Aluguel em São Paulo aumenta 6,35% no primeiro semestre, o menor percentual desde 2021

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O mercado de aluguel em São Paulo registrou no primeiro semestre a menor alta para esse período desde 2021. Os dados são do Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb, divulgado hoje. De janeiro a junho deste ano, o preço médio do metro quadrado na capital subiu 6,35%, atingindo no último mês o valor médio de R$ 63,62. 

A alta registrada é menor do que a observada em 2023, quando o preço dos aluguéis subiram 6,8% nos primeiros seis meses do ano, e em 2022, momento no qual a alta registrada foi de 9,04%. Em 2021, o mercado de locação ainda passava pelos impactos severos das restrições causadas pela pandemia de Covid-19. Naquele ano, quase não houve valorização: a variação foi de apenas 0,13%. 

“O mercado imobiliário vem dando sinais de desaceleração desde o fim do ano passado. Não há, porém, queda no preço médio desde julho de 2021. São 34 meses de alta consecutiva”, afirma Thiago Reis, gerente de Dados do Grupo QuintoAndar.

Outro dado que consolida essa visão é a taxa acumulada nos últimos 12 meses. No período encerrado em junho deste ano, a alta foi de 9,25% – o menor patamar registrado desde abril de 2022. Isso significa que o aumento dos valores para o consumidor tem diminuído gradativamente. Em outubro de 2022, o acumulado em 12 meses atingiu a maior taxa de toda a série histórica (15,14%). Desde então, vem caindo gradualmente mês a mês. 

Dos 108 bairros analisados pela pesquisa, 95 tiveram valorização no último semestre. O principal deles é o Piqueri, com alta de 25,2% no período. Os bairros Sítio Mandaqui e Ponte Rosa fecham o top 3, com alta de 20,9% e 15,3%, respectivamente. A maior redução foi observada na Vila Antonieta, com retração de 13,25% nos primeiros seis meses do ano.

Confira abaixo os 10 bairros mais valorizados em SP nos últimos seis meses:

  • Piqueri – 25,2%
  • Sítio do Mandaqui  – 20,9%
  • Ponte Rasa – 15,2%
  • Alto de Pinheiros -13,9%
  • Sapopemba -13,7%
  • Cidade São Francisco – 13,3%
  • Brás -13,3%
  • Liberdade -13,2%
  • Água Fria -13,0%
  • Vila das Mercês – 12,5%

Sobre o Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb | Metodologia

A metodologia do Índice usa um modelo de preços hedônico, flexível, e incorpora dezenas de variáveis estruturais e locacionais para melhorar a qualidade e precisão dos dados. Fatores como tamanho, número de vagas de garagem, acessibilidade a escolas, entre outros, são levados em conta. Como resultado, o Índice se mostra um retrato fiel das tendências no mercado.

O Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb está em São Paulo, Rio, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília e tem periodicidade mensal. Acesse grupoquintoandar.com/indice-de-aluguel/ para mais informações.

Leia também: SP atinge marca de R$ 1 bilhão investido em infraestrutura na educação em 18 meses


Fonte: QuintoAndar Imovelweb – Foto: Arquivo/Divulgação/Governo de SP

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Dia da Pizza: brasileiro gasta entre 31 e 70 reais em uma pizza

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O Dia da Pizza, 10 de julho, celebra a existência dessa iguaria bastante consumida no mundo todo e em decorrência da data, a VR, marca de soluções essenciais para facilitar o dia a dia do trabalhador, realizou um levantamento que mostrou que 37% dos respondentes, gastam em média entre 31 e 70 reais em uma pizza. Além disso, 50,5% dos respondentes já deixaram de comer pizza por causa dos preços. Na hora de pagar a conta, os meios mais utilizados são cartão de crédito (59,5%), vale-refeição (56%) e cartão de débito (48%).

O levantamento revelou que a pizza mais consumida é marguerita, com 20% das escolhas, seguida pela calabresa, com 17,3%; e em terceiro lugar ficou a pizza de quatro queijos com mais de 12% de preferência dos participantes. Na dúvida quanto ao sabor, a maioria (92%) pede meio a meio.  Ainda sobre os sabores, pizzas diferentes como a de estrogonofe, sushi, hot dog e outros sabores inusitados, são pedidos por aproximadamente 18,5% dos apreciadores do alimento.

