O brasileiro está demorando para trocar de celular. De acordo com um levantamento da empresa GfK, depois da pandemia de Covid-19, o tempo médio de substituição ultrapassou dois anos. Antes da crise sanitária, o período era, em média, de um ano.
O dado já estaria se refletindo nas vendas que, no primeiro semestre, somaram cerca de 14 milhões de unidades, uma queda de 12,5% comparado à primeira metade de 2022.
No ano passado, do total de 30 milhões de aparelhos vendidos no país, 22 milhões serviram para substituir modelos parecidos. Cerca de oito milhões trocaram o aparelho para um modelo mais avançado e, desse total, dois milhões e meio eram um segundo aparelho para o mesmo consumidor. Ainda em 2022, quatro milhões de celulares comprados supriram um aparelho perdido ou roubado. Apenas um milhão e 700 mil representaram a primeira compra.
Um smartphone novo pode custar mais de R$ 7 mil. O preço alto, a redução do crédito e o risco de roubo também ajudam a explicar o porquê do consumidor preferir ficar com o mesmo aparelho até que ele pare de funcionar.
Os usuários podem adicionar músicas ao publicar fotos em formato ‘carrossel’, aquele que permite postar até 10 imagens em uma mesma publicação.
Ainda no cenário musical, o Instagram também divulgou uma parceria com o Spotify. Na plataforma de música, agora encontra-se a playlist “Top Músicas Reels Brasil”, que possui as canções mais populares do Instagram.
Com a atualização, as pessoas podem fazer Collabs com até quatro usuários, isto é, agora um mesmo conteúdo pode aparecer no feed de mais contas. A nova ferramenta funciona para contas privadas e públicas.
“Sua Vez”
Com a figurinha “Sua Vez”, as pessoas podem convidar os seus seguidores a participarem de um desafio criado ou compartilhado por ele, ou seja, são as chamadas “correntes”.
Esse recurso foi liberado há mais de um ano, mas a novidade é que o usuário pode compartilhar em seus stories ou feed as publicações das contas que seguirem o desafio (a figurinha “Sua Vez”).
A Internet Social gratuita de Barueri alcançou 75% nas instalações do serviço em conjuntos habitacionais da cidade neste mês de agosto. Cerca de 3.121 famílias contam com o sinal gratuito de internet fornecido pela Prefeitura em seus lares, segundo levantamento do CIT (Centro de Inovação e Tecnologia) de Barueri.
O Conjunto Habitacional Mirante dos Altos conta com o maior número de beneficiários: 562. O serviço chega até esse que é um dos pontos mais altos do município, distante do Centro, com ampla vista, dada a sua altitude.
O segundo maior em instalações da Internet Social é o Conjunto Habitacional dos Pinheiros, no Jardim Paulista, no extremo sul da cidade, com 278 unidades beneficiadas.
De acordo com o administrador do CIT, Jonatas Randal, “o programa Internet Social ultrapassa o limite do benefício ao munícipe, é uma ação social que traz serviço, comodidade e dignidade às famílias trabalhadoras, porém vulneráveis economicamente, que não podem acrescentar mais despesas com a acessibilidade remota”, diz Randal.
Para Jonatas, ter internet em casa não é mais um luxo, é necessidade, como água, luz e gás. “O mundo de hoje exige conectividade a distância para as soluções mais simples do cotidiano, como pagar uma conta, conversar com um parente distante, marcar uma consulta, estudar ou simplesmente para saber das notícias do cotidiano. Todos temos os mesmos direitos”, reforça o administrador.
Todo mundo conectado No momento, a Internet Social Gratuita Residencial atende somente aos moradores dos Conjuntos Habitacionais Populares de Barueri. Lembrando que o programa inclui a rede Wi-Fi Cidade Inteligente, espalhada pelos quatro cantos da cidade, atendendo toda a população em praças, prédios públicos, rodoviárias e outros pontos de grande circulação de pessoas. São cerca de 210 pontos espalhados por todo o município.
