pelo primeiro jogo das quartas de final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. Com o resultado, a vaga nas semifinais será decidida na sexta-feira (4), na Arena Barueri.

A partida foi disputada na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. O Palmeiras saiu na frente aos 28 minutos do primeiro tempo, quando Brena recebeu de Raíssa Bahia e acertou o canto esquerdo da goleira Yanne.

O Bahia chegou ao empate pouco antes do intervalo. Aos 44 minutos, Wendy Carballo recebeu lançamento de Raquel, avançou pela esquerda e finalizou dentro da área. A bola desviou na zagueira Pati Maldaner antes de entrar.

Na segunda etapa, o Palmeiras teve uma oportunidade importante para voltar à frente. Aos 14 minutos, Tainá Maranhão sofreu pênalti cometido por Dan Nunes.

Bia Zaneratto assumiu a cobrança, mas Yanne defendeu o chute rasteiro no canto direito e evitou o segundo gol palmeirense.

A goleira do Bahia voltou a aparecer nos minutos seguintes. Aos 29, defendeu finalização de Gláucia após passe de Tainá Maranhão. Dois minutos depois, Yanne novamente evitou o gol do Palmeiras ao defender uma finalização de Tainá dentro da área.

O empate mantém a disputa aberta para o segundo confronto. Como não há vantagem pelo resultado da primeira partida, uma vitória simples de qualquer uma das equipes garante a classificação no tempo normal.

Em caso de novo empate, a vaga será decidida nos pênaltis.

Decisão será em Barueri

O segundo jogo das quartas de final acontece na sexta-feira (4), às 21h30, na Arena Barueri.

A partida coloca frente a frente equipes que terminaram a primeira fase em posições diferentes. O Palmeiras foi o terceiro colocado, com 36 pontos, enquanto o Bahia terminou em sexto, com 29.

Na nona rodada da competição, os times também haviam se enfrentado na Arena Fonte Nova, em Salvador, e empataram sem gols.

Agora, o confronto decisivo será em Barueri, com a classificação às semifinais em jogo.

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Foto: Rebeca Reis/Ag. Paulistão

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Corinthians vence Cruzeiro e abre vantagem no Brasileirão Feminino

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O Corinthians saiu na frente do Cruzeiro nas quartas de final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. As Brabas venceram por 1 a 0 nesta segunda-feira (31), no Estádio Independência, em Belo Horizonte, e agora têm a vantagem do empate para avançar às semifinais.

O gol da vitória saiu apenas nos acréscimos, aos 50 minutos do segundo tempo, mas o resultado não refletiu o domínio corintiano ao longo da partida. O Corinthians criou as principais oportunidades e parou em grandes defesas da goleira Cláudia, que evitou que o time paulista construísse uma vantagem maior.

Desde o primeiro tempo, as Brabas pressionaram em busca do gol. Aos 11 minutos, Jhonson desviou de cabeça uma cobrança de falta de Tamires, mas Cláudia defendeu.

Aos 33, Gabi Zanotti recebeu de Jhonson e ficou em boa condição para finalizar, mas a volante Capelinha salvou o Cruzeiro em cima da linha. Seis minutos depois, Zanotti tentou encobrir Cláudia em uma finalização de fora da área, mas a goleira conseguiu alcançar a bola e mandar para escanteio.

O cenário não mudou depois do intervalo. O Corinthians continuou ocupando o campo de ataque e aproveitou erros de passe do Cruzeiro para criar novas oportunidades.

Aos 22 minutos, Belén Aquino arriscou de fora da área e a bola passou perto do travessão. Na sequência, a uruguaia avançou pela esquerda e encontrou Gisela Robledo livre na pequena área. A atacante finalizou de primeira, mas Cláudia se esticou e desviou a bola, que ainda tocou na trave.

O Cruzeiro voltou a escapar aos 40 minutos, quando Vic Albuquerque cabeceou após cobrança de escanteio e Marília salvou praticamente em cima da linha.

Gol no fim coloca Corinthians em vantagem

Quando a partida caminhava para terminar sem gols, o Corinthians conseguiu finalmente superar a defesa mineira.

Aos 50 minutos, Vic Albuquerque tentou encontrar Robledo dentro da área. A defesa do Cruzeiro afastou parcialmente, mas a bola voltou para a atacante corintiana, que dominou e acertou um chute forte, sem chances para Cláudia.

