Copa São Paulo Jr – Ingressos? Veja valores

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Os valores dos ingressos do confronto entre Palmeiras e Santos, válido pela final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, foram definidos.

Com melhor campanha, conforme previsto em regulamento, apenas a torcida palmeirense poderá acessar o Allianz Parque para acompanhar a partida desta terça-feira (25), às 10h.

O torcedor deverá efetuar a inclusão do comprovante do ciclo vacinal completo, e ou teste de PCR realizado 48 horas antes da partida ou teste de antígenos realizado 24 horas antes. Para a compra da meia-entrada, o torcedor deverá comprovar o direito de beneficiário da lei.

Setor InteiraMeia-entrada
Gol SulR$ 40,00R$ 20,00
Gol NorteR$ 40,00R$ 20,00
LesteR$ 60,00R$ 30,00
OesteR$ 80,00R$ 40,00
Superior SulR$ 40,00R$ 20,00
Superior NorteR$ 40,00 R$ 20,00
Superior OesteR$ 60,00R$ 30,00
Superior LesteR$ 60,00R$ 30,00
Divulgação/Federação Paulista de Futebol

Os ingressos poderão ser adquiridos a partir da 00h desta segunda-feira (24) somente pelo site ingressospalmeiras.com.br/


Conforme Resolução SS Nº 151, de 06 de outubro de 2021 publicada no Diário Oficial Poder Executivo – Seção I (34 – São Paulo, 131 (194) – quinta-feira, 7 de outubro de 2021, seguem abaixo as condições de acesso e permanência no estádio:

1- Esquema vacinal completo (duas doses ou dose única), ou, caso tenha apenas uma dose, obrigatório teste negativo para Covid-19 do tipo PCR, realizado até 48 horas antes do ingresso no
estabelecimento, ou do tipo antígeno, realizado até 24 horas antes do ingresso no estabelecimento;

2- Para os não elegíveis na faixa etária para vacinação, ou seja, menores de 12 anos, deverá ser exigido teste negativo contra a Covid-19 do tipo PCR, realizado até 48 horas antes do ingresso no
estabelecimento, ou do tipo antígeno, realizado até 24 horas antes do ingresso no estabelecimento;

3- Uso obrigatório de máscaras de proteção facial durante toda a permanência no recinto;


Fonte/texto: Federação Paulista de Futebol – Imagem: Arte/Divulgação/FPF

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Mundial de Clubes – Fifa prorroga inscrições e Palmeiras ganha tempo

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O Palmeiras anunciaria nesta segunda-feira (24) os 23 atletas inscritos para o Mundial de Clubes, que será realizado nos Emirados Árabes Unidos entre 3 e 12 de fevereiro. A Federação Internacional de Futebol (Fifa), porém, prorrogou para até dois dias antes da estreia na competição o prazo para os clubes enviarem a relação de jogadores.

Segundo a assessoria de imprensa do Verdão, as equipes participantes do Mundial foram informadas da mudança por meio de circular enviada pela entidade, em dezembro. A razão é o aumento de casos do novo coronavírus (covid-19) no mundo.

No caso do Palmeiras, a lista de inscritos pode ser informada até 6 de fevereiro. No dia 8, às 13h30 (horário de Brasília), a equipe de Abel Ferreira encara o ganhador do confronto entre Monterrey (México) e Al Ahly (Egito) no estádio Al Nahyan, em Abu Dhabi, pela semifinal da competição.

O adiamento possibilita ao Verdão a inscrição de jogadores que sejam eventualmente contratados nos próximos dias. A equipe mira, principalmente, o reforço de um centroavante, já que o atacante Luiz Adriano, em atrito com a torcida, não faz parte dos planos e vem treinando separado do grupo.

Caso passe da semifinal, o Palmeiras decide o Mundial de Clubes no dia 12, às 13h30, no estádio Mohammed Bin Zayed, também em Abu Dhabi, contra Chelsea (Inglaterra), Al Hilal (Arábia Saudita), Al Jazira (Emirados Árabes Unidos) ou Pirae (Taiti).


