Frente fria traz temporais e ventos de até 75 km/h em SP

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Instabilidades devem atingir diferentes regiões do estado nesta terça-feira (1º), com previsão de chuva forte, raios, granizo e queda nas temperaturas

A primeira semana de setembro começa com a passagem de uma frente fria pelo estado de São Paulo, após as chuvas registradas em diferentes regiões durante o fim de semana. O avanço do sistema deve provocar temporais, chuva forte, descargas elétricas, granizo e rajadas de vento que podem superar 75 km/h.

A condição exige atenção principalmente na Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, litoral norte, Vale do Ribeira, Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira. Também há previsão de ventos intensos nas regiões de Itapeva, Registro, Sorocaba, Campinas, Ribeirão Preto, Barretos, Franca e Presidente Prudente.

Chuva e ventos podem causar transtornos

Além da chuva intensa, as rajadas de vento podem provocar queda de árvores, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia elétrica e danos em estruturas mais vulneráveis.

A combinação de chuva e vento também pode afetar a mobilidade urbana e as operações portuárias. Nas áreas que já registraram ocorrências durante o fim de semana, a possibilidade de novos episódios aumenta o risco de agravamento dos impactos.

Na terça-feira (1º), estão previstas pancadas de chuva e trovoadas isoladas desde a manhã. A instabilidade deve ganhar força durante a tarde e a noite.

Temperaturas devem cair

A passagem da frente fria também deve provocar queda nas temperaturas em todo o estado, interrompendo o período de calor registrado nos últimos dias.

A população deve acompanhar os alertas meteorológicos e adotar medidas preventivas durante as tempestades. Durante rajadas fortes, a orientação é permanecer em local seguro, longe de árvores, postes, estruturas metálicas e coberturas frágeis.

Objetos que possam ser arremessados pelo vento também devem ser retirados de áreas externas.

Orientação para motoristas

Em caso de chuva intensa, os motoristas devem reduzir a velocidade e redobrar a atenção, principalmente nas rodovias.

A Defesa Civil do Estado acompanha as condições meteorológicas e os possíveis impactos provocados pela passagem da frente fria.

Em situações de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193 e a Defesa Civil pelo 199. Para receber alertas gratuitos por SMS, basta enviar o CEP de interesse para o número 40199.

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Eventos climáticos extremos. Tragédia anunciada

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As previsões climáticas, feitas por cientistas há alguns anos, muitas vezes foram consideradas alarmistas por governantes negacionistas, autoritários e desinteressados no bem-estar de suas populações. No entanto, aquelas previsões, deixaram de ser um alerta distante para se tornarem uma realidade concreta que aterroriza o cotidiano das sociedades contemporâneas. O aumento da temperatura média global, impulsionado principalmente pela emissão de gases de efeito estufa, a queima de combustíveis fósseis, o aumento da temperatura da superfície dos oceanos, intensificam a frequência e a severidade de eventos climáticos extremos. Ondas de calor, rios outrora caudalosos secando, incêndios florestais sem controle, enchentes devastadoras, ciclones, tornados, tufões, fortes tempestades com vendavais de alto poder de destruição, são cada vez mais frequentes em todos os continentes. Estes eventos estão se tornando parte de um novo padrão climático que destrói infraestruturas, urbanas e rurais, desaloja milhares de pessoas e mostra o despreparo de muitos países para enfrentar as variações climáticas.

As consequências dessa tragédia anunciada são muitas:

– Na Europa estamos vendo que cidades densamente povoadas enfrentam temperaturas altíssimas, ampliando riscos de mortalidade, sobrecarga energética, colapso nos serviços de saúde. As construções não estão preparadas para enfrentar um calor intenso e contínuo.

– Secas prolongadas produzem uma escassez hídrica que afeta diretamente a produção agrícola, a segurança alimentar e o abastecimento de água, especialmente em países com infraestrutura limitada.

– Chuvas intensas e localizadas provocam inundações que devastam comunidades, destruindo moradias, estradas, infraestrutura urbana, hospitais, aeroportos, como aconteceu no Rio Grande do Sul, em 2024.

– Incêndios florestais em todos os continentes são a cada ano mais frequentes, intensos e devastadores com impactos ambientais e sociais profundos.

Recordes de temperatura são superados, constantemente, em várias partes da Europa. Tornados ou ciclones já são comuns no sul e sudeste do Brasil. O grau de devastação desses fenômenos é cada vez mais devastador.

