PM é preso suspeito de matar a esposa em Embu das Artes

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Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro de uma residência no domingo (6)

O policial militar Vinicius Costa Silva, de 26 anos, foi preso nesta segunda-feira (7), suspeito da morte da esposa, Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo.

Larissa foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro de uma residência na manhã de domingo (6). A ocorrência deu início à investigação que levou à prisão do policial militar no dia seguinte.

De acordo com as informações disponíveis, Vinicius é investigado pela morte da esposa. A apuração deverá esclarecer as circunstâncias do disparo e o que aconteceu dentro da residência.

O caso é tratado como suspeita de feminicídio, mas a investigação ainda deve reunir elementos para determinar a dinâmica e a responsabilidade pelo crime.

A ocorrência será investigada pelas autoridades competentes, que deverão esclarecer as circunstâncias da morte de Larissa e a participação do policial no caso.

*Matéria em atualização

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Agosto Lilás reforça combate à violência contra a mulher em Santana de Parnaíba

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Palestra “Quando o Amor Não Machuca” abordou sinais de relacionamentos abusivos, ciclo da violência e mecanismos de proteção disponíveis no município.

Santana de Parnaíba vem promovendo ações de conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher durante o Agosto Lilás. No dia 18, o município realizou a palestra “Quando o Amor Não Machuca”, voltada à identificação dos primeiros sinais de uma relação abusiva e à busca por ajuda.

O encontro foi conduzido pelas psicólogas Gabriela de Souza, Samila Prates e Gisele Paulino. Entre os temas discutidos estiveram o controle excessivo, ameaças, humilhações e agressões, além do ciclo da violência e da importância de construir uma rede de apoio.

Violência atinge milhões de brasileiras

A discussão ocorre em meio a um cenário de violência doméstica e familiar no país. Segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de agressão doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores ao levantamento.

Durante a palestra, também foram apresentados recursos disponíveis em Santana de Parnaíba para ampliar a segurança das mulheres em situações de risco.

Parnaíba Segura

Entre os mecanismos apresentados está o aplicativo Parnaíba Segura, que permite acionar a Patrulha Maria da Penha em situações de risco.

A programação também proporcionou espaço para escuta e troca de experiências. Algumas participantes compartilharam situações de violência que vivem ou já viveram, contribuindo para um ambiente de acolhimento e apoio.

A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás no município e reforça a importância da informação, da prevenção e da rede de apoio no enfrentamento à violência contra a mulher.

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Ônibus SP Por Todas oferece atendimento gratuito para mulheres em Itapevi

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Unidade móvel estará no Terminal de Ônibus de Itapevi, das 13h às 18h, com orientação sobre direitos, prevenção e enfrentamento à violência

O Governo do Estado de São Paulo levará o Ônibus SP Por Todas a Itapevi nesta quarta-feira (19). A unidade móvel estará no município das 13h às 18h, oferecendo atendimento gratuito, acolhimento e orientação para mulheres.

A ação é realizada por meio da Secretaria de Políticas para a Mulher e contará com uma equipe especializada para atender as mulheres, esclarecer dúvidas e apresentar informações sobre a rede de atendimento e os canais oficiais de denúncia.

Durante a permanência da unidade no município, também serão distribuídos materiais informativos sobre prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, com orientações sobre direitos e os serviços públicos disponíveis.

O Ônibus SP Por Todas percorre diferentes regiões do estado com ações de informação, acolhimento e orientação. A iniciativa integra o movimento SP Por Todas, que reúne políticas públicas voltadas à segurança, saúde e autonomia das mulheres paulistas.

Atendimento será realizado no Terminal de Itapevi

A unidade ficará instalada no Terminal de Ônibus de Itapevi, localizado na Rodovia Coronel PM Nelson Tranchesi, no Centro.

O atendimento será realizado gratuitamente das 13h às 18h.

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SP teve 84 mil mulheres atendidas por unidades especializadas em 2025

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Unidades especializadas da Polícia Civil atenderam 84.103 mulheres em São Paulo ao longo de 2025, segundo o 10º Diagnóstico Nacional das Unidades de Polícia Civil Especializadas no Atendimento às Mulheres, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em todo o país, foram registrados 782.474 atendimentos, envolvendo casos como ameaça, lesão corporal, injúria, importunação sexual, estupro e feminicídio, entre outras ocorrências.

O levantamento contabilizou 329.451 vítimas atendidas nas unidades especializadas. O número de atendimentos é maior porque uma mesma mulher pode procurar os serviços mais de uma vez.

Os dados foram compilados a partir de informações de 530 das 585 unidades especializadas existentes no país, entre Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams) e outros modelos de atendimento.

