A partir desta segunda-feira (27), todas as pessoas com mais de 40 anos de idade que tomaram a terceira dose da vacina contra a Covid-19, há mais de quatro meses, já poderão tomar a quarta dose do imunizante.
Em Itapevi, cerca de 35 mil pessoas têm entre 40 e 49 anos e devem ser novamente imunizadas para reforçar a proteção contra o coronavírus.
A vacinação contra a Covid-19 acontece, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h, nas unidades básicas de saúde. Nas unidades de saúde da família (USFs) do Parque Suburbano e do Jardim Vitápolis a aplicação do imunizante acontece até as 18h.
Reforço 3ª dose
Segundo a Anvisa, a terceira dose deve ser aplicada em todos os públicos acima dos 12 anos, que tomaram a segunda dose há quatro meses. O reforço é fundamental para garantir a proteção de toda a população, especialmente agora, nos dias frios e neste momento que os números de contaminados está aumentando.
Crianças de 5 a 11 anos
A vacina contra a Covid-19 também deve ser aplicada em todas as crianças de 5 a 11 anos de idade. Este público está autorizado a tomar duas doses da vacina. Em Itapevi, há cerca de 30 mil crianças nesta faixa etária.
Para mais informações, procure a UBS mais próxima de sua residência.
O governador Rodrigo Garcia liberou neste domingo (26) a construção de 550 moradias para a população de baixa renda de Carapicuíba e o atendimento habitacional de 150 famílias que vivem em área de risco, além da reforma de 121 domicílios no município. Na ocasião, Rodrigo também autorizou o início das obras do viaduto Carapicuíba, parte do Corredor Metropolitano Itapevi-São Paulo e que irá ligar o Terminal de Carapicuíba ao Terminal Luiz Bortolosso (km 21) em um percurso de 2,2 km.
“Com o Viver Melhor, pela primeira vez, o Governo de São Paulo vai poder entrar na casa das pessoas, que estão em situação delicada, e fazer melhorias. As casas serão reformadas completamente pelo Estado, sem custos às famílias”, afirmou Rodrigo.
O governador Rodrigo Garcia participa da inauguração da escola CEEAC e anuncia investimentos para Carapicuíba – Foto: Divulgação/Portal do Governo de São Paulo
Pelo Programa Nossa Casa-CDHU, foi autorizada, em terreno doado pela prefeitura, a construção de 354 apartamentos destinados ao reassentamento de famílias removidas da área em que será construído o viaduto Carapicuíba. Serão investidos R$ 54,2 milhões na obra e, até o empreendimento ser concluído, as famílias recebem auxílio moradia no valor de R$ 400.
O governador também autorizou o aporte complementar de R$ 12,9 milhões para viabilizar a retomada e conclusão do empreendimento Carapicuíba I (Pequiá), composto por 196 apartamentos. Os recursos serão repassados pela CDHU para a prefeitura, responsável pela execução das obras, que disponibilizará R$ 4,4 milhões como contrapartida para a finalização do empreendimento.
Foi ainda realizado convênio entre a CDHU e a prefeitura para atendimento habitacional definitivo, por meio de carta de crédito, de 150 famílias que residem em área de risco às margens do Córrego Cadaval. Serão liberados R$ 27 milhões para as famílias adquirirem as novas moradias, com apoio da área social da CDHU.
Carapicuíba também receberá o Programa Viver Melhor, destinado à recuperação interna e externa de domicílios precários. Foram liberados R$ 2 milhões para a reforma de 121 moradias situadas no núcleo habitacional Cadaval.
Mobilidade
Com o viaduto Carapicuíba, o trecho do Corredor Metropolitano seguirá pelas avenidas Governador Mario Covas, Desembargador Dr. Luís Eduardo Cunha de Abreu e avenida dos Autonomistas. Além do elevado, as obras preveem a readequação do viário ao longo do trecho e duas estações de embarque e desembarque.
“Demos um passo importante para o corredor ficar pronto, melhorar a fluidez do trânsito e a segurança do transporte”, disse o governador. “E, mais importante, é que essas obras geram empregos aqui em Carapicuíba”.
O investimento previsto nas obras do viaduto é de R$ 66,9 milhões, com previsão de conclusão dos serviços no final de 2023. O trecho terá em circulação 30 linhas intermunicipais operadas pelo Consórcio Anhanguera e 16 linhas municipais de Carapicuíba. O sistema metropolitano na Área 2 de concessão (região de Osasco), gerenciado pela EMTU, conta com 167 linhas que transportam diariamente 321 mil passageiros.