Fonte/texto: Agência Brasil/Lincoln Chaves – Imagem: Reprodução Twitter/SE Palmeiras

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Custo de vida em São Paulo tem maior alta desde 2015, diz Fecomercio

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O custo de vida teve alta de 10% em 2021, na Região Metropolitana de São Paulo, segundo estudo feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fercomercio-SP). A elevação foi a maior, de acordo com a entidade, desde 2015, quando o índice registrou uma alta de 11,56% no custo de vida ao longo daquele ano.

O aumento do custo de vida foi maior para as pessoas mais pobres. Para a classe E, a elevação chegou a 11,38%. Na classe A, a alta ficou em 9%.

Segundo a Fercomercio-SP, o aumento internacional dos preços do petróleo provocou alta de preços em cadeia. Os custos com transportes subiram 20,6%, com elevação de 63,7% dos preços do etanol, 42,8% da gasolina e 41,4% do óleo diesel.

A alta da energia também influenciou os custos de habitação, com aumento de 38% no preço do botijão de gás em 2021 e de 23,2% no gás encanado. A energia elétrica residencial aumentou 25,8%, segundo a Fecomercio, devido a estiagem que atingiu o Brasil no ano passado e levou ao acionamento das usinas termoelétricas.

Na alimentação também ocorreram altas importantes, com aumento de 10% no preço das carnes, de 13,2% na farinha de trigo e 10,2% no leite e derivados.

Em dezembro, a alta do custo de vida ficou em 0,78%. Um percentual ainda elevado, de acordo com a federação, porém mais baixo do que o patamar de outubro (1,41%) e novembro (1,01%). No mês, a maior elevação foi registrada no segmento dos alimentos e bebidas. Subiram os preços do café (9,8%), do mamão (28,7%) e do contrafilé (5,1%).

Na avaliação da Fercomercio, a inflação está perdendo força e, em 2022, o custo de vida ainda deve ser elevado, porém, em um patamar mais baixo do que em 2021. “Uma vez que os impactos mais relevantes da pandemia nos preços já foram absorvidos ao longo dos últimos dois anos”.

Apesar da perspectiva de melhora do cenário econômico, a entidade chama atenção para a necessidade de redução do atual nível de desemprego. “É importante lembrar que o Brasil ainda convive com 13 milhões de desempregados. Por isso, qualquer avanço de preços, sem grandes oportunidades no mercado de trabalho, terá um efeito socioeconômico danoso para as famílias, que, em grande parte, não conseguem recompor as perdas causadas pela inflação.”, destacou a Fecomercio.


Fonte/texto: Agência Brasil/Daniel Mello – Imagem: Geraldo Bubniak/AEN

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População em situação de rua cresceu 31% segundo censo da prefeitura de São Paulo

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Atualmente há 31.884 pessoas nas ruas da cidade. Em 2019, eram 24.344 pessoas: o aumento numérico é de 7.540 pessoas, o equivalente a toda população em situação de rua no Rio de Janeiro. O diagnóstico foi encomendado pela atual administração por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) e motivou a elaboração de uma nova política pública para enfrentar o quadro social agravado pela pandemia de Covid-19 e pela crise econômica: o Programa Reencontro, iniciativa transversal e multidisciplinar do governo que prevê atendimento integral a essa população.


A Prefeitura de São Paulo concluiu o primeiro Censo da População em Situação de Rua realizado na maior cidade do País depois do início da crise sanitária mundial deflagrada pela pandemia de Covid-19 e suas consequências socioeconômicas. O recenseamento, que havia sido feito em 2019, só teria de ser repetido, conforme prevê a legislação municipal, em 2023. No entanto, preocupada com o agravamento da crise e com a necessidade de oferecer respostas rápidas para apoiar ainda mais essa população, a atual gestão se antecipou ao calendário e traçou o diagnóstico completo da realidade atual.

O novo censo, contratado pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) junto à empresa Qualitest Ciência e Tecnologia Ltda, especializada em levantamentos do gênero, foi feito a partir de critérios e metodologia científicos. Os dados apurados revelam tanto o aumento numérico de pessoas vivendo nas ruas quanto o perfil socioeconômico detalhado dessa população.

Enquanto em 2019 havia 24.344 pessoas em situação de rua na cidade, no final de 2021, havia 31.884 pessoas identificadas no Censo. Deste total, 19.209 foram recenseadas quando estavam em logradouros públicos e outras 12.675 enquanto estavam abrigadas nos Centros de Acolhida da rede socioasssistencial do município.

