Santana de Parnaíba vence prêmio estadual de saúde com projeto sensorial

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Santana de Parnaíba foi destaque no 15º Prêmio David Capistrano ao vencer a etapa estadual com um projeto voltado à inclusão na saúde pública. O reconhecimento foi anunciado durante congresso realizado em Santos e garante ao município uma vaga na fase nacional da premiação, marcada para julho, em Porto Alegre.

A conquista coloca a cidade entre os principais exemplos de inovação em gestão de saúde no Estado de São Paulo, reforçando o uso de iniciativas práticas voltadas ao atendimento humanizado e inclusivo — especialmente para públicos historicamente pouco assistidos.

O prêmio foi conquistado com o projeto “Jardim Sensorial – Trilha dos Sentidos”, desenvolvido no Parque Santana. A proposta oferece um espaço gratuito e acessível, criado para estimular os sentidos de crianças com autismo e outras neurodivergências, promovendo desenvolvimento, interação social e bem-estar.

Além da estrutura adaptada, o ambiente conta com acompanhamento especializado, ampliando a segurança e a efetividade do atendimento. O modelo tem chamado atenção por unir inovação, acolhimento e impacto direto na qualidade de vida das famílias atendidas.

Durante o evento, o município também recebeu reconhecimento internacional. Um dos trabalhos foi premiado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), enquanto outro garantiu menção honrosa, ambos voltados ao atendimento e acolhimento de pessoas trans no sistema público de saúde.

O congresso reuniu representantes de cidades de todo o estado e serviu como vitrine para boas práticas no SUS. A participação de Santana de Parnaíba se destacou pelo conjunto de iniciativas voltadas à inclusão e à ampliação do acesso aos serviços.

Com a vitória, a cidade agora se prepara para disputar a etapa nacional do prêmio, levando como referência um modelo que pode ser replicado em outras regiões do país. Paralelamente, um novo Jardim Sensorial está em construção no Parque Tibiriçá, ampliando o alcance do projeto.

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Foto: Dario Souza/PMSP

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Barueri é premiada no COSEMS SP por projeto inovador na saúde mental

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Barueri foi reconhecida no 39º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo com um prêmio de destaque regional, reforçando o protagonismo do município na gestão do SUS. A premiação ocorreu durante o evento realizado entre os dias 8 e 10 de abril, em Santos.

O secretário da Saúde de Barueri, Milton Monti, e servidores da pasta estiveram presentes no Congresso. | Foto: Divulgação

O reconhecimento veio por meio da 22ª Mostra de Experiências Exitosas, que valoriza iniciativas municipais inovadoras na saúde pública. Barueri foi destaque dentro da RRAS 5, região que engloba a Metropolitana Oeste.

O projeto premiado foi “Auriculoterapia caseira capacitação prática e teórica oferecida aos responsáveis de pacientes CAPS II”, voltado ao cuidado em saúde mental com técnicas acessíveis e eficazes.

A iniciativa busca capacitar familiares para auxiliar no tratamento dos pacientes, fortalecendo o cuidado contínuo fora das unidades de saúde e ampliando o alcance das ações terapêuticas.

Segundo a responsável pelo projeto, Patrícia Hamelin, a prática tem apresentado resultados positivos ao longo das turmas formadas, com impacto direto na recuperação dos pacientes.

O congresso também premiou diversas experiências de municípios paulistas, destacando a diversidade e a eficiência das políticas públicas de saúde no estado.

A conquista reforça o compromisso de Barueri com a qualidade da assistência e o fortalecimento da rede de atenção à saúde, com foco em soluções humanizadas e resolutivas.

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Fotos: Divulgação

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Barueri intensifica busca por tuberculose nas UBSs após alta de casos

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A Prefeitura de Barueri iniciou, no dia 17 de março, uma mobilização para ampliar o diagnóstico precoce da tuberculose em toda a cidade. A ação, conduzida pela Secretaria de Saúde, segue até 31 de março e ocorre em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com foco na identificação rápida de casos e início imediato do tratamento, oferecido gratuitamente pelo sistema público.

A estratégia faz parte da Vigilância Epidemiológica do município e concentra, em apenas 15 dias, uma meta equivalente ao esperado para um mês inteiro de atendimentos. A estimativa considera que cerca de 1% da população apresente sintomas respiratórios ao longo do ano. Durante o período, as equipes das UBSs foram orientadas a intensificar a triagem de pacientes com sinais suspeitos da doença.

