Cajamar amplia cobertura da saúde e chega a 80,1%

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Estratégia Saúde da Família também avançou e alcançou 78,33% de cobertura, com mais de 100 agentes comunitários atuando nos bairros.

Cajamar ampliou a cobertura da Atenção Primária em Saúde, que já alcança 80,1% do município. A Estratégia Saúde da Família (ESF) também avançou e chegou a 78,33% de cobertura, fortalecendo o acompanhamento da população nos bairros.

A Estratégia Saúde da Família é uma das principais formas de organização da Atenção Primária do SUS. As equipes atuam diretamente nos territórios com ações de prevenção, promoção da saúde, orientação, acompanhamento e cuidado contínuo.

Mais de 100 agentes atuam nos bairros

Parte desse trabalho é realizada pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Cajamar conta atualmente com mais de 100 agentes, que acompanham as famílias e ajudam a identificar situações que precisam de atenção dos serviços municipais.

Segundo a Secretaria de Saúde, a expectativa é chegar a 150 agentes comunitários já em 2027.

A atuação dos profissionais permite um acompanhamento mais próximo da realidade de cada território. Entre as ações estão o acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, além de vacinação e outros cuidados de saúde.

Busca ativa aproxima atendimento das famílias

A ampliação da Estratégia Saúde da Família também fortalece a busca ativa, permitindo que os profissionais identifiquem pessoas que precisam de acompanhamento e que nem sempre procuram espontaneamente uma unidade de saúde.

Com a presença das equipes nos territórios, a proposta é ampliar o acesso aos serviços e fortalecer ações preventivas.

O fortalecimento da Atenção Primária é uma das estratégias do SUS para ampliar o acesso e qualificar o cuidado, com foco na promoção da saúde, prevenção de doenças e continuidade do acompanhamento.

Em Cajamar, os números apresentados pela Secretaria de Saúde indicam o avanço da cobertura e da presença das equipes nos bairros, aproximando os serviços públicos de saúde das famílias.

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Campanha de vacinação termina na terça (1°) em SP; veja quem pode se vacinar

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Campanha atende crianças e adolescentes menores de 15 anos nos 645 municípios; vacinação contra o sarampo também foi ampliada em três cidades

A Campanha de Multivacinação entra na reta final em São Paulo. A ação segue até terça-feira (1º) nos 645 municípios do estado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

No último sábado (22), durante o Dia D, foram aplicadas mais de 600 mil doses de diferentes vacinas em todo o estado, segundo dados preliminares do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo (CVE-SP).

Pais e responsáveis ainda podem procurar uma unidade de saúde para conferir a situação vacinal e verificar quais doses estão indicadas para cada faixa etária.

Vacinação contra o sarampo

Além da campanha de multivacinação, São Paulo mantém uma estratégia específica de vacinação contra o sarampo na capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo.

Nesses três municípios, pessoas de 6 meses a 59 anos podem receber a vacina contra a doença, independentemente do histórico vacinal, após avaliação da equipe de saúde.

A medida foi adotada após a confirmação de casos de sarampo no estado. Segundo o CVE-SP, foram registrados 26 casos, sendo 23 em moradores da capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Crianças menores de 2 anos foram o grupo mais atingido.

Para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias, a vacinação contra o sarampo inclui a chamada dose zero, que funciona como proteção adicional e não substitui as doses previstas no calendário regular.

Como participar da campanha

A Campanha de Multivacinação é destinada a crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Pais e responsáveis devem procurar uma unidade de saúde, preferencialmente levando a caderneta de vacinação. A equipe fará a conferência do histórico e indicará as doses necessárias.

As vacinas previstas no calendário são oferecidas gratuitamente pelo SUS. Os horários e os locais de atendimento devem ser consultados junto à prefeitura de cada município.

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Dia D de Multivacinação acontece neste sábado (22) em todo o estado de SP

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UBSs e pontos de vacinação dos 645 municípios paulistas estarão abertos das 8h às 17h para atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos

Pais e responsáveis devem ficar atentos: o estado de São Paulo realiza neste sábado (22) o Dia D da Campanha de Multivacinação, com ações nos 645 municípios paulistas.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e outros pontos de vacinação estarão abertos das 8h às 17h para que pais e responsáveis possam verificar a situação vacinal e atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, mais de 6,2 milhões de doses foram distribuídas aos municípios paulistas para as ações da campanha.

Quais vacinas estarão disponíveis?

A campanha de multivacinação disponibiliza 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação, com proteção contra diferentes doenças.

Entre as vacinas disponíveis estão:

  • BCG;
  • Hepatite B;
  • Poliomielite;
  • Rotavírus;
  • Pneumocócica;
  • Meningocócica;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Tríplice viral;
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • HPV.

Nesta edição, a campanha também conta com a Pneumo 20, incorporada ao calendário para ampliar a proteção de crianças menores de 5 anos contra doenças como pneumonia e meningite.