Com a vitória, o Corinthians precisa apenas de um empate no segundo jogo para garantir a classificação. O Cruzeiro, por sua vez, terá de vencer por dois ou mais gols de diferença para avançar diretamente no tempo normal.

Caso o time mineiro vença por apenas um gol de diferença, a classificação será decidida nos pênaltis.

Jogo de volta ainda não tem estádio definido

As equipes voltam a se enfrentar na próxima segunda-feira (7), às 17h, em partida que terá o Corinthians como mandante.

O local ainda será definido. O clube costuma atuar no Parque São Jorge, mas o estádio tem capacidade inferior aos 10 mil lugares exigidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para partidas da fase de mata-mata.

O confronto é uma reedição da final do Brasileirão Feminino de 2025. Na decisão do ano passado, Corinthians e Cruzeiro empataram por 2 a 2 no primeiro jogo, também no Independência.

Na volta, disputada na Neo Química Arena, em São Paulo, o Corinthians venceu por 1 a 0 e conquistou o título nacional pela sétima vez, sendo o sexto campeonato consecutivo da equipe.

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Foto: Alê Torres/Staff Woman/CBF

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Palmeiras recebe Juventude na Arena Barueri pelo Brasileiro Feminino

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O Palmeiras recebe o Juventude neste domingo (16), às 11h, na Arena Barueri, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1. Enquanto as palmeirenses já garantiram vaga nas quartas de final, o time gaúcho entra em campo pressionado pela luta contra o rebaixamento.

Com 32 pontos, o Palmeiras ocupa a terceira colocação e já está matematicamente classificado para a próxima fase. Corinthians e São Paulo também garantiram presença nas quartas de final, enquanto as demais vagas ainda estão em disputa.

O Juventude, por outro lado, soma 10 pontos e aparece na 15ª posição entre os 18 participantes. Os dois últimos colocados ao fim da primeira fase serão rebaixados para a Série A2.

A partida em Barueri ganha importância justamente por ocorrer nas duas rodadas finais da primeira fase. Na parte de baixo da tabela, seis equipes aparecem próximas da zona de rebaixamento, com Botafogo, Vitória, América-MG, Juventude, Mixto e Atlético-MG ainda envolvidos na disputa pela permanência.

Juventude precisa fazer contas contra o rebaixamento

O confronto com o Palmeiras pode ser decisivo para a equipe gaúcha. Uma vitória em Barueri garante a permanência do Juventude na Série A1 caso Vitória e América-MG não vençam seus jogos.

Até mesmo um empate pode ser suficiente para livrar o Juventude do risco de queda nesta rodada, desde que os concorrentes diretos Vitória e América-MG sejam derrotados.

A situação mostra o contraste entre os dois lados da tabela: enquanto o Palmeiras já pensa na fase eliminatória, o Juventude precisa somar pontos para evitar uma queda à segunda divisão.

A 15ª rodada terminou na segunda-feira (10) com o empate por 1 a 1 entre América-MG e Flamengo. O resultado tirou as mineiras da zona de rebaixamento e colocou o Vitória no Z-2 pelo saldo de gols.

Com apenas duas rodadas restantes, a briga pela permanência deve ganhar ainda mais peso nos confrontos deste fim de semana.

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Foto: Mauro Horita/Flickr/Ag. Paulista

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Zé Roberto – apenas o maior nome do vôlei brasileiro

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José Roberto Guimarães é uma lenda viva do esporte brasileiro. Paulista de Quintana, pequena cidade perto de Marília, Zé Roberto, como é mundialmente conhecido, ajudou a popularizar o voleibol como um dos maiores esportes nacionais. Entre tantas façanhas, ele é o único treinador do planeta que conquistou 3 ouros nos jogos olímpicos com as seleções masculina (Barcelona – 1992) e feminina (Pequim – 2008 e Londres – 2012). Conheça um pouco mais da vida deste grande esportista brasileiro.

