Rede quer Marina Silva ao Senado e sinaliza apoio a Haddad em SP

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A executiva da Rede Sustentabilidade em São Paulo manifestou nesta terça-feira (21) a intenção de lançar Marina Silva ao Senado e apoiar Fernando Haddad (PT) ao governo estadual. A sinalização marca um alinhamento político para as eleições e amplia o debate sobre alianças no estado.

O posicionamento também inclui críticas à atual gestão paulista, classificada pela sigla como negativa, e reforça a tentativa de construir uma alternativa política para o próximo pleito.

Segundo a nota, a possível dobradinha entre Marina e Haddad teria como foco a reconstrução de políticas públicas e a preparação do estado para os impactos das mudanças climáticas.

A Rede destacou a trajetória de Marina Silva, apontando a ex-ministra como uma das principais referências políticas e éticas do país, com perfil alinhado a temas ambientais e sociais.

Em relação a Haddad, o partido afirmou que sua pré-candidatura representa um campo político voltado à responsabilidade econômica e à ampliação de políticas sociais.

O movimento indica articulações antecipadas para o cenário eleitoral em São Paulo, que deve reunir diferentes forças políticas nos próximos meses.

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Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil

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Ratinho Junior recua de disputa em 2026 e decide permanecer no governo do Paraná

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O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou nesta segunda-feira (23) que não disputará as eleições de 2026. Com a decisão, ele permanece no comando do Estado até o fim do mandato, em 31 de dezembro de 2026, e deixa de participar da corrida presidencial ou de uma eventual candidatura ao Senado.

A informação foi divulgada por meio de nota oficial. Segundo o comunicado, a decisão foi tomada na noite de domingo (22), após reflexão com a família, e já foi informada ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.

Com isso, Ratinho Junior também se retira das discussões internas do partido sobre a escolha de um candidato à Presidência da República nas próximas eleições.

De acordo com a nota, o governador justificou a escolha afirmando que pretende cumprir integralmente o compromisso assumido com os eleitores do Paraná. Ele destacou que a prioridade será dar continuidade à gestão até o último dia do mandato.

O comunicado ressalta ainda que Ratinho Junior considera que não deve interromper o projeto em andamento no Estado, citado como responsável por um ciclo de crescimento econômico. A nota menciona indicadores da atual gestão, como aprovação popular de 85%, avanços na educação, redução de índices criminais, ampliação de investimentos em infraestrutura e reconhecimento na área de sustentabilidade.

A decisão ocorre em meio às articulações nacionais do PSD, que busca consolidar um nome competitivo para a disputa presidencial de 2026. Sem Ratinho Junior no cenário, o partido deverá intensificar as negociações internas em busca de um candidato.

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Foto: Agência Estadual de Notícias do Paraná

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Tarcísio banca Ramuth como vice e ignora pressão do PL

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu manter o vice-governador Felício Ramuth (PSD) em sua chapa à reeleição, mesmo diante da pressão do PL para ocupar o posto. A definição, segundo aliados, já está consolidada no núcleo do governo, embora ainda dependa de ajustes partidários.

O principal impasse envolve o futuro de Ramuth no PSD. O presidente da sigla, Gilberto Kassab — também secretário de Governo — demonstrou interesse na vaga de vice, o que abriu uma disputa interna. Interlocutores afirmam que Kassab pode dificultar a permanência de Ramuth no partido após ser preterido.

Pessoas próximas ao governador relatam que houve desgaste na relação entre Ramuth e Kassab, o que torna incerta a permanência do vice na legenda. O entorno de Ramuth, por sua vez, nega qualquer conflito e sustenta que ele pretende seguir no PSD.

Nos bastidores, Tarcísio e Kassab devem se reunir nos próximos dias para tentar um acordo que mantenha o partido na vice, desde que Ramuth permaneça na função. Caso isso não ocorra, o destino mais provável do vice-governador é o MDB, aliado da atual gestão e sem pré-candidato próprio ao Senado. O próprio Tarcísio deve participar das articulações para uma eventual mudança de sigla.

A relação entre o governador e Kassab também sofreu abalos recentes, em meio a divergências sobre a condução política do PSD no estado.

Outro fator de tensão é a investigação que envolve Ramuth por suposta lavagem de dinheiro em Andorra, revelada em fevereiro. O vice nega irregularidades e afirma ter prestado esclarecimentos às autoridades. Aliados chegaram a especular que o vazamento da informação teria motivação política, hipótese sem confirmação.

Apesar do episódio, Tarcísio minimizou o impacto do caso na formação da chapa. “Fofoca antes de eleição sempre tem”, afirmou à imprensa na ocasião. Desde o fim de 2025, o governador já demonstrava preferência por manter Ramuth como vice.

A escolha é considerada estratégica. A expectativa entre aliados é que Tarcísio dispute a Presidência da República em 2030. Nesse cenário, o vice assumiria o governo estadual meses antes da eleição, tornando-se candidato natural à sucessão.

No PL, a decisão frustrou o plano de emplacar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado André do Prado, como vice. O nome era defendido pelo presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e chegou a mobilizar parlamentares da Alesp em um abaixo-assinado. A iniciativa, porém, foi vista por interlocutores do governo como pressão indevida.

Com a manutenção de Ramuth, integrantes do PL passaram a considerar André do Prado como possível candidato ao Senado em 2026. Pelo acordo entre partidos da base, Tarcísio indicaria um nome — o deputado federal Guilherme Derrite (PP) —, enquanto a outra vaga poderia ficar com o grupo ligado a Jair Bolsonaro.

Sem previsão de retorno ao Brasil, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) deve indicar um substituto. Entre os nomes ventilados estão o deputado federal Mario Frias (PL) e o coronel Mello Araújo (PL), atual vice-prefeito de São Paulo.

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Foto: Pablo Jacob/GESP | *Matéria com informações Folha de S. Paulo

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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