A busca ativa prioriza pessoas com sintomas clássicos de tuberculose, como tosse persistente por três semanas ou mais — com ou sem catarro —, febre, principalmente no período da tarde, sudorese noturna intensa e perda de peso sem causa aparente. Outros sinais incluem falta de apetite, cansaço excessivo e dor no peito.

A recomendação é que qualquer pessoa com esses sintomas procure a unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce é considerado fundamental para interromper a cadeia de transmissão e aumentar as chances de cura. A Secretaria de Saúde reforça que a doença tem tratamento eficaz, mas exige adesão rigorosa ao acompanhamento médico.

A campanha também tem caráter educativo e alerta a população para não ignorar os sinais iniciais. “Você tem tosse há três semanas ou mais? Não ignore esse sinal”, destaca a orientação divulgada pela prefeitura.

Casos em alta e cenário de atenção

Atualmente, Barueri registra 111 pessoas em tratamento para tuberculose. Nos últimos anos, o município acompanha uma tendência de crescimento gradual nos casos, em linha com o cenário nacional. Em 2020, foram 108 registros, número que caiu para 102 em 2021, período marcado por subnotificação e dificuldades de acesso aos serviços de saúde durante a pandemia.

A partir de 2022, os casos voltaram a subir: foram 139 naquele ano, 116 em 2023, 170 em 2024 e 189 em 2025. Segundo a Secretaria de Saúde, o aumento está relacionado a fatores como atrasos no diagnóstico durante a pandemia, vulnerabilidades sociais e maior número de pessoas imunocomprometidas.

Dados detalhados mostram que, em 2024, o município realizou 3.028 exames na busca ativa, com 170 casos confirmados e 123 pacientes curados. Já em 2025, foram 2.838 exames, 189 casos registrados e 54 curas confirmadas, além de 76 pacientes ainda em tratamento.

Referência regional no combate

Apesar do avanço recente dos casos, Barueri é considerada referência no enfrentamento da tuberculose. A cidade mantém uma rede estruturada com 21 UBSs capacitadas para diagnóstico e acompanhamento, além de uma unidade especializada para casos mais complexos.

O município também investe na capacitação contínua dos profissionais de saúde, com reuniões periódicas para discussão de casos e suporte técnico. As ações de conscientização incluem o Programa Saúde na Escola (PSE), que leva informações sobre prevenção e sintomas aos estudantes.

A estratégia de busca ativa, considerada um dos principais diferenciais, permite identificar precocemente novos casos e reduzir a transmissão. O conjunto de medidas está alinhado às metas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê a eliminação da tuberculose como problema de saúde pública até 2030.

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Foto: Lourivaldo Fio/PMB

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Brasil recebe 2,5 mil unidades de fomepizol, antídoto contra metanol

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O Ministério da Saúde recebeu nesta quinta-feira (9), no Aeroporto de Guarulhos (SP), uma remessa com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol, usado no tratamento de pacientes com metanol no organismo. A substância detectada tem sido ingerida junto com bebidas alcoólicas adulteradas, produzidas de maneira clandestina.

É a primeira remessa desse antídoto a chegar ao Brasil. Ao todo, 1,5 mil unidades já começam a ser distribuídas ainda hoje, sendo priorizado o estado de São Paulo, que registra o maior número de casos de intoxicação pela substância. A unidade federativa receberá 288 unidades do medicamento.

O restante do lote será destinado a outras localidades com ocorrências confirmadas: Pernambuco (68 unidades), Paraná (84), Rio de Janeiro (120), Rio Grande do Sul (80), Mato Grosso do Sul (20), Piauí (24), Espírito Santo (28), Goiás (52), Acre (16), Paraíba (28) e Rondônia (16).

Distribuição aos estados:
Unidade federativaQuantidade
São Paulo288
Minas Gerais152
Rio de Janeiro120
Bahia104
Paraná84
Rio Grande do Sul80
Pernambuco68
Ceará64
Pará60
Santa Catarina56
Goiás52
Maranhão48
Amazonas32
Espírito Santo28
Mato Grosso28
Paraíba28
Alagoas24
Piauí24
Rio Grande do Norte24
Distrito Federal20
Mato Grosso do Sul20
Acre16
Amapá16
Rondônia16
Roraima16
Sergipe16
Tocantins16
Total1.500

O envio terá continuidade amanhã (10), estendido a todo o país, inclusive em locais sem casos comunicados às autoridades. A pasta ainda manterá mil ampolas de fomepizol guardadas em estoque.

