Lei determina presença de acompanhantes especializados para alunos autistas na rede de ensino em SP

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A partir de agora, no Estado de São Paulo, as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) incluídas nas classes comuns do ensino regular têm direito a um acompanhante especializado. É o que determina a Lei 17.798, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas e publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (9). A nova legislação nasceu com base na proposta da deputada Andrea Werner (PSB). O Projeto de Lei 454/2023 tramitou na Assembleia Legislativa nos últimos meses.

De acordo com o texto sancionado, o acompanhante especializado trabalhará, primordialmente, na função de inserção das pessoas com deficiência no ambiente escolar, auxiliando o aluno nas interações sociais, no ensino de maneira geral e nas aplicações didáticas. Ainda fica vedada a limitação de alunos autistas por sala de aula, por ciclo educacional, ou qualquer outro critério, nos estabelecimentos públicos e privados.

“É uma conquista termos o primeiro projeto de lei do Gabinete da Inclusão virando lei estadual em pouco mais de seis meses deste mandato”, afirmou a deputada Andrea, sem deixar de fazer ressalvas sobre o texto sancionado. “Alguns artigos que consideramos prioritários foram vetados pelo governador, como o direito de acesso à adaptação escolar e a formação mínima para a equipe de apoio a pessoas com transtornos do neurodesenvolvimento, como TDAH, TOD e dislexia”, destacou.

Multa

O gestor escolar, ou autoridade competente, que recusar a matrícula de aluno com TEA, ou qualquer outro tipo de deficiência, será punido com multa de 3 a 20 salários mínimos. Em caso de reincidência, apurada por processo administrativo, assegurado o contraditório e a ampla defesa, haverá a perda do cargo.

Assistentes terapêuticos

Andrea Werner aproveitou o momento para destacar outros projetos que estão em andamento. “Já estamos trabalhando em novos projetos. Pedimos uma reunião com o governador para termos uma resposta rápida para as crianças que estão fora das escolas públicas desde o começo do ano, aquelas cujos Assistentes Terapêuticos (ATs) foram proibidos de entrar nas escolas e que não receberam o acompanhamento de nenhum profissional especializado ou plano de transição”, disse ela.

Leia também: Outubro Rosa: Santana de Parnaíba tem programação diversificada para conscientizar sobre o câncer de mama


Fonte: Alesp – Foto: Freepik

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Saiba se você pode solicitar isenção e redução da taxa para o Vestibular das Fatecs

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O Centro Paula Souza (CPS) concede a isenção total e a redução de 50% do valor da taxa de inscrição do Vestibular das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado a candidatos em situação de vulnerabilidade social. Os interessados podem solicitar um ou os dois benefícios até as 15h do dia 13 de outubro pela internet. O valor integral da taxa é de R$ 84.

São concedidas 6 mil isenções de pagamento. Para redução, não há limite de quantidade. Os candidatos podem pleitear os dois benefícios, desde que atendam aos requisitos indicados abaixo. Para isso, é necessário fazer duas inscrições, preenchendo um formulário específico, disponível no site www.vestibularfatec.com.br.

Além das informações, são solicitados documentos comprobatórios, que devem ser digitalizados e anexados ao link “Envio de Documentos”. Os itens precisam ter tamanho de até 1MB e estar em uma das seguintes extensões: ‘pdf’, ‘png’, ‘jpg’ ou ‘jpeg’.

As Fatecs disponibilizam computador e acesso à internet para que os benefícios sejam solicitados. Cabe ao interessado entrar em contato com as unidades para saber datas e horários de atendimento.

Requisitos para isenção

O candidato precisa ter concluído integralmente, ou concluir em 2023, o Ensino Médio, a Educação de Jovens e Adultos – EJA (supletivo) em escolas da rede pública (municipal, estadual ou federal) ou em instituição particular, ou estar concluindo o curso no Centro Estadual de Jovens e Adultos (Ceeja) com carga horária flexível e atendimento individualizado, todas no território nacional.

Além disso, é necessário ter renda familiar bruta mensal máxima de dois salários mínimos (R$ 2.640), por pessoa.

Requisitos para redução

É preciso ser estudante regularmente matriculado em uma das séries do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, em curso pré-vestibular ou em curso superior de graduação ou de pós-graduação. O interessado também deve ter uma remuneração mensal inferior a dois salários mínimos (R$2.640) ou estar desempregado.

