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Apostas
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O presidente da Câmara de Sorocaba, vereador Luis Santos (Republicanos), confirmou nesta quinta-feira (6) o afastamento do prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) por 180 dias. A medida atende a uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), a pedido da Polícia Federal (PF), no âmbito da segunda fase da Operação Copia e Cola, que apura supostas irregularidades em contratos da Prefeitura com uma organização social responsável pela gestão de unidades de saúde do município.
Com o afastamento, o vice-prefeito Fernando Martins da Costa Neto (PSD) assume interinamente o comando do Executivo sorocabano. A decisão judicial é imediata e foi comunicada oficialmente no início da 70ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal.
Em suas redes sociais, Rodrigo Manga se manifestou sobre o caso, afirmando que seu afastamento teria motivações políticas. “Acredite se quiser, me afastaram do cargo de prefeito. Ontem estive em Brasília, falei em frente ao Palácio da Justiça que é preciso colocar o Exército na rua. Os deputados me receberam super bem, mas me alertaram: ‘Manga, cuidado, estão tentando te tirar do jogo’. O que a gente ouve de bastidores é que querem eliminar quem representa ameaça às candidaturas deles. Gente, não deu outra”, declarou.
A Polícia Federal ainda não divulgou detalhes sobre os desdobramentos da operação. A primeira fase da Copia e Cola, deflagrada em 2023, já havia apreendido documentos e computadores em órgãos públicos de Sorocaba. O caso segue sob investigação da Justiça Federal.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), exonerou nesta quarta-feira (5) o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, que retorna à Câmara dos Deputados. Derrite, que é deputado federal licenciado, assumirá a relatoria do projeto de lei que pretende enquadrar facções criminosas e milícias como organizações terroristas.
O Projeto de Lei 1.283/2025, de autoria do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), propõe alterações na Lei Antiterrorismo. A proposta está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados e ganhou destaque após a operação policial no Rio de Janeiro, no fim de outubro, que resultou em 121 mortes.
Na ocasião, Derrite já havia anunciado que deixaria o comando da Segurança Pública paulista para se dedicar ao projeto. Segundo ele, a medida visa endurecer o combate a facções e milícias que atuam em todo o país, classificando-as como grupos terroristas.
O governo federal, porém, é contra a proposta. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta quarta-feira (6) que o Executivo “é terminantemente contra” o texto. “O terrorismo tem objetivo político e ideológico e, pela legislação internacional, permitiria a outros países intervir no nosso. Não concordamos com isso”, declarou.
Com a saída de Derrite, o governo paulista ainda não anunciou quem assumirá o comando da Secretaria de Segurança Pública, uma das pastas mais sensíveis da gestão Tarcísio.
O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), foi afastado do cargo nesta quinta-feira (6) por determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), a pedido da Polícia Federal (PF). A medida faz parte da segunda fase da Operação Copia e Cola, que investiga supostos desvios de recursos públicos em contratos da Prefeitura com uma organização social (OS) responsável pela gestão de unidades de saúde.
Com o afastamento, o vice-prefeito Fernando Martins da Costa Neto (PSD) assumiu a chefia do Executivo municipal. Em nota, a Prefeitura informou que a substituição ocorreu “em conformidade com a legislação vigente”, garantindo a continuidade dos serviços públicos até que os fatos sejam esclarecidos.
Segundo a PF, a operação desta quinta cumpriu sete mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens dos investigados e a suspensão de funções públicas, bem como a proibição de contato entre os envolvidos.
As investigações apontam que a OS Iase, contratada emergencialmente para administrar unidades de saúde, teria repassado valores a empresas fantasmas, entre elas uma sediada na Avenida Paulista, em São Paulo, que recebeu R$ 1,5 milhão por serviços médicos inexistentes. Diligências revelaram que o endereço da empresa existia apenas no papel.
Fontes ligadas à PF informaram que houve subcontratações em série para dificultar o rastreamento do dinheiro público, com indícios de peculato e corrupção. O Ministério Público Federal (MPF) apura se a organização social foi criada especificamente para fraudar licitações e desviar recursos.
Os investigados podem responder por corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação ilegal e organização criminosa.
Policiais militares recuperaram, na terça-feira (4), uma carga de eletrônicos avaliada em R$ 88.850,96 no município de Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo.