O crescimento numérico, de 7540 pessoas, é maior que o número total de moradores em situação de rua encontrado no município do Rio de Janeiro em 2020: 7.272 pessoas (fonte: Qualitest/IPP).

Outra comparação que dá a dimensão da nova realidade paulistana indica que o contingente em situação de rua já é maior que o número de habitantes da maioria das cidades do Estado. Para se ter uma ideia, das 645 cidades paulistas, 449, ou 69,6% do total, têm quantidade de moradores menor do que a população em situação de rua aferida na cidade de São Paulo.

Programa Reencontro

Para fazer frente à nova realidade, a Prefeitura já começou a agir com base na radiografia apontada pelo Censo 2021. Por determinação do prefeito Ricardo Nunes, está nascendo o Programa Reencontro, que prevê moradias transitórias e ações intersecretariais imediatas capazes de acolher, a curto e médio prazos, as milhares de pessoas que foram para as ruas desde o início da pandemia. “Antecipamos o recenseamento e estamos trabalhando com base em dados técnicos para garantir atendimento qualificado a esses cidadãos paulistanos que vão ser beneficiados pelo Reencontro já ainda este ano” , destaca o prefeito.

O Programa Reencontro é uma iniciativa inédita em São Paulo e parte de conceitos universais e de experiências bem-sucedidas ao redor do mundo. Ele prevê a reestruturação da abordagem e acolhimento existentes, maior oferta de vagas na rede municipal, um tripé de moradia formado por locação social, renda mínima e moradia transitória, além de capacitação profissional e intermediação para o encontro de postos de trabalho.

O novo programa é intersecretarial e já conta com imóveis reservados, por exemplo, para a criação de moradias transitórias. “É o grande desafio da Assistência Social neste momento. Sabemos que a chave da porta da moradia, ainda que em regime temporário, abre várias outras portas. A proposta é priorizar primeiro a moradia para que outros degraus sejam alcançados”, pondera o secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Carlos Bezerra Jr.

Efeitos mais evidentes da pandemia

Os dados do Censo revelam que em relação ao levantamento de 2019, os distritos na região administrativa da Subprefeitura da Mooca registraram o maior aumento de concentração de pessoas em situação de rua. Em 2019, havia 1.419 pessoas na região e, agora, há 2.254: um crescimento de 170% em apenas dois anos.

Já na região administrada pela Subprefeitura da Sé, o aumento em números absolutos foi de 973 pessoas. Os motivos de a população de rua se concentrar em sua maioria nos bairros ao redor da área central permanecem inalterados, ou seja, estão relacionados a fatores como mobilidade, trabalho e facilidade de alimentação.

O relatório final indica crescimentos bastante significativos da população em situação de rua também em regiões como Perus, Vila Maria-Vila Guilherme e Santana-Tucuruvi, na Zona Norte; Penha, Itaquera, Ermelino Matarazzo, São Miguel Paulista, Sapopemba, Guaianases e Itaim Paulista, na Zona Leste; e Ipiranga, Vila Mariana, Jabaquara e M’Boi Mirim, nas zonas Sudeste e Sul. Em todas essas regiões, o crescimento numérico de pessoas vivendo nas ruas foi superior a 100%.

Outro indicador de crescimento é a quantidade de pontos de concentração de pessoas encontrada pelos recenseadores durante o trabalho nas ruas: em 2019, havia 6.816 pontos. Em 2021 o número de pontos de abordagem saltou para 12.438, ou seja: aumentou 82,5%.

Famílias e barracas nas ruas

O número do que os recenseadores classificam como “moradias improvisadas” (barracas) nas ruas cresceu 330% em 2021, considerando-se os números de 2019. Enquanto no recenseamento anterior havia 2.051 pontos abordados com barracas improvisadas, em 2021 foram computados 6.778 pontos.

Na mesma esteira cresceu também o número de entrevistados informando ter, no local em que foram abordados nas ruas, a companhia de alguma pessoa que considera ser integrante de sua família.  Enquanto em 2019, 20% da população em situação de rua deu esta declaração, em 2021 o percentual subiu para 28,6%.