Para 68%, a massa tem que ser fininha, enquanto 23% ainda preferem mais grossa. Existe até o jeito certo de começar a comer: para 66% é começando da ponta para a borda, contra 13% que fazem o contrário. O tamanho ideal da pizza para a maioria (80%) é o grande, com oito fatias, desses, 40% costumam comer três pedaços. Para acompanhar a refeição, 62% disseram optar por refrigerante de cola e 23% por vinho. Como um alimento de integração social, 95% dos respondentes comem acompanhado da família enquanto 46% dividem com amigos.

Final de semana com pizza

Sobre a frequência do consumo do alimento, cerca de 37% comem a cada 15 dias enquanto 27,8% consomem semanalmente. Os dias preferidos de consumo são aos sábados (75%), sextas-feiras (61%) e domingos (48%). Cerca de 65,5% costumam pedir via aplicativo de delivery enquanto 45,5% fazem os pedidos pelo WhatsApp. Mas há ainda quem utilize o telefone, 35,5% ou os que preferem ir até o estabelecimento fazer o pedido no balcão, 26%.

Já sobre nutrição, segundo os critérios utilizados pelo Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde, os ingredientes da pizza tradicional são os alimentos in natura, ou seja, aqueles que não tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza, como folhas e frutos ou ovos e leite; e os minimamente processados, que são os alimentos in natura que foram submetidos a alterações mínimas como grãos moídos na forma de farinhas, raízes e tubérculos lavados, cortes de carne resfriados ou congelados e leite pasteurizado. O levantamento apontou que a pizza congelada é comprada apenas por 19% dos respondentes.

De acordo com Priscila Abondanza, diretora-executiva de experiência do cliente da VR, ter acesso a dados atualizados e fazer uso da tecnologia para isso é essencial para tomar decisões estratégicas e oferecer produtos que atendam às necessidades dos clientes. “É importante que os proprietários de pizzarias vejam a tecnologia como uma forma de potencializar as transações de pagamento, o relacionamento com o cliente e, principalmente, fazer a gestão dos negócios e dos colaboradores”, afirma a diretora.

Leia também: Museu do Ipiranga tem atividades para crianças e suas famílias nas férias de julho


Fonte: VR Soluções – Foto: Aurélien Lemasson/Unsplash

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Extratos bancários têm termos padronizados a partir desta segunda (8)

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Os termos utilizados nos extratos bancários passarão a ser padronizados a partir desta segunda-feira (8). De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a mudança vai abranger inicialmente as denominações existentes para as operações de saque e depósito. Posteriormente, as demais operações financeiras serão incluídas no processo de padronização.

Pela nova nomenclatura, operações como “depósito de cheque no ATM”, utilizada por algumas instituições financeiras quando o cliente deposita cheque nos caixas eletrônicos (ATM) da agência, passam a ser descritas no extrato com a sigla “DEP CHEQUE ATM”.

Já as operações em que o cliente saca dinheiro em espécie no caixa convencional da agência, com o cartão da conta, serão impressas nos extratos como “SAQUE DIN CARTAO AG”.

Segundo o diretor adjunto de Serviços da Febraban, Walter Faria, a medida tem o objetivo de tornar a compreensão das informações mais acessível, principalmente para os clientes que têm ou precisam acessar contas bancárias de mais de uma instituição financeira.

“Atualmente, os bancos usam mais de 4 mil tipos de nomenclaturas diferentes em suas operações, o que gera diferenças significativas entre eles para um mesmo tipo de operação financeira”, destacou.

Leia também: Governo de SP paga quase R$ 600 milhões em bônus a policiais


Fonte: Agência Brasil – Foto: Arquivo

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Picanha taxada e cerveja fica mais cara com reforma tributária; Entenda

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O relatório da reforma tributária traz novidades em relação ao texto aprovado pelo Congresso no ano passado.

Entre as medidas, o grupo de trabalho liderado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), excluiu as proteínas de origem animal dos itens da cesta básica com isenção de IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).

Com isso, carnes bovinas, como a picanha, terão uma taxa parcial de 40% da alíquota geral a ser definida pelo Congresso Nacional. Segundo o relator Cláudio Cajado, a expectativa é de que a alíquota total de 26,5% “será reduzida ao longo da implementação”.

Ainda segundo Cláudio, nunca houve previsão de inserir as carnes entre os itens da cesta básica. O próprio governo não inseriu, afirmou o deputado.

Esse não era o desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que queria proteínas animais com alíquota zerada, ideia rejeitada pelos deputados.

Além das carnes, o imposto sobre bebidas alcoólicas, como cerveja, deve aumentar com o Imposto Seletivo (IS), que visa itens com externalidades negativas.

