Programa Social Família Cajamar recebe cadastro de comerciantes

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A Prefeitura de Cajamar, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, lançou o Programa Família Cajamar. Trata-se de um programa de benefício financeiro, na modalidade transferência de renda, que tem como intuito ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade social do município.

O Programa Família Cajamar irá entregar para cerca de 2.500 famílias em situação de vulnerabilidade social do município um cartão magnético contendo um crédito no valor de R$ 150,00 mensais. Para as famílias que possuem pessoas com deficiência, o benefício terá acréscimo de R$ 100,00 por mês.

Além de contribuir com a renda familiar, a proposta tem como objetivo fomentar o comércio local e a geração de renda, visto que, o valor será destinado para aquisição de gêneros alimentícios, gás de cozinha, material escolar, vestuário, calçados, remédios e afins, nos estabelecimentos comerciais do município de Cajamar.

O benefício social acima será gerenciado pela empresa Prime Benefícios, vencedora do processo de licitação 69/2021, qual comunica aos interessados que receberá requerimentos de cadastro para credenciamento em sua rede para atendimento ao benefício da prefeitura de Cajamar. Poderão se credenciar estabelecimentos cujo ramo de atividade esteja vinculado aos mencionados acima desde que atendidas as exigências legais pertinentes a categoria.

Os comerciantes interessados em credenciar os seus estabelecimentos devem manifestar o seu interesse através dos contatos abaixo:

Telefone: (19) 98324-0097 ou pelo e-mail: [email protected]
Os locais credenciados deverão conter comunicação visual com fácil identificação do programa Família Cajamar, que será feita com adesivos enviados pela gerenciadora Prime Benefícios.


Fonte/Texto/Foto: SECOM – Cajamar

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Verão começa nesta terça-feira(21) no Brasil

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Começa nesta terça-feira (21), às 12h59 (horário de Brasília), o verão no Hemistério Sul. Marcada pela elevação da temperatura em todo o país, em função da posição do Sol mais ao sul, a estação tem dias mais longos que as noites, além de mudanças rápidas nas condições de tempo, como chuva forte, queda de granizo, vento com intensidade (moderada a forte) e descargas elétricas. A estação termina no dia 20 de março de 2022, às 12h33, dando lugar ao outono.

De acordo com o prognóstico climático divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as chuvas no verão serão acima da média na maior parte do país, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, nordeste de Roraima e leste do Nordeste.

Segundo o boletim, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas serão ocasionadas principalmente pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é a responsável pela ocorrência de chuvas.

Em média, os maiores volumes de precipitação podem ser observados sobre as regiões Norte e Centro-Oeste, com totais na faixa entre 700 e 1.100 mm.

De acordo com o prognóstico, há uma probabilidade superior a 60% de que se mantenha o fenômeno La Niña durante o verão, podendo atingir a intensidade de moderado entre este mês de dezembro e janeiro/2022.


Fonte/Texto: Agência Brasil – Foto: Fernando Frazão/AB

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Fim de ano é armadilha para compradores compulsivos

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Um armário cheio de roupas ainda sem usar, peças e produtos comprados sem necessidade e a sensação de prazer imediato que desaparece dias após a compra foram os sinais que fizeram a jornalista Flávia Vargas, 44 anos, perceber que estava comprando por compulsão. 

“Comecei a ter compulsão por compras durante a pandemia. No início do isolamento social, descobri dois aplicativos de vendas e não parava de comprar. Dava uma sensação de prazer, de compensação pela ansiedade do momento. As compras se tornaram incontroláveis. Meu armário ficou abarrotado, inclusive com roupas que ainda não usei”, conta. 

Mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento e a abertura do comércio, ela continuou comprando pelos aplicativos. “Eles oferecem tantos atrativos que se tornou um hábito entrar neles todos os dias, ainda que fosse apenas para dar uma olhadinha e favoritar as peças que mais gostei. Não cheguei a me endividar, mas os gastos prejudicaram muito meu controle orçamentário e meu fluxo de caixa, sendo que sempre fui bastante regrada com dinheiro.”