Os desempregados, autônomos e aposentados devem seguir as instruções descritas na Portaria. O preenchimento correto dos formulários de requisição e o envio dos documentos são de inteira responsabilidade do candidato.

As respostas aos pedidos de isenção e redução serão divulgadas a partir das 15h do dia 8 de novembro. Só após essa data, quem solicitar os benefícios deve fazer a inscrição no Vestibular das Fatecs.

Leia também: Quer trabalhar nos Estados Unidos? Vejam quais são as empresas e áreas que mais contrataram brasileiros


Fonte: Governo de SP – Foto: Roberto Sungi/CPS

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Provão Paulista: entenda avaliação que garante vagas nas universidades públicas de SP

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O Governo de São Paulo lançou neste ano o Provão Paulista Seriado, avaliação que promete oferecer mais oportunidades para que estudantes de escolas públicas consigam entrar no Ensino Superior. O exame será aplicado entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro.

A partir do Provão, os alunos poderão ter acesso a 15.369 vagas distribuídas nas seguintes universidades: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e nas Faculdades de Tecnologia de São Paulo (Fatecs).

Conforme a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (Seduc-SP), o exame foi criado para ampliar o ingresso de alunos das escolas públicas nestas instituições.

As avaliações do Provão Paulista Seriado serão aplicadas pela Fundação Vunesp. De acordo com a Seduc-SP, a nova prova educacional não exclui a possibilidade dos estudantes realizarem as provas próprias das universidades, como a Fuvest e a Comvest.

Confira mais informações sobre o Provão Paulista Seriado:

Quem pode participar

Como o Provão Paulista é direcionado para estudantes da rede pública de ensino, os jovens que estudam em escolas particulares não podem participar da avaliação.

Assim, alunos matriculados nas três séries do Ensino Médio regular nas redes públicas do Estado de São Paulo e em todo o país podem realizar o exame.

Segundo a Seduc-Sp, cerca de 1,1 milhão de estudantes das 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio matriculados nas escolas estaduais de São Paulo já estão automaticamente inscritos no Provão Paulista. “Ou seja, se você é aluno, basta comparecer à sua escola no dia da aplicação”, informa a secretaria.

Alunos das escolas técnicas estaduais (Etecs) do Centro Paula Souza também já estão inscritos nas provas, que serão aplicadas nas escolas de origem.

Os interessados que moram fora do estado paulista devem se inscrever obrigatoriamente até as 18h desta sexta-feira (6), no site do Provão. Eles farão as provas na capital paulista, em locais a serem divulgados em breve pela Secretaria da Educação do Estado.

Além disso, a Seduc-SP destaca que, caso o estudante interessado não realize a prova na primeira série ou segunda série, ele será excluído do processo do Provão Paulista Seriado.

Vagas disponibilizadas

As 15.369 vagas serão distribuídas da seguinte maneira:

  • 1.500 vagas para a USP;
  • 934 para a Unesp;
  • 325 para a Unicamp;
  • 2.620 para a Univesp;
  • 10.000 para as Fatecs;

Entre os cursos mais procurados em vestibulares do país, estão 558 vagas para as diversas áreas da engenharia, 89 vagas para direito, 67 para medicina e 33 vagas para psicologia.

Os alunos terão a partir do dia 1º de novembro para definir as opções de cursos que desejam frequentar no próximo ano letivo. O site para a escolha será disponibilizado pela Seduc-SP.

Estilo da avaliação

Todas as avaliações do Provão Paulista são impressas e possuem como referência o currículo paulista e a matriz de avaliação do Enem.

As provas acontecem em datas e horários distintos para alunos das três séries básicas de educação. Além disso, o conteúdo dos exames também será diferenciado para cada nível de ensino, ou seja, estudantes do primeiro ano do Ensino Médio só verão, em tese, as disciplinas que eles aprenderam em sala de aula.

Para alunos da terceira série do Ensino Médio, as avaliações acontecem nos dias 28 e 29 de novembro, pela manhã. Os estudantes da segunda série farão a prova nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no turno matutino. Já a prova direcionada para os jovens da primeira série também será realizada nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, mas no horário vespertino. Confira os detalhes abaixo:

Governo do estado de São Paulo/Reprodução

Notas cumulativas
Alunos que hoje estão na primeira e segunda séries do Ensino Médio também vão poder participar do Provão Paulista Seriado. As notas alcançadas nessas edições serão cumulativas.