Três criminosos, de 39, 29 e 25 anos, foram presos por participarem do roubo a joalherias de um shopping localizado na Avenida Guilherme Campos, Jardim Santa Genebra, em Campinas. O roubo aconteceu na noite de sábado (25). Os criminosos foram localizados na madrugada de domingo (26), nas cidades de Paulínia e Atibaia. Um quarto suspeito, de 42 anos, morreu.
Os assaltantes chegaram ao centro comercial em, ao menos, três carros – um Jeep Renegade, um HB20s e um Ônix. Eles entraram no shopping e roubaram duas joalherias. Houve troca de tiros com os vigilantes, mas eles conseguiram fugir.
Uma mulher estava no estacionamento do shopping quando foi abordada por dois homens, um deles armado, que a obrigaram a dirigir até Paulínia, onde desembarcaram em um bar no Jardim Amélia. Guardas municipais foram averiguar e encontraram um suspeito – o homem de 39 anos -, que apresentava sinais de nervosismo.
Ele estava com a chave de um HB20s no bolso e, por não saber explicar de qual veículo era, foi levado ao plantão do 1º Distrito Policial de Campinas. Lá, os policiais verificaram que a chave que estava com ele abria um dos carros abandonados pelos criminosos. Ele foi autuado em flagrante por roubo e associação criminosa. O homem permanece à disposição da Justiça.
Paralelamente, em Atibaia, guardas municipais foram acionados para verificar ocorrência de um homem baleado, que foi socorrido à Santa Casa municipal por um casal em Jeep Renegade. Já no hospital, souberam que o homem de 42 anos havia passado por cirurgia, mas morreu.
As pessoas que o acompanhavam, um homem de 29 anos e uma mulher de 25, deram versões conflitantes sobre como o homem havia sido baleado. Em vistoria no carro que estavam, em um compartimento debaixo do banco do passageiro dianteiro, os GCMs encontraram uma pistola suja de sangue. Ambos foram levados à Delegacia de Atibaia, onde foi verificado que o homem morto havia participado do roubo ao centro comercial, em Campinas, e que a dupla também tinha relação com o crime. Ambos foram autuados em flagrante por roubo e associação criminosa e permanecem à disposição da Justiça.
Além do HB20s, um Ônix e o Jeep Renegade foram apreendidos. Os veículos e objetos localizados dentro deles foram encaminhados para exames periciais. Também foi solicitada perícia nas duas joalherias roubadas.
A Delegacia de Investigações Criminais (DIG) de Campinas instaurou inquérito policial para investigar as circunstâncias do roubo, além de identificar e prender os demais envolvidos na ação criminosa.
Fonte: Secretaria da Segurança Pública/SP – Foto: Reprodução/Internet
Cada vez mais empresas estão recorrendo à redução do tamanho das embalagens e à mudança na composição dos produtos para repassar o aumento de custos ao consumidor final, observa o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Segundo a coordenadora do Programa de Serviços Financeiros da organização não governamental, Ione Amorim, no passado casos do tipo já eram registrados, no entanto, a alta da inflação no Brasil nos últimos dois anos têm levado a cada vez mais empresas, de diversos setores, a adotar esse tipo de prática. “Hoje, a forma como isso vem sendo feita ganhou uma dimensão muito maior”, enfatizou.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulava, em maio, taxa de 11,73% em 12 meses. De maio de 2020 a maio deste ano, a inflação medida pelo índice chega a 20,27%.
Reduflação
O amplo uso da redução de embalagens e diminuição das quantidades normalmente vendidas levou ao uso do termo reduflação para se referir à prática. A quantidade ou qualidade de produto é menor, mas o preço não é reduzido ou não é reduzido na mesma proporção da diminuição da embalagem. Assim, a empresa tenta evitar o desgaste do aumento direto de preços.
Ione lembra que uma portaria da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor regulamenta alterações no tamanho e quantidade de produtos vendidos nas embalagens, definindo que as mudanças devem ser informadas em destaque nos rótulos por 180 dias.
Porém, segundo a economista, as empresas têm usado estratégias que apostam na desatenção do consumidor. “Para driblar o cumprimento dessa portaria, as empresas estão lançando embalagens paralelas”, denuncia.