Os estados poderão demandar novas remessas, conforme sua necessidade e surgimento ou alta de casos. Em nota, o ministério esclarece que o quantitativo foi definido a partir de dados demográficos oficiais, do último Censo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Etanol farmacêutico

Além do fomepizol, outra substância capaz de reverter a intoxicação é o etanol farmacêutico, que pode ser administrado por equipes de saúde antes mesmo da confirmação do quadro por exame laboratorial. O etanol farmacêutico exige prescrição e monitoramento médico, não devendo ser comprado e aplicado pela população em geral.

A pasta irá receber 12 mil ampolas desse tipo de antídoto como doação da empresa brasileira Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos. As unidades se somarão às 4,3 mil entregues aos estoques do SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a  Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). 

arte-metanol
Arte/Agência Brasil

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Lula destaca importância do SUS e diz que saúde não tem esquerda ou direita

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado (13) do mutirão nacional de atendimentos hospitalares, o Dia E, realizado em 45 hospitais universitários de 25 estados, todos geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A ação integra o programa Agora Tem Especialistas, que busca reduzir as filas de consultas, exames e cirurgias do SUS.

Durante visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), Lula destacou que saúde é prioridade acima de ideologias. “Em se tratando de saúde, você não tem esse negócio de direita e esquerda, tem é pessoas comprometidas com a saúde do povo brasileiro”, afirmou, lembrando o papel do SUS durante a pandemia.

De acordo com o governo, apenas neste sábado foram realizados cerca de 2 mil cirurgias eletivas, 4,5 mil consultas e 22,7 mil exames, todos previamente agendados. Para atender à demanda, mais de 3,2 mil profissionais, incluindo 2,5 mil médicos e enfermeiros, além de 700 estudantes, atuaram em turnos extras.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que o programa prevê parcerias com a rede privada para acelerar atendimentos, inclusive com abatimento de dívidas de operadoras de saúde com o SUS. Já o presidente da Ebserh, Arthur Chioro, anunciou meta de aumentar em 40% o número de cirurgias realizadas nos hospitais universitários.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, médico anestesista, também participou do evento e exaltou o SUS como patrimônio nacional.

Esta foi a segunda edição do Dia E em 2025 – a primeira, em julho, registrou 12.464 procedimentos. Uma terceira edição está prevista para dezembro.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR – *Com informações Agência Brasil

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Audiência na Alesp aponta avanços e desafios no acesso à Cannabis medicinal pelo SUS paulista

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A Frente Parlamentar da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) realizou nesta quinta-feira (4) uma audiência pública para avaliar o primeiro ano de fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. O encontro foi conduzido pelo deputado Caio França (PSB), autor da Lei 17.618/2023, que instituiu a política.

Segundo dados apresentados pelo médico José Luiz Gomes do Amaral, coordenador do grupo de trabalho da Secretaria de Estado da Saúde, 530 pacientes iniciaram o tratamento com derivados da Cannabis no último ano, dos quais 452 seguem em acompanhamento.

Caio França comemorou o avanço, mas destacou que a meta é ampliar o acesso. “É uma vitória, mas ainda precisamos alcançar muito mais famílias que necessitam dessa terapia”, afirmou.

Durante a audiência, parlamentares, especialistas e associações de pacientes relataram desafios para ampliar a oferta. Representantes de entidades lembraram que muitos ainda recorrem à Justiça para obter o medicamento. Fernanda Peixoto, presidente da Associação Maria Flor, afirmou que a organização atende 12 mil pacientes sem recursos públicos. “Somos prova do impacto positivo da Cannabis e da necessidade de ampliar as patologias atendidas pelo SUS”, destacou.

O deputado Eduardo Suplicy (PT), que participou de forma virtual, defendeu a urgência de uma regulamentação mais ampla. “A saúde não pode esperar. É fundamental simplificar o acesso e ouvir as associações”, disse.

Além do balanço, a frente parlamentar lançou o 3º edital para destinação de emendas a projetos nas áreas de Saúde, Ciência, Educação e impacto social relacionados à Cannabis e ao cânhamo. Serão destinados R$ 1,25 milhão, o maior valor já anunciado pela frente, segundo Caio França. As inscrições estão abertas no site fpcannabis.com.br e os vencedores serão divulgados em outubro.