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 8% da população mundial sofre de oniomania, compulsão por compras, também chamada de consumismo compulsivo e Transtorno do Comprar Compulsivo (TCC).

A patologia é responsável pelo giro de mais de US$ 4 bilhões na América do Norte. Entre 80% e 94% dos compradores compulsivos são mulheres, cujo transtorno costuma surgir por volta dos 18 anos, mostrou pesquisa publicada na Revista Brasileira de Psiquiatria.

Para o psiquiatra Adiel Rios, o isolamento social imposto pela pandemia de covid-19 contribuiu para o aumento no número de casos desse transtorno.

“Com as portas fechadas, muitas lojas migraram para o e-commerce e quem já atuava neste modelo, reforçou a atuação nas vendas online. E os aplicativos de redes nacionais e internacionais são uma grande armadilha para os compradores compulsivos: eles disponibilizam cupons de descontos, pontos para cada compra realizada, que são revertidos em desconto para novas compras, entre outros atrativos. Para quem possui o transtorno, acabou sendo uma forma fácil de comprar, e de maneira descontrolada”, detalha o médico que atua no Programa de Transtorno Bipolar do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo ele, mesmo com a abertura do comércio, o comprador compulsivo continua utilizando as ferramentas disponíveis no ambiente online, pois basta pegar o celular, entrar no aplicativo e comprar o que quiser, a qualquer hora e em qualquer lugar.

 “A única forma de interromper este ciclo vicioso seria uma utilização racional ou até mesmo um distanciamento destes aplicativos. Enquanto eles estiverem disponíveis no celular, será muito difícil impedir as compras compulsivas, principalmente se a pessoa estiver ansiosa, precisando preencher um vazio ou suprir alguma carência”, afirma Rios, pesquisador no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.

Quando percebeu que havia algo por trás da compulsão por compras, Flávia procurou ajuda médica especializada e, hoje, mantém acompanhamento com psiquiatra e psicólogo. “Fui diagnosticada com depressão e transtorno bipolar. Estes quadros geraram em mim sintomas como ansiedade e comportamentos impulsivos. Estou me tratando com antidepressivo e lítio, que ajuda a conter as compulsões, além de acompanhamento psicológico.” 

Além da medicação, a jornalista tem procurado seguir as orientações dos especialistas em relação ao comportamento no dia a dia. “Quando estou no celular, evito acessar os aplicativos [de compras], algo que era impossível antes do tratamento. Na época, eu simplesmente olhava as peças, gostava e comprava. Hoje, nas poucas vezes que entro e gosto de alguma coisa, consigo pensar com mais racionalidade e me questiono: será que eu realmente preciso disso?”. 

Compras de fim de ano

Com a proximidade do fim do ano, quando há um maior apelo por compras devido ao Natal e ao décimo-terceiro salário, o psiquiatra afirma que há chances de o hábito de adquirir compulsivamente se intensificar. Além disso, com o comércio aberto em horário estendido e sem restrições, aumentam-se os canais de aquisição de produtos.

“A partir do momento em que o comprador compulsivo mergulhou nas vendas online durante a pandemia, dificilmente irá abandonar o hábito que se tornou sua válvula de escape no isolamento. Com a reabertura, a pessoa volta a comprar na rua (quando sair) e também pelo celular (quando estiver em casa). Ou seja, nunca houve tempo perdido, pois o compulsivo não deixou de comprar. De certa forma, essa descoberta pelas compras online durante o isolamento intensificou a compulsão”. 

Para Flávia, que está em tratamento, a estratégia para se controlar já foi traçada: ela só comprará presentes para a família. “Não tenho nem mais coragem de comprar nada para mim agora. Também não me sinto no direito de gastar comigo mesma, depois de tantas compras desnecessárias que fiz. Inclusive, já separei muitas roupas para doar no Natal. O retorno à realidade me fez enxergar de novo que há pessoas que realmente precisam muito mais do que eu.”

Transtornos associados 

Famílias de compradores compulsivos mostram maior tendência a desenvolver outros transtornos como do humor, dependência química e transtornos alimentares. “Além disso, há uma relação bastante próxima entre a oniomania com o transtorno obsessivo compulsivo e o transtorno bipolar. A soma destas patologias com as distorções sobre o ato de consumir motiva o comprador compulsivo a desenvolver uma suposta segurança por meio das compras”.