Como um garoto do interior paulista chegou ao topo do mundo

Sua trajetória começou aos 6 anos de idade quando sua família se mudou da pequena Quintana para a megalópole São Paulo. Sua infância e adolescência na grande cidade foi marcada por dificuldades, simplicidade e muito trabalho. Sua ligação com o esporte vem de família, seu pai foi jogador de futebol profissional pelo Marilia Atletico Clube, mas não seguiu na carreira, atendendo aos desejos de sua esposa dona Bethe. Aos 12 anos a família Guimarães se mudou para Santo André onde sua longa e bem-sucedida história de amor com o voleibol teve início. (cob.org.br). Nas palavras de Zé Roberto:

“Eu tive a sorte de estudar num colégio de periferia em Santo André, na vila Pires, onde meu professor de Educação Física, Valderbi Romani, era técnico do time da cidade, o Randi Esporte Clube. Posteriormente, ele a viria ser o técnico da seleção olímpica de 1972. Mas eu não queria saber de jogar vôlei. Eu gostava mesmo era de futebol”. Mas os deuses do esporte tinham outros planos para o jovem Zé Roberto e encarregaram cupido para entrar em ação. A paixão pelo vôlei começou pelas mãos de sua namorada. “Eu me apaixonei por uma jogadora de vôlei da escola e comecei a namorar com ela. Passei a assistir os treinos, a catar bola e dar os meus primeiros toques, um amigo meu me viu tocando na bola e falou para eu fazer um teste no time da cidade. Nesse teste conheci meu primeiro treinador, o Lázaro de Azevedo Pinto, que também era técnico da seleção das categorias de base. Esse cara foi quem me ensinou a amar o esporte, a gostar do que eu fazia. Ele foi com a minha cara e, no primeiro treino, já falou que iria me inscrever no Campeonato Paulista. Um mês depois, já estava disputando meu primeiro jogo com a camisa do time. Dois meses mais tarde já jogava na categoria de cima. Ele fez com que eu me apaixonasse de tal jeito pelo vôlei que me levava para todas as competições. Ele me colocou debaixo do braço e saiu comigo pelo mundo, me dando força, me ajudando. Eu não fazia a menor ideia de que eu tinha talento para o vôlei”.   

E como tinha e ainda tem talento para o vôlei e para a vida! Nas categorias de base, com 14 anos foi convocado para a seleção paulista na posição levantador, que é o cérebro de uma equipe de vôlei, ele é o que passa a bola para o atacante fazer o ponto. Ainda como juvenil foi convocado para a seleção brasileira e sua ascensão não parou mais. Com 18 anos, em 1972 foi pela primeira vez convocado para a seleção adulta, onde atuou por 16 anos. Neste período o vôlei brasileiro era amador, os jogadores tinham que ganhar a vida de outra maneira, ou a família tinha que assumir seus compromissos financeiros. A dedicação ao vôlei era por pura paixão ao esporte e para quem podia se sustentar por conta própria. Consequentemente o Brasil não conseguia, internacionalmente, resultados marcantes. Digno de registro foi o 7° lugar obtido nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976 e campeão sul-americano em 1975 e 1977. Mas isso não diminuiu a vontade e a paixão de Zé Roberto pelo esporte, pelo contrário, sentia que essa situação iria mudar e ele queria fazer parte dessa mudança. Defendeu a seleção brasileira principal entre 1972 e 1981.  Viveu a transição para o profissionalismo que resultou na chamada geração de prata, alusão ao vice-campeonato olímpico obtido em Los Angeles-1984. Seguiu atuando por vários clubes no Brasil, como Pirelli, Atlético Mineiro, Banespa, Paulistano e na Itália no Belluno até 1988, quando encerrou sua carreira como jogador, sempre atuando como levantador. Fato curioso relatado por ele próprio: seus pais ficaram muito desapontados, quando decidiu e comunicou que iria fazer faculdade de Educação Física, pois seus genitores gostariam que ele cursasse Medicina ou Engenharia, profissões muito mais valorizadas, na época, do que a de esportistas, jogadores ou treinadores. O amor era grande, mas o retorno financeiro era pouco, quando existia. Zé Roberto se formou em Educação Física e isso foi fundamental quando decidiu encerrar sua carreira de jogador e começar a de técnico de vôlei.