Sudeste concentra quase metade das vítimas

A Região Sudeste concentrou 125.769 vítimas, o equivalente a 47,8% do total nacional. São Paulo aparece na liderança entre os estados, com 84.103 mulheres atendidas.

Na sequência aparecem o Nordeste, com 53.067 vítimas; o Centro-Oeste, com 43.662; o Sul, com 21.087; e o Norte, com 19.712.

O diagnóstico foi divulgado no contexto dos 20 anos da Lei Maria da Penha e também apresenta um panorama da estrutura utilizada pela Polícia Civil para atender mulheres vítimas de violência.

Ameaça lidera registros

Entre os tipos de ocorrência registrados pelas unidades especializadas em 2025, a ameaça aparece em primeiro lugar, com 148.544 registros. Na sequência estão lesão corporal, com 99.473, e injúria, com 88.739.

O levantamento também aponta crescimento expressivo de determinados tipos de violência em relação à edição anterior, que teve 2023 como ano-base.

Os registros de perseguição chegaram a 52.855, aumento de 44,3%. Já os casos de violência psicológica somaram 23.911, alta de 49,7%.

Mais de 300 mil medidas protetivas foram solicitadas

Os atendimentos realizados pelas unidades especializadas resultaram em 302.626 pedidos de medidas protetivas de urgência em 2025.

Segundo o diagnóstico, 118.672 medidas foram concedidas, sendo que 74,2% delas correspondem à maioria das medidas concedidas, conforme os dados apresentados no levantamento.

O estudo também registrou 38.214 descumprimentos de medidas protetivas por parte dos agressores.

As unidades especializadas da Polícia Civil começaram a ser implantadas no Brasil em 1985, com a criação da primeira Delegacia Especializada no Atendimento às Mulheres, na região central de São Paulo.

Atualmente, são 585 unidades, com cerca de 6.200 profissionais, entre delegados, agentes, escrivães, psicólogos e assistentes sociais.

80% das unidades não funcionam 24 horas

Apesar da expansão da estrutura especializada, o diagnóstico aponta limitações no atendimento.

Segundo o levantamento, 80% das unidades não funcionam 24 horas, o que restringe o acesso das vítimas ao serviço especializado fora do horário de expediente.

Entre as principais carências apontadas pelas próprias unidades estão a insuficiência de recursos para investigação, mencionada por 57% delas, a falta de viaturas, citada por 46%, e a falta de materiais de menor potencial ofensivo, apontada por 40%.

Os dados mostram, portanto, que a ampliação da rede de atendimento ainda convive com desafios relacionados à estrutura e à capacidade operacional das unidades especializadas em todo o país.

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Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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Operação contra violência doméstica prende 174 homens em um único dia em SP

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O Governo de São Paulo realizou nesta quinta-feira (2) o Dia D da Operação Mulher Protegida, mobilização voltada ao cumprimento de mandados judiciais relacionados a crimes de violência doméstica e sexual contra mulheres. Ao longo da ação, 174 homens foram presos em todo o estado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), 98 prisões ocorreram em flagrante e outras 76 foram realizadas em cumprimento de mandados judiciais. Durante a operação, também foram registrados 689 pedidos de medidas protetivas para mulheres vítimas de violência ou ameaçadas por agressores.

A mobilização foi coordenada pelas Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), com atuação da Polícia Civil em todas as regiões do estado. As equipes iniciaram as diligências nas primeiras horas da manhã para cumprir ordens judiciais e ampliar a proteção às vítimas.

De acordo com o Governo de São Paulo, a Operação Mulher Protegida integra as ações permanentes de combate à violência contra a mulher, fortalecendo a rede de proteção, o cumprimento de medidas judiciais e a responsabilização dos agressores.

A iniciativa também faz parte do programa SP Por Todas, que reúne políticas públicas voltadas ao acolhimento, proteção e autonomia das mulheres, incluindo o aplicativo SP Mulher Segura e a ampliação do atendimento das Delegacias de Defesa da Mulher.

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Estupros sobem 13% em São Paulo e passam de 1,3 mil casos em abril

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O estado de São Paulo registrou aumento nos casos de estupro, agressões contra mulheres e descumprimento de medidas protetivas durante o mês de abril. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e apontam crescimento em diversos indicadores de violência.

Segundo o levantamento, foram registrados 1.328 casos de estupro no estado em abril deste ano. O número representa alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 1.174 ocorrências.

Os dados também mostram avanço nos registros de violência doméstica e agressões físicas contra mulheres.

Agressões contra mulheres cresceram 24%

Os casos de lesão corporal dolosa contra mulheres chegaram a 6.508 registros em abril.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 24%, o equivalente a 1.268 ocorrências a mais.