Ou seja, o mesmo produto é vendido em duas embalagens muito parecidas, mas, em uma delas, com menos quantidade do que o original. “Embalagens de azeite que, tradicionalmente, são engarrafados em vidros de 500 ml [mililitros], hoje você já vê alguns de 400 ml. Então, tem que ficar atento na hora de pegar a embalagem, porque elas são muito parecidas”, alerta.
Para ajudar os consumidores a compararem os preços, a economista recomenda consultar o preço por unidade de medida: litro, quilo ou metro. “O Código de Defesa do Consumidor, no artigo 6º, exige que o preço por unidade de medida quilo, litro ou metro seja colocado nas prateleiras para que o consumidor consiga fazer a relação entre as diversas embalagens do produto que é oferecida”, explica.
Ione alerta que há empresas que estão mudando a composição dos produtos. De acordo com a economista, a medida vem sendo adotada por diversos fabricantes que reduzem o percentual de matérias-primas, trocando por compostos ultraprocessados. Segundo Ione, alterações do tipo já foram feitas por marcas de suco, que deixam de ter o percentual mínimo de fruta para virar néctar, chocolate, que reduzem a quantidade necessária de cacau, e de leite condensado, que deixam de ter leite na composição. “Esse produto, além de ter alteração na sua composição, também passa por essa redução de custo, porque o produto foi piorado e manteve o preço”, destaca a economista.
Familiares e amigos se despediram do jornalista Dom Phillips em um funeral realizado na manhã de domingo (26), em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O profissional de imprensa foi assassinado no Vale do Javari, no Amazonas, onde estava a trabalho acompanhado do indigenista Bruno Pereira, que também foi morto.
A família do jornalista britânico chegou ao cemitério Parque da Colina por volta das 9h, quando começou o velório de Phillips. A cerimônia foi seguida da cremação de seus restos mortais, realizada no mesmo cemitério.
A viúva de Dom, Alessandra Sampaio, e a irmã do jornalista, Sian Phillips, leram pronunciamentos em português e inglês para a imprensa, destacando o amor do britânico pelo Brasil, seu compromisso com a conservação do meio ambiente e a necessidade de continuar sua luta.
Alessandra Sampaio agradeceu o apoio que recebeu dos povos indígenas, da imprensa, de amigos jornalistas e de todos que participaram das buscas e se solidarizaram com Dom, Bruno e suas famílias.
“Hoje, Dom será cremado no país que amava, seu lar escolhido, o Brasil”, disse. “Dom era uma pessoa muito especial, não apenas por defender aquilo que acreditava como profissional, mas também por ter um coração enorme e um grande amor pela humanidade”.
Alessandra Sampaio, mulher do correspondente, cercada de familiares, fala durante o funeral do jornalista inglês Don Phillips, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói. – Tânia Rêgo/Agência Brasil
A viúva disse que a família seguirá atenta a todos os desdobramentos das investigações, “exigindo Justiça no significado mais abrangente do termo”, destacou. “Renovamos nossa luta para que a nossa dor e a da família de Bruno Pereira não se repitam, como também das famílias de outros jornalistas e defensores do meio ambiente, que seguem em risco”.
Casal planejava adoção
Sian Phillips contou que Alessandra e o jornalista planejavam adotar duas crianças brasileiras e lembrou que Dom era apaixonado pelo futebol, música e paisagens naturais do Brasil.
“Ao lembramos Dom como um amável, divertido e legal irmão mais velho, ficamos tristes que foi negada a ele a chance de compartilhar essas qualidades, como pai, à próxima geração.”, disse.
A irmã do jornalista destacou que ele foi um profissional que compartilhou um leque diverso de histórias sobre os brasileiros, de ricos e poderosos a moradores de favelas e povos indígenas.
“Ele foi morto porque tentou dizer ao mundo o que estava acontecendo com a floresta e seus habitantes. Sua missão confrontou os interesses de indivíduos que estão determinados a explorar a Floresta Amazônica sem se preocupar com o impacto destrutivo de suas atividades ilegais”, disse.
Sian Phillips, irmã do correspondente, cercada de familiares, fala durante o funeral do jornalista inglês Don Phillips, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói. – Tânia Rêgo/Agência Brasil
Sian contou que Dom trabalhava no projeto de um livro sobre modelos de desenvolvimento sustentáveis que podem assegurar a preservação da Amazônia, tanto como lar dos povos tradicionais como fator estabilizante para o clima global.