Zé Roberto começou sua vida na beira das quadras, logo após deixar de ser jogador. Em 1988 recebeu um convite para atuar como assistente técnico de Bebeto de Freitas, reconhecido técnico que comandou a “geração de prata” em 1984 quando o Brasil conquistou a medalha de prata com a seleção masculina de vôlei. Zé Roberto, sabia que um bom aluno, além de ter um bom professor tem que ter humildade para obter conhecimento. Passou dois anos vendo, ouvindo, trabalhando, absorvendo as palavras de seu mestre. Declarou “Era minha chance de trabalhar com um dos maiores técnicos do mundo. Eu só queria aprender. E essa experiencia, o fato de estar ali, podendo ouvi-lo, no café da manhã, no almoço e no jantar, nos treinamentos… eu só ficava com a mão no queixo, ouvindo o Bebeto e o Jorge de Barros falando e tentando absorver. Eu pensava se um dia eu iria saber de voleibol como eles, se conseguiria montar um planejamento e escrever como eles. Era muito distante o mundo que eles estavam vivendo. Eu tinha muita vontade de aprender, de estar ali, mas não desejava estar no lugar deles. Estar ali com eles era o máximo. Foram dois anos de aprendizado.”

E Zé Roberto aprendeu, e aprendeu tanto que superou seus mestres, tornou-se o técnico brasileiro de esportes coletivos, mais laureado e certamente um dos maiores do mundo. Em 1991 assumiu as seleções infanto e juvenil femininas. E no ano de sua estreia, as duas categorias se sagraram vice-campeãs mundiais. A sub-17 perdeu para a Coreia e a Sub-19 para a Rússia, países com tradição no voleibol. Sua estrela já estava brilhando, quando no ano seguinte foi convocado pela Confederação Brasileira de Voleibol para ser o técnico da seleção masculina que iria disputar os Jogos Olímpicos de Barcelona. Depois de uma natural hesitação em aceitar o convite, afinal era sua primeira experiencia como técnico da seleção adulta masculina e já havia muita “cobra criada” entre os jogadores, Zé Roberto encarou o desafio levando para a quadra o que tinha de melhor: sua paixão, seu amor; sua grandeza de caráter, sua dedicação, sua humildade, sua entrega ao esporte. O grupo todo se contagiou, como deve ser em qualquer esporte coletivo, principalmente em uma competição de altíssimo nível, todos lutaram por um único objetivo. E ele foi conquistado. O Brasil finalmente havia ganho sua primeira medalha olímpica de ouro em um esporte coletivo. Pelas mãos de José Roberto Guimarães, finalmente o vôlei brasileiro subiu ao mais alto degrau do pódio. A bandeira do Brasil acima das demais, e a execução do Hino Nacional, ainda que não por inteiro, completaram o quadro inesquecível para todos os que viveram aquele momento mágico. Aos 38 anos de idade, o menino de Quintana havia alcançado o topo do mundo. Mas como todo grande vencedor, sabe que a vitória não é apenas do comandante, mas de todos os componentes da delegação. Especificamente, Zé Roberto reconheceu e agradeceu a enorme contribuição que Bebeto de Freitas teve em sua carreira. Durante a disputa dos jogos, em Barcelona, tinha constantes conversas com Bebeto, sempre querendo se aperfeiçoar mais e mais, em todos os aspectos possíveis. Fiel ao seu mantra: ninguém ganha nada sozinho.                              Zé Roberto permaneceu como técnico da seleção masculina até 1996, quando se despediu e desempenhou outras atividades em esportes fora do vôlei.