“Os alunos que hoje estão matriculados na primeira série farão o provão em 2023, 2024 e 2025. Já os alunos do segundo terão notas de 2023 e 2024 somadas. A somatória desses três anos será considerada para a classificação”, explica a Seduc-SP.

Calendário Provão Paulista 2024

  • Inscrição (alunos da rede pública DE FORA do Estado de São Paulo): 29/09 a 06/10/2023;
  • Inscrição (alunos da rede pública DO Estado de São Paulo): não há inscrição, pois todos estão inscritos automaticamente;
  • Local de prova para alunos de outros estados: 30/10 a 03/11;
  • Primeira remessa no Portal de Escolhas das vagas (primeiro e segundo semestre): 01 a 15/11;

Provas:

  • Seriado III: 30/11 e 01/12;
  • Seriado I e II: 04 e 05/12;
  • Gabarito: 07/12/2023;
  • Resultado final: 26/01/2024;
  • Lista de chamada ingresso PRIMEIRO semestre: 26/01;
  • Segunda remessa no Portal de escolhas das vagas (segundo semestre): 15 a 29/04;
  • Lista de chamada ingresso SEGUNDO semestre: 06/05/2024

Leia também: Santana de Parnaíba abre 900 vagas para auxiliar de logística


Fonte: TV Cultura – Foto: Divulgação\Seduc-SP

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Morre Virginia Soares de Oliveira, ex-secretária de Educação e Cultura de Itapevi

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Na tarde desta terça-feira (3), faleceu Virginia Soares de Oliveira, aos 75 anos, ex-secretária de Educação e Cultura da Prefeitura de Itapevi.

A senhora educada e atenciosa deixa um legado de inúmeras realizações em nosso munícipio, sendo uma das idealizadoras da Escola do Futuro de Tempo de Integral, atualmente uma realidade em nossa política educacional, além da entrega de uniformes no início das aulas.

Virginia acreditava que o investimento na Cultura era fundamental para o desenvolvimento da cidade. Entre as suas ações está a construção do novo Teatro Municipal e a produção de grandes espetáculos, como a Paixão de Cristo e a Parada de Natal. Sempre foi incentivadora do retorno do Desfile Cívico-Militar de Sete de Setembro.

A sua missão como gestora da Educação e da Cultura de Itapevi aconteceu entre os anos de 2017 a 2023. Neste período teve dedicação contínua por uma cidade melhor e mais acolhedora.

O seu velório acontecerá nesta quarta-feira (4), a partir das 9h, no Memorial Parque Itapevi, localizado na Estrada Lucinda de Jesus, 330-924, na Cohab.

Virginia foi moradora de Itapevi desde a década de 1950 e atuou como diretora de escola na rede estadual de ensino e também supervisora de ensino na Secretaria de Educação de Itapevi. Ela foi professora e era pós-graduada em Didática e Psicologia da Educação.

Leia também: “Nunca andou de ônibus aqui na cidade e tá querendo se beneficiar politicamente da causa”, disse o vereador Hélio Jr para Fabião


Foto / Texto: SECOM-Itapevi

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Avançam as obras de construção do Colégio Chácara Solar II de Santana de Parnaíba

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Em menos de um ano do início dos trabalhos, as equipes responsáveis pela construção do Colégio Chácara Solar II, na Fazendinha, já passaram pela fase de estruturação dos blocos de fundação e seguem em ritmo acelerado na montagem dos pré-moldados. O futuro equipamento público está sendo construído em uma área de 3.617,16 m2 e tem como objetivo zerar a fila da creche na cidade.

Segundo as Secretarias de Obras e de Educação, responsáveis pelo projeto e construção, a previsão é do novo colégio contemplar 275 alunos em período integral. A infraestrutura do espaço será entregue à população com nove salas de aula, duas salas multifuncionais, dois berçários, 32 vagas de estacionamento, playground e quadra coberta. 

Visando a qualidade da infraestrutura, a agilidade na construção e a racionalização no uso de materiais, já há alguns anos os equipamentos públicos de Santana de Parnaíba seguem os padrões de grandes prédios do Brasil com o uso de elementos pré-fabricados em concreto com modulações rígidas e, em alguns casos, em aço. 