Esse é um dos indicadores que sinaliza para o crescimento do número de famílias vivendo nas ruas da cidade. Segundo os analistas da Qualitest, tanto o crescimento expressivo do número de barracas, quanto o de pessoas afirmando considerar que estão nas ruas com alguém de sua família são resultados importantes para se chegar à conclusão de que houve “a provável ida de um perfil mais familiar” para a situação de rua, possivelmente por motivação econômica.

Outro dado importante é que o percentual de mulheres em situação de rua cresceu de 14,8% do total dessa população, em 2019, para 16,6% em 2021. Do mesmo modo, a população trans/travesti/agênero/não binário/outros também aumentou: representava 2,7% em 2019, e agora, soma 3,1% da população nas ruas da cidade.

O perfil majoritário continua masculino, em idade economicamente ativa, idade média de 41,7 anos em 2021. Do total de pessoas em situação de rua na capital paulista, 70,8% são pretos ou pardos, registram os dados oficiais do Censo 2021.

Perfil da população em situação de rua

A pesquisa do perfil socioeconômico da população em situação de rua na cidade aprofundou informações demográficas, sobre escolaridade, trabalho e renda, cidadania, saúde e relações familiares entre outras, proporcionando um conhecimento essencial para apoiar a organização da política de atendimento a esse segmento populacional.

O levantamento mostrou que 96,44% das pessoas em situação de rua na cidade são nascidas no Brasil e apenas 3,56% são estrangeiros. Do total, 39,2% das pessoas são naturais da cidade de São Paulo, 19,86% são de outras cidades do estado de São Paulo e 40,94% são naturais de outros Estados do Brasil. As pessoas de outros Estados são oriundas principalmente da Bahia, 8,47%, Minas Gerais, 5,44% e Pernambuco, 5,28%.

O principal motivo que trouxe 52% das pessoas não naturais de São Paulo para a cidade foi a busca por trabalho/emprego. Já os dados sobre educação mostram que 93,5% das pessoas em situação de rua na cidade frequentaram escola, 92,9% sabem ler e escrever, 4,2% concluíram o ensino superior, 21,4% têm ensino médio completo e 15,3% concluíram o ensino fundamental.

Os principais motivos apontados pelos entrevistados para estarem situação de rua foram os conflitos familiares (34,7%), a dependência de álcool e outras drogas (29,5%) e a perda de trabalho/renda (28,4%).

O levantamento também mostra que após a situação de rua 42,8% não trabalham, 33,9% estão vivendo de bicos, 16,7% trabalham por conta própria, 3,9% empregados sem registro em carteira e 2,2% empregados com registro em carteira, ou seja, a maioria das pessoas que estão em situação de rua trabalha de alguma maneira.

O desejo de sair das ruas é da imensa maioria: 92,3%. Apenas 6% dos entrevistados disseram que não desejavam deixar de viver em situação de rua. Quando indagados sobre o que faria com que eles deixassem as ruas, para 45,7% é o emprego fixo, seguido da moradia (23,1%), retornar para a casa de familiares ou resolver conflitos (8,1%), superar a dependência de álcool e outras drogas (6,7%).

Questionados também se tiveram Covid-19, 85% das pessoas em situação de rua declararam que não tiveram covid-19, 6,8% tiveram suspeita, mas não confirmaram com realização de exame, 3,8% tiveram covid-19 com confirmação através de exame e não precisaram de internação hospitalar, 2% tiveram covid19 com confirmação através de exame e precisaram ser hospitalizados, enquanto 1,5% teve suspeita, mas não fez exame.

Programa Reencontro

O Programa Reencontro cria políticas públicas intersecretariais voltadas à população em situação de rua, atuando em um tripé da proteção integral: conexão, cuidado e oportunidade.

O objetivo do eixo de “Conexão” é estimular a recriação de vínculos pré-existentes e o fortalecimento da rede de apoio, lembrando que o primeiro elemento de conexão entre o poder público e o indivíduo em situação de rua é a abordagem social, sendo, portanto, um instrumento fundamental de vinculação das pessoas à política púbica e às demais etapas e eixos do Programa Reencontro.