Barueri conta com mais de 600 quilômetros de fibra óptica, “dado importante que possibilidade à Prefeitura de Barueri investir na implantação de ações dessa natureza de forma eficiente, conforme almeja a gestão atual. Estamos trabalhando para Barueri ficar totalmente conectada”, completa Randal.
Uma iniciativa do Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI), sediado na Escola Politécnica da USP, pode colocar o estado de São Paulo na vanguarda das novas tecnologias de energia verde e transição energética. Com o apoio do Governo de São Paulo, esta será a primeira estação do mundo para abastecimento de hidrogênio renovável a partir do etanol.
A planta-piloto vai ocupar uma área de 425 metros quadrados na Cidade Universitária, na capital. A área receberá reservatórios de etanol e hidrogênio, laboratório, sala de controle e um reformador com capacidade de produzir 4,5 quilos de hidrogênio verde por meio do etanol.
O lançamento do projeto foi feito no último dia 10, na capital, em cerimônia com a participação do governador Tarcísio de Freitas. A previsão é que a estação experimental esteja operando até o final do primeiro semestre de 2024.
O RCGI é um centro de pesquisa financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), agência de fomento paulista, e também recebe apoio de empresas dos setores de energia e automotivo. As pesquisas são focadas em inovações que possibilitem ao Brasil atingir compromissos assumidos no Acordo de Paris.
Atualmente, são 50 projetos em desenvolvimento no RGCI, com o envolvimento de cerca de 530 pesquisadores dos setores público e privado. O programa da planta de hidrogênio não tem objetivos comerciais e reúne investimentos que ultrapassam R$ 182 milhões.
Na prática, a estação vai aprimorar a eficiência da produção do hidrogênio verde, visando a chegada da tecnologia no mercado e a utilização em larga escala no futuro. Um reformador a vapor vai converter etanol líquido em em hidrogênio por meio de uma reação termoquímica, feita a uma temperatura de aproximadamente 700 graus Celsius.
Esse processo químico é chamado de reforma a vapor. Após ser submetido a altas temperaturas e pressões específicas, o etanol reage com água e gera o hidrogênio. O reformador ainda faz uma purificação do hidrogênio, por meio de outra tecnologia inovadora desenvolvida por uma empresa parceira para a planta.
O etanol necessário para a produção diária de 108 kg de hidrogênio será fornecido por outra parceira privada. Já o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) dará suporte ao projeto com o objetivo de otimizar o funcionamento do reformador do etanol.
Durante o funcionamento da estação experimental, os pesquisadores vão validar os cálculos sobre as emissões e custos do processo de produção de hidrogênio. “Nossa estimativa no momento é que o custo da produção de hidrogênio a partir de etanol será muito competitivo quando comparado ao custo do hidrogênio de reforma do gás natural no contexto brasileiro”, afirma Julio Meneghini, diretor executivo e científico do RCGI.
Logística e transporte
Ele afirma que uma das principais vantagens do hidrogênio obtido por meio do etanol será percebida na logística de transporte. “Normalmente, o hidrogênio é transportado em forma comprimida ou liquefeita, o que demanda grande energia e a utilização de grandes tanques de aço. Já para transportar o etanol, a logística e o transporte são muito simples. Todos os postos de gasolina do Brasil têm uma bomba de etanol”, explica Meneghini.
O transporte do etanol é feito em caminhões-tanque com capacidade de armazenamento em torno de 45 mil litros, volume que pode gerar de 5 mil a 7 mil quilos de hidrogênio. Devido ao baixo custo de transporte do biocombustível, a tecnologia terá mais facilidade de ser replicada globalmente.
Outra vantagem é a utilização de baterias quatro vezes mais leves que as dos carros elétricos com carregamento externo. O abastecimento de um ônibus movido a hidrogênio também é mais rápido: cerca de cinco minutos, segundo os pesquisadores, ante cerca de oito horas de um similar elétrico.
“Um ônibus puramente elétrico tem uma autonomia menor que 200 km e demora oito horas para carregar, além de ter duas toneladas de bateria. Com o hidrogênio, o ônibus fica mais leve e pode ser recarregado em cinco minutos. É o tempo que se abastece um ônibus convencional à diesel”, destaca o diretor do centro de pesquisa.