Outro indicador que apresentou crescimento significativo foi o descumprimento de medidas protetivas de urgência.

Segundo a SSP, foram contabilizados 2.345 registros em abril deste ano, ante 1.899 no mesmo período de 2025, uma alta de 23,5%.

Feminicídios permanecem estáveis

Os casos de feminicídio apresentaram estabilidade no estado.

Em abril, 20 mulheres foram vítimas do crime, contra 21 no mesmo mês do ano passado.

Apesar disso, as tentativas de homicídio contra mulheres aumentaram de 97 para 120 casos, crescimento de 23,7% na comparação anual.

Homicídios também registraram aumento

Os homicídios dolosos, quando há intenção de matar, passaram de 197 para 202 ocorrências em abril.

O número de vítimas subiu de 204 para 210 no mesmo período.

Os dados fazem parte das estatísticas criminais divulgadas mensalmente pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e servem de base para o monitoramento dos índices de violência no estado.

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De vítima de violência doméstica a voz do 190: a história da cabo Kátia na PM de SP

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Quase três décadas após sofrer agressões dentro de casa, a cabo da Polícia Militar Kátia Cilene se tornou uma das vozes responsáveis por atender pedidos de socorro no telefone de emergência 190 em São Paulo. A policial só reconheceu oficialmente que também havia sido vítima de violência doméstica ao participar, em 2023, do curso da Cabine Lilás, programa voltado ao atendimento especializado de mulheres em situação de violência.

A trajetória começou ainda na juventude. Aos 19 anos, grávida do primeiro filho, Kátia deixou Recife (PE) e se mudou para a capital paulista com o então marido. Impedida de trabalhar, passou a viver sob controle e violência psicológica dentro de casa.

“Eu achava normal, achava que precisava melhorar e que a culpa era sempre minha”, relembrou.

Determinada a mudar de vida, ela saiu escondida de casa em busca de emprego. Como a porta ficava trancada, precisou pular pela janela. No caminho até o centro da cidade, encontrou duas jovens que carregavam um jornal de classificados e disseram que fariam inscrição para a chamada “Polícia Feminina”, denominação usada na época para o ingresso de mulheres na corporação.

Com o dinheiro que tinha apenas para a passagem, Kátia decidiu se inscrever no processo seletivo e passou a se preparar em segredo para o concurso, temendo que o marido a impedisse de continuar.

Quando foi aprovada para ingressar na Polícia Militar, as agressões se intensificaram. Durante o curso de formação, que durou oito meses, ela conciliou os estudos com a rotina dos filhos e enfrentou restrições financeiras impostas pelo companheiro.

Nesse período, contou com a ajuda de familiares e também com o apoio de colegas da corporação. Uma companheira de turma costumava repetir um conselho que se tornou símbolo de resistência: deixar os problemas no armário, vestir o uniforme e seguir em frente.

Kátia concluiu a formação como a quarta colocada da turma e iniciou a carreira no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Ao longo de 28 anos, tornou-se uma das vozes responsáveis por atender chamadas de emergência feitas ao 190.

Apesar de atuar diretamente no atendimento de vítimas, a policial levou décadas para reconhecer que também havia vivido o ciclo de violência doméstica. A compreensão veio apenas em 2023, durante o curso da Cabine Lilás, quando ouviu especialistas explicarem os padrões de abuso enfrentados por muitas mulheres.

“Eu me identifiquei e percebi que sofri tudo aquilo por anos”, contou.

A experiência pessoal passou a influenciar a forma como conduzia os atendimentos. Ao conversar com mulheres que relatavam situações de agressão, ela costumava fazer uma pergunta direta: “Você falou do seu marido, dos seus filhos, mas e você?”

Após quase 30 anos de carreira na Polícia Militar, Kátia hoje atua na formação de novos policiais. Ela ministra aulas de Tecnologia, Informação e Comunicação na Escola Superior de Soldados e também ensina Direitos Humanos no Comando de Policiamento de Choque.

Segundo a policial, o atendimento a emergências exige preparo técnico, mas também sensibilidade. “Quem liga para o 190 está em um momento de desespero. Às vezes é a única chance que aquela pessoa tem”, afirmou.

Ao relembrar a própria trajetória, Kátia evita romantizar a experiência, mas reconhece o caminho percorrido. “É uma ferida que fica. Mas, com todas as dificuldades, eu venci.”

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Quase metade dos monitorados por tornozeleira são acusados de violência contra a mulher

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Quase metade dos criminosos soltos em audiências de custódia e que são monitorados com tornozeleira eletrônica foram acusados de violência doméstica. Desde o dia 11 de setembro, quando teve início o monitoramento, até o dia 8 de dezembro, 123 pessoas passaram a usar a tornozeleira, sendo 57 homens por violência contra a mulher.