Será remodelada a forma de abordagem com foco no aprimoramento dos métodos, roteiros, sistema e encaminhamentos. No eixo do “Cuidado”, o programa estabelece que serão oferecidas moradias subsidiadas para aqueles que não possuem renda suficiente, nas seguintes modalidades:

• Locação Social: aluguel subsidiado conforme renda;

• Renda Mínima: auxílio pecuniário para pessoas sem problemas de drogadição.

• Moradia transitória: unidades com alta rotatividade para que se busque evitar o processo de cronificação, promovendo rápido resgate da autonomia.

Já para o eixo de “Oportunidade”, a Prefeitura de São Paulo atua como intermediadora da mão de obra e emprego, através da capacitação profissional, da alocação em contratos públicos (Decreto nº 59.252/20), da busca ativa por vagas e pelo estímulo à contratação no setor privado.

O Reencontro estabelece, também, que as ações que visam a autonomia através do emprego e renda sejam realizadas no âmbito do Programa Operação Trabalho (POT), cujo objetivo é conceder atenção especial ao trabalhador desempregado, residente no município de São Paulo, em caráter temporário ou não, com acompanhamento e avaliação, sempre que necessário.

Metodologia do Censo

A nova Pesquisa Censitária da População em Situação de Rua foi contratada por licitação pela Prefeitura na modalidade pregão eletrônico em setembro do ano passado. A empresa vencedora foi a Qualitest Inteligência em Pesquisa e o contrato firmado tem valor de R$ 1,7 milhão.

Pelo edital, o trabalho foi dividido em três etapas que obedeceram metodologia científica e prazos distintos de conclusão. O levantamento completo permite aferir: a identificação quantitativa e espacial da população em situação de rua na cidade; o perfil socioeconômico completo dessa população; e as necessidades específicas encontradas com base nos resultados detalhados dos dois primeiros levantamentos.

A Qualitest tem expertise em censo de populações em situação de rua e trabalhou com uma equipe de campo formada por 220 colaboradores, entre recenseadores, observadores/facilitadores e supervisores, todos com treinamento para a coleta de dados e aplicação de questionários.

Com a conclusão da primeira fase do recenseamento, tiveram início a caracterização socioeconômica da população adulta e o relatório temático de identificação das necessidades dessas pessoas na cidade. A pesquisa do perfil socioeconômico da população em situação de rua aprofundou informações demográficas, sobre escolaridade, trabalho e renda, cidadania, saúde e relações familiares e sociais de cada pessoa, entre outros itens.

Já o Relatório Temático de Identificação das Necessidades lista o conjunto de necessidades dimensionadas no perfil socioeconômico de um lado, e os serviços existentes de atendimento à população em situação de rua, de outro. A Qualitest entrega à Prefeitura, por meio da SMADS neste projeto, portanto, três produtos principais: Relatório do Censo, Relatório da Pesquisa Amostral e Relatório da Pesquisa de Identificação de Necessidades, esta última, em fase de elaboração.

Todo o trabalho dá embasamento e subsídios ao aprimoramento da Política Municipal de Atendimento à População em Situação de Rua da atual gestão municipal.


Fonte/texto: SECOM – Prefeitura de São Paulo – Imagem: Freepik

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Prefeitura de Osasco divulga concurso público para 160 vagas na GCM

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A Prefeitura de Osasco divulgou no IOMO (Imprensa Oficial do Município de Osasco), de 18/1, a abertura das inscrições do Concurso Público para o preenchimento de 160 vagas para a Guarda Civil Municipal – 3ª Classe. A taxa de inscrição é de R$ 68,50.

O salário inicial será de R$ 1.309,02, acrescido de 80% de adicional de Regime Especial de Trabalho Policial (RETP), além disso, a jornada de 40 horas semanais está sujeita a escalas de revezamento e plantões.

Serão 80 vagas para mulheres e outras 80 para homens. Para participar, é necessário que os candidatos possuam escolaridade de nível médio completo e Carteira Nacional de Habilitação nas categorias B, C ou superior.

Os interessados podem se inscrever a partir das de 01/02 até as 23h59min do dia 10/03, exclusivamente pela internet no site da Fundação VUNESP, mediante o pagamento da taxa de inscrição que poderá ser feito por meio de cartão de crédito no próprio site ou de boleto bancário (gerado até 23h59min do último dia de inscrições), em qualquer agência bancária, até o dia 11/03.