Voltou em 2003 para o vôlei feminino e iniciou mais um ciclo vitorioso em sua vida. Assumindo a seleção feminina adulta em preparação para os jogos olímpicos de Atenas em 2004, onde aconteceu, talvez a maior derrota de sua super vitoriosa carreira. O Brasil perdeu, de virada, a semifinal para a Rússia por 3 sets a 2. O Brasil saiu ganhado os dois primeiros sets, perdeu o 3°, mas no 4° que entrou em quadra a “imponderável possiblidade”. Após fazer 24 a 19, ou seja, faltando “apenas” um único ponto, o time brasileiro perdeu 5 “match-point” e a Rússia fechou o set em 28 a 26. Zé Roberto tentou o que podia, pediu tempo, parou o jogo, fez substituições, mas nada adiantou, perdemos também o 5° set. “Atenas foi devastadora. A nossa seleção era muito boa. Tivemos tudo na mão para vencer aquele jogo. Mas esporte é assim. Se jogássemos aquele jogo dez vezes, teríamos talvez ganhado oito. Mas naquele dia não era para dar certo”. Declarou a futura bicampeã olímpica Fabiana Claudino. O abalo foi muito grande, o time não se recuperou e perdeu a disputa do 3° lugar. Em Atenas o vôlei feminino voltou sem medalha. Zé Roberto, de acordo com seu inigualável caráter, se sentiu culpado pelo que aconteceu, e obviamente isso não era verdade. Incorporou que tinha que trabalhar mais, pesquisar mais, saber mais e principalmente precisava se reerguer. “O time ficou com o estigma de amarelar em momentos decisivos, pois mesmo ganhando várias competições a gente perdia uma ou outra na final. A gente perdeu o Mundial de 2006 para a Rússia por 3 a 2, com 15 a 13, por dois pontos. Vinha aquela coisa: “perderam o Mundial para Rússia de novo. “Bando de amarelonas”. Depois a gente ganhava Grand Prix, Montreaux, mas nos Jogos Panamericanos de 2007, perdemos para Cuba de 3 a 2, com 17 a 15 no tie break. “Bando de amarelonas”. A gente tinha 80% de vitórias no nosso currículo, em quatro anos, mas aí tinha uma ou outra derrota pontual, e vinha à tona aquela derrota de Atenas. Até que veio Pequim”.  No esporte, como na vida, se valoriza quem vence. No Brasil, um país onde nem a educação é prioridade, o que dizer do esporte. O Brasil nunca foi e ainda não é, apesar de ter melhorado muito sua infraestrutura e apoio ao esporte, uma potência olímpica. E aqueles que se destacam em um longo período, tem que se reinventar constantemente, demonstrando muita capacidade, resiliência e foco em sua atividade. Mais uma vez, Zé Roberto mostrou tudo isso e muito mais ao mundo. Incentivou um maior intercambio com as principais equipes do mundo, maior conhecimento das adversárias, maior número de jogos internacionais, melhor preparação física das jogadoras, além de maior conhecimento da parte hormonal, saúde mental, e técnicos brasileiros treinando times europeus. Zé Roberto tinha a convicção do que estava fazendo e os quatro anos de trabalho deram resultados inquestionáveis: o time feminino de vôlei do Brasil foi medalha de ouro em Pequim (2008) e Londres (2012). As “amarelonas” enterram o estigma de Atenas. Agora o amarelo, combinando com o verde, azul e branco representava puro ouro. O vôlei feminino brasileiro era bicampeão olímpico e Zé Roberto o único treinador brasileiro que conquistou o tricampeonato. “A única coisa que pensei foi ajoelhar e agradecer a Deus por ter saído daquela situação, eu não pensei em mais nada. Foi o título mais complicado, o mais suado, o mais complicado”. Descreve o humilde, incansável e vencedor Zé Roberto que evita supervalorizar seus feitos. Ao contrário é muito agradecido ao COI (Comitê Olímpico Brasileiro) por ter incluído seu nome no Hall da Fama. “Estar no Hall da Fama do COI é o significado máximo daquilo que eu sonhava quando era criança, adolescente, quando comecei a praticar esporte e nem imaginava que pudesse chegar, um dia, a estar pertencendo a este mundo. Por isso minha gratidão”.  José Roberto Guimarães mais do que um esportista mundialmente reverenciado é um ser humano com valores que serve de exemplo para todos nós.