‌Do total de monitorados, quatro foram presos em flagrante por descumprirem a medida protetiva, que é uma proteção prevista em lei para a mulher que se encontra em situação de violência doméstica.

‌Desde setembro, os acusados soltos em audiências de custódia na capital são monitorados com tornozeleiras eletrônicas. Foram disponibilizadas 200 tornozeleiras, por meio de uma parceria entre as Secretarias de Estado da Segurança Pública e da Administração Penitenciária.

‌Inicialmente, o sistema monitora apenas pessoas detidas na capital paulista, mas será expandido para outras regiões do Estado. Além dos acusados de violência doméstica, o tornozelamento está disponível para criminosos que já foram presos mais de uma vez como forma de reduzir a reincidência criminal durante o cumprimento de penas ou medidas alternativas à prisão.

‌A coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo, Jamila Jorge Ferrari, considera positivo o resultado do projeto. “Nós salvamos a vida de quatro mulheres, porque se está descumprindo a medida protetiva, talvez estivesse com uma intenção de cometer um crime mais grave contra essa mulher”, afirma.

‌A partir do momento em que o agressor é monitorado com a tornozeleira, se ele se aproximar da vítima, automaticamente as forças policiais serão acionadas. Jamila destaca que a prisão desses quatro agressores comprova que o projeto funciona.

‌“Quatro agressores que talvez não tenham entendido a importância do que foi falado para eles. Talvez não tenham acreditado que de fato a Polícia Militar estava de olho e que ao tentarem a sorte foram presos em flagrante”.

‌A coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo reforça que o monitoramento de acusados de violência doméstica é uma das ferramentas que faltavam para conseguir colocar em prática a efetiva proteção da mulher.

‌“É uma iniciativa importantíssima, traz para essa mulher uma maior sensação de segurança, porque ela sabe que ele está sendo monitorado. Com isso, pode se sentir segura para sair de casa para trabalhar e estudar. Ao mesmo tempo, também mostra para esse agressor que se ele tentar algo será preso em flagrante”, diz.

‌Mas a delegada ressalta a importância da vítima de violência doméstica registrar uma denúncia contra seu agressor. “A partir do momento em que essa vítima faz a denúncia, ou seja, vai até uma delegacia de polícia, registra um boletim de ocorrência e solicita a medida protetiva, essa vítima passa a ter à sua disposição diversas ferramentas de proteção”, explica.

Leia também: Partido da Mulher reafirma apoio a Beto Piteri e lança pré-candidata a vereadora em Barueri


Fonte: Governo de SP – Foto: Reprodução/TV Band

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Câmara de Osasco inicia votação da política de enfrentamento a violência contra a mulher

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A Câmara Municipal de Osasco começou, nesta terça-feira (7), o processo de votação do projeto de lei do Executivo que trata das diretrizes de efetivação da Política Pública Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

O texto, de iniciativa do governo Rogério Lins (Podemos), passou em 1º turno e deve voltar a ser discutido em plenário na sessão ordinária da próxima quinta-feira (9), antes de ser transformado em lei.

Na prática, o projeto cria mecanismos para que as políticas de proteção à mulher sejam efetivadas em Osasco. “É de extrema importância estabelecer diretrizes gerais para que o município de Osasco possa definir sua política municipal voltada à prevenção, ao enfrentamento, à assistência e à garantia de direitos, garantindo o atendimento integral das vítimas desse ciclo de agressões”, justificou Lins.

O projeto atende aos requisitos do Plano Nacional de Combate à Violência Doméstica e do Sistema Nacional de Políticas para as Mulheres (Sinapom).

Esses dois mecanismos são previstos pelo Decreto n° 9.586/2018, que visa garantir ações de enfrentamento à violência doméstica nas esferas federal, estaduais e municipais de forma integrada e coordenada.

Veto Rejeitado

Os parlamentares também rejeitaram o veto do Executivo ao Projeto de Lei que denomina a uma viela no bairro Vila Yolanda de Pedro Ferreira da Silva. O autor do texto, vereador Michel Figueredo (Patriota), pediu apoio dos colegas para a derrubada do veto.

Segundo Figueredo, o motivo do veto foi a ausência de abaixo-assinado. “Quando é rua nova, não precisa de abaixo-assinado. A gente precisa corrigir esse equívoco”, justificou.

Segundo o vereador, a viela fica em uma área recém-urbanizada. A proposta de denominação teve apoio do prefeito e visa homenagear um antigo morador do bairro.

Leia também: Alex Madureira é escolhido relator do projeto de lei do Orçamento paulista para 2024


Foto / Texto: SECOM-Osasco

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