Estação Itapevi terá vacinação contra gripe neste sábado (28)

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A estação Itapevi, da Linha 8-Diamante, recebe neste sábado (28) uma ação de vacinação contra a influenza, promovida pela ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação ferroviária. A iniciativa ocorre das 8h às 15h e busca facilitar o acesso da população à imunização durante a rotina de deslocamentos.

A ação é realizada com apoio do Instituto Motiva, por meio do Programa Caminhos para a Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde. Profissionais estarão no local para aplicar as doses e orientar os passageiros sobre a importância da prevenção.

A vacinação contra a gripe é considerada uma das principais estratégias para reduzir casos graves da doença e evitar complicações, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com comorbidades. A expectativa é ampliar a cobertura vacinal ao levar o serviço para dentro das estações, locais de grande circulação diária.

De acordo com a concessionária, a iniciativa reforça a proposta de integrar mobilidade urbana e serviços essenciais. Em uma edição anterior da ação, realizada em janeiro, mais de 450 pessoas foram imunizadas.

A ViaMobilidade afirma que pretende ampliar ações semelhantes, com foco em facilitar o acesso da população à saúde preventiva e incentivar a vacinação em ambientes de fácil alcance.

Serviço
Vacinação contra influenza – Estação Itapevi (Linha 8-Diamante)
Data: sábado, 28 de março
Horário: das 8h às 15h
Local: Estação Itapevi – Linha 8-Diamante

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Foto: Divulgação

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Barueri intensifica busca por tuberculose nas UBSs após alta de casos

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A Prefeitura de Barueri iniciou, no dia 17 de março, uma mobilização para ampliar o diagnóstico precoce da tuberculose em toda a cidade. A ação, conduzida pela Secretaria de Saúde, segue até 31 de março e ocorre em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com foco na identificação rápida de casos e início imediato do tratamento, oferecido gratuitamente pelo sistema público.

A estratégia faz parte da Vigilância Epidemiológica do município e concentra, em apenas 15 dias, uma meta equivalente ao esperado para um mês inteiro de atendimentos. A estimativa considera que cerca de 1% da população apresente sintomas respiratórios ao longo do ano. Durante o período, as equipes das UBSs foram orientadas a intensificar a triagem de pacientes com sinais suspeitos da doença.

A busca ativa prioriza pessoas com sintomas clássicos de tuberculose, como tosse persistente por três semanas ou mais — com ou sem catarro —, febre, principalmente no período da tarde, sudorese noturna intensa e perda de peso sem causa aparente. Outros sinais incluem falta de apetite, cansaço excessivo e dor no peito.

A recomendação é que qualquer pessoa com esses sintomas procure a unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce é considerado fundamental para interromper a cadeia de transmissão e aumentar as chances de cura. A Secretaria de Saúde reforça que a doença tem tratamento eficaz, mas exige adesão rigorosa ao acompanhamento médico.

A campanha também tem caráter educativo e alerta a população para não ignorar os sinais iniciais. “Você tem tosse há três semanas ou mais? Não ignore esse sinal”, destaca a orientação divulgada pela prefeitura.

Casos em alta e cenário de atenção

Atualmente, Barueri registra 111 pessoas em tratamento para tuberculose. Nos últimos anos, o município acompanha uma tendência de crescimento gradual nos casos, em linha com o cenário nacional. Em 2020, foram 108 registros, número que caiu para 102 em 2021, período marcado por subnotificação e dificuldades de acesso aos serviços de saúde durante a pandemia.

A partir de 2022, os casos voltaram a subir: foram 139 naquele ano, 116 em 2023, 170 em 2024 e 189 em 2025. Segundo a Secretaria de Saúde, o aumento está relacionado a fatores como atrasos no diagnóstico durante a pandemia, vulnerabilidades sociais e maior número de pessoas imunocomprometidas.

Dados detalhados mostram que, em 2024, o município realizou 3.028 exames na busca ativa, com 170 casos confirmados e 123 pacientes curados. Já em 2025, foram 2.838 exames, 189 casos registrados e 54 curas confirmadas, além de 76 pacientes ainda em tratamento.

