Dia D de Multivacinação acontece neste sábado (22) em todo o estado de SP

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UBSs e pontos de vacinação dos 645 municípios paulistas estarão abertos das 8h às 17h para atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos

Pais e responsáveis devem ficar atentos: o estado de São Paulo realiza neste sábado (22) o Dia D da Campanha de Multivacinação, com ações nos 645 municípios paulistas.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e outros pontos de vacinação estarão abertos das 8h às 17h para que pais e responsáveis possam verificar a situação vacinal e atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, mais de 6,2 milhões de doses foram distribuídas aos municípios paulistas para as ações da campanha.

Quais vacinas estarão disponíveis?

A campanha de multivacinação disponibiliza 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação, com proteção contra diferentes doenças.

Entre as vacinas disponíveis estão:

  • BCG;
  • Hepatite B;
  • Poliomielite;
  • Rotavírus;
  • Pneumocócica;
  • Meningocócica;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Tríplice viral;
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • HPV.

Nesta edição, a campanha também conta com a Pneumo 20, incorporada ao calendário para ampliar a proteção de crianças menores de 5 anos contra doenças como pneumonia e meningite.

Sarampo terá vacinação reforçada em três cidades

Além da atualização da vacinação de crianças e adolescentes, o Dia D terá uma estratégia específica contra o sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacinação contra a doença será indicada para pessoas com idade entre 6 meses e 59 anos, independentemente do histórico vacinal, respeitando os intervalos recomendados entre as doses e as contraindicações.

A estratégia foi adotada após a confirmação de casos de sarampo no estado.

Em 2026, São Paulo registrou 23 casos confirmados da doença, sendo 20 na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos.

A campanha de multivacinação segue até o dia 1º de setembro.

Serviço

Dia D da Campanha de Multivacinação

Data: sábado, 22 de agosto
Horário: das 8h às 17h
Público principal: crianças e adolescentes menores de 15 anos
Local: UBSs e pontos de vacinação dos 645 municípios do estado de São Paulo

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Febre maculosa mata 18 em SP; veja sintomas e como evitar

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O estado de São Paulo registrou 19 casos confirmados e 18 mortes por febre maculosa em 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP). O número chama atenção para uma doença que pode evoluir rapidamente e exige diagnóstico e tratamento precoces.

A febre maculosa é causada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida pela picada de carrapatos infectados. Entre os locais associados aos casos registrados no Estado estão as regiões de Piracicaba, Campinas, Sorocaba, Santo André e São José dos Campos.

A doença pode atingir pessoas de qualquer idade. Os primeiros sintomas, porém, são pouco específicos e podem ser confundidos com dengue, viroses ou outras infecções.

Por isso, o histórico do paciente é fundamental. Quem apresentar sintomas depois de frequentar áreas de mata, florestas, fazendas, trilhas ou locais com presença de carrapatos deve informar essa exposição ao profissional de saúde.

Sintomas podem aparecer nos primeiros dias

Os sinais iniciais mais comuns são febre alta de início súbito, dor de cabeça, dores no corpo, fraqueza e mal-estar. As manchas avermelhadas na pele podem aparecer posteriormente e, em alguns casos, não estão presentes no início da doença.

Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento deve ser iniciado imediatamente diante da suspeita clínica, mesmo que o resultado dos exames laboratoriais ainda não esteja disponível. O atraso pode favorecer o agravamento do quadro e aumentar o risco de morte.

A orientação é especialmente importante porque a confirmação laboratorial pode levar tempo, enquanto a evolução da doença pode ser rápida.

Por isso, ao apresentar sintomas compatíveis após uma possível exposição a carrapatos, o paciente deve procurar atendimento médico e relatar onde esteve nos dias anteriores.

Como evitar o contato com carrapatos

A principal forma de prevenção é reduzir o contato com carrapatos em locais de risco.

Quem precisar entrar em áreas de vegetação deve usar calças compridas, botas e blusas de mangas longas, preferencialmente de cores claras, que facilitam a identificação dos carrapatos. Também é recomendado evitar caminhar ou permanecer em locais com grama ou vegetação alta.