Dados oficiais da Fundação Para o Desenvolvimento da Educação (FDE) de 2022 revelam que Santana de Parnaíba conta com 31.576 alunos matriculados. Desse total, 4.278 estão na creche, 3.672 na pré-escola, 10.278 no ensino fundamental (anos iniciais), 8.412 no ensino fundamental (anos finais) e 4.936 no ensino médio.

Leia também: Para reduzir fila, INSS passa a conceder auxílio doença sem perícia


Fotos / Texto: SECOM – Santana de Parnaíba

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Fatec de Santana de Parnaíba completa nove anos de implantação e já formou mais de 6 mil profissionais

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A Faculdade de Tecnologia de Santana de Parnaíba (Fatec), completou nove anos de história e é considerada uma grande conquista para a cidade, já que contemplou mais de 6 mil alunos na conquista do tão sonhado diploma. A instituição iniciou as suas atividades compartilhando espaço com a Etec Bartolomeu Bueno da Silva, Anhanguera, localizada na região da Fazendinha.

 Já no ano de 2019, a Prefeitura entregou o prédio próprio da Fatec, contendo toda uma infraestrutura mais ampla e moderna. O equipamento público agora está instalado em um prédio com 3 andares, 12 salas de aula, 10 laboratórios de informática, auditório, biblioteca, salas de aula Maker, de projetos e de metodologia ativas.

 Inicialmente, a Fatec oferecia somente o curso de Tecnologia em Gestão Comercial, devido a limitação do espaço. Mas, com a conquista do prédio próprio conseguiu implementar mais três cursos, sendo eles: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia em Segurança da Informação e Tecnologia em Ciência de Dados. 

Com o aumento na oferta dos cursos, o número de alunos aumentou significativamente, de 110 para a expressiva marca de 1.400, consolidando o sucesso do investimento público no ensino superior, resultando na formação de novos profissionais para o mercado de trabalho.

PROGRAMAS DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO

Nos últimos 10 anos, a prefeitura tem investido em várias iniciativas para incentivar e promover o acesso dos jovens às universidades. Em destaque estão o cursinho preparatório para o Enem, as aulas reforçadas com professores da rede e de ensino Sefe Opet, palestras voltadas à entrada no ensino superior, feiras de profissões, tudo isso como ferramentas do programa “Nossos Filhos Vão Para a Faculdade”. 

Além de incentivar a entrada dos alunos no ensino superior, a administração municipal oferece também cursinho preparatório para a Escolas Técnicas Estaduais (Etecs).

 AMPLIAÇÃO DE FACULDADES E UNIVERSIDADES

A partir de 2013, a cidade ampliou o número de polos universitários. Antes disso, só existia a Universidade Paulista (UNIP), e atualmente são mais 12 instituições de ensino superior. Na lista figuram a Faculdade de Santana de Parnaíba (FASP), Faculdade de Tecnologia (FATEC), os polos EAD da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), Cruzeiro do Sul Virtual, Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Faculdade das Américas(FAM), a Univesp, entre outros. 

O município, que nos últimos 10 anos realizou fortes investimentos no setor educacional, foi considerado pelo Prêmio Band Cidades Excelentes, como a melhor educação de todo o Estado de São Paulo, entre as cidades com mais de 100 mil habitantes. Além de toda estrutura disponível nos colégios municipais, a administração municipal busca preparar e incentivar os alunos a ingressarem no ensino superior e na inserção dos jovens no mercado de trabalho.

Leia também: 200 toneladas de carne podre que seriam vendidas são encontradas em fábrica em Carapicuíba


Fotos / Texto: SECOM – Santana de Parnaíba

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Alunos de Santana de Parnaíba conquistam medalhas nas Paralimpíadas Escolares

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Os alunos do projeto de iniciação esportiva da APESP – Atividades Paralímpicas Escolares de Santana de Parnaíba, conquistaram 24 medalhas nas disputas de atletismo durante a Regional de São Paulo das Paralímpiadas Escolares. O evento organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) desde 2006, com exceção de 2008 e 2020, foi realizado nos dias 7 e 8 de setembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, na capital paulista.

Das 24 medalhas conquistadas, os parnaibanos e as parnaibanas garantiram 11 ouros, oito pratas e seis bronzes. Entre as provas, a de Pelota. “ A pelota é disputada com uma bolinha, como se fosse de beisebol, que marca o início do atleta no arremesso de peso e lançamento de dardo”, explica o prof. Renato Pereira, responsável da APESP juntamente com a profa. Bruna Ribeiro.