Referência regional no combate

Apesar do avanço recente dos casos, Barueri é considerada referência no enfrentamento da tuberculose. A cidade mantém uma rede estruturada com 21 UBSs capacitadas para diagnóstico e acompanhamento, além de uma unidade especializada para casos mais complexos.

O município também investe na capacitação contínua dos profissionais de saúde, com reuniões periódicas para discussão de casos e suporte técnico. As ações de conscientização incluem o Programa Saúde na Escola (PSE), que leva informações sobre prevenção e sintomas aos estudantes.

A estratégia de busca ativa, considerada um dos principais diferenciais, permite identificar precocemente novos casos e reduzir a transmissão. O conjunto de medidas está alinhado às metas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê a eliminação da tuberculose como problema de saúde pública até 2030.

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Foto: Lourivaldo Fio/PMB

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Secretaria da Saúde promove campanha educativa no Dia Mundial Sem Tabaco

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES), por meio da Coordenação Estadual de Tabagismo e em parceria com o Metrô, Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD), Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), realizou campanha educativa no metrô de SP para comemorar o Dia Mundial Sem Tabaco nesta quarta-feira (31).

A Secretaria da Saúde alerta que o número de internações por causas relativas ao consumo de cigarros no estado cresceu 4,8% no último ano em relação ao anterior, chegando a 24.807 pacientes internados. Os óbitos relacionados a estas causas no mesmo período cresceram 11,3%, de 24.042 em 2021 para 26.673 em 2022.

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A doença que leva ao maior número de mortes entre os usuários do tabaco é o câncer de pulmão. No total, foram 7.207 óbitos registrados em todo o estado no ano passado. Destes, 5.980 foram de pessoas com mais de 60 anos de idade. Dos óbitos relacionados ao tabagismo de forma geral, foram registrados 22.378 nesta faixa etária em 2022, 83,9% do total de mortes.

O câncer de traqueia, brônquios e pulmão é a maior causa de internações. Em todo o estado foram 6.356 casos, incluindo os hospitais privados, enquanto nas unidades de saúde da rede estadual, foram registrados 2.197 casos. A rede SUS do estado é responsável pelo atendimento de 34,8% de todos os pacientes com doenças relacionadas ao uso de tabaco em São Paulo.

Outros males que afetam principalmente os fumantes são câncer de lábio, boca e faringe, cânceres de esôfago, de laringe, de estômago, bronquite crônica e enfisema pulmonar. As pessoas que abandonam o cigarro adquirem benefícios como aumento da capacidade pulmonar, diminuição do risco de doenças cardíacas, melhora na disposição e bem-estar, entre outros.

A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, apontou que 11% da população do estado se identificava como fumante em 2021 e, na região da Grande São Paulo, eram 12,8%. Na capital, os fumantes eram 8,5% da população, menor do que a proporção de 2020, quando eram 9,3%.

Em 2021, 588 crianças entre 0 e 19 anos foram internadas por razões ligadas ao tabagismo na rede estadual de saúde, sendo 451 delas menores de 4 anos de idade, muitas delas afetadas pelo consumo indireto quando expostas por outras pessoas à fumaça do cigarro. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeSNE) apontou que a proporção de jovens fumantes na faixa etária entre 13 e 17 anos passou de 6,6% em 2015 para 6,8% em 2019.

Cigarros eletrônicos

A ação liderada pela Coordenação Estadual de Tabagismo, integrada à Secretaria de Estado da Saúde, também tem o objetivo de conscientizar sobre os males do consumo de cigarros eletrônicos, produto proibido no país pela Resolução n°46 de 2009 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar da sua produção, distribuição, venda e propaganda terem sido banidas em todo o Brasil, a pesquisa Inquérito Telefônico de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas em tempos de pandemia (Covitel) apontou que 7,3% dos brasileiros experimentaram esses Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) em 2022.

A SBPT aponta que, apesar dos fabricantes anunciarem o cigarro eletrônico como opção que ajuda fumantes a largarem o hábito de fumar, usuários que fizeram a troca tiveram 28% menos sucesso nas suas tentativas de abandonar o tabagismo.