Será concedida isenção do valor da taxa de inscrição ao candidato que comprove que realizou duas doações de sangue nos 12 meses que antecederam a inscrição do concurso e que resida em Osasco. O pedido deve ser feito a partir das 10h 01/02 até as 23h59min de 02/02.

A seleção acontecerá em três etapas. Na primeira delas, os candidatos serão avaliados em por meio de prova objetiva, prevista para ser aplicada no dia 17/04, no período da tarde. A segunda etapa consiste em teste de aptidão física e, a terceira, a Avaliação Psicológica. A organização do concurso vai seguir todos os protocolos sanitários, com a obrigatoriedade de máscaras, distanciamento e utilização de álcool em gel.

Este Concurso Público, conforme a publicação do edital, terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

Serviço

Concurso Pública para GCM

Edital no IOMO de 18/1, disponível no portal da prefeitura (www.osasco.sp.gov.br)

Inscrições: de 01/02 a 10/03 no site da Vunesp (www.vunesp.com.br)


Fonte/texto: SECOM – Osasco/Juliana Oliveira – Imagem: Marcelo Deck/SECOM – Osasco

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Sads Barueri abre vagas para curso gratuito de perfumaria e cosmética artesanal

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A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Barueri (Sads) irá disponibilizar vagas para mais uma oficina de geração de renda à população. Trata-se do curso de Cosmética Artesanal e Perfumaria, totalmente gratuito.

A inscrição é aberta para moradores de Barueri maiores de 18 anos e poderá ser realizada no período de 24 de janeiro a 4 de fevereiro de 2022 ou até durarem as vagas. Os interessados devem ir à sede da Sads, que fica na Avenida Vinte e Seis de Março, 1.159 – Jardim São Pedro, das 8h às 16h30. É necessário apresentar RG, CPF e comprovante de endereço.

Temp
Imagem: Divulgação/SECOM – Barueri

O curso tem carga horária total de 48 horas. Serão 12 dias de aula ao todo, ocorrendo três vezes por semana (segunda, quarta e sexta-feira) nas seguintes opções de horários: das 8h às 12h ou das 13h às 17h. As aulas devem começar dia 7 de fevereiro e o térmico está previsto para 7 de março.

Todas as aulas serão ministradas no prédio da Sads e obedecerão às regras sanitárias vigentes para proteção contra a Covid-19.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 4199-2801 ou 4199-2800 nos ramais 199, 220 244.


Fonte/texto/foto: SECOM – Barueri – Imagem capa: Freepik

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Começou o Festival de Verão de Campos do Jordão

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O 1º Festival de Verão de Campos do Jordão começou no último sábado (22) e segue até o dia 13 de fevereiro com 54 apresentações musicais divididas em dois eixos, Música Popular e Música  Erudita.

De acordo com a  Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, a proposta é ampliar o alcance do festival e explorar novas linguagens e formatos musicais. O evento terá 26 concertos gratuitos e 22 apresentações online, exibidos no YouTube do evento e também na plataforma #CulturaEmCasa. 

O festival vai contar também com a inauguração do auditório do Parque Capivari, com capacidade para 700 pessoas e 110 músicos, palco com 250m², além de backstage de 50m² e um camarim com 35m². O novo espaço irá abrigar a abertura e o encerramento do evento.

O eixo de Música Popular contará com os seguintes artistas: Paula Lima (que abre o evento ao lado da SP Big Band, no dia 22), João Bosco, Sujeito a Guincho, Mestrinho, Guinga, João Camarero, Cristóvão Bastos, Thiago Amud, Dori Caymmi e André Mehmari. 