A terceira etapa da maior competição esportiva do mundo, para crianças e jovens com deficiência, contou com 700 atletas de seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os três primeiros colocados nas Regionais se classificam para a etapa final programada para o período de 28 de novembro a 2 de dezembro. 

Conforme dados do CPB, já passaram pelas Paralimpíadas Escolares talentos do paradesporto brasileiro como Petrúcio Ferreira, recordista mundial nos 100m (classe T47), bicampeão paralímpico e tri mundial; o jogador de goalball Leomon Moreno, prata nos Jogos de Londres 2012, bronze no Rio 2016 e ouro em Tóquio 2020; a mesatenista Bruna Alexandre, bronze nos Jogos do Rio 2016 e prata nos Jogos de Tóquio 2020, entre outros.

Representantes parnaibanos na terceira etapa; idades e conquistas

  • Anna Beatriz, 11, ouro nas provas de 60m, pelota e peso
  • Cauã Davi, 16, bronze nos 100m
  • Eduardo Soares, 12, ouro nos 60m, 150m, e prata na pelota
  • Guilherme Ferreira, 15, ouro nos 1.000m, 250m, e prata no peso 
  • Kemilly Eduarda, 16, prata nos 1.500m
  • Larissa Sallum, 14, ouro no peso, prata nos 75m, e bronze no dardo
  • Nicole Ribeiro, 12, prata nos 150m e distância
  • Oliver da Silva, 15, ouro no dardo, prata nos 50m e bronze no peso
  • Railane Cesar, 16, ouro nos 400m e no peso, prata nos 100m 
  • Rodrigo Nunes, 11, prata no peso e bronze nos 60m
  • Ryan Alves, 16, bronze nos 100m (participação).

Leia também: Ministro diz que não há necessidade do horário de verão


Foto / Texto: SECOM – Santana de Parnaíba

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Maioria dos futuros professores não conclui estágio em escolas

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A maior parte dos formandos em licenciaturas no Brasil não cumpre a carga horária mínima exigida no estágio obrigatório. Além disso, cerca de um a cada dez futuros professores sequer fez o estágio. Os dados são do último Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), de 2021, e foram compilados pelo Todos pela Educação, com exclusividade para a Agência Brasil.  

O estágio obrigatório é um período que os estudantes de licenciaturas acompanham a rotina escolar, sempre supervisionados por professores. A intenção é que eles tenham contato com as escolas e se preparem para o trabalho como professores. De acordo com resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE), esse estágio deve ter a duração de pelo menos 400 horas.  

Os dados do Enade, no entanto, mostram que a regra, na prática, não está sendo cumprida. O Enade é um exame realizado por estudantes que estão concluindo os cursos de graduação. A cada ano, o exame avalia um conjunto diferente de cursos. Em 2021, foi a vez das licenciaturas. Além de realizar as provas, os alunos respondem a um questionário sobre a formação.  As perguntas sobre o estágio fazem parte deste questionário.  

Cerca de 55% dos concluintes em licenciaturas, o equivalente a cerca de 165 mil estudantes, disseram que cumpriram menos de 300 horas de estágio. Outros 11,82%, o equivalente a 35,5 mil alunos, disseram que sequer fizeram o estágio. Os dados mostram ainda que 19,49%, ou 58,5 mil, cumpriram entre 301 e 400 horas e apenas 13,71%, ou 41,2 mil, fizeram estágios de mais de 400 horas. 

“O estágio permite essa conexão da teoria com a prática. Tudo que se aprende na teoria, se vê aplicações práticas na escola”, diz o gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo.  

“É importante que os estudantes conheçam a dinâmica da escola, os papéis e as responsabilidades de cada um dos atores da equipe escolar. Nesse período, vão entender como é a organização do espaço e como é o trabalho ali. O estágio tem caráter de observação e, progressivamente vai permitindo participar mais, acompanhar professores nas avaliações e atividades. Por isso a carga horária é grande.”  

Gontijo ressalta que aqueles que se formaram em 2021 foram impactados pela pandemia, que levou ao fechamento das escolas por pelo menos um ano. Apesar disso, os dados do Enade mostram que mesmo antes, o estágio não era totalmente cumprido. Em 2014 e em 2017, anos em que as licenciaturas foram avaliadas, cerca de 3%, ou mais de 7 mil estudantes em ambos os anos, declararam que não fizeram o estágio. Também em ambos os anos, cerca de 60% dos estudantes disseram que não cumpriram a carga horária mínima, fazendo 300 horas ou menos de estágio obrigatório. 