Zé Roberto e suas paixões além do vôlei: família e sua relação com Barueri

José Roberto é casado com a empresária Alcione Guimarães há mais de 40 anos. O casal tem duas filhas Anna Carolina e Maria Fernanda e cinco netos. É totalmente dedicado à família, declaradamente seus maiores amores. A família Guimarães leva uma vida familiar discreta, longe dos holofotes e das badalações. Esposa e filhas trabalham com o esporte, sempre ligadas aos projetos desenvolvidos pelo Zé Roberto.  Alcione muito mais do que esposa é sua companheira de vida. Ela é a voz feminina que interage, atua, explica, aconselha, quem trabalha há décadas com um time feminino de vôlei. Pode-se imaginar que não é fácil. Zé Roberto em sua peculiar humildade soube reconhecer que precisa de uma equipe de auxiliares do mais alto gabarito, para continuar a se manter no topo. Ninguém faz nada sozinho, seu mantra continua ecoando nas quadras e na sua vida. Alcione tem uma grande parcela de responsabilidade nisso tudo e principalmente na estreita ligação da família Guimarães com a cidade de Barueri. Barueri foi a cidade que escolheu para viver há mais de 30 anos. Construiu um Centro de Treinamento (SportVille) inaugurado em 1994. Desenvolve um programa de formação de jogadoras para as categorias de base, usando a estrutura do CT e toda a logística que a prefeitura de Barueri oferece. Segundo, Zé Roberto, Barueri possui uma das melhores estruturas físicas esportistas do país, com um ginásio que comporta uma lotação de 5.400 espectadores. Zé Roberto também destaca que a população sempre comparece para dar apoio e incentivo aos jogos. Um dos projetos que participou foi a criação do Barueri Volleyball Clube iniciado em 2016 com quatro categorias, sub 17, sub 19, sub 21 e adulta.  Este seu trabalho durou até 2023, quando se transferiu para a Turquia, treinando um clube de Istambul denominado THY, entre 2024 e 2025. Voltou para a Barueri retomar o projeto do vôlei Barueri agora com a parceria do tradicional Clube Paulistano. Zé Roberto é o grande condutor deste projeto que visa revelar jogadoras de vôlei.  O vínculo com Barueri nasceu de algo maior que uma simples parceria esportiva. Para ele, Barueri se tornou um projeto de vida, onde pode unir sua paixão pelo vôlei ao desejo de formar atletas, desenvolver talentos e criar uma estrutura sólida para o esporte feminino. O município por sua vez, encontrou no Zé Roberto uma figura capaz de trazer visibilidade, profissionalismo e ambição esportiva. A relação se fortaleceu porque o técnico vencedor e a cidade empreendedora, buscavam algo em comum: crescimento sustentável, oportunidades para os jovens e protagonismo nacional.

Ao mesmo tempo continua como técnico da seleção brasileira feminina de vôlei.  Desenvolver e revelar atletas é sempre um motivo de muito orgulho para Zé Roberto. Barueri Vôlei é um espaço de formação e revelação de atletas, muitas jovens encontram no clube sua primeira oportunidade profissional. Sua preocupação social é que as jogadoras tenham oportunidades para progredirem na vida, através do esporte, que é uma ferramenta de transformação social. Treinamento rigoroso, acompanhamento psicológico, incentivo ao estudo, ajudam a formar o caráter dentro ou fora do esporte. ou fora dele.  O legado de José Roberto Guimarães ultrapassa e muito toda a grandiosidade que ele conquistou como técnico de vôlei, deixa um ensinamento para a vida, pela sua disciplina, foco em resultados, lealdade, espírito comunitário, e principalmente humildade.

Parabéns, José Roberto Guimarães, pelos 60 anos de sua vida, dedicados ao voleibol brasileiro e que sua vocação de transformar vidas através do esporte perdure por muito tempo.

*Este texto foi escrito com base em informações de www.cob.org.br ; vivadigitalsa.com.br; wikipedia José Roberto Guimarães

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Foto: Wander Roberto/COB

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Pentacampeões do BMX visitam pista do Parque da Juventude de Barueri

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Duda Penso e Gustavo Bala Loka conheceram a estrutura do espaço, que vem se consolidando como referência para a prática de esportes urbanos na região

O Parque da Juventude Rubens Furlan Júnior, em Barueri, recebeu nesta semana a visita de dois dos principais nomes do BMX Freestyle brasileiro: Duda Penso, do Paraná, e Gustavo Bala Loka, de Carapicuíba. Os atletas estiveram no local para conhecer a pista destinada à prática de skate, BMX e outras modalidades de esportes urbanos.

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A visita aconteceu de forma informal, sem competição ou programação oficial, e reforça o reconhecimento que a estrutura esportiva de Barueri vem conquistando entre atletas de alto rendimento.

Duda Penso e Gustavo Bala Loka chegam ao município embalados pela conquista do pentacampeonato brasileiro de BMX Freestyle Park, título conquistado no último fim de semana. Gustavo também integrou a delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, enquanto Duda segue entre os principais nomes da modalidade e busca classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Além de conhecerem a pista, os atletas puderam acompanhar a movimentação dos praticantes que utilizam diariamente o espaço, considerado uma das principais estruturas públicas da região para esportes radicais.

A presença dos campeões nacionais reforça a importância do Parque da Juventude como espaço voltado ao desenvolvimento dos esportes urbanos e ao incentivo de novos talentos, atraindo atletas de diferentes cidades e contribuindo para a popularização do BMX e do skate.