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Foto: Bruna Sampaio/Alesp

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Internações por inflamações intestinais cresceram 61% em dez anos

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As doenças inflamatórias intestinais são enfermidades que afetam o trato gastrointestinal e que resultaram, nos últimos dez anos, em 170 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Os dados são de um levantamento da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), com base no Sistema de Informações Hospitalares do SUS, do Ministério da Saúde.

Esses dados mostram ainda um crescimento de 61% nas internações em 2024 (23.825), na comparação com 2015 (14.782)

As principais formas de doenças inflamatórias intestinais são a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. São condições crônicas para as quais ainda não há uma cura definitiva, segundo a SBCP.

“O número de internações aumentou exponencialmente nos últimos anos não só pela severidade dos casos, mas também pelo aumento da incidência, isto é, aparecimento de novos pacientes sem tratamento”, destaca a diretora de comunicação da SBCP, a coloproctologista Ana Sarah Portilho.

Ana ressalta que há um número maior de casos em capitais e em regiões com maior industrialização e urbanização

As doenças inflamatórias intestinais, também conhecidas como DIIs, são o alvo de uma campanha de conscientização realizada pela SBCP neste mês, apelidado de Maio Roxo. O dia 19 de maio, aliás, é o Dia Mundial das Doenças Inflamatórias Intestinais.

De acordo com a SBCP, é importante ter um diagnóstico correto e iniciar um tratamento o mais cedo possível. 

“Nosso objetivo é alertar para a importância do diagnóstico precoce e em seguida do tratamento adequado, a fim de proporcionar melhor qualidade de vida ao paciente e até mesmo remissão dos sintomas”, afirma o presidente da SBCP, Sergio Alonso Araújo.

Doenças

Segundo a coloproctologista Mariane Savio, as DIIs “podem acometer pessoas de todas as idades, mas são muito comuns em adultos jovens, que estão em uma fase produtiva da vida. Então, são doenças que, se não forem tratadas adequadamente e controladas, podem tirar a qualidade de vida do paciente, causar faltas ao trabalho e prejudicar muito esses pacientes e a família deles. São doenças que exigem um diagnóstico e um acompanhamento médico contínuos.”

Entre os principais sintomas das DIIs estão diarreia crônica (podendo haver sangue, muco ou pus), dor abdominal, urgência de evacuar, falta de apetite, cansaço e perda de peso. 

Em casos mais graves, as doenças podem provocar anemia, febre e distensão abdominal, além de afetar outras partes do corpo, como as articulações (artrite), a pele (dermatite e piodermas) e oftalmológicas (uveítes).

A retocolite atinge a mucosa do intestino grosso. Já a doença de Crohn pode atingir todo o trato gastrointestinal, ou seja, da boca até o ânus, mas é mais comum no intestino, onde afeta todas as camadas desse órgão: os revestimentos interno (mucosa) e externo (serosa), além dos tecidos internos (submucosa e músculo).

Os mecanismos que levam ao surgimento dessas doenças ainda não foram esclarecidos, mas sabe-se que elas são resultado de uma conjunção de fatores genéticos, ambientais e imunológicos. 

O fumo, por exemplo, é um fator que agrava essas enfermidades.

O diagnóstico é feito através da análise do histórico clínico da pessoa e de exames como endoscopia, colonoscopia, tomografia e ressonância magnética.

“O tratamento precoce da doença, ou seja, nos primeiros dois anos de sintomas, reduz muito o risco de o paciente vir a precisar de cirurgias, por exemplo, e melhora a resposta dele aos tratamentos. Os estudos mostram que os tratamentos, quando são instituídos mais precocemente, têm uma resposta muito melhor do que quando tardiamente”, afirma Mariane.

Como ainda não há cura para essas condições, o tratamento envolve controlar os sintomas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, através de medidas como adotar uma alimentação saudável, parar de fumar e praticar exercícios físicos

Medicamentos como aminossalicilatos, imunossupressores e imunobiológicos podem ser usados, dependendo do caso.

Mariane destaca que, nos últimos, anos houve muitos avanços no tratamento dessas doenças e que a aprovação de novas terapias amplia as opções para os pacientes. A campanha da SBCP envolverá publicações e vídeos em suas redes sociais [LINK: https://www.instagram.com/portaldacoloproctologia], que esclarecem sobre as principais dúvidas relacionadas às DIIs.