Depois de retornar de uma área de risco, é importante verificar cuidadosamente o corpo e as roupas. A inspeção deve incluir regiões como couro cabeludo, orelhas, axilas, virilha e outras áreas de difícil visualização.

Os animais domésticos também merecem atenção. Cães podem entrar em áreas com vegetação e retornar para casa carregando carrapatos, contribuindo para levar o parasita ao ambiente doméstico. Por isso, é importante verificar regularmente a presença de carrapatos nos animais e manter o acompanhamento veterinário.

Encontrou um carrapato? Veja o que fazer

Se um carrapato estiver preso à pele, a recomendação é removê-lo com uma pinça, segurando-o próximo à pele e retirando-o com cuidado e firmeza, sem esmagá-lo.

O Ministério da Saúde orienta não utilizar métodos como fósforos, cigarros ou outros objetos aquecidos para tentar retirar o carrapato. Depois da remoção, a região deve ser lavada com água e sabão ou álcool.

Quanto mais rapidamente o carrapato for retirado, menor tende a ser o risco de transmissão da doença.

As orientações oficiais também recomendam colocar as roupas utilizadas em áreas de risco em água fervente para eliminar possíveis carrapatos que ainda estejam presos ao tecido.

Atenção especial na Região Metropolitana

A presença de áreas verdes, rios e animais que podem participar do ciclo dos carrapatos faz com que a prevenção também seja relevante em municípios da Grande São Paulo.

Na região Oeste, por exemplo, capivaras são frequentemente observadas em áreas próximas ao Rio Tietê e outros espaços de vegetação. Os animais não transmitem diretamente a febre maculosa, mas podem participar do ciclo do carrapato-estrela, o que reforça a necessidade de evitar contato com carrapatos e adotar medidas preventivas em áreas de risco.

A recomendação, portanto, não é evitar simplesmente um animal específico, mas impedir o contato com carrapatos e procurar atendimento médico rapidamente diante de sintomas após uma possível exposição.

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SP inicia campanha para atualizar vacinação de crianças e adolescentes na segunda

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Mobilização acontece nos 645 municípios paulistas e busca colocar em dia a caderneta de vacinação de menores de 15 anos

O Governo de São Paulo inicia na próxima segunda-feira (3) a Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação será realizada nos 645 municípios paulistas e tem como objetivo identificar e aplicar as doses em atraso previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

Pais e responsáveis devem levar os filhos até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com a caderneta de vacinação para que as equipes avaliem a necessidade de novas doses. Os horários de atendimento serão definidos por cada município.

Vacinação contra o sarampo será ampliada

Além da campanha de multivacinação, o Governo do Estado adotará uma estratégia especial de combate ao sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacina tríplice viral será oferecida a pessoas entre 6 meses e 59 anos, independentemente da situação vacinal.

A medida foi anunciada após a confirmação do 15º caso de sarampo em São Paulo neste ano. O caso mais recente foi registrado em Guarulhos e envolve uma criança que não havia sido vacinada.

Cobertura vacinal segue abaixo da meta

Dados preliminares da Secretaria de Estado da Saúde apontam cobertura de 77,5% para a primeira dose da vacina tríplice viral e de 65,5% para a segunda dose, índices abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Segundo a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), Tatiana Lang, manter a caderneta atualizada é fundamental para prevenir doenças imunopreveníveis e reduzir o risco de transmissão do sarampo.

Diversas vacinas estarão disponíveis

Durante a campanha, as Unidades Básicas de Saúde disponibilizarão todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, conforme a idade e o histórico de cada paciente.

Entre os imunizantes oferecidos estão vacinas contra hepatite B, poliomielite, meningite, influenza, Covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, hepatite A e HPV, entre outras.

A Secretaria de Estado da Saúde também mantém o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne informações sobre segurança, eficácia e esclarecimentos sobre os principais questionamentos relacionados à vacinação.