“Dom entendeu a necessidade de uma mudança urgente tanto na abordagem política quanto econômica da conservação. Família e amigos estamos comprometidos a continuar este trabalho, mesmo nesse momento de tragédia. A história precisa ser contada”.
Mortos a tiros
Do lado de fora do cemitério, um grupo de manifestantes levou uma faixa que questionava: “Quem mandou matar Dom e Bruno?”. Segundo o inquérito da Polícia Federal, não há indícios de que haja mandantes na ação criminosa que matou os dois.
O jornalista e o indigenista foram vistos no Vale do Javari pela última vez no dia 5 de junho, e, após buscas, restos mortais foram encontrados no dia 15 de junho. No dia seguinte, os corpos foram levados para Brasília, onde foram periciados e identificados pelo Instituto Nacional de Criminalística.
Os restos mortais foram localizados em um local indicado pelo pescador Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado”, que é um dos suspeitos do crime, confessou sua participação e foi preso.
Em nota divulgada no último dia 18, a Polícia Federal informou que Bruno Pereira foi morto com dois tiros na região abdominal e torácica, e um na cabeça, enquanto Dom Phillips levou um tiro no abdômen/tórax. A munição usada no assassinato foi típica de caça.
Dom Phillips era colaborador do jornal britânico The Guardian e já havia produzido reportagens sobre desmatamento na Floresta Amazônica. Bruno Pereira, por sua vez, era servidor licenciado da Funai e denunciava ameaças sofridas na região, informação confirmada pela PF. Ele atuava como colaborador da Univaja, uma entidade mantida pelos próprios indígenas da região, que tinha como foco impedir invasão da reserva por pescadores, caçadores e narcotraficantes.
Na última quinta-feira, a Polícia Federal transportou os corpos de Bruno e Dom de Brasília para os estados em que seriam realizados seus funerais. O corpo de Bruno Pereira foi velado e cremado na última sexta-feira, em Paulista, na região metropolitana do Recife (PE).
Por Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil – Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil
Os cursinhos populares ligados à Universidade de São Paulo (USP) estão com inscrições abertas para aulas no segundo semestre. A iniciativa é de estudantes de diversos cursos da universidade e são voltados para alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica que querem se preparar para vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As aulas são gratuitas ou com preços acessíveis e há oportunidades na capital e em Ribeirão Preto.
Na capital paulista, o Cursinho Popular da Poli-USP, da Escola Politécnica, está com inscrições abertas até o dia 29 de junho, com uma taxa de R$ 15. Os candidatos devem se inscrever no site do cursinho e a seleção dos inscritos é feita por meio de prova e entrevista. Os aprovados pagam uma taxa única de matrícula no valor de R$ 100. Não há mensalidades.
O Cursinho Popular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) está com vagas abertas para a modalidade de ouvinte na turma presencial, que funciona de segunda a sexta, das 14h às 19h20, na própria faculdade. As inscrições podem ser feitas por meio de um formulário até o dia 27 de junho. Este cursinho foi criado em 2015 com a proposta de democratizar o acesso ao Ensino Superior.
Os estudantes da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) também organizam um curso preparatório para o vestibular e o Enem. Estão abertas vagas em turmas de Ciclo Básico, “para alunos desde o segundo ano do ensino médio até pessoas que querem voltar a estudar”, aponta o informe do grupo. A taxa de inscrição custa R$ 28 e seleção também envolve prova e entrevista. Mais informações estão disponíveis no Manual do Candidato.
As inscrições para o Cursinho Popular Arcadas, da Faculdade de Direito da USP, estão abertas até o dia 15 de julho por meio de formulário on-line. A taxa de inscrição é R$ 22,50. Na primeira fase da seleção, os interessados devem apresentar uma redação. Na fase seguinte, será feita uma entrevista. São oferecidas 120 vagas.
Em Ribeirão Preto, o cursinho também é organizado pelos estudantes da Faculdade de Direito. As inscrições estão abertas até o dia 4 de julho. O funcionamento é gratuito com apoio de entidades parceiras que doam materiais didáticos. Para o segundo semestre de 2022, estão disponíveis 14 vagas.
Na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, a iniciativa foi batizada de Cursinho Popular Clarice Lispector. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 3 de julho por formulário on-line. A seleção dos candidatos, após o preenchimento do formulário, se dará com a participação em uma aula inaugural e utilizando critérios como cotas raciais e sociais, alunos de escola pública, situação socioeconômica e ex-alunos do cursinho.