Para receber o diploma, os estudantes precisam cumprir o estágio. Segundo Gontijo, as altas porcentagens de estudantes que declaram que não concluíram os estágios pode ocorrer porque muitos acabam conseguindo documentos afirmando que fizeram as práticas ou mesmo realizaram o estágio de forma não estruturada, o que dá uma sensação de que não o cumpriram.   

“Isso chama atenção desses dados porque em tese é obrigatório cumprir as horas de estágio, então, para conseguir esse diploma, eles precisaram apresentar algo, mas não têm a percepção de que fizeram o estágio.” 

Nas escolas 

Gina Vieira, professora aposentada da rede pública no Distrito Federal, que trabalha atualmente como professora voluntária na Universidade de Brasília (UnB) e atua na formação de professores da educação básica, reforça a importância do estágio.  

“A formação dos professores tem sido cada vez mais frágil e insipiente porque formar um bom profissional é caro. Muitas vezes, há precarização na formação inicial desses profissionais”, afirmou. Segundo ela, muitas vezes os alunos desses cursos precisam conciliar a formação com trabalho e outras demandas, o que faz com que eles não consigam cumprir a carga horária mínima.  

O questionário do Enade mostra ainda que a maior parte dos formandos deseja atuar nas escolas. A maioria( 64%) dos concluintes dos cursos de formação inicial docente quer atuar em escolas públicas em médio prazo daqui a cinco anos. Outros 13% preferem atuar com gestão educação no setor público e 11% pretendem buscar outro campo de atuação, fora da área da Educação. Os dados mostram ainda que 8% desejam ser professor na rede privada e 4% pretendem trabalhar na gestão educacional de alguma instituição também privada.  

“É fundamental que esse profissional, como parte da sua formação, tenha contato com a pratica pedagógica, com a sala de aula, com o chão da escola, porque é isso que vai ajudá-lo a ter um pouco mais de entendimento do que é ser professor. Formar professor com a qualidade que se espera passa por uma articulação permanente entre teoria e prática. Prática sem teoria não sustenta. Mas teoria sozinha não vai te ajudar a ser bom profissional”, ressalta Vieira.  

Vieira explicou que um bom estágio permite que os estudantes tenham contato com as salas de aula, possam dar aulas e também que recebam retornos dos profissionais que os supervisionam e tenham a oportunidade experimentar o que esses retornos propõem. Para isso, a professora defende inclusive a ampliação do tempo de estágio. “Esse estágio precisa acontecer e acho que carga horária precisa ser ampliada.”  

Atualmente, das 1.648.328 matrículas nos cursos de licenciatura, 35,6% foram registradas em instituições públicas e 64,4%, em privadas de ensino superior, de acordo com o último Censo da Educação Superior, de 2021. Dos estudantes matriculados em cursos de licenciatura, 61% frequentam curso à distância.

Leia também: Lei que facilita o processo de abertura de empresas é sancionada pelo governador de São Paulo


Foto / Texto: Agência Brasil

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Especialistas sugerem vacinação nas escolas para aumentar adesão

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A dificuldade de aumentar a cobertura vacinal de adolescentes tem levado especialistas a sugerir que uma solução eficaz para aumentar a imunização desse público pode ser levar a vacina até ele, no espaço em que estão com mais frequência: a escola. A proposta ganha força no momento em que imunizantes com histórico de atingirem metas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) estão com baixas coberturas. 

A chefe de saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, defende a vacinação nas escolas como uma forma de acelerar a retomada das coberturas vacinais, que precisam ser recuperadas antes que doenças controladas por elas voltem a incidir no país, como a paralisia infantil. 

“Outros setores como a educação devem trabalhar junto com o SUS e o Programa Nacional de Imunizações. Se as escolas não atuarem junto, nós não vamos conseguir dar essa aceleração”, afirma Luciana Phebo. Para a especialista, atuação vai além de vacinar nas unidades de ensino, “fazendo vacinação nas escolas, campanhas de vacinação, educação em saúde, trazendo para a escola essa temática da saúde como importante para se cuidar, do autocuidado dos pais e mães, o cuidado com as crianças pequenas. A vacinação é uma questão legal. A criança tem o direito a ser protegida”. 