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SP mantém dose extra contra sarampo para bebês em três cidades

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Recomendação vale para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) manteve a recomendação da aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Segundo a pasta, a medida tem como objetivo ampliar a proteção contra o sarampo em áreas consideradas prioritárias. A dose é complementar e não substitui o esquema regular previsto no Calendário Nacional de Vacinação.

Quem deve receber a dose?

A recomendação é destinada a:

  • bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram em São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo;
  • crianças da mesma faixa etária que tenham tido contato com casos suspeitos ou confirmados de sarampo, quando houver indicação em ações de bloqueio vacinal.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o calendário de vacinação:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Cobertura vacinal está abaixo da meta

A Secretaria da Saúde também orienta que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a situação vacinal e atualizem a caderneta, caso necessário.

Neste ano, a cobertura da primeira dose da tríplice viral é de 77,5%, enquanto a segunda dose alcança 65,5%. A meta estabelecida para ambas é de 95%.

Quem mais deve se vacinar?

Além da dose zero para bebês, o calendário prevê:

  • crianças: duas doses, aos 12 e 15 meses;
  • pessoas de 5 a 29 anos: duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias;
  • pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • trabalhadores da saúde: duas doses, independentemente da idade.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo e orienta a população a procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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SP confirma 13 casos de sarampo e reforça alerta para vacinação

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Secretaria da Saúde orienta população a manter a caderneta em dia; imunização é a principal forma de prevenção

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforçou a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 13 casos da doença no estado em 2026.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização continua sendo a medida mais eficaz para interromper a circulação do vírus e proteger a população.

Os casos confirmados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, demonstrando que a doença pode atingir diferentes faixas etárias.

Dose extra para bebês

Desde junho, a Secretaria da Saúde recomenda a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A medida busca ampliar a proteção diante do atual cenário epidemiológico.

A pasta ressalta que essa dose não substitui o calendário regular de vacinação.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o esquema previsto pelo Programa Nacional de Imunizações:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Quem deve se vacinar

Além dos bebês contemplados pela recomendação da dose zero, a Secretaria orienta que pessoas com vacinação incompleta procurem uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal.

As recomendações são:

  • Crianças de 12 meses: primeira dose da tríplice viral;
  • Crianças de 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral;
  • Pessoas de 5 a 29 anos: duas doses da vacina tríplice viral;
  • Pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • Profissionais da saúde: duas doses, independentemente da idade.

População deve conferir a caderneta

A Secretaria da Saúde orienta pais, responsáveis, adolescentes e adultos a verificarem a caderneta de vacinação e, caso necessário, procurarem a unidade de saúde mais próxima para atualizar o esquema vacinal.

Segundo o órgão, manter a vacinação em dia é a principal estratégia para evitar novos casos e impedir a circulação do vírus.

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São Paulo recomenda dose extra da vacina contra sarampo após novos casos da doença

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O Governo de São Paulo passou a recomendar a aplicação da chamada “dose zero” da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem na capital paulista e em Guarulhos. A medida foi adotada após a confirmação de mais três casos de sarampo no estado nesta sexta-feira (26).

Com as novas confirmações, São Paulo soma cinco casos da doença em 2026. Os pacientes mais recentes são duas crianças e um bebê, sem histórico de viagens. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois deles não haviam sido vacinados. Todos evoluíram para a cura.

A dose zero é uma estratégia preventiva utilizada em situações de maior risco de circulação do vírus e não substitui o calendário regular de vacinação. As crianças que receberem essa dose deverão ser vacinadas novamente aos 12 meses e aos 15 meses, conforme prevê o Programa Nacional de Imunizações.

Além da recomendação para a vacinação antecipada, a Secretaria de Estado da Saúde intensificou as ações de bloqueio vacinal e ampliou a imunização em locais de grande circulação, como aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens, para reduzir o risco de disseminação da doença.