Frequentadores do parque também acompanharam a visita e tiveram a oportunidade de conhecer de perto dois dos maiores nomes do BMX Freestyle brasileiro.

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Foto: Divulgação

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Brasil vai sediar a Copa do Mundo Feminina pela primeira vez em 2027

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Competição será disputada entre junho e julho em oito cidades brasileiras e promete ampliar a visibilidade do futebol feminino

Depois da Copa do Mundo masculina, a torcida brasileira já tem um novo grande compromisso marcado. Em 2027, o Brasil receberá, pela primeira vez, a Copa do Mundo Feminina da FIFA, reunindo 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho.

A competição será realizada em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, colocando o país novamente no centro do futebol mundial, desta vez com foco no crescimento da modalidade feminina.

Expectativa dentro e fora de campo

A realização do Mundial em solo brasileiro tem despertado entusiasmo entre torcedores de diferentes gerações, especialmente entre meninas que veem nas atletas da Seleção Brasileira exemplos de dedicação e inspiração.

A expectativa também é de que o torneio contribua para ampliar a participação feminina no esporte e incentive novas atletas a iniciarem a prática do futebol.

Legado para o esporte

Nomeada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo Feminina de 2027, a ex-zagueira e ex-capitã da Seleção Brasileira Aline Pellegrino acredita que o torneio pode deixar um impacto que vai além das quatro linhas.

Segundo ela, o Mundial representa uma oportunidade para fortalecer a igualdade de oportunidades, incentivar meninas e meninos a praticarem futebol sem barreiras culturais e ampliar o reconhecimento das mulheres no esporte.

Brasil busca título inédito

Apesar da tradição no futebol, a Seleção Brasileira Feminina ainda busca conquistar sua primeira Copa do Mundo.

Desde a criação do torneio, em 1991, apenas cinco seleções levantaram a taça: Estados Unidos (quatro títulos), Alemanha (dois), Noruega, Japão e Espanha, atual campeã.

Jogando em casa pela primeira vez, o Brasil tentará aproveitar o apoio da torcida para buscar um título inédito e escrever um novo capítulo na história do futebol feminino.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Barueri vira a capital do jiu-jítsu e recebe mais um evento neste fim de semana

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Competição internacional acontece no Ginásio José Corrêa e tem entrada gratuita mediante doação de 1 kg de alimento

O Ginásio Poliesportivo José Corrêa, em Barueri, recebe entre esta sexta-feira (17) e domingo (19) o São Paulo Open de Jiu-Jítsu, considerado um dos maiores eventos internacionais da modalidade.

A competição reúne cerca de 5 mil atletas inscritos e tem expectativa de receber aproximadamente 15 mil visitantes ao longo dos três dias, consolidando Barueri como um dos principais polos na realização de grandes eventos esportivos.

As disputas acontecem diariamente, das 9h às 19h, com entrada gratuita. Para assistir às lutas, o público é convidado a doar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais.

Evento fortalece o esporte e movimenta a economia

Além de reunir competidores de diversas regiões, o campeonato também impulsiona o turismo esportivo e o comércio local, com a presença de atletas, equipes técnicas, familiares e visitantes.

Segundo o secretário de Esportes de Barueri, Tom Moisés, a realização de eventos desse porte amplia o incentivo à prática esportiva e gera benefícios para a cidade.

“O jiu-jítsu é uma arte que desenvolve corpo e mente, ensina disciplina, foco e superação. Os campeonatos em Barueri, realizados pela Federação e Confederação em parceria com a Prefeitura, além de fomentar o esporte, são grandes eventos que trazem atletas, turistas e mídia para a nossa cidade, com o consequente aquecimento do comércio local. Parabéns a todos os envolvidos. Barueri está de parabéns”, afirmou.

Com a realização do São Paulo Open, Barueri reforça sua tradição na organização de grandes competições esportivas e amplia sua visibilidade no cenário nacional e internacional das artes marciais.

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Foto: Divulgação/Sec. de Esportes de Barueri

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Secretária estadual abre oficialmente os 68º Jogos Regionais em Santana de Parnaíba

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Competição reúne delegações de 55 municípios e deve contar com cerca de 8 mil atletas até o dia 23 de julho

A secretária de Estado de Esportes de São Paulo, Claudia Carletto, declarou oficialmente abertos, na noite desta segunda-feira (13), os 68º Jogos Regionais, durante cerimônia realizada em Santana de Parnaíba.