Ao ficar longos períodos sem consumir, a pessoa que tem compulsão por compras também pode sofrer de abstinência com sintomas similares aos da dependência do uso de substâncias químicas: irritabilidade extrema, perda de autoestima, sintomas de humor deprimido, ansiedade e oscilações de humor.

O psiquiatra cinta ainda outros sinais da doença:

– Descontrole financeiro:  Além das “armadilhas virtuais”, o consumo ganhou atratividade por meio de maiores facilidades de pagamento ou diversas ofertas pontuais. “Hoje, há várias formas de um comprador compulsivo se enrolar financeiramente, seja pagando o mínimo do cartão de crédito, aderindo ao cheque especial ou contratando crediários”. 

– Compras escondidas:  Para o indivíduo com oniomania, comprar sem ninguém saber e esconder os itens em casa já são parte do processo de compra. “Por ser considerada uma postura socialmente reprovável, o medo da censura e do julgamento explicam o comportamento de nutrir a compulsão em segredo”, diz Adiel Rios. 

– Peças repetidas, esquecidas ou nunca usadas: a pessoa compra itens sem experimentar ou praticamente iguais, pois nem se lembra do que tem no armário. “Em um determinado momento, o indivíduo não tem nem mais espaço para guardar tanta coisa e acaba amontoando tudo no fundo do guarda-roupa, ficando esquecido por lá”, completa o psiquiatra. 

– Sensação de culpa após uma compra: como em outros transtornos, após efetuar uma compra e vivenciar a sensação de prazer, vem depois o sentimento de culpa e sofrimento. “Quando acaba aquele bem-estar, ocorre uma sensação de impotência diante do descontrole da compra. Logo, surge o ciclo de prazer-luto, sendo consequência da visão distorcida sobre a finalidade do consumo em nossas vidas”. 

– Origem familiar e genética: não há estudos definidos que comprovem as causas da doença, mas a literatura médica relaciona o transtorno a alguns fatores. “Um deles está associado com a história comportamental da família do indivíduo”, diz o especialista.  

Tratamento

Segundo o psiquiatra, há inúmeras abordagens terapêuticas capazes de auxiliar quem sofre deste transtorno.

“Os tratamentos incluem o acompanhamento por fármacos, como ansiolíticos e antidepressivos, psicoterapias e até consultoria com um especialista em finanças pessoais. Os tratamentos têm como objetivo atribuir um novo significado à relação gratificação-recompensa, mostrando que há outros caminhos para lidar com as dores e formas muito mais saudáveis de obter bem-estar e prazer na vida”.

Há ainda grupos de apoio, como o Devedores Anônimos, onde outros compulsivos compartilham suas experiências. 

Controle dos gastos

Na opinião da educadora financeira Lorelay Lopes, para o consumidor sem ou com compulsão por compras, a regra é simples: um orçamento bem estruturado. “Quando você tem, na ponta do lápis, todas as suas contas, inclusive os pequenos gastos, você passa a ter clareza do quanto ainda pode gastar. O problema não está em comprar aquele sapato que vai combinar apenas com um vestido do seu guarda-roupa. Nem naquele descascador de abacaxi que vai fazer o serviço de qualquer outra faca já disponível na gaveta da cozinha. O problema está em gastar sem ter orçamento livre para pagar.” 

Quem tem compulsão por compras convive todos os dias com a culpa. “Um orçamento bem feito elimina este sentimento a partir do momento que você tem certeza que todas as compras foram feitas de forma consciente. Se o orçamento permite, tudo bem em gastar. Claro que esse orçamento também tem que incluir seus investimentos a longo prazo, afinal ninguém vive somente do presente. Não pensar no futuro também vai tirar aquela sensação de tranquilidade ao deitar a cabeça no travesseiro pela noite”. 