Sarampo terá vacinação reforçada em três cidades

Além da atualização da vacinação de crianças e adolescentes, o Dia D terá uma estratégia específica contra o sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacinação contra a doença será indicada para pessoas com idade entre 6 meses e 59 anos, independentemente do histórico vacinal, respeitando os intervalos recomendados entre as doses e as contraindicações.

A estratégia foi adotada após a confirmação de casos de sarampo no estado.

Em 2026, São Paulo registrou 23 casos confirmados da doença, sendo 20 na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos.

A campanha de multivacinação segue até o dia 1º de setembro.

Serviço

Dia D da Campanha de Multivacinação

Data: sábado, 22 de agosto
Horário: das 8h às 17h
Público principal: crianças e adolescentes menores de 15 anos
Local: UBSs e pontos de vacinação dos 645 municípios do estado de São Paulo

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Sarampo chega a 23 casos em SP e vacinação é reforçada na Grande São Paulo

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Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos são orientados a procurar as UBSs; 16 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com esquema incompleto

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo em 2026, levando as autoridades de saúde a reforçar a vacinação da população de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A estratégia foi adotada para reduzir o risco de disseminação do vírus e inclui a vacinação mesmo de pessoas que já tenham recebido doses anteriormente, conforme a orientação epidemiológica.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois dos casos são importados e os demais estão relacionados à importação, embora a fonte de infecção ainda não tenha sido identificada. Entre os 23 pacientes, 16 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema vacinal incompleto, cenário que reforça a preocupação das autoridades com a existência de pessoas suscetíveis à doença.

A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação também deve ser observada por quem mora em outros municípios, mas trabalha, estuda ou pretende passar temporariamente por São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo, devido à intensa circulação de pessoas entre as cidades da região metropolitana.

A recomendação de vacinação indiscriminada foi adotada nos três municípios que concentram os casos como uma medida para ampliar rapidamente a proteção da população e dificultar a formação de novas cadeias de transmissão. O Ministério da Saúde já havia orientado, em julho, a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos nessas três cidades.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A vacina utilizada para proteção contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. No cenário atual, a estratégia adotada nos municípios com recomendação específica amplia a vacinação para a faixa de 6 meses a 59 anos.

Para bebês entre 6 e 11 meses, a dose aplicada em situações de risco epidemiológico é conhecida como dose zero. Ela não substitui as doses previstas no calendário de rotina, que devem continuar sendo aplicadas posteriormente.

Na rotina de vacinação, crianças recebem as doses previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, enquanto adolescentes e adultos devem verificar o histórico vacinal para identificar a necessidade de iniciar ou completar o esquema. Em São Paulo, a recomendação publicada pela Secretaria Municipal de Saúde prevê duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para a faixa de 30 a 59 anos, conforme o histórico de vacinação.

A recomendação é que o cidadão leve a caderneta de vacinação à UBS para que um profissional de saúde avalie quais doses são necessárias. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Há, porém, situações em que a vacinação não é indicada. Gestantes não devem receber a tríplice viral, por se tratar de uma vacina produzida com vírus atenuados. Pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave a algum componente da fórmula também precisam de avaliação específica.

Já mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas normalmente. A amamentação não precisa ser interrompida após a aplicação do imunizante.

Por que o sarampo voltou a preocupar

O sarampo é uma das doenças infecciosas de maior transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias pessoas não imunizadas, o que torna a manutenção de uma cobertura vacinal elevada uma das principais estratégias para evitar surtos.

A atual situação em São Paulo está relacionada à circulação de vírus introduzidos por pessoas infectadas fora do país e à presença de grupos sem vacinação ou com esquemas incompletos. O Ministério da Saúde destaca que o intenso fluxo internacional de pessoas aumenta o risco de reintrodução do vírus, especialmente em locais onde a cobertura vacinal não alcança níveis considerados adequados.

Apesar do aumento de casos, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não significam, por si só, o retorno da doença como problema de saúde pública, mas exigem vigilância e manutenção de altas coberturas vacinais.

A vice-presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm-SP), Melissa Palmier, explica que o controle depende de uma resposta rápida das autoridades diante de casos suspeitos e confirmados. Entre as medidas estão a identificação dos contatos e o chamado bloqueio vacinal, com o objetivo de interromper a transmissão.

A atenção é especialmente importante diante dos sintomas característicos da doença. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite estão entre os principais sinais. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar possíveis viagens ou contato com pessoas que tenham circulado em locais com transmissão do vírus.

A situação reforça a importância de conferir a caderneta de vacinação, especialmente para quem circula diariamente entre os municípios da Grande São Paulo. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente na rede pública.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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SUS amplia para 100 mil atendimentos mensais a pessoas viciadas em apostas

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O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para até 100 mil teleatendimentos por mês a capacidade de atendimento a pessoas que enfrentam problemas relacionados a jogos e apostas online. A expansão entrou em vigor nesta terça-feira (4) e busca atender ao aumento da procura pelo serviço.