As mudanças climáticas, não se restringem apenas ao clima, pois trazem profundas consequências socioeconômicas, que só tendem, infelizmente, a piorar as desigualdades sociais que o mundo já conhece. Algumas consequências socioeconômicas, derivadas das mudanças climáticas:

– As populações vulneráveis tendem a ser as mais atingidas. Comunidades pobres, moradores de áreas periféricas, de encosta, ribeirinhas, povos indígenas e populações rurais enfrentam maior exposição aos riscos e menor capacidade de adaptação. A falta de infraestrutura adequada, como saneamento, moradia segura, acesso à saúde, transforma os eventos extremos em tragédias humanitárias.

– A perda de terras agricultáveis, enchentes recorrentes e desastres naturais forçam deslocamentos internos da população. Estima-se que milhões de pessoas se tornarão refugiadas climáticas nas próximas décadas, pressionando sistemas urbanos e políticas públicas.

– Impactos na saúde pública, pois ondas de calor aumentam casos de desidratação e doenças cardiovasculares; enchentes ampliam a proliferação de doenças transmitidas pela água; queimadas afetam a qualidade do ar e elevam problemas respiratórios.

– Prováveis desafios econômicos, podem acontecer em setores como agricultura, pesca, turismo e energia.

Caso nada seja feito, a instabilidade climática pode gerar perdas financeiras, desemprego e aumento do custo de vida, perda de qualidade de vida, e que certamente atingirá a população mais vulnerável. A resposta aos eventos extremos exige planejamento, investimento e coordenação entre governos, empresas e sociedade civil.

As mudanças climáticas representam um dos maiores desafios da humanidade. Podemos imaginar que os eventos extremos fazem parte de um processo complexo que redefine relações sociais, econômicas e ambientais. A forma como as políticas públicas responderão a essa crise climática determinará não apenas a qualidade de vida das gerações atuais, mas também o futuro das próximas. A crise climática já está instalada. Ela não é apenas ambiental, é social, econômica e ética. E exige ação imediata.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo

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Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

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Defesa Civil alerta para ventos de até 90 km/h em São Paulo

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Frente fria deve provocar chuva forte, tempestades e rajadas intensas entre quarta-feira (29) e quinta-feira (30); população deve redobrar os cuidados

A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta para a chegada de uma nova frente fria que deve provocar chuvas fortes, tempestades e rajadas de vento em todo o estado entre esta quarta-feira (29) e quinta-feira (30).

A maior preocupação está relacionada à intensidade dos ventos. Na Região Metropolitana de São Paulo e na Baixada Santista, as rajadas poderão atingir até 90 km/h. Nas demais regiões paulistas, os ventos podem superar os 70 km/h, principalmente durante a passagem da frente fria e em áreas com formação de tempestades.

Além dos ventos, há previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade, acompanhadas por descargas elétricas. No litoral, a Defesa Civil também alerta para risco de ressaca e agitação marítima.

Risco de queda de árvores e falta de energia

Segundo o órgão estadual, a combinação de chuva intensa e ventos fortes aumenta o risco de:

  • queda de árvores;
  • destelhamentos;
  • danos em estruturas vulneráveis;
  • interrupção no fornecimento de energia elétrica;
  • transtornos no trânsito e na mobilidade urbana.

Na Baixada Santista, as condições meteorológicas também podem provocar impactos nas operações portuárias.

Estado reforça monitoramento

Como medida preventiva, a Defesa Civil reuniu nesta terça-feira (28) representantes das Defesas Civis Regionais e Municipais para alinhar as ações de preparação e resposta.

Entre quarta e quinta-feira, o Gabinete de Crise permanecerá ativado presencialmente, reunindo órgãos estaduais, concessionárias de energia elétrica e empresas responsáveis pelo abastecimento de água para acompanhar a evolução das condições climáticas e agilizar o atendimento em caso de ocorrências.

Veja as orientações da Defesa Civil

Durante a passagem da frente fria, a recomendação é que a população:

  • evite permanecer ou estacionar veículos sob árvores;
  • mantenha distância de postes, placas, outdoors e estruturas metálicas;
  • recolha ou fixe objetos soltos em quintais, sacadas e áreas externas;
  • procure abrigo seguro durante tempestades com raios;
  • redobre a atenção nas rodovias devido ao risco de queda de árvores e redução da visibilidade.