A educadora lista dicas práticas para correr das compras por impulso:

– Faça um orçamento bem elaborado: entradas, gastos fixos, gastos variáveis e investimento;

– A partir do orçamento, crie teto de gastos em categorias: vestuário, tecnologia,  delivery, etc. “Se eu posso gastar R$ 200 com vestuário, vou fazer escolhas melhores”, destaca Lorelay;

– Não compre contabilizando as parcelas, mas sim, o total da compra;

– Analise se você já tem algo que cumpre a mesma função daquela compra. “Por exemplo, um tênis branco, se eu já tenho um e estou comprando outro apenas por conta da promoção ou porque acho mais bonito que o que já possuo. Você vai abandonar o tênis atual? Ele já merece ser abandonado?. Essas perguntas ajudam na reflexão sobre a compra”, diz a educadora.  

– Pense no impacto ambiental da sua compra: vou jogar algo no lixo a partir desse novo item? Se sim, essa compra é realmente necessária?

– Equilibre quantidade e qualidade: preciso de quantas calças jeans? De quantos jogos de jantar? Qual será a frequência de uso?

“Entenda que, quanto mais consumimos, mais nos tornamos reféns da organização e manutenção de tudo isso. Comprar nos oferece um prazer imediato, mas dizer não ao impulso nos dá um prazer ainda maior. Acredite: tudo que envolve disciplina libera uma carga hormonal de felicidade e realização muito mais duradoura que o prazer momentâneo da compra”, finaliza Lorelay. 


Fonte/Texto: Agência Brasil/Ludmilla Souza – Foto capa: Rovena Rosa/AB

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Comunidades tradicionais e quilombolas serão remunerados por cultivo da palmeira-juçara

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A Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, anuncia a publicação do edital do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) da Palmeira-Juçara.

O PSA tem como objetivo remunerar comunidades de agricultores tradicionais e quilombolas que fizerem o plantio da palmeira ao longo de cinco anos. Serão contempladas cinco diferentes Unidades de Conservação: APA Quilombos do Médio Ribeira, RDS Lavras, RDS Barreiro-Anhemas, RDS Barreiro-Anhemas, RDS Pinheirinhos e RDS Quilombos de Barra do Turvo.

No programa, que foi elaborado em parceria com as comunidades tradicionais, Fundação Instituto de Terras (Itesp), vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), cada produtor participante receberá entre R$ 24.200 e R$ 36.300 ao longo de todo o processo, de acordo com a área a ser implantada, que varia entre dois a três hectares. É esperado que, por ano, 100 novos beneficiários integrem a iniciativa, somando 800 produtores ao longo dos dez anos de projeto e mais de 1.500 hectares de palmeira-juçara plantados. As verificações periódicas e o pagamento ficarão a cargo da própria Fundação Florestal.

Segundo Rodrigo Levkovicz, diretor executivo da Fundação Floresta, esse “é um projeto construído a muitas mãos que tem como objetivo potencializar os saberes tradicionais das comunidades, o intercâmbio cultural e a conservação da biodiversidade. Com o fomento do plantio da palmeira e a possibilidade futura da exploração sustentável de seu palmito e de seus frutos, esperamos estruturar um mercado legalizado, promovendo uma alternativa para aqueles que se valem da extração ilegal como forma de sobreviver”.

A exploração da palmeira só foi possível após Resolução SMA 189 de 2018, que fomenta a implantação de projetos de reflorestamento com espécies nativas para exploração comercial sustentável e de sistemas agroflorestais e silvipastoris. O PSA trará mais visibilidade e oportunidade para produtores que já trabalhavam com a palmeira e para aqueles que buscam um novo negócio.

“Temos visto que esse será um negócio para as novas gerações. Com as famílias já estabelecidas no campo, essa é uma nova oportunidade para os jovens que estão constituindo família e que buscam um novo nicho no mercado. Com isso, acreditamos que o projeto impactará não só a questão ambiental, mas também o âmbito social, uma vez que conterá parte do êxodo dessas pessoas para a região metropolitana em busca de oportunidades”, completa Carolina Kors, assessora da Fundação e responsável pela coordenação do Programa de Conservação da Palmeira-Juçara.