Disponível por meio do aplicativo Meu SUS Digital, o atendimento é remoto, sigiloso e oferece acolhimento profissional para pessoas que apresentam sinais de dependência em apostas. A iniciativa é realizada em parceria com o Ministério da Fazenda e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS).

Procura pelo serviço aumentou

O serviço começou a ser oferecido em março deste ano e realizava, em média, cerca de 600 teleatendimentos mensais.

Segundo o Ministério da Saúde, a ampliação foi necessária devido ao crescimento da demanda por apoio especializado.

Além do acolhimento inicial, o atendimento funciona como porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps), responsável pelo acompanhamento de pessoas com transtornos relacionados à saúde mental.

Mais de 1 milhão pediram bloqueio em sites de apostas

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que mais de 1 milhão de pessoas solicitaram a autoexclusão do CPF de plataformas de apostas por meio da Plataforma Centralizada de Autoexclusão, disponível no Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas.

Segundo a pasta, 35% dos usuários informaram que recorreram ao bloqueio por terem perdido o controle sobre as apostas.

Quais são os sinais de alerta?

O Ministério da Saúde orienta que alguns comportamentos podem indicar que o jogo deixou de ser uma forma de entretenimento e passou a representar um problema de saúde.

Entre os principais sinais estão:

  • mudanças no sono, na alimentação ou no humor;
  • mentir para familiares e amigos sobre as apostas;
  • sentimento frequente de culpa ou vergonha;
  • ansiedade, irritabilidade ou inquietação quando não consegue jogar;
  • dificuldade para reduzir ou interromper as apostas;
  • utilização dos jogos como forma de aliviar estresse ou frustrações;
  • prejuízo nas relações familiares, sociais ou profissionais;
  • aumento do consumo de álcool ou outras drogas;
  • comprometimento do orçamento pessoal ou familiar.

Fatores que aumentam o risco

O Ministério da Saúde também destaca fatores que podem favorecer o desenvolvimento da dependência em jogos de apostas.

Entre eles estão:

  • contato precoce com jogos de aposta;
  • facilidade de acesso às plataformas digitais;
  • busca por alívio emocional;
  • histórico de depressão, ansiedade ou outros transtornos mentais;
  • impulsividade;
  • influência social e cultural favorável às apostas;
  • isolamento social;
  • vulnerabilidade socioeconômica.

Como buscar ajuda

O atendimento pode ser solicitado pelo aplicativo Meu SUS Digital e é realizado de forma remota, preservando o sigilo do paciente.

Caso seja necessário, o usuário é encaminhado para acompanhamento presencial na Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que integra os serviços especializados do Sistema Único de Saúde.

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Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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São Paulo recomenda dose extra da vacina contra sarampo após novos casos da doença

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O Governo de São Paulo passou a recomendar a aplicação da chamada “dose zero” da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem na capital paulista e em Guarulhos. A medida foi adotada após a confirmação de mais três casos de sarampo no estado nesta sexta-feira (26).

Com as novas confirmações, São Paulo soma cinco casos da doença em 2026. Os pacientes mais recentes são duas crianças e um bebê, sem histórico de viagens. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois deles não haviam sido vacinados. Todos evoluíram para a cura.

A dose zero é uma estratégia preventiva utilizada em situações de maior risco de circulação do vírus e não substitui o calendário regular de vacinação. As crianças que receberem essa dose deverão ser vacinadas novamente aos 12 meses e aos 15 meses, conforme prevê o Programa Nacional de Imunizações.

Além da recomendação para a vacinação antecipada, a Secretaria de Estado da Saúde intensificou as ações de bloqueio vacinal e ampliou a imunização em locais de grande circulação, como aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens, para reduzir o risco de disseminação da doença.

Apesar dos registros deste ano, o Brasil mantém o certificado de país livre do sarampo, reconquistado em 2024. No entanto, as autoridades sanitárias alertam que o fluxo internacional de viajantes e a ocorrência de casos em outros países aumentam o risco de reintrodução do vírus.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Atualmente, a cobertura vacinal em São Paulo está em 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda, índices considerados abaixo da meta recomendada para garantir a proteção coletiva.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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Hospitais Dia 24h ampliam atendimentos na madrugada e número de cirurgias cresce 220% em SP

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A ampliação do funcionamento dos Hospitais Dia da Prefeitura de São Paulo contribuiu para um aumento de 220% no número de cirurgias realizadas na rede municipal nos últimos cinco anos. O total de procedimentos passou de 46.538 em 2021 para 149.132 em 2025, segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde.