Em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) continuará monitorando a evolução da frente fria e poderá emitir novos alertas conforme as condições meteorológicas.

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Defesa Civil coloca 45 cidades de SP em estado de atenção para deslizamentos após fortes chuvas

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo ampliou nesta terça-feira (10) para 45 o número de municípios em estado de atenção para deslizamentos de terra, em razão dos altos volumes de chuva acumulados nas últimas 72 horas. O órgão alerta para o aumento do risco, principalmente em áreas de encosta e regiões já mapeadas como vulneráveis.

De acordo com a Defesa Civil, o solo encharcado eleva a possibilidade de ocorrências, exigindo vigilância reforçada tanto das equipes municipais quanto da população. O nível de atenção indica que há chance de deslizamentos e demanda monitoramento contínuo da situação.

O Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil prevê quatro níveis operacionais — observação, atenção, alerta e alerta máximo. A definição do estágio considera a análise integrada dos volumes de chuva registrados, da previsão meteorológica, de vistorias em campo e do histórico de ocorrências.

No estágio atual, os municípios devem intensificar as inspeções em áreas de risco, manter acompanhamento permanente das condições do solo, reforçar ações de conscientização junto aos moradores e manter equipes e recursos em prontidão. Caso os critérios técnicos apontem agravamento do cenário, o nível de alerta pode ser elevado.

Em nota, a Defesa Civil orienta que moradores de áreas suscetíveis fiquem atentos a sinais de instabilidade, como rachaduras no solo, trincas em paredes, inclinação de árvores ou postes e estalos em encostas. Diante de risco iminente, a recomendação é deixar o local imediatamente e acionar a Defesa Civil pelo telefone 199.

Estão em estado de atenção para deslizamentos os municípios de São Paulo, Caieiras, Francisco Morato, Franco da Rocha, Mairiporã, Santana de Parnaíba, Bertioga, Guarujá, Aparecida, Caçapava, Caraguatatuba, Cunha, Jacareí, Lagoinha, Lorena, Monteiro Lobato, Redenção da Serra, São José dos Campos, São Sebastião, Taubaté, Ubatuba, Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, Iperó, Laranjal Paulista, Mairinque, Salto, Amparo, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Cabreúva, Campinas, Campo Limpo Paulista, Cordeirópolis, Indaiatuba, Joanópolis, Jundiaí, Monte Mor, Morungaba, Nazaré Paulista, Pedreira e Piracaia.

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Ag. Brasil

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Defesa Civil de SP alerta para risco de chuvas fortes e tempestades nesta segunda e terça-feira

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Defesa Civil do Estado de São Paulo alerta que entre esta segunda-feira (2) e terça-feira (3) a passagem de um sistema meteorológico próximo ao território paulista criará condições para chuvas mais persistentes, acompanhadas por descargas elétricas, rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo em pontos isolados, atingindo diversas regiões do Estado.

As chuvas mais fortes ocorrerão na terça-feira e estarão concentradas no oeste do estado, próximo à divisa com o estado do Paraná.

Os atuais modelos meteorológicos indicam acumulados significativos de chuva, que variam conforme a região:

  • Muito alto: Vale do Ribeira e Região de Itapeva;
  • Alto: Regiões de Sorocaba e Bauru;
  • Médio: Região de Marília, Região Metropolitana da Capital Paulista, Baixada Santista, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira e Regiões de Campinas, Presidente Prudente, Araraquara, São José do Rio Preto, Araçatuba, Ribeirão Preto, Barretos e Franca.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) manterá plantão 24 horas durante estes dias e o Gabinete de Crise funcionará no formato remoto, com todas as concessionárias mobilizadas. Em caso de agravamento das chuvas, o Gabinete será transferido para a modalidade presencial.

Recomendações à população

A Defesa Civil orienta a população a evitar áreas sujeitas a alagamentos e enxurradas, não atravessar vias inundadas e buscar abrigo em local seguro durante temporais, mantendo distância de árvores, postes e estruturas metálicas.

Em áreas de encosta, é importante observar sinais de deslizamento, como rachaduras no solo, nas paredes dos imóveis e inclinação de árvores ou postes.