Para participar, além de ter propriedades nas áreas estabelecidas, os interessados firmarão o compromisso de não cortar nenhuma palmeira para obtenção do palmito por aproximadamente sete anos. Porém, durante o projeto, eles podem realizar a colheita e a comercialização do fruto, na forma de produtos como polpa e sorvete. O produtor também deverá entregar algumas contrapartidas de baixo custo e de alto impacto ambiental, como ter caixas de abelhas nativas espalhadas pela propriedade, que além de possibilitar a polinização da juçara, ajuda na conservação da espécie, e organizar visitas escolares à propriedade.

O edital na íntegra pode ser acessado em https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/fundacaoflorestal/programas-e-campanhas/programa-jucara/. Dúvidas podem ser enviadas pelo e-mail [email protected].

O Programa Juçara

O programa é mais uma iniciativa do Programa Vale do Futuro e do Programa Refloresta SP, que conta com a participação da Fundação Florestal, Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, Secretaria de Desenvolvimento Regional, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Instituto de Pesquisas Ambientais, Instituto Botânico, Ibama, universidades, prefeituras, entidades da sociedade civil, pequenos agricultores e comunidades tradicionais.

O programa visa aumentar a população de Palmeira Juçara dentro de Unidades de Conservação de proteção integral e em imóveis, nas Unidades de Conservação de uso sustentável, fomentando sua conservação e consumo sustentável.

Para saber mais, visite a página do Programa Juçara no site da Fundação Florestal: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/fundacaoflorestal/programas-e-campanhas/programa-jucara/.

Vale do Futuro

Para transformar uma das regiões mais ricas em biodiversidade do Estado em modelo de desenvolvimento regional baseado na exploração sustentável da riqueza socioambiental da Mata Atlântica, o Governo de São Paulo propõe parcerias com prefeituras, comunidades quilombolas locais e organizações da sociedade civil, para implementar projetos de desenvolvimento sustentável, geração de renda, conservação e melhoria da qualidade de vida da população do Ribeira.

Os 22 municípios da região mais vulnerável do Estado vão se tornar um novo polo de desenvolvimento econômico e social. Um programa completo e de governança integrada. Acesse o site oficial do programa: https://www.valedofuturo.sp.gov.br/

A Palmeira Juçara

A Palmeira Juçara é uma planta nativa da Mata Atlântica brasileira. Seu fruto tem alto valor nutricional e faz parte da cadeia alimentar para mais de 68 espécies da fauna silvestre.

Aves como tucanos, jacutingas, jacus, sabiás e arapongas são os principais responsáveis pela dispersão das sementes, e mamíferos como cotias, antas, catetos e esquilos se beneficiam das suas sementes e frutos.

Em decorrência da exploração descontrolada para a retirada do palmito, a palmeira tornou-se restrita a poucos: Unidades de Conservação e áreas protegidas particulares e de comunidades quilombolas e atualmente corre sério perigo de extinção.


Fonte/texto: Portal Governo SP – Imagem: Rawpixel

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Prefeitura de Cotia iniciou o envio dos Carnês de IPTU 2022

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A Prefeitura de Cotia, por meio da Secretaria da Fazenda, já está enviando os carnês do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) 2022. O imposto poderá ser pago em até 12 vezes (desde que cada parcela não seja inferior a R$ 50 para pessoa física e R$ 100, jurídica). A primeira parcela e a cota única têm vencimento no dia 20 de janeiro e, para quem parcelar, o vencimento será sempre no dia 20 de cada mês subsequente.

O contribuinte que pagar o imposto à vista terá 10% de desconto no valor do tributo e o pagamento pode ser feito em qualquer agência bancária, lotéricas e Internet banking até a data do vencimento. Após o vencimento, o contribuinte deve atualizar o boleto no site da Prefeitura ou pelo aplicativo Telegram (saiba mais abaixo).

A Secretaria da Fazenda informou que alguns contribuintes receberão a cobrança do imposto via Documento de Arrecadação Municipal (DAM), já que os dados do proprietário estão desatualizados e a Prefeitura utilizou apenas o número da inscrição cadastral do imóvel para enviar a cobrança. Nestes casos, o pagamento só poderá ser feito em agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Santander, além de lotéricas.