A ação começou após uma denúncia recebida pelo COPOM, informando que produtos roubados estavam sendo levados para dentro de uma comunidade. Ao chegar ao local indicado, as equipes flagraram dois homens descarregando os aparelhos de um veículo branco.
Durante a abordagem, os policiais encontraram um simulacro de pistola e um celular roubado. Os suspeitos confessaram participação no crime, e parte da carga foi localizada em dois barracos abandonados nas proximidades.
O veículo utilizado no transporte tinha placas adulteradas e foi apreendido. Em consulta ao sistema criminal, os agentes descobriram que um dos detidos possuía mandado de prisão por tráfico de drogas.
A carga — que incluía televisores, máquinas de lavar, geladeira e outros equipamentos eletrônicos — foi devolvida à transportadora responsável.
Os criminosos foram encaminhados ao 2º Distrito Policial de Carapicuíba, onde permanecem à disposição da Justiça.
O plenário do Senado aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) todos os brasileiros com renda mensal de até R$ 5 mil. A medida, considerada uma das mais amplas dos últimos anos, deve beneficiar cerca de 25 milhões de pessoas.
O texto, de número PL 1087/2025, também aumenta a taxação sobre altas rendas e lucros remetidos ao exterior. Caso seja sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda neste ano, as novas regras começarão a valer a partir de janeiro de 2026.
Segundo o governo, apenas 200 mil contribuintes mais ricos serão afetados pelo aumento da tributação. Para compensar a queda na arrecadação, o projeto cria uma alíquota progressiva de até 10% para quem ganha mais de R$ 600 mil por ano (equivalente a R$ 50 mil mensais).
Além disso, lucros e dividendos enviados para fora do país também serão tributados em 10%, uma cobrança inédita para muitos investidores. “É uma medida que dialoga com a vida real das pessoas”, afirmou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
O relator do projeto, Renan Calheiros (MDB-AL), acatou apenas duas emendas — dos senadores Eduardo Gomes (PL-TO) e Rogério Carvalho (PT-SE) — mantendo o texto principal praticamente intacto.
A proposta prevê ainda uma redução gradual do imposto para quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 por mês. Já rendimentos anuais superiores a R$ 1,2 milhão pagarão a alíquota máxima de 10%, incluindo dividendos.
O projeto foi encaminhado ao Congresso em março e aprovado pela Câmara em outubro. Se Lula sancionar a nova lei até dezembro, a faixa de isenção ampliada e a nova tabela do IR entram em vigor já no início de 2026, marcando uma das maiores reformulações do Imposto de Renda das últimas décadas.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) de São Paulo formalizou denúncia contra o empresário e influenciador digital Pablo Marçal pelos crimes de injúria e difamação. A ação se refere a declarações feitas por Marçal contra o também candidato José Luiz Datena, durante a campanha pela Prefeitura da capital paulista em 2024.
De acordo com a denúncia, as ofensas ocorreram em setembro de 2024, por meio de transmissões ao vivo e publicações no Instagram, quando Marçal “proferiu expressões e acusações ofensivas à honra e à reputação” de Datena. Em suas falas, o influenciador chamou o jornalista de “agressor de mulheres”, “assediador sexual” e “comedor de açúcar”, além de afirmar que ele teria “comprado o silêncio de uma menina” em um suposto caso de assédio sexual.
O promotor Cleber Masson, responsável pelo caso, destacou que as declarações tinham caráter eleitoral, configurando crimes de injúria e difamação com aumento de pena, por terem sido cometidos com finalidade de propaganda e difusão em rede social.
A denúncia pede não apenas a condenação criminal de Marçal, mas também a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos morais causados à vítima.
Durante a campanha, Pablo Marçal adotou um discurso de confronto direto com outros candidatos e acumulou polêmicas por suas falas nas redes sociais, usadas como principal ferramenta de comunicação com os eleitores. Até o momento, a defesa de Marçal não se manifestou sobre a denúncia.
A Prefeitura de Cajamar, na Região Metropolitana de São Paulo, anunciou a abertura de um novo concurso público destinado ao preenchimento de vagas e à formação de cadastro reserva para cargos de níveis médio e superior. Os salários variam de R$ 2.125,02 a R$ 7.764,48, conforme o cargo e a carga horária, que vai de 23 a 40 horas semanais.
De acordo com o edital, as oportunidades são para os cargos de Agente Administrativo, Agente de Defesa Civil, Fiscal de Meio Ambiente, Postura e Urbanismo, Fiscal de Obras, Motorista, Arquiteto Urbanista, Bibliotecário, Cirurgião-dentista, Engenheiro e Recepcionista.