Apesar dos registros deste ano, o Brasil mantém o certificado de país livre do sarampo, reconquistado em 2024. No entanto, as autoridades sanitárias alertam que o fluxo internacional de viajantes e a ocorrência de casos em outros países aumentam o risco de reintrodução do vírus.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Atualmente, a cobertura vacinal em São Paulo está em 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda, índices considerados abaixo da meta recomendada para garantir a proteção coletiva.

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São Paulo libera vacina da gripe para toda a população acima de 6 meses

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A vacinação contra a gripe foi ampliada em todo o estado de São Paulo e passa a atender toda a população acima de 6 meses de idade. A medida foi anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) e já está disponível nos 645 municípios paulistas.

A ampliação busca aumentar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra os vírus influenza, especialmente durante o período de maior circulação de doenças respiratórias.

Segundo a secretaria, mais de 5,6 milhões de doses já foram aplicadas no estado desde o início da campanha.

Grupos prioritários continuam sendo foco da campanha

Apesar da liberação para toda a população, a Secretaria da Saúde reforça que os grupos considerados mais vulneráveis devem procurar a vacinação o quanto antes.

Entre eles estão:

  • Idosos;
  • Crianças menores de 6 anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

Esses públicos apresentam maior risco de desenvolver complicações graves relacionadas à gripe.

Vacina ajuda a reduzir internações

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a ampliação da campanha tem como objetivo reduzir casos graves da doença, internações e a pressão sobre os serviços de saúde durante o inverno.

A imunização é considerada a principal forma de prevenção contra a influenza e suas complicações.

Como se proteger dos vírus respiratórios

Além da vacinação, a orientação é manter medidas simples de prevenção, como:

  • Higienizar frequentemente as mãos;
  • Manter os ambientes ventilados;
  • Beber bastante água;
  • Adotar alimentação equilibrada;
  • Evitar acúmulo de poeira e mofo nos ambientes;
  • Manter hábitos saudáveis que fortaleçam a imunidade.

Portal tira dúvidas sobre vacinação

Para combater a desinformação, o Governo de São Paulo disponibiliza o portal “Vacina 100 Dúvidas”, que reúne respostas para perguntas frequentes sobre vacinas, efeitos colaterais, eficácia dos imunizantes e doenças preveníveis.

A plataforma também orienta a população sobre a importância da vacinação e os riscos da baixa cobertura vacinal.

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Paciente investigado por suspeita de Ebola em São Paulo tem meningite meningocócica confirmada

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A investigação de um possível caso de Ebola em São Paulo ganhou um novo desdobramento neste sábado (30). A Secretaria de Estado da Saúde confirmou que exames laboratoriais detectaram a bactéria Neisseria meningitidis, causadora da meningite meningocócica, no paciente que estava sendo monitorado por suspeita da doença viral.

Apesar da confirmação da infecção bacteriana, a investigação para Ebola continua em andamento até a conclusão de todos os exames laboratoriais e análises genômicas.

O paciente é um homem de 37 anos, procedente da República Democrática do Congo, país que enfrenta um surto da doença causada pelo vírus Ebola. Ele apresentou febre após viagem recente ao território africano, preenchendo critérios clínicos e epidemiológicos que exigem investigação específica.

Atualmente, o homem permanece internado em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, referência estadual para atendimento de casos suspeitos de doenças infecciosas de alta complexidade.

Exame apontou bactéria causadora da meningite

Segundo o Instituto Adolfo Lutz, o resultado detectável para Neisseria meningitidis foi obtido por meio de exame molecular realizado como parte do protocolo de diagnóstico diferencial.

A identificação da bactéria ajuda a explicar parte dos sintomas apresentados pelo paciente, mas não encerra automaticamente a investigação sobre Ebola.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a condução epidemiológica do caso será mantida até que todas as análises sejam concluídas.

Risco de Ebola segue considerado muito baixo

A Secretaria da Saúde reforçou que o risco de introdução do Ebola no Brasil e na América do Sul permanece muito baixo.

Entre os fatores considerados estão a ausência histórica de transmissão da doença no continente sul-americano, a inexistência de voos diretos entre a região afetada e a América do Sul e a forma de transmissão do vírus, que exige contato direto com sangue, secreções ou fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas.