Anistia aberta para imposto atrasado

A Secretaria da Fazenda de Cotia também está informando aos contribuintes, juntamente com o carnê do IPTU 2022, sobre pendências de anos anteriores. Para estes casos, está em aberto o prazo de anistia de juros e multas de impostos vencidos até 30/12/2020. Mais informações em (www.cotia.sp.gov.br).

Como emitir 2ª via de impostos pelo portal e aplicativo?

O contribuinte de Cotia que não receber o carnê do IPTU 2022 antes da data de vencimento da 1ª parcela (20/01), poderá acessar o portal da Prefeitura (www.cotia.sp.gov.br) ou baixar o aplicativo “Cidadão Cotia”, disponível no Telegram, e que pode ser baixado gratuitamente pela App Store e pela Google Play Store. Tanto no portal quanto no aplicativo, a Prefeitura disponibiliza boletos de impostos como ISS para autônomos, IPTU e Taxas de Licença e de Funcionamento.

Para baixar acessar pelo aplicativo, basta ter o Telegram no aparelho, pesquisar por “Cidadão Cotia” (sem acento), clicar no canal que irá aparecer e digitar “/” (barra). No ‘menu de opções’ basta escolher a opção desejada, como “/IPTU”, por exemplo, para emitir a segunda via do tributo. A partir daí, basta fazer o download do boleto, em PDF ou Word para efetuar o pagamento pelo código de barras, ou, se preferir, escolher a opção PicPay ou Internet Banking (Bradesco ou Banco Inter) para fazer o recolhimento da taxa.

Já pelo portal da Prefeitura, o serviço “Cidadão Cotia” está disponível no link “Cidadão Online”.

IPTU 2022

Cota única (10% de desconto): vencimento dia 20 de janeiro

1ª parcela (sem desconto): vencimento dia 20 de janeiro

Demais parcelas (sem desconto): vencimento dia 20 de cada mês


Fonte/Texto: SECOM – Cotia – Foto: Vagner Santos/SECOM – Cotia

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Governo passa a exigir comprovante de vacinação para entrar no Brasil

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O governo federal editou norma hoje (20) passando a exigir teste negativo para covid-19 e comprovante de vacinação para viajantes vindos de outras nações que desejem entrar no país por via aérea. As novas regras entram em vigor nesta segunda-feira.

Segundo a portaria interministerial, o comprovante de vacinação é válido com vacinas para combate à covid-19 aprovadas no Brasil, no país onde a pessoa foi imunizada ou das marcas autorizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A última dose tem de ter sido aplicada pelo menos 14 dias antes da viagem.

Ainda pelas novas regras, estrangeiros e brasileiros que desejarem vir ao Brasil de avião terão que apresentar comprovante de teste negativo para a covid-19 com duas alternativas: ou um exame de antígeno realizado nas 24 horas anteriores ao embarque ou um PCR feito até 72 horas antes da viagem.

As crianças menores de 12 anos viajando acompanhadas não precisarão apresentar o teste negativo. Já aquelas com idades entre 2 e 12 anos que viajarem desacompanhadas deverão realizar o teste como requisito para a viagem.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia recomendado a exigência de certificado de vacinação para a entrada no país. A sugestão foi aprovada em novembro.  

Exceções

A norma prevê exceções para a apresentação do certificado de vacinação, como em caso de condição de saúde para a qual a vacinação é contraindicada, pessoas com idades cuja vacinação não foi recomendada e de países com cobertura vacinal baixa, em lista que será elaborada pelo Ministério da Saúde e publicada em seu site.

A portaria abriu brecha para brasileiros e estrangeiros que moram no Brasil e não estejam completamente vacinados, incluindo essas pessoas entre as exceções para a apresentação do cartão de vacinação.

Nessas hipóteses, o viajante deverá fazer quarentena de 14 dias na cidade de destino. Outra exigência para a entrada no país é o preenchimento de um documento com informações denominado declaração de saúde do viajante. As informações das pessoas em quarentena serão encaminhadas aos centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS).

Os tripulantes de aeronaves não precisarão apresentar testes negativos para covid-19. Para esses trabalhadores, a portaria institui um conjunto de protocolos específicos. O governo poderá determinar exceções e tratamentos diferenciados para situações de ajuda humanitária.