Estratégia disponível

Vacinar nas escolas já faz parte dos planos do Ministério da Saúde para enfrentar as baixas coberturas vacinais. A estratégia de multivacinação adotada no Amazonas e no Acre desde junho, por exemplo, prevê essa ação entre as possibilidades de vacinação fora dos postos de saúde.

A vacinação de crianças e adolescentes nas escolas deve incluir o apoio de profissionais de saúde da atenção primária, para leitura de caderneta de vacinação, a vacinação propriamente dita, e o  registro de doses aplicadas no Sistema de Informação Oficial do Ministério da Saúde. O público prioritário para essa ação são as crianças e os adolescentes de 9 a 15 anos de idade, e as vacinas oferecidas são dT, Febre Amarela, HPV, Tríplice Viral, Hepatite B, Meningite ACWY e Covid-19. 

O Ministério da Saúde orienta ainda que a vacinação escolar deve ser precedida de ação pedagógica e de divulgação voltada aos estudantes sobre a importância da vacinação. Caso o responsável não queira autorizar a vacinação da criança ou adolescente, ele deverá ser orientado a assinar e encaminhar à escola o “Termo de Recusa de Vacinação”.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, um programa de vacinação nas escolas foi lançado no último dia 15, com a possibilidade de imunização nas escolas públicas e particulares. O secretário municipal de saúde, Daniel Soranz, destacou a imunização contra o HPV entre as que precisam chegar aos adolescentes. A vacina garante maior proteção se for aplicada antes do início da vida sexual e o vírus contra o qual ela protege é o maior causador de câncer de colo de útero, além de estar associado a tumores malignos no pênis, ânus e garganta. 

“A vacina prioritária é a vacina do HPV, porque é uma vacina que salva vidas no longo prazo, prevenindo o câncer de colo de útero e outros cânceres”, explicou o secretário. “A gente pretende aplicar todas as vacinas do calendário. A expectativa é que a gente vacine ou pelo menos confira a caderneta de 600 mil crianças nesse processo”.

Em um mês do programa, a Secretaria Municipal de Saúde aplicou 28 mil doses em mais de 1,2 mil escolas da cidade. Somente contra o HPV, mais de 11,5 mil adolescentes foram protegidos. 

Promotora da saúde

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Ballalai, conta que trabalhou em vacinação nas escolas ao longo de sua carreira e afirma que as experiências e estudos sobre o tema mostram que essa é uma estratégia necessária.

“Em 1993, fiz minha primeira campanha vacinal em escolas, e, sem dúvida nenhuma, a literatura, a minha prática, a prática do Ministério da Saúde, mostram o quanto isso é importante. Essa estratégia ainda é usada no Brasil como uma forma de acesso, principalmente para adolescentes. Se não levar, eles não vão ao posto, então, é muito importante”.

Além de abrir as portas para a vacinação, ela defende que as escolas podem contribuir como promotora da saúde, com a educação em saúde. “A escola pode contribuir muito com a confiança na vacinação, com a lembrança das próximas doses, colocando esse tema, que é considerado transversal pelo Ministério da Educação, no seu planejamento pedagógico. Saúde e educação precisam andar juntas”. 

A importância e as facilidades trazidas pela vacinação nas escolas também são reconhecidas por parte das mães brasileiras. Uma pesquisa realizada com duas mil mães no ano passado chegou a um percentual de 76% que consideram a escola como o lugar ideal para a vacinação infantil. O estudo foi realizado pela farmacêutica Pfizer e pelo Instituto Locomotiva e divulgado em abril deste ano. As respostas indicam que as mães gostariam de ser ajudadas pela escola a manter o calendário vacinal em dia.

Oito em cada dez mães concordaram com a frase “seria muito prático se a vacinação do/da meu/minha filho/filha pudesse ocorrer dentro da escola”, e, para 85%, “se houvesse a possibilidade de a vacinação ocorrer na escola a cobertura vacinal infantil poderia ser maior”.

O questionário aplicado nas cinco regiões do país também mostrou que 81% das entrevistadas ficariam seguras com a vacinação dentro da escola se soubessem que ela seria realizada por profissionais de saúde qualificados. Segundo a pesquisa 91% das mães afirmam que provavelmente autorizariam os filhos a receber as doses na escola.