A proposta da equipe econômica inclui bebidas alcoólicas, como cerveja, no “imposto do pecado“, com tributação proporcional ao teor alcoólico e tamanho do recipiente. O relatório do grupo de trabalho manteve essa tributação, tornando a cerveja mais cara, porém com imposto menor que o de destilados como vodka e cachaça.

Leia também: Centro de Especialidades de Barueri ganha novos serviços na área de fisioterapia 


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução

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Recuperação judicial da Casa do Pão de Queijo é aceita pela Justiça

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Justiça aceitou nesta quarta-feira (3) o pedido de recuperação judicial da Casa do Pão de Queijo. No pedido protocolado na última sexta-feira (28), a rede de cafeterias cita uma dívida de R$ 57,5 milhões.

Agora, a rede possui 60 dias para apresentar um plano de recuperação para seus credores, que precisam aprovar a reestruturação.

O requerimento de recuperação judicial inclui a fábrica e as 28 lojas próprias, todas localizadas em aeroportos, sem as franquias da rede.

Do total da dívida, R$ 244,3 mil seriam devidos a credores trabalhistasR$ 55,8 milhões aos chamados quirografários e R$ 1,3 milhão a credores enquadrados como microempresas e empresas de pequeno porte.

Na ação também consta uma dívida não sujeita aos efeitos do processo de recuperação judicial, que soma R$ 53,2 milhões, sendo R$ 28,7 milhões de passivos tributários.

Em comunicado, a companhia diz que foi impactada pela pandemia de covid-19. O cenário, informou a empresa, foi agravado pelas pelo cenário de juros altos e episódios climáticos “desfavoráveis”.

Leia também: Pedágios ficam mais caros no Estado de SP a partir de segunda-feira (1º)


Fonte: TV Cultura – Foto: Divulgação/Shopping Jundiaí

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Dólar cai quase 2% e fecha dia cotado em R$ 5,56

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dólar comercial encerrou a R$5,56 nesta quarta-feira (3), uma queda de 1,71%. A moeda norte-americana atingiu a menor cotação desde a última quinta-feira (27).

Ao longo do dia, os invasores acompanharam a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, além de outros integrantes da equipe econômica do governo.

Nos últimos dias, Lula fez críticas ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, o que não aconteceu nesta quarta-feira.

Nesta quarta, o presidente Lula afirmou que a responsabilidade fiscal é “um compromisso do governo”. “A gente não joga dinheiro fora”, disse.

dólar fechou em alta na terça-feira (2). A moeda terminou o dia na casa dos R$ 5,66, maior patamar desde 10 de janeiro de 2022, quando custava R$ 5,6742.

Hoje, a moeda, ao final da sessão, fechou em queda de 1,71%, cotado a R$ 5,5683. Assim, o dólar registra queda de 0,36% na semana; recuou de 0,36% no mês; e alta de 14,75% no ano.

 o Ibovespa encerrou com alta de 0,70%, aos 125.662 pontos. Com o resultado, acumula alta de 1,42% na semana, e ganhos de 1,42% no mês; e recuo de 6,35% no ano.

Leia também: Prevenção ao câncer, vitiligo e mudanças climáticas: Governo sanciona 11 leis aprovadas na Alesp


Fonte: TV Cultura – Foto: Rick Wilcking/Reuters

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Cartão de crédito rotativo: portabilidade gratuita poderá ser feita a partir desta segunda (1°)

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Os clientes com dívidas no cartão de crédito rotativo poderão fazer a portabilidade gratuita do saldo devedor de um banco para outro a partir desta segunda-feira (1°).

A medida foi aprovada em dezembro do ano passado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), grupo formado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, e pelo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto.

Com a norma, será possível checar se o banco onde está a dívida original quer fazer uma contraproposta. Nesse caso, a regra também determina que ao menos uma das contrapropostas seja com o mesmo prazo da proposta que foi oferecida pelo concorrente.

“Por exemplo, você vai buscar uma instituição financeira que te ofereça juros menores ou melhores condições de pagamento, e pedir a ela uma proposta. Com isso em mãos, você pode checar se o banco onde você tem a dívida original quer fazer uma contraproposta”, explicou o BC por meio das redes sociais.

Leia também: Pedágios ficam mais caros no Estado de SP a partir de segunda-feira (1º)


Fonte: TV Cultura – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Pedágios ficam mais caros no Estado de SP a partir de segunda-feira (1º)

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Os valores de reajuste anual para as tarifas de pedágios nos trechos de rodovias estaduais sofrerão aumento conforme anunciado pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), nesta quinta-feira (27). A nova medida entra em vigor a partir da próxima segunda-feira, dia 1º de julho.