Restrições de voos

A portaria também estabeleceu restrição para a vinda de voos com origem ou passagem nos últimos 14 dias pela África do Sul, Botsuana, Essuatíni, Lesoto, Namíbia e Zimbábue, nações com maior ocorrência da variante ômicron.

Transporte terrestre

No caso do transporte rodoviário, também passa a ser exigido o comprovante de vacinação nos pontos de controle terrestre, das vacinas aprovadas no Brasil, no país de imunização do viajante ou pela OMS.

As exceções estabelecidas para o comprovante de vacinação no caso dos voos também são válidas para a entrada por rodovias. Foi acrescida a exceção nas hipóteses e cidades-gêmeas, desde que os brasileiros recebam o mesmo tratamento pelo país vizinho.

Também foram excluídos da obrigação os trabalhadores de transporte de cargas, desde que comprovem a adoção de medidas para evitar o contágio e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).


Fonte/Texto: Agência Brasil/Jonas Valente – Imagem: Cristine Rochol/Ulan/Pool/Latin America News Agency

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Governo de SP prorroga obrigatoriedade do uso de máscaras até 31 de janeiro

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O Governo do Estado de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (20) a prorrogação até 31 de janeiro de 2022 da obrigatoriedade do uso de máscara em espaços coletivos em todo o território, visando reforçar a proteção da população.

A utilização da proteção facial segue vigente em SP e será mantida em virtude da necessidade de manter hábitos preventivos e complementares à vacinação, contribuindo para minimizar o impacto tanto da Covid-19 e suas variantes quanto do vírus Influenza, causador da gripe.

“O nosso compromisso é com a saúde da população. Há vírus respiratórios circulando e a máscara é uma aliada no combate à transmissão e, consequentemente, na prevenção”, explica o Secretario de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.

O uso de máscaras é obrigatório em São Paulo desde 1º de julho de 2020. A partir desta data, até 30 de novembro de 2021, as equipes do Centro de Vigilância Sanitária (CVS) estadual realizaram 536.887 inspeções e 10.476 autuações relacionadas ao descumprimento de normas sanitárias. Toda abordagem dos agentes é feita com foco na orientação sobre o uso correto das máscaras, prezando pela educação e bom senso, visando sobretudo à conscientização sobre a importância do uso da proteção facial para segurança individual e coletiva.

O não uso de máscaras em locais públicos prevê multas de R$ 552,71 por pessoa física e de R$ 5.294,38 por estabelecimento, conforme resolução estadual, pois estes devem prezar pela segurança dos seus colaboradores e consumidores.

Vacinação

O Estado de São Paulo tem hoje 78,49% da população com esquema vacinal completo contra Covid-19, ou seja, com duas doses do imunizante do Butantan/Coronavac, da Fiocruz/Astrazeneca/Oxford e Pfizer/BioNTech, além da dose única da Janssen. Se considerada apenas a população adulta, SP tem hoje cerca de 95,4% das pessoas vacinadas.

Também foi realizada em 2021 a campanha anual de vacinação contra a gripe (Influenza), com o total de 13,1 milhões de pessoas imunizadas, sendo 10,1 milhões delas pertencentes aos públicos-alvo. A campanha começou em 12 de abril e, a partir de 12 de julho, doses foram disponibilizadas para toda a população, e 3 milhões de pessoas fora dos grupos prioritários receberam doses.

Além da imunização, as doenças provocadas por vírus respiratórios podem ser prevenidas com hábitos como lavar bem as mãos com água e sabão, uso de álcool gel para higienização, manter ambientes ventilados e evitar o contato com pessoas com sintomas similares aos de gripe e resfriados.


Fonte/Texto: Portal Governo SP – Imagem: Rawpixel

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Deputada Bruna Furlan visita Vargem Grande Paulista e anuncia recursos

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O prefeito de Vargem Grande Paulista, Josué Ramos, recebeu na última quarta-feira (15), a visita da deputada federal, Bruna Furlan, que anunciou a liberação de recursos para o município na ordem de R$ 1,5 milhão para as áreas de assistência social e infraestrutura.