Leia também: Vereador Thiago Rodrigues expõe vídeo na Câmara com promessa do ex-prefeito Gil Arantes e questiona oposição


Fonte / Texto: Agência Brasil

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Fatecs abrem inscrição para pedidos de isenção e redução da taxa do vestibular

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Desde segunda-feira (25), é possível solicitar a isenção total e a redução de 50% do valor da taxa de inscrição do Vestibular das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado. O pedido deve ser feito pela internet, até as 15h do dia 13 de outubro. O valor integral da taxa é de R$ 84. A iniciativa do Centro Paula Souza (CPS) pretende ampliar o acesso à formação superior tecnológica gratuita a candidatos em situação de vulnerabilidade social.

São concedidas seis mil isenções de pagamento. Para redução, não há limite de quantidade. Os candidatos podem pleitear os dois benefícios, desde que atendam aos requisitos indicados. Para isso, é necessário fazer duas inscrições, preenchendo um formulário específico, disponível no site http://www.vestibularfatec.com.br/  Além das informações, são solicitados documentos comprobatórios, que devem ser digitalizados e anexados ao link “Envio de Documentos”. Os itens precisam ter tamanho de até 1MB e estar em uma das seguintes extensões: ‘pdf’, ‘png’, ‘jpg’ ou ‘jpeg’.

As Fatecs vão disponibilizar computador e acesso à internet para que os benefícios sejam solicitados. Cabe ao interessado entrar em contato com as unidades para saber datas e horários de atendimento.

Requisitos para isenção

O candidato precisa ter concluído integralmente, ou concluir em 2023, o Ensino Médio, a Educação de Jovens e Adultos – EJA (supletivo) em escolas da rede pública (municipal, estadual ou federal) ou em instituição particular, ou estar concluindo o curso no Centro Estadual de Jovens e Adultos (Ceeja) com carga horária flexível e atendimento individualizado, todas no território nacional. Além disso, é necessário ter renda familiar bruta mensal máxima de dois salários mínimos (R$ 2.640), por pessoa.

Requisitos para redução

É preciso ser estudante regularmente matriculado em uma das séries do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, em curso pré-vestibular ou em curso superior de graduação ou de pós-graduação. O interessado também deve ter uma remuneração mensal inferior a dois salários mínimos (R$ 2.640) ou estar desempregado.

Os desempregados, autônomos e aposentados devem seguir as instruções descritas na Portaria. O preenchimento correto dos formulários de requisição e o envio dos documentos são de inteira responsabilidade do candidato.

As respostas aos pedidos de isenção e redução serão divulgadas a partir das 15h do dia 8 de novembro. Só após essa data, quem solicitar os benefícios deve fazer a inscrição no Vestibular das Fatecs.

Confira as principais dadas do calendário do Vestibular:

  • De 25/09 até as 15h do dia 13/10/2023: inscrições para isenção/redução da taxa de inscrição e envio por meio digital da documentação comprobatória, via upload, no site vestibularfatec.com.br
  • De 16/10 até as 15h do dia 12/12/2023: inscrições para o Processo Seletivo no site vestibularfatec.com.br e envio por meio digital, via upload, da documentação comprobatória
  • 08/11/2023, a partir das 15h: divulgação do resultado da análise dos pedidos de isenção/redução de taxa no site vestibularfatec.com.br
  • De 08/11, a partir das 15h, até as 15h do dia 12/12/2023: inscrição no processo seletivo para o candidato beneficiado com a isenção/redução da taxa de inscrição no site vestibularfatec.com.br
  • De 09/11 até 10/11/2023: prazo para interposição de recurso para os candidatos que tiveram o pedido de isenção e redução da taxa de inscrição indeferido no site vestibularfatec.com.br
  • 23/11/2023, a partir das 15h: divulgação da análise dos recursos de isenção/redução da taxa de inscrição no site vestibularfatec.com.br
  • 03/01/2024, a partir das 15h: divulgação dos locais de exame
  • 07/01/2024 (domingo) às 13h: exame – duração da prova: 5 horas
  • 08/01/2024 (segunda-feira), a partir das 15h: divulgação do gabarito oficial
  • 19/01/2024, a partir das 15h: disponibilização no site vestibularfatec.com.br da lista de classificação geral, da lista de 1ª chamada dos candidatos e divulgação do desempenho dos candidatos

Leia também: Santana de Parnaíba realiza a Campanha Setembro Amarelo sobre prevenção ao suicídio 


Fonte: Governo de SP

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