Pelo eixo de Música Contemporânea do Festival as atrações são a cantora indiana Varijashree Venugopal; o norte-americano Derek Bermel com o Trio Arquè; os conjuntos Percorso Ensemble, Desvio, Martelo e São Paulo Chamber Soloists; o violonista Fabio Zanon e Arrigo Barnabé, e ainda a cantora, compositora e instrumentista carioca Clarice Assad. A programação completa pode ser acessada em http://www.festivalcamposdojordao.org.br/


Fonte/texto: Agência Brasil/Ludmilla Souza – Imagem: SECOM – Campos do Jordão

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Masp inaugura iluminação noturna no aniversário de São Paulo

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O Museu de Arte de São Paulo (Masp) irá inaugurar no próximo dia 25, aniversário de 468 anos da capital paulista, a nova iluminação externa do edifício, um dos símbolos da cidade de São Paulo. O novo sistema de iluminação vai destacar a estrutura arquitetônica do prédio por meio da instalação de luminárias de alta eficiência energética. O vão-livre também terá um aumento na iluminação.

“Pela primeira vez o prédio do Masp, tão integrado à vida da cidade, vai poder ser apreciado em toda a sua imponência e com seus traços únicos também durante a noite”, destaca o diretor-presidente do Masp, Heitor Martins. A partir do acionamento do novo sistema, o prédio ficará iluminado de domingo a domingo no período noturno.

No dia da inauguração, o acesso ao museu será gratuito, com horário de funcionamento estendido das 10h às 21h. No fim da tarde, a partir das 18h, as persianas da galeria do 2º segundo andar do museu, que normalmente permanecem fechadas para preservação das obras, serão abertas. Dessa forma, quem estiver no interior do prédio poderá apreciar a vista do entardecer, e quem passar pela avenida Paulista poderá ver as obras expostas nos cavaletes de vidro projetados por Lina Bo Bardi, uma das marcas características do Masp.

Os ingressos gratuitos, para o dia 25, têm de ser reservados pelo site https://masp.org.br/ingressos.

Fachada do Museu de arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp, na Avenida Paulista.
Fachada do Museu de arte de São Paulo Assis Chateaubriand – Masp, na Avenida Paulista, durante o dia. – Rovena Rosa/Agência Brasil

Fonte/texto: Agência Brasil/Bruno Bocchini – Imagem: Divulgação/Masp

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Jandira anuncia início da vacinação infantil contra a Covid-19 para crianças sem comorbidades

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A Secretaria de Saúde de Jandira, anunciou, na tarde deste sábado (22), que o início da vacinação contra a Covid-19 para crianças sem comorbidades, a partir de 6 anos, será na próxima segunda-feira (24), em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município, das 09h às 16h.

Para agilizar o processo e evitar filas e aglomerações, é recomendável realizar o pré-cadastro através do Vacina Já, plataforma criada pelo Governo do Estado de São Paulo, disponível em: vacinaja.sp.gov.br.

Além disso, a vacinação continua para as crianças que sejam portadoras de deficiências, indígenas, quilombolas ou que pertençam ao grupo de comorbidades, descritas neste link: https://jandira.sp.gov.br/noticia_completa.php?id=422, e que ainda não se vacinaram nesta primeira semana de liberação da imunização infantil. 

Para receber o imunizante, é obrigatória a apresentação do cartão do SUS ou RG da criança. Caso ela ainda não possua, os responsáveis devem providenciar o quanto antes. É possível emitir o CPF no Banco do Brasil ou nos Correios, ambos localizados na Avenida Carmine Gragnano, nos números 26 e 77, respectivamente. Para a emissão do cartão do SUS, basta solicitar na UBS mais próxima da residência.


Fonte/texto: SECOM – Jandira/Beatriz Regiani – Imagem: Rawpixel

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Hortas comunitárias resistem à urbanização em São Paulo

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Quem entra na Rua Marquês de Herval, na Vila Saúde, em São Paulo, em princípio não vê nada de diferente. Mas em meio a casas e prédios, um estreito portão de ferro oferece passagem a um verdadeiro oásis. O Bosque das Mandalas é uma das 273 hortas registradas na capital paulista, segundo a plataforma Sampa Mais Rural, da prefeitura. Mais que a produção compartilhada entre voluntários e moradores, as plantações são experiências comunitárias que promovem alimentação saudável e encontro solidários.

“Já fizemos a feira. Levamos folhas de brócolis, almeirão, serralha, capuchinha, que eu não conhecia, mas comi as flores, uma delícia, e a salada ficou muito bonita. Levei limão. Só de saber que é sem agrotóxico é bom demais”, afirma Vilma Souza, 67 anos, que é de Goiânia, mas está em São Paulo para passar uma temporada com a filha. “Foi só assim que ela conseguiu me convencer a vir. Eu adoro verde, mexer com terra”, relata. Era o primeiro dia de Vilma no local. O espaço do Bosque das Mandalas é cedido pela empresa de energia (Enel), proprietária do terreno. 