Os clientes do Banco do Brasil (BB) podem consultar e alterar o limite dos cartões de crédito adicionais por meio do WhatsApp. A ferramenta foi lançada nesta semana e já está disponível aos correntistas.
A personalização dos limites dos cartões adicionais só podia ser feita, até agora, pelo site da instituição financeira. Os ajustes no cartão principal estão disponíveis há alguns meses no aplicativo de mensagens.
Para verificar o limite, o correntista deve enviar uma mensagem para o número (61) 4004-0001 e enviar mensagem pedindo a consulta. A partir daí, o sistema de inteligência artificial apresenta opções, bastando selecionar consulta para o adicional e indicar o cartão que deseja consultar. O bot (robô) informa o valor total do limite e o disponível para uso.
Para alterar o limite, é necessário enviar a mensagem pedindo para ajustar o limite do cartão, escolher “Adicional” e indicar o cartão que deseja modificar. Depois, é só informar o novo valor.
Com as novidades, subiu para 21 o número de transações disponíveis para cartões de crédito e de débito do BB via WhatsApp. Entre os serviços que podem ser feitos pelo aplicativo, estão o pedido de segunda via do cartão, a contestação de compras, o envio da fatura por meio de arquivo PDF e a habilitação ou desabilitação do NFC (pagamento por aproximação).
Você já parou para pensar como é o mundo para uma pessoa que não enxerga? E para aquela que não ouve? Agora, imagine se esses dois sentidos não existissem simultaneamente. No dia internacional da Surdocegueira (celebrado dia 27 de junho) vamos entender mais sobre esta realidade presente na vida de milhares de brasileiros.
Segundo a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), no Brasil, cerca de 40 mil pessoas são surdocegas. A educadora mediadora em surdocegueira que atua na rede de ensino municipal de Barueri, Maria Aparecida Pereira de Castro Augusto, explica que a surdocegueira é uma deficiência que apresenta a junção de duas deficiências: auditiva e a visual, e a comunicação pode acontecer das formas mais diversas.
“O surdocego decide a melhor forma de se comunicar. O importante é saber que ele aprende e tem uma forma diferente e peculiar para isso acontecer. É necessário respeitar essa forma de comunicação e, principalmente, o jeito que ele percebe o mundo”, ressalta a especialista. Ela aponta que entre os principais métodos para se comunicar com a pessoa surdocega estão a Libras tátil, o Tadoma e a comunicação háptica.
A professora Maria Aparecida atuou de 2017 a 2021 no processo de aprendizagem da aluna Pyetra Vitória Neves de Souza, que tem surdocegueira congênita. Foto: Divulgação/SECOM-Barueri
Libras tátil A libras tátil adapta a Língua Brasileira de Sinais ao tato. O método acontece quando o surdocego sente os sinais ao tocar as mãos do interlocutor ou intérprete que realiza os movimentos adaptados.
Tadoma O método tadoma é uma “leitura labial ao toque” realizado quando a pessoa surdocega coloca o polegar sobre os lábios do interlocutor e os dedos ao longo do queixo, podendo sentir e interpretar os movimentos da fala.
Comunicação háptica A comunicação háptica é realizada quando a pessoa que quer se comunicar com o surdocego toca em partes neutras do corpo, como as costas, braços e pernas. Esses sinais podem ser criados e ampliados de acordo com a resposta e com a necessidade.
Educação especializada A professora Maria Aparecida atuou de 2017 a 2021 no processo de aprendizagem da aluna Pyetra Vitória Neves de Souza, que tem surdocegueira congênita. Em sala de aula foi sua mediadora e aplicava um sistema de ensino acompanhado pelo Departamento de Atendimento Educacional Especializado da Secretaria de Educação por meio de exercícios sensoriais com uma abordagem autônoma.
“Pyetra é um exemplo de que a comunicação é possível. Ela passou a reconhecer as pessoas, ganhou autonomia para se locomover e se cuidar. Foi um grande salto na sua independência”, destaca a professora.
Tocando a vida Wilson de Souza Junior, pai de Pyetra, conta que o ensino especializado fez toda a diferença em sua qualidade de vida. Hoje Pyetra, aos 16 anos, demonstra que a sua forma de sentir mundo foi além, e a música faz parte do seu dia a dia.
“Pyetra aprendeu a tocar surdo. É irônico, mas ela adora. Vamos todos os domingos no ensaio de uma Escola de Samba. Eu ensino a marcação da música e ela consegue acompanhar o ritmo. Ela adora carnaval, é ritmista!”, conta, alegre, o pai.