Em caso de emergência, as pessoas devem acionar o a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

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Fonte/foto: Ag. GESP

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Chuvas de verão elevam risco de alagamentos e quedas de árvores, alerta Defesa Civil

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As chamadas chuvas convectivas, típicas do verão, devem aumentar a ocorrência de temporais intensos em curto espaço de tempo, com possibilidade de rajadas de vento, descargas elétricas e até queda de granizo. Mesmo com rápida dissipação, esse tipo de fenômeno pode causar alagamentos, enxurradas e a queda de árvores e muros.

A orientação das autoridades é evitar áreas alagadas e não tentar atravessar ruas ou avenidas inundadas. Durante as tempestades, a recomendação é buscar abrigo em locais seguros, como residências, prédios ou veículos fechados, sempre com os vidros levantados.

Em caso de incidência de raios, é fundamental manter distância de árvores, postes, cercas e estruturas metálicas, que podem atrair descargas elétricas. A população também deve redobrar a atenção em regiões próximas a encostas, margens de rios e córregos, observando sinais de risco, como elevação rápida do nível da água, movimentação de terra e queda de galhos ou outras estruturas.

A Defesa Civil informa que realiza monitoramento contínuo das condições meteorológicas em integração com órgãos estaduais e municipais, com o objetivo de antecipar situações de risco e orientar a população durante os períodos de instabilidade climática.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Defesa Civil de São Paulo faz novo alerta para chuvas intensas e mobiliza Gabinete de Crise

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Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu novo alerta meteorológico para todo o estado de São Paulo em função da intensificação das condições atmosféricas favoráveis à ocorrência de chuvas intensas em todo o território paulista nos próximos dias. O Governo de SP anunciou a instalação de Gabinete de Crise a partir de domingo.

Neste sábado (17), o tempo ainda será marcado pelo predomínio de sol entre algumas nuvens, favorecendo a elevação das temperaturas e a sensação de calor e abafamento. A partir do período da tarde, a combinação do aquecimento diurno com a umidade proveniente do oceano e da região amazônica deverá favorecer a ocorrência de pancadas de chuva isoladas, acompanhadas de descargas elétricas, rajadas de vento e, de forma pontual, queda de granizo. Trata-se de um cenário típico de verão, com possibilidade de transtornos localizados.

A partir do domingo (18), com previsão de se estender ao menos até a segunda-feira (19), a atuação conjunta do avanço de uma frente fria, a presença de uma área de baixa pressão atmosférica e o fortalecimento do canal de umidade da Amazônia deverá favorecer a ocorrência de chuvas mais generalizadas em todo o Estado de São Paulo.

As chuvas poderão ocorrer com moderada a forte intensidade, acompanhadas por raios, rajadas de vento e queda isolada de granizo. Os modelos indicam risco de elevados acumulados, especialmente entre o domingo e a segunda-feira, com maior potencial para transtornos, sobretudo na faixa leste paulista.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Defesa Civil do estado emite alerta severo para chuva na Capital e Grande São Paulo nesta quarta-feira (7)

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu, na tarde desta quarta-feira (7), alerta severo para a capital paulista e a Região Metropolitana em razão das fortes chuvas que atingem a região.

Às 16h50, foram enviados alertas severo para Guarulhos, além das zonas Norte e Leste da capital. Em cerca de três horas, os acumulados de chuva chegaram a 102 mm no bairro de Santana e 77 mm na região de Aricanduva, volumes elevados para um curto período de tempo. No Campo de Marte foi registrada rajada de vento de 80km/h.

O grande volume de água provocou o transbordamento de um córrego na Avenida Aricanduva. Diante do cenário, a cidade de São Paulo entrou em estado de atenção para alagamentos, com estado de alerta na Zona Leste, especialmente nas regiões de Aricanduva e Itaquera.

Até as 17h50, a capital registrava 11 pontos de alagamento, sendo 8 intransitáveis e 3 transitáveis. O Corpo de Bombeiros recebeu, até as 17h00, três chamados para queda de árvores. Até o momento, não há registro de vítimas ou feridos.

As equipes da Defesa Civil, em conjunto com os órgãos municipais e o Corpo de Bombeiros, seguem monitorando as condições meteorológicas e atuando para reduzir riscos à população.

Orientações à população

• Evite transitar por áreas alagadas e nunca atravesse vias com água em movimento;
• Redobre a atenção ao dirigir e reduza a velocidade sob chuva intensa;
• Não permaneça próximo a árvores, postes ou estruturas instáveis durante temporais;
• Moradores de áreas de risco devem ficar atentos aos alertas oficiais e, se necessário, buscar locais seguros;
• Em emergências, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Corpo de Bombeiros).