O hidrogênio produzido na estação experimental será usado para abastecer três ônibus cedidos pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) do Governo de São Paulo e também um veículo cedido por uma montadora japonesa. Os veículos irão transitar exclusivamente no campus da USP.
O estudo Hype Cycle for Emerging Technologies, mapeia o lançamento e a maturidade de novas tecnologias para empresas
A IDC Brasil (International Data Corporation) projeta que o mercado de tecnologia da informação (TIC) deve crescer 5% no Brasil em 2023 em relação ao ano anterior. Com as novas tendências para a área, a Gartner desenvolveu a ferramenta Hype Cycle para as empresas acompanharem as principais tecnologias e o desenvolvimento delas no mercado.
A Hype Cycle é uma ferramenta valiosa para empresas, investidores e profissionais de tecnologia, pois fornece insights sobre a evolução e as expectativas em torno de uma inovação. Compreender em qual fase do ciclo uma tecnologia está pode auxiliar na tomada de decisões estratégicas, e no desenvolvimento de adoção e posicionamento no mercado.
Para Leonardo Oliani, CEO da Astéria, empresa de soluções digitais personalizadas, existem três tendências que a Hype Cycle apresentou como emergentes que vão moldar o mundo digital e as empresas do setor tech nos próximos 12 meses, dentre elas:
Realidade virtual: A tecnologia de realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR) continuará avançando em 2023, por isso a tendência deve estar no radar dos gestores e líderes. A técnica permite experiências de produtos imersivos, por exemplo, no setor de varejo, a realidade virtual permite a simulação de ambientes, ajudando as marcas testar e otimizar estratégias de merchandising antes de implementá-las no mundo real.
Inteligência Artificial (AI): O setor do marketing pode se beneficiar das soluções desenvolvidas pela inteligência artificial, sendo elas: automatizando tarefas repetitivas aplicação de Chatbots e atendimento ao cliente, além das recomendações e personalização de produtos;
Unindo o digital e o físico: Já estamos vendo uma ponte emergente entre os mundos digital e físico, e essa tendência continuará em 2023. Há um componente decisivo nesse nosso momento sendo a impressão 3D. Depois de testar tendências no mundo virtual, os engenheiros podem ajustar e editar componentes e criá-los no mundo real usando a tecnologia de impressão 3D.
“Cada setor e empresa tem suas necessidades específicas, por isso é importante fazer uma análise sobre as tendências que a Hype Cycle apresentou e ponderar a mais relevante para os objetivos e estratégias para a sua empresa”, comenta o CEO.
Com avanço na modernização da “lei das antenas”, estado de SP concentra um de cada quatro municípios brasileiros com a tecnologia
Pouco mais de um ano após a chegada da tecnologia ao Brasil, 100 cidades paulistas já contam com internet 5G, que oferece uma navegação até 100 vezes mais rápida. Com isso, São Paulo concentra um de cada quatro municípios brasileiros com o serviço, apontam dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Já um balanço da InvestSP, agência de promoção de investimentos do Estado vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), mostra que o total de cidades paulistas que atualizaram a “lei das antenas” mais que dobrou em 2023: pulou de 61 no fim de dezembro para 153 em julho deste ano.
O Governo de São Paulo tem feito uma força-tarefa para acelerar esse processo, uma vez que a mudança nas legislações municipais é fundamental para que as operadoras de telecomunicações saibam onde os novos equipamentos podem ser instalados e invistam na infraestrutura do 5G.
Coordenada pela SDE e a InvestSP, a mobilização conta com reuniões, eventos e atendimento a gestores locais de todo o Estado para levar informação sobre o tema, expor as vantagens de contar com o 5G, principalmente no sentido de atrair investimentos e acelerar o desenvolvimento econômico, e orientar aqueles que eventualmente precisem de suporte para fazer a mudança da “lei das antenas”.