Dia Mundial Sem Tabaco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) criou, em 1987, o Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado em 31 de maio, que reúne uma série de ações com o intuito de alertar sobre o risco de morte e doenças relacionadas ao tabagismo. A data também tem como objetivo diminuir o número de casos de pessoas que sofrem com o problema.

Estima-se que em todo o planeta, cerca de 780 milhões de pessoas dizem querer parar de fumar, mas apenas 30% delas têm acesso às ferramentas que podem ajudá-las a fazer isso. Com base nesses números, a OMS busca aperfeiçoar os planos de ação de combate ao tabagismo, buscando utilizar diversas formas de comunicação e ação.

Leia também: Vacinação da gripe tem apenas 31% de cobertura um mês após o início da campanha


Fonte: Governo de SP – Foto: Rawpixel

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Secretaria da Saúde registra aumento de 149% nos surtos de Mão–Pé–Boca em SP este ano

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) registrou um aumento de surtos da Doença Mão-Pé-Boca (DMPB) no estado. De janeiro a março deste ano, ocorreram 391 surtos da enfermidade, sendo que, no ano passado, no mesmo período, havia 157 notificações, um aumento de 149% em 2023.

Durante todo o ano de 2022, foram contabilizados no estado 387 surtos da doença, que pode se intensificar no outono, assim como as enfermidades respiratórias bronquite e sinusite.

A Doença Mão-Pé-Boca é uma síndrome viral e sazonal. Ela é mais frequente em crianças de até cinco anos, cuja transmissão ocorre por meio de secreções de vias aéreas, gotículas de saliva, via fecal-oral e pelo contato com lesões. Os fatores que provocam a circulação do vírus são socioambientais, e a prevenção ocorre por meio de medidas básicas de higiene, como lavar bem as mãos e evitar aglomerações, especialmente durante época de surto.

O vírus habita o sistema digestivo e pode provocar estomatites (um tipo de afta que afeta a mucosa da boca), causando febre alta nos primeiros dias e, posteriormente, pequenas bolhas nas mãos e nas plantas dos pés, manchas vermelhas na boca, amídalas e faringe. Também podem ocorrer sintomas como falta de apetite, vômitos e diarreia. Além disso, por causa de incômodos, há dificuldade para engolir e muita salivação.

“Geralmente, como ocorre em outras infecções por vírus, a doença regride espontaneamente após alguns dias. Não existe vacina contra esta doença, portanto, na maior parte dos casos, tratam-se apenas os sintomas”, explicou a infectologista infantil do Hospital Darcy Vargas, Doutora Helmar Abreu Rocha Verlangieri.

Na maioria dos casos, o período de incubação do vírus varia de 1 a 7 dias após a contaminação. O vírus pode permanecer em secreções da mucosa oral por até 2 semanas e na via respiratória de 1 a 3 semanas após a infecção.

Prevenção

  • Deve-se manter medidas frequentes de higiene pessoal e do ambiente em que as crianças têm acesso, pois o vírus persiste no local por semanas em temperatura ambiente, perpetuando o surto;
  • Atenção na troca de fraldas. Evite compartilhar objetos como pomadas e lenço umedecido;
  • Evite qualquer ação que tenha o contato das mãos com a boca;
  • Higienize itens de uso pessoal e do ambiente com solução de álcool etílico 70% ou desinfecção com solução clorada. Objetos pessoais devem ser higienizados antes de retornarem ao uso;
  • Evitar a circulação de crianças menores de cinco anos em aglomerações públicas nos períodos de surto.

Tratamento

Não há tratamento específico para DMPB e a recuperação pode durar entre 7 e 10 dias. O uso de analgésicos, antitérmicos e hidratação pode auxiliar no tratamento dos sintomas.

Também é recomendado manter isolamento social, enquanto durar a fase de surto da doença, como, por exemplo, evitar que a criança frequente a creche por cerca de sete dias ou até o desaparecimento das lesões de pele.

Leia também: Dormir e acordar mais ou menos no mesmo horário faz bem ao coração


Fonte: Portal Governo de SP – Foto: Montagem/Reprodução/O Globo

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