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Fonte: GESP | Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Ano Novo terá virada no tempo em SP, com fim da onda de calor e risco de temporais

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A semana do Ano Novo será marcada por uma mudança expressiva nas condições do tempo em todo o estado de São Paulo. Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, o enfraquecimento do bloqueio atmosférico e o fim da onda de calor — que provocou recordes de temperatura, especialmente na capital — darão lugar a um período de maior instabilidade, com chuvas mais frequentes e intensas nos próximos dias.

Nos primeiros dias de janeiro, a passagem de frentes frias pela costa paulista deve intensificar a instabilidade, elevando o risco de chuva forte e temporais em diversas regiões. Além disso, esses sistemas contribuem para a redução gradual das temperaturas e aliviam o calor intenso registrado nos últimos dias.

Nesta quarta-feira (31), último dia do ano, o sol ainda predomina em grande parte do estado, mantendo o tempo abafado. No entanto, a combinação de calor e umidade aumenta a chance de pancadas isoladas de chuva, que podem ser moderadas a fortes, com raios e rajadas de vento, principalmente no Vale do Paraíba, Litoral Norte e Vale do Ribeira.

Na quinta-feira (1º), o sol aparece entre nuvens, com previsão de pancadas de chuva a partir da tarde, associadas à rápida passagem de uma frente fria pelo oceano e ao transporte de umidade da Amazônia. Já na sexta-feira (2), uma nova frente fria avança pela costa, favorecendo céu mais nublado e chuva a qualquer hora do dia, sobretudo no litoral e na faixa leste do estado. Há risco de acumulados elevados, com possibilidade de alagamentos, deslizamentos, quedas de árvores e transtornos viários em áreas vulneráveis.

Entre os dias 1º e 4, os maiores acumulados são previstos para o Vale do Ribeira, Sorocaba, Campinas, Baixada Santista e Litoral Norte. A Região Metropolitana, Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba devem ter volumes altos, enquanto outras regiões do interior podem registrar chuva de intensidade média.

Diante do cenário, o Governo do Estado de São Paulo mobilizou um gabinete de crise para coordenar ações preventivas e agilizar o atendimento aos municípios. A Defesa Civil reforça as orientações à população, como evitar áreas alagadas, redobrar a atenção nas estradas e acompanhar os alertas oficiais ao longo do feriado.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Frente fria mantém SP em alerta: chuva forte, ventos e granizo até terça-feira (16)

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Após uma semana de tempestades e da passagem de um ciclone extratropical, o estado de São Paulo deve seguir enfrentando tempo instável nos próximos dias. A Defesa Civil alerta que a atuação lenta de uma frente fria provoca chuva persistente, descargas elétricas, rajadas de vento e possibilidade de granizo entre este sábado (13) e a próxima terça-feira (16).

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja — o segundo mais grave da escala — para grande parte do território paulista. O aviso indica risco de chuvas intensas, com volumes entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia, além de ventos que podem variar de 60 a 100 km/h e queda de granizo, principalmente entre hoje (13) e amanhã (14).

Segundo a Defesa Civil, as regiões mais afetadas devem ser Presidente Prudente, Marília, Bauru, Araraquara, Campinas, Sorocaba, Itapeva e Registro. Neste sábado, as regiões sul, central e leste do estado concentram a maior instabilidade, com previsão de elevados acumulados de chuva, o que aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e outros transtornos, sobretudo em áreas vulneráveis.

Ainda de acordo com o órgão, a partir da tarde deste sábado podem ocorrer fortes pancadas de chuva em municípios das regiões de Marília, Presidente Prudente, Itapeva, Bauru, Registro, Vale do Paraíba, Baixada Santista e Região Metropolitana de São Paulo.

Para domingo (14), a frente fria deve permanecer estacionada na costa paulista, mantendo o tempo fechado e chuva frequente ao longo do dia. O cenário eleva o risco de alagamentos e deslizamentos de terra, especialmente em cidades mais suscetíveis.

A partir de segunda-feira (15), o sistema começa a avançar em direção ao Rio de Janeiro, mas ainda deve manter chuva persistente em diversas regiões do estado de São Paulo nos próximos dias.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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