As inscrições estarão abertas de 12 de novembro a 12 de dezembro de 2025, exclusivamente pelo site do Instituto Indepac. A taxa de inscrição varia entre R$ 56,18 e R$ 80,19, conforme o nível de escolaridade exigido. Candidatos que desejarem solicitar isenção da taxa poderão fazê-lo entre 12 e 17 de novembro de 2025.
O processo seletivo será composto por prova objetiva, marcada para o dia 18 de janeiro de 2026. Para o cargo de Motorista, também haverá prova prática.
O prazo de validade do concurso será de um ano, contado a partir da data de homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério da administração municipal.
Mais informações, incluindo o edital completo e o cronograma detalhado, estão disponíveis no site do Indepac.
A concessionária Ecovias Raposo Castello informou que foram liberadas duas faixas adicionais para os motoristas que trafegam pela rodovia Castello Branco em direção ao Rodoanel Mário Covas. A medida passou a valer às 18h de terça-feira (4) e tem como objetivo melhorar o fluxo de veículos na região, que foi fortemente impactada nos últimos dias por conta das obras no km 16 do Rodoanel (SP-021), entre Osasco e Carapicuíba, sob responsabilidade da ViaOeste.
A divulgação da nota oficial ocorre após o trânsito intenso registrado na segunda e na terça-feira (4), que afetou diretamente os motoristas de Barueri, Carapicuíba e Osasco. O problema se agravou no início dessa semana, quando condutores chegaram a ficar mais de três horas presos em congestionamentos nas ruas de acesso à região de Alphaville e Tamboré, uma das áreas mais movimentadas da Grande São Paulo.
Segundo a Ecovias, desde o início das intervenções no trecho, a empresa vem cobrando providências da Motiva Rodovias — concessionária responsável pelas obras no sistema Castello–Rodoanel — para reduzir os impactos no tráfego, com solicitações para a liberação de faixas e ajustes operacionais.
A concessionária orienta que, durante o período das obras, os motoristas utilizem, sempre que possível, a Marginal Pinheiros como rota alternativa, especialmente nos horários de maior movimento.
Ainda de acordo com a nota, a Ecovias afirma que tem reforçado a comunicação com os usuários por meio de painéis eletrônicos instalados ao longo da via e alertas em seus canais oficiais, informando sobre as condições de tráfego e eventuais interdições.
Com 81% dos serviços já executados, as obras de recuperação do viaduto no km 16 incluem pavimento, laje e pré-laje, mas seguem em ritmo questionado por motoristas e autoridades locais. A conclusão está prevista apenas para janeiro de 2026, e até lá os transtornos no principal entroncamento de acesso a Barueri, via Castello Branco, devem continuar.
A Ecovias reiterou que seguirá em contato com a Motiva Rodovias e os órgãos competentes para buscar soluções que minimizem os congestionamentos e garantam maior segurança aos usuários da rodovia.
Confira a nota completa da Ecovias Raposo Castello:
*Matéria alterada às 20h30 em 05/11/2025 para atualização de manchete.
A Prefeitura de Barueri promove na próxima terça-feira (11) mais uma edição do Feirão de Empregos, oferecendo 611 vagas de trabalho em diferentes áreas e níveis de qualificação. O evento acontece das 8h às 12h, no Ginásio Poliesportivo José Corrêa, localizado na Avenida Guilherme P. Guglielmo, 1000, Centro.
Entre as oportunidades disponíveis, estão vagas para técnico de atendimento, representante logístico, zelador, auxiliar de manutenção, limpeza e serviços gerais, com salários que chegam a R$ 2.516,92, além de benefícios variados.
As empresas participantes incluem grandes empregadores da região, como o Mercado Livre, que oferece 471 vagas, a Pro Security, com 90 oportunidades, e a Callink, com 50 postos de trabalho disponíveis.
Para participar, os candidatos devem comparecer ao local dentro do horário do evento, munidos de RG, CPF, Carteira de Trabalho, currículo atualizado e caneta. As inscrições e entrevistas serão realizadas presencialmente durante o Feirão.
A ação faz parte da política de geração de emprego e renda da Prefeitura de Barueri, que vem promovendo eventos periódicos voltados à inserção de moradores no mercado de trabalho.