A Bruna é uma deputada muito atuante e que já faz parte da história da nossa cidade, pois sempre trabalhou na busca de recursos para várias áreas. Temos grande admiração pela sua trajetória, muito semelhante a do seu pai o prefeito e amigo Rubens Furlan. Nosso muito obrigado por sempre lutar pelo desenvolvimento desta região”, disse o prefeito.

Segundo Bruna, Vargem Grande Paulista será contemplada com um milhão de reais para a construção de um novo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS). “Sabendo da intenção da primeira dama em construir um novo CRAS consegui com o governo federal, por meio de emenda parlamentar, R$ 1 milhão para este equipamento de alta tecnologia social que irá atender toda população dos bairros Tijuco Preto, Marco Polo e Parque do Agreste”, afirmou.

Além de um novo CRAS, que deverá ser construído na Rua Tiradentes, a deputada também destinará R$ 500 mil para obras de pavimentação asfáltica. A parlamentar também foi recepcionada pelo vice-prefeito Capitão Evandro, a primeira dama e secretária de Assistência Social Soeli Ramos, o secretário de Educação Danilo Ramos, além dos vereadores Ferrugem, Marcelo Lenha e Ademir.


Fonte/Texto/Foto: SECOM – Vargem Grande Paulista

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Pedágio Ambiental doa centenas de mudas de árvores nativas

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A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de Cotia, em parceria com o Parque Jussara Ambiental – Viveiro de Árvores Nativas e Ornamentais, fecharam a edição especial de Natal do Projeto Pedágio Ambiental com um saldo de centenas mudas de árvores nativas e sementes de Ipês Rosa doadas.

A ação aconteceu no domingo (19/12), na região central de Cotia. Foram doadas mudas de Palmeira Juçara, Sabão de Soldado, Suinã, Guatambú e Manduirana, todas as mudas foram entregues dentro de saquinhos biodegradáveis que não precisam ser retirados para o plantio.

Agradecemos a parceria com o Parque Jussara. Oportunizamos para a população uma aproximação com o meio ambiente, figurou-se como uma ação educativa e informativa, quando conhecemos aprendemos a respeitar e a cuidar, com os recursos naturais não é diferente”, disse Gustavo Gemente, titular do Meio Ambiente. O secretário também destacou o papel educativo da ação.


Fonte/Texto/Imagem: SECOM – Cotia

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IBGE abre 688 vagas para contratação de temporários em Osasco

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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá contratar de forma temporária 688 pessoas para trabalharem na organização e na coleta do Censo Demográfico 2022, em Osasco.

São 56 vagas para Agentes Censitário Supervisor (ACS), 6 para Agentes Censitário Municipal (ACM), 5 para Agentes Censitário de Administração e Informática (ACAI) e 621 de Recenseador (REC).

Para concorrer à função de recenseador, o candidato deve ter nível fundamental completo, e para ACM, ACS e ACAI, ensino médio concluído. A taxa de inscrição (R$60,50 para ACM e ACS, R$44,00 para ACAI e R$ 57,50 para REC) poderá ser paga pela internet ou fisicamente em qualquer banco ou casa lotérica.

O salário para agentes censitários varia de R$1.700 a R$2.100, com direito a auxílio-alimentação e auxílio-transporte, de acordo com a legislação em vigor e conforme o estabelecido no edital. O IBGE disponibilizou um simulador que calcula a remuneração de acordo com a localidade e as horas trabalhadas.

As inscrições para recenseador e agentes censitários (ACM e ACS) podem ser feitas até 29/12/21 no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Já para Agentes Censitário de Administração e Informática devem ser realizadas até 10/01/2022 no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC).

Sites para inscrições:

ACAI –  https://www.ibfc.org.br/concurso/concurso_selecionado/382

REC, ACM e ACS – https://conhecimento.fgv.br/concursos/ibgepss21

Para mais informações, acesse: censo2022.ibge.gov.br


Fonte/Texto: SECOM – Osasco/Olga Adélia – Foto: Fernanda Cazarini/SECOM – Osasco

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