Atualmente, 12 das 17 unidades operam 24 horas por dia, estratégia que permitiu ampliar a realização de cirurgias de médio porte e desafogar os hospitais gerais, que passaram a concentrar os atendimentos de maior complexidade e emergência.

Somente no primeiro trimestre deste ano, os Hospitais Dia realizaram 33.514 cirurgias. O número de consultas especializadas também cresceu, passando de 1,02 milhão em 2021 para 1,36 milhão em 2025, um aumento de 34%.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o modelo permite aproveitar melhor a estrutura existente, inclusive no período noturno. Os pacientes passam pela recuperação pós-anestésica na própria unidade e recebem alta no dia seguinte.

Um dos destaques da rede é o Hospital Dia Santo Amaro, que se tornou referência nacional e internacional em cirurgias para retirada de pedras nos rins. A unidade é responsável por cerca de 60% dos procedimentos realizados no município e registrou crescimento de 1.724 cirurgias em 2023 para 2.915 em 2025.

Além da alta produtividade, a unidade mantém índice de complicações inferior a 1%, percentual abaixo do observado em centros internacionais especializados nesse tipo de procedimento.

Para ter acesso aos serviços dos Hospitais Dia, os pacientes devem procurar uma das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital, onde são avaliados e encaminhados conforme a necessidade clínica e a especialidade indicada.

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Foto: Edson Hatakeyama/Pref. de SP

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Pirapora do Bom Jesus anuncia nova UBS e amplia atendimento de saúde na cidade

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A Prefeitura de Pirapora do Bom Jesus anunciou a construção da quinta Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. A nova estrutura será instalada no bairro Parque Payol 2 – Green Hills e deve ampliar o atendimento de saúde para mais de 3 mil moradores da região.

O anúncio foi feito pelo prefeito Gregorio Maglio durante a assinatura da ordem de serviço realizada na última quinta-feira (14), na área onde será construída a unidade.

Segundo a Prefeitura, a obra será financiada pelo novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal, com investimento estimado em R$ 3 milhões.

A nova UBS será do tipo 2, modelo considerado mais completo dentro da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), com capacidade para abrigar até duas equipes de Saúde da Família.

De acordo com Gregorio, a implantação da unidade deve reduzir a necessidade de deslocamento dos moradores até outras regiões da cidade para atendimento médico.

“É uma obra que vai mudar o dia a dia de mais de 3 mil pessoas. A saúde vai chegar na porta da casa”, afirmou o prefeito durante a cerimônia.

A futura unidade contará com consultórios médicos, odontológicos e de enfermagem, além de espaços para atendimento psicológico, assistência social, vacinação, dispensação de medicamentos e realização de procedimentos.

O projeto também prevê estrutura acessível e sustentável, seguindo padrões mais modernos de construção na área da saúde pública.

Segundo a administração municipal, a UBS será sede da sexta e sétima equipe de agentes comunitários da saúde da cidade.

A secretária municipal de Saúde, Antonia Maria da Paixão Santos, classificou o início da obra como um momento histórico para o município e destacou que a nova estrutura deve ampliar o acesso da população aos serviços essenciais de saúde.

A cerimônia de lançamento contou ainda com a presença do vice-prefeito Luciano Motorista, secretários municipais, vereadores e representantes do Ministério da Saúde.

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Foto: Gilberto Labriola/PMPBJ

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Butantan recruta voluntários para teste de vacina contra gripe em idosos

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O Instituto Butantan iniciou o recrutamento de voluntários para testar uma nova vacina contra a gripe voltada a pessoas com 60 anos ou mais. O estudo será realizado em 15 municípios de nove estados e deve envolver cerca de 6.900 participantes.

A pesquisa busca aumentar a proteção de idosos contra o vírus influenza, grupo mais vulnerável a complicações graves da doença, incluindo hospitalizações e mortes.

A nova vacina possui um adjuvante — substância que potencializa a resposta do organismo — com o objetivo de melhorar a eficácia da imunização em pessoas com imunidade naturalmente reduzida.

Podem participar homens e mulheres com 60 anos ou mais, desde que estejam saudáveis ou com doenças controladas, como diabetes e hipertensão. Pessoas com imunodeficiência ou condições instáveis não serão incluídas no estudo.

Durante o ensaio clínico, metade dos voluntários receberá a vacina do Butantan e a outra metade uma vacina de alta dose já disponível no mercado, permitindo a comparação entre os dois imunizantes. Os participantes serão acompanhados por seis meses.

Em São Paulo, os testes ocorrerão em cidades como Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Valinhos e na capital.

Dados recentes mostram a importância da iniciativa. Em 2025, o estado de São Paulo registrou mais de 12 mil casos graves de influenza e 1.601 mortes, com maior impacto entre idosos.

A vacina contra gripe segue sendo uma das principais formas de prevenção, reduzindo complicações e evitando sobrecarga no sistema de saúde.

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Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

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