Em faixa de terra que vai de uma rua a outra, a torre da Enel ocupa pequena área entre mais de 200 espécies não catalogadas, conforme estimativa de Clélia Carretero, 63 anos, uma das idealizadoras da horta que já tem cinco anos. “A agrônoma Débora Ota, que mora aqui ao lado, deu muitas dicas de Pancs – plantas alimentícias não convencionais. Ela disse: ‘planta taioba, que pode usar como couve’. No ano retrasado, conhecemos mais uma turma que quis trabalhar com tijolinho de bioconstrução, e erguemos essa parede. Tudo tem um pouco de cada pessoa que mora no bairro”, conta.

O Sampa Mais Rural reúne iniciativas de agricultura, turismo e alimentação saudável. No site da plataforma é possível visualizar a localização das hortas espalhadas pela cidade.


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Solidariedade e encontro

A cuidadora Edilane de Souza, 33 anos, conhecida como Dila, mora há um ano em apartamento ao lado da horta. Ela acompanha Sueli Albano, 73 anos, que vem para o local aproveitar a sombra e o verde. Enquanto Sueli descansa, Dila ajuda as companheiras a tirar o mato, colher alimentos e plantar novas mudas. “Eu acho uma maneira bonita de ajudar, ser voluntária, ajudar as pessoas. E adoro trabalhar com a terra”, relatou à Agência Brasil. Clélia conta que o trabalho é feito em mutirão e é preciso sempre divulgar para que mais pessoas participem. “É trabalho de formiguinha. Usamos as redes sociais”.

Ana Borba, 82 anos, é a mais experiente da turma. “Esta aqui é a nossa curandeira natural”, diz Clélia. Ana, com um facão na mão e muita disposição, mostra orgulhosa os feitos dela na horta: “Plantei uma bananeira ontem, daquele pé de café, eu já fiz o pó e dei uma colher de sopa para cada um aqui. Fiz colorau com urucum, cará chinês é bom para regular diabetes e, com romã, você melhora a garganta”. O passeio pela horta mostrou que tudo ali tinha muito da sabedoria da Ana. Ela diz que o local é um reencontro com a infância, quando morava numa fazenda. “Moro ali ó, o pessoal diz que eu sou a vigia da horta”, brinca, apontando para a janela do prédio em que vive.

Conhecimento e integração

Na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), região oeste paulistana, a horta comunitária também é um meio de integração. “É um local de aprendizado. Sempre falo que é um lugar muito horizontal, uma grande coisa para uma instituição hierárquica, que tem a figura do professor como detentor de todo o conhecimento. A horta é onde o jardineiro sabe mais do que eu em relação à produção de muita coisa”, explica Thais Mauad, pesquisadora do Departamento de Patologia e fundadora da horta comunitária da FMUSP.

Já são oito anos de funcionamento. “A gente hoje fornece temperos para o Hospital das Clínicas. Toda semana, a equipe de nutrição vem aqui na horta, e a gente cede os temperos: cebolinha, salsinha, tomilho”, enumera. Outra ação relacionada à iniciativa é o oferecimento de uma disciplina de medicina culinária. “É justamente mostrar para o futuro médico a importância da alimentação saudável na gênese e no manejo de doenças”, explica. A professora lembra que essa é uma tendência entre os cursos de medicina, pois “sabe-se que a alimentação está na gênese de muitas doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguns cânceres”.

Thais explica que a horta é cuidada com trabalhos em mutirão e o apoio voluntário da comunidade. O que é produzido pode ser colhido para uso próprio. “A gente está vivendo uma situação de insegurança alimentar no país que é muito triste, com políticas públicas em relação à alimentação sendo desmanchadas, então a questão da alimentação permeia a educação médica”, acrescenta. 

De acordo com o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), nos últimos meses de 2020, 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no país enfrentaram algum grau de insegurança alimentar.


Fonte/texto: Agência Brasil/Camila Maciel – Imagem: TV Brasil

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