Fonte: Portal do Governo – Foto: Arquivo/Agência Brasil
Um novo golpe surgiu na praça, na forma de passar o valor da compra com o cartão de crédito ou débito. Cibercriminosos criaram um sistema que infecta computadores ligados as máquinas de cartões.
Na prática, a ação ilegal acontece quando o bandido se passa por um funcionário da empresa de cartões e entra em contato com o lojista, durante a ligação com o funcionário da loja, os golpistas pedem para o colaborador baixar um arquivo no computador onde está localizado o sistema de pagamento, quando o lojista clica no link um vírus é instalado na rede conectada a máquina de cartão.
Depois que os bandidos conseguirem o acesso ao sistema, da próxima vez que o cliente tentar aproximar o cartão para efetuar o pagamento uma mensagem falsa de erro aparecerá na tela, forçando o consumidor a inserir o cartão para efetuar a conclusão da compra. Quando o pagamento é feito, o cliente acaba se tornando vulnerável a futuras fraudes, como compras indevidas.
Por se tratar de um sistema instalado no computador conectado a máquina de um cartão de uma determinada loja, nem o funcionário, quanto também o consumidor, conseguem descobrir que estão sofrendo um golpe.
Embora existam relatos sobre o novo golpe, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços afirmou que ainda não identificou nenhuma evidência da ação de um suposto vírus.
O site oficial do Partido dos Trabalhadores (PT) foi alvo de uma invasão hacker durante a madrugada deste domingo (29). A página é usada para divulgar informações sobre a legenda e as ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Após a invasão, o site passou a exibir uma foto do ex-ator pornô Kid Bengala e mensagens criticando o atual presidente do Brasil.
Em nota, o Partido dos Trabalhadores (PT) esclareceu que os dados do site são protegidos e que não houve apropriação ou perda das informações contidas nele.
“A ação desta madrugada mantém a sucessão de sistemáticos ataques sofridos durante a campanha eleitoral, em especial”, diz a nota.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) antecipou a autorização e liberou nesta terça-feira (24) sinal de 5G em 45 municípios paulistas. A maioria das cidades que receberão o sinal são aquelas que estão próximos da capital ou com mais de 500 mil habitantes.
As operadoras que compraram direito de operar na frequência da telefonia de quinta geração precisam solicitar à agência a ativação de estações.
Segundo a Anatel, a instalação antecipada da nova infraestrutura de internet móvel nessas cidades depende do planejamento individual de cada prestadora.
Para disponibilizar o sinal de 5G, será necessário a limpeza da faixa de frequência de 3,5. GHz, uma espécie de avenida no ar pela qual trafegam ondas de telefonia, televisão e rádio. Para funcionar sem interferência e garantir mais velocidade, apenas o sinal 5G deve ocupar esse espaço.
Até junho, o plano da Anatel é incluir a cobertura de 5G em mais de 1500 cidades em todo país. Atualmente, 140 municípios, que abrigam 38,5% da população, estão aptos a utilizar estações de “5G puro”.
Confira a lista completa de cidades no estado de São Paulo que tiveram o 5G liberado:
O presidente executivo da Amazon, Andy Jassy, confirmou nesta quarta-feira (4) em um comunicado a demissão de 18 mil funcionários.
O documento, assinado por Jassy, afirma que as revisões que levaram ao plano de demissões têm como objetivo “priorizar o que é mais importante para os clientes e a saúde a longo prazo dos nossos negócios”.
Andy Jassy afirmou que o anúncio foi adiantado após a informação ser vazada. “Normalmente, esperamos para comunicar sobre esses resultados até que possamos falar com as pessoas diretamente afetadas. No entanto, como um de nossos colegas vazou essa informação externamente, decidimos que era melhor compartilhar essa notícia antes para que você pudesse ouvir os detalhes diretamente de mim”.
A Amazon planeja começar a comunicar os funcionários apenas no dia 18 de janeiro. Em novembro de 2022, a empresa planejava demitir cerca de 10 mil funcionários de cargos corporativos e de tecnologia, além de dispositivos e livros.