Publicadas no Diário Oficial de São Paulo, as tabelas mostram um aumento de até 4,4%. Os novos valores serão válidos em 16 das 20 rodovias do estado.

Os trechos incluídos são administrados pelas seguintes concessionárias: CCR AutoBAn, Via Colinas, Ecovias, Arteris Intervias, Renovias, CCR SPVias, Tebe, CCR ViaOeste, CART, Ecopistas, CCR RodoAnel, Rodovias do Tietê, Rota das Bandeiras, SPMar, ViaRondon, Entrevias e Tamoios.

Reprodução/Artesp

Segundo a Artesp, os reajustes consideram a recomposição inflacionária nos últimos 12 meses (de junho de 2023 a maio deste ano) e estão baseados no Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM) e no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IGPM), de acordo com cada contrato.

Veja como ficarão os valores nos pedágios da Região Oeste Metropolitana:

Leia também: Eleições 2024: em SP, 13% votariam em indicação feita por Lula e 12% por Bolsonaro, diz Quaest


*Com informações TV Cultura – Foto: Reprodução/Alesp

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CEO mundial da Enel se reúne com presidente Lula e assegura investimentos de US$ 3,7 bilhões no país

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O CEO mundial da Enel, Flavio Cattaneo, se reuniu na manhã do último sábado (15) na Itália com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e reafirmou que o Grupo fará investimentos de US$ 3,7 bilhões no país. O diretor de Relações Externas da Enel, Nicolò Mardegan, e o ministro de Minas e Energia brasileiro, Alexandre Silveira, participaram do encontro.

O governo brasileiro e a nova gestão da Enel convergiram numa série de pontos, principalmente em relação à informação de que o Brasil é um dos países mais importantes dentro da estratégia de crescimento da empresa. O significativo montante de investimentos que o Grupo direcionou ao país no Plano Estratégico apresentado ao mercado no último mês de novembro marca uma mudança de rumo e um aumento de 45% em relação aos aproximadamente US$ 2,5 bilhões previstos no Plano Estratégico da gestão anterior e demonstra a grande atenção ao Brasil.

Nas redes, em particular, o aumento dos investimentos no Brasil, em relação ao passado, é de 75% (US$ 2,9 bilhões no período de 2024-26, em comparação aos US$ 1,6 bilhão anteriormente previstos no Plano 2023-25).

Após os eventos climáticos extremos que em 2023 causaram interrupções no serviço elétrico em algumas áreas de suas concessões, a empresa decidiu intervir com determinação por meio de um plano que prevê, além do significativo aumento dos investimentos em qualidade e resiliência, também um importante aumento da sua força de trabalho no país, um plano compartilhado com as principais autoridades brasileiras durante vários encontros institucionais nos meses passados, sendo o último deles o de hoje entre o CEO mundial da Enel, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, o presidente brasileiro e o ministro de Minas e Energia do Brasil.

Leia também: Governo de SP prorroga vacinação contra a paralisia infantil até o final de junho


Fonte: FSB Holding – Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Câmara aprova projeto que cria taxação para compras internacionais de até 50 dólares

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Na noite desta terça-feira (11), a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que cria uma taxação para compras internacionais de até 50 dólares. A alíquota é de 20%. O texto agora vai para a sanção presidencial.

A taxação foi inserida no texto durante a tramitação na Câmara em um projeto que originalmente tratava de outro assunto, a criação do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), programa que tem como objetivo reduzir as emissões de carbono da indústria de automóveis até 2030.

Como o projeto sofreu alterações no Senado, teve que voltar a ser analisado pelos deputados. O texto foi aprovado por 380 votos contra 26.

Desde o mês de agosto de 2023, o governo isentava as compras internacionais realizadas on-line no valor de até US$ 50. A medida foi colocada em prática após a publicação de uma portaria do Ministério da Fazenda de junho.

Até então, empresas que aderissem ao programa Remessa Conforme, da Receita Federal, e recolhessem o ICMS, estariam isentas da cobrança.

Já com a nova lei, as compras internacionais serão taxadas duas vezes, com o novo imposto federal e com o ICMS. Vão ser cobradas duas alíquotas diferentes, uma de 20% sobre o valor de US$ 50 e outra de 60% sobre o valor excedente.

Leia também: Orquestra Municipal de Santana de Parnaíba segue com apresentações em junho


Fonte: TV Cultura – Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

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