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Foto: Rawpixel

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Primeiro lote de vacinas contra dengue chega ao Brasil em meio à alta da doença

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Chegou ao Brasil no último sábado (20) o primeiro lote de vacinas contra a dengue que serão incorporadas ao SUS (Sistema Único de Saúde). O Ministério da Saúde divulgou a informação neste domingo (21).

De acordo com o governo, são 750 mil doses doadas pelo laboratório japonês Takeda, fabricante da Qdenga.

Foi informado hoje pelo Ministério da Saúde que as primeiras doses terão como público prioritário adolescentes de 10 a 14 anos moradores de cidades com mais de 100 mil habitantes. A escolha do público leva em consideração as taxas de transmissão.

Anteriormente, o governo havia definido a faixa etária de 6 a 14 anos para receber as doses primeiro, no entanto, a decisão foi alterada.

“A faixa etária de 10 a 14 anos se encontra dentro do que recomendou a OMS e é também aquela em que ocorre o maior número de hospitalizações”, disse a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Ainda de acordo com a pasta, os casos de dengue registrados no país nas primeiras semanas do ano representaram mais do que o dobro do que o número do mesmo período em 2023. Foram 55,8 mil casos prováveis da doença seis mortes por complicações dela.

Leia também: Consumo excessivo de energético por parte dos jovens pode causar problemas físicos e mentais


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução/Internet

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Apenas 17% da população brasileira tomou a vacina bivalente contra Covid-19

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Dados do Ministério da Saúde revelaram que, quase um ano após o início da aplicação no Brasil, a procura pela vacina bivalente da Covid19 é muito baixa. A cobertura vacinal é de apenas 17%.

São Paulo lidera o ranking de vacinação, com 23% da população imunizada, seguido por Distrito Federal e Piauí, os dois com 20%. Pará, Mato Grosso do Sul e Alagoas são os estados com menor cobertura, apenas 11%.

A vacina bivalente é aplicada em todos os adultos acima de 18 anos e em adolescentes acima de 12 anos com comorbidades, que são considerados grupos de risco. Pode procurar o posto de vacinação quem tomou, pelo menos, duas doses da monovalente.

O Ministério lembrou que, mesmo com o fim da emergência sanitária da Covid-19 em todo mundo, a doença ainda mata, principalmente idosos e pessoas com comorbidades.

A pasta já criou uma nova campanha para pessoas com mais de 60 anos e para imunocomprometidos com mais de 12 anos que tenham recebido a última dose há mais de seis meses. Elas deverão tomar uma nova dose do imunizante.

Vale lembrar que, em 2024, a vacina bivalente será incluída no calendário nacional de vacinação para crianças entre seis meses e cinco anos. Dessa maneira, o esquema de vacinação contará com três doses. Aqueles que já receberam as vacinas em 2023 não precisarão repeti-las.

Leia também:  Prefeitura de Santana de Parnaíba intensifica ações de combate à dengue e prevenção à meningite


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Ag. Brasil

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Novo medicamento contra AIDS já é distribuído no SUS

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Um novo medicamento para o tratamento da AIDS já é distribuído no Sistema Único de Saúde. Ele combina duas substâncias em um único comprimido e é produzido por meio de uma parceria da Fiocruz com farmacêuticas multinacionais.

O novo medicamento “dois em um” pretende aumentar a adesão das pessoas que vivem com HIV/AIDS ao tratamento. O remédio é uma combinação das substâncias, dolutegravir 50 miligramas e lamivudina 300 miligramas.

A primeira remessa, com 3 milhões e 600 mil doses, foi entregue na semana passada pela Fiocruz e aguarda distribuição do Ministério da Saúde. O contrato é de dez milhões de unidades até o final deste ano, além de outras 30 milhões para 2024.

Segundo Jorge Mendonça, diretor da Farmanguinhos, da Fiocruz, o grande benefício do medicamento é “possuir efeitos colaterais muito menores dos que as gerações anteriores”.

Estima-se que mais de um milhão de pessoas vivam com HIV/AIDS no Brasil. O vírus é transmitido por relação sexual, compartilhamento de seringas e objetos cortantes ou durante a amamentação.

Leia também: Santana de Parnaíba consegue queda de mais de 21% na taxa de delito


Foto / Texto: TV Cultura

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