O evento reuniu representantes de 55 municípios, que participam da competição considerada uma das mais importantes do calendário esportivo paulista. As disputas acontecem entre os dias 14 e 23 de julho e devem reunir cerca de 8 mil atletas em diversas modalidades.

Durante o discurso de abertura, Carla Carletto destacou a estrutura preparada pelo município para receber os Jogos Regionais e elogiou a gestão do prefeito Elvis Cezar, citando iniciativas voltadas ao esporte e à promoção da saúde, como o programa Parnaíba Mais Leve.

A cerimônia contou com a presença de autoridades estaduais e municipais, além das delegações, que participaram do desfile de abertura e lotaram as arquibancadas do Ginásio Poliesportivo José Roberto Guimarães.

O evento reuniu representantes de 55 municípios, que participam da competição. Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

Ao longo dos próximos dias, Santana de Parnaíba receberá competições em 24 modalidades esportivas, além de atletas, dirigentes e visitantes de diversas cidades paulistas, movimentando também o comércio, a rede hoteleira e o setor de serviços do município.

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Fotos: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Ayrton Senna é reconhecido oficialmente como Herói da Pátria

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Lei sancionada pelo presidente Lula determina que o nome do tricampeão mundial de Fórmula 1 seja inscrito no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria

O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi reconhecido oficialmente como Herói da Pátria. A homenagem foi oficializada por meio da Lei 15.447/2026, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com a nova legislação, o nome do ex-piloto passará a integrar o Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A proposta teve origem no Projeto de Lei 789/2024, apresentado pelo senador Marcos Pontes. O texto recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru e foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Esporte do Senado, sem necessidade de votação em Plenário.

Criado em 1992, o título de Herói ou Heroína da Pátria é destinado a personalidades que tiveram papel relevante na defesa ou na construção do país e representa uma das mais importantes homenagens concedidas pelo Estado brasileiro.

Considerado um dos maiores nomes da história do automobilismo, Ayrton Senna conquistou os campeonatos mundiais de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991, além de vencer 41 Grandes Prêmios ao longo da carreira. Em 2023, ele também recebeu o título de Patrono do Esporte Brasileiro.

Senna morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, disputado em Ímola, na Itália. Décadas após sua morte, continua sendo um dos esportistas brasileiros mais admirados e reconhecidos internacionalmente.

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Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

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Santana de Parnaíba recebe 8 mil atletas nos 68º Jogos Regionais

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Competição reunirá delegações de cerca de 50 municípios entre os dias 14 e 23 de julho e deve movimentar a economia local

Santana de Parnaíba será o centro das atenções do esporte paulista nas próximas semanas ao sediar a 68ª edição dos Jogos Regionais do Estado de São Paulo. A competição deve reunir aproximadamente 8 mil atletas, representantes de cerca de 50 municípios, que disputarão 24 modalidades esportivas entre os dias 14 e 23 de julho.

A cerimônia de abertura está marcada para o dia 13 de julho, às 18h, na Arena de Esportes José Roberto Guimarães.

Para receber as delegações, o município preparou uma estrutura voltada às competições e ao acolhimento dos participantes, com locais para as disputas, alojamentos e suporte nas áreas de segurança, saúde, mobilidade e organização.

A escolha de Santana de Parnaíba como uma das cidades-sede reforça os investimentos realizados nos últimos anos em infraestrutura esportiva. O município tem ampliado os espaços destinados à prática esportiva e sediado competições de nível estadual e nacional.

Além da disputa por medalhas, os Jogos Regionais também devem gerar impacto na economia local. A expectativa é de aumento no movimento de hotéis, restaurantes, comércios e prestadores de serviços, impulsionado pela presença de atletas, dirigentes, familiares e visitantes durante os dez dias de competição.

Os Jogos Regionais são considerados uma das principais competições do calendário esportivo paulista e servem como vitrine para atletas que buscam destaque em competições estaduais e nacionais.

SERVIÇO

Evento: 68º Jogos Regionais do Estado de São Paulo

  • Abertura: 13 de julho, às 18h
  • Competições: 14 a 23 de julho
  • Local da abertura: Arena de Esportes José Roberto Guimarães
  • Endereço: Estrada Tenente Marques, 4.100, Vila Poupança, Santana de Parnaíba

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Foto: Reprodução/PMSP

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