SDPD A Prefeitura de Barueri, por meio da SDPD (Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência), oferece diversos serviços voltados à pessoa com deficiência que resgatam a autonomia e melhoram na sua qualidade de vida. Para mais informações e orientações sobre os serviços especializados, entre em contato por e-mail: [email protected].
Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.
No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.
As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670.405 óbitos no país.
Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde
O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.
O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.
Estados
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).
Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).
Vacinação
Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.
Foco no progresso dos bairros, com “um olhar adiante”, sem prejudicar a vida dos moradores. É assim que a Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria de Obras, tem investido na malha viária da cidade desenvolvendo projetos como alargamento, interligação e implantação de vias, visando facilitar o acesso aos equipamentos públicos, empreendimentos imobiliários e ampliar o apoio ao comércio e à indústria do município.
Um exemplo deste trabalho é o projeto de canalização do Braço Morto do Rio Cotia e implantação das vias marginais do bairro Aldeia de Barueri. As obras foram iniciadas e têm previsão para entrega em um ano, no mês de maio de 2023.
O trecho das obras terá cerca de 400 metros de extensão, pista com 10,50 metros de largura, passeios de concreto e canteiro central com ciclovia. Um investimento que complementará a chamada “Região Expandida” do Centro de Barueri com a Aldeia, interligando-se ainda a Alphaville, Bethaville, Boa Vista, Centro Comercial, Tamboré e bairros vizinhos.
As novas vias marginais do Braço Morto do Rio Tietê serão implantadas entre a avenida da Aldeia e avenida Prefeito Arnaldo Rodrigues Bittencourt, interligação com as obras de alargamento e duplicação da avenida João Batista Soares e da rua Saburo Sumiya (antiga avenida Marginal).
Com isso, todas as obras do entorno da Aldeia de Barueri vão ligar a região da Câmara Municipal com o Parque Shopping, formando um anel e permitindo que o tráfego intenso de veículos seja desviado para as novas vias.
“É um investimento que se faz necessário em razão do grande crescimento de Barueri nos últimos anos em várias áreas. Nossa cidade está em amplo progresso, o que nos leva a oferecer à população melhores condições de acessibilidade e mobilidade urbana. As obras de canalização do Braço Morto do Rio Cotia e implantação de vias marginais, além da ligação com a região central, vão trazer uma circulação melhor e diminuir o tráfego interno no bairro da Aldeia”, explicou o secretário de Obras, Beto Piteri.
Alargamento e duplicação Com prazo previsto para conclusão no início de 2023, as obras da avenida João Batista Soares compreendem da avenida Rodrigues Bittencourt até a rua Rio Paraná com extensão de 520 metros (sentidos ao Shopping de Barueri e Hospital Francisco Moran).
Já o trecho viário da rua Saburo Sumiya, que também será entregue no início de 2023, terá extensão de 480 metros. Fará ligação, por meio de uma pequena ponte sobre o Braço Morto do Rio Tietê, com a região da Câmara Municipal e da Fatec, no Novo Centro Comercial.
Acesso à rua Acre O novo acesso da rua José Maria Balieiro com a rua Acre (trecho de 730 metros e mão dupla) foi entregue pela Prefeitura de Barueri em fevereiro deste ano. Faz ligação da região central de Barueri (Novo Centro Comercial) com a estação Antônio João da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), no bairro Aldeia.
Alça da ponte Akira Hashimoto Próximo ao Parque Shopping de Barueri e à estação Antônio João, a Prefeitura está prestes a liberar a alça da ponte Akira Hashimoto sobre o Rio Tietê (ligação da avenida General de Divisão Pedro Rodrigues da Silva com a estrada da Aldeinha). Tem cerca de 200 metros de extensão e facilitará o deslocamento dos usuários que se destinam à avenida Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville.
Ligação Café do Ponto com Alphaville Conhecida como avenida Café do Ponto, a nova ligação da avenida Mário Sadanori Doi com a ponte Antonio Macedo Arantes foi liberada pela Prefeitura de Barueri na terça-feira, dia 21. A via soma 960 metros de extensão, fica paralela à rodovia Castello Branco (km 26) e tem 14 metros de largura com mão dupla. A obra facilita o acesso direto do Jardim dos Camargos (bairro Boa Vista) com a alameda Tocantins, em Alphaville.