Ainda assim, os protocolos de vigilância permanecem ativos para viajantes que tenham passado recentemente por áreas com circulação do vírus.

O que é o Ebola

O Ebola é uma doença viral grave que pode causar febre alta, dores musculares, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, diarreia e, nos casos mais severos, complicações hemorrágicas e falência de órgãos.

O período de incubação varia entre dois e 21 dias.

Segundo as autoridades sanitárias, a transmissão não ocorre antes do surgimento dos sintomas e depende do contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas.

Estado mantém alerta preventivo

Na última semana, a Secretaria Estadual da Saúde atualizou os protocolos de vigilância e atendimento para casos suspeitos relacionados ao surto da cepa Bundibugyo do vírus Ebola na República Democrática do Congo.

O Instituto Emílio Ribas permanece como unidade de referência para atendimento de pacientes suspeitos, enquanto o Instituto Adolfo Lutz é responsável pelas análises laboratoriais e pela investigação dos diagnósticos diferenciais.

Até o momento, não há confirmação de Ebola no paciente investigado em São Paulo.

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SP lança novo Mutirão de Ortopedia para mais de 26 mil pacientes que aguardam cirurgias

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou nesta quarta-feira (29) investimento estadual de R$ 48,5 milhões no novo Mutirão de Ortopedia da Secretaria da Saúde. A ação vai complementar repasses para procedimentos ortopédicos de média e alta complexidade em unidades de saúde de todas as regiões do estado, com o objetivo de atender mais de 26 mil pacientes que aguardam por estas cirurgias.

“É muito bom estar celebrando este Mutirão de Ortopedia para tirar, em um primeiro momento, 26 mil pessoas que estão sendo preparadas para sair da fila e fazer suas cirurgias. Aí é um movimento que não para, a gente vai organizar a rede até o momento que não será mais preciso fazer mutirão porque a gente vai zerar essa demanda reprimida e entrar em uma situação de normalidade”, declarou Tarcísio.

“A gente elegeu a saúde como nosso principal desafio e que, de fato, está sendo tratada como prioridade”, reforçou o governador. A cerimônia na sede da Secretaria da Saúde, no centro da capital, também teve a participação do secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, e do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, além de deputados, vereadores, representantes de diversas prefeituras e gestores de serviços de saúde da rede pública e conveniados ao SUS.

Com o novo investimento, o total aplicado pelo Governo de São Paulo nos mutirões de cirurgias ultrapassou R$ 923,5 milhões em 2023. No Mutirão de Ortopedia, os repasses serão feitos a unidades de saúde habilitadas a executar os procedimentos previstos no programa.

“Todos os hospitais conveniados ao SUS de São Paulo já podem aderir ao Mutirão da Ortopedia. A nossa tentativa é, ainda no final deste ano, chegar ao número mais próximo possível das 26 mil cirurgias. E no ano que vem, com a Tabela SUS Paulista e o incremento que vamos dar, nós podemos manter esse mutirão funcionando durante todo o ano de 2024. Entendemos que, desta forma, devemos acabar com o colapso das cirurgias de ortopedia nos próximos 24 meses”, observou o secretário Eleuses Paiva.

Com o pagamento complementar aos prestadores de serviços de saúde, a Secretaria da Saúde pretende ampliar o número de cirurgias em todo o território paulista, melhorando o atendimento e a qualidade de vida da população.

A estratégia integra ações do Governo de São Paulo para redução geral das filas de espera por cirurgias, uma demanda represada desde a pandemia. Balanço divulgado pela Secretaria da Saúde mostra que mais de um terço das cirurgias eletivas realizadas em São Paulo em 2023 foram resultado de mutirões.

Dados atualizados no mês de setembro apontam a realização de 240.450 procedimentos, o que representa 32% do total de 746.911 cirurgias eletivas efetuadas em todo o estado neste ano.

Leia também: Saque-aniversário do FGTS: projeto deve ficar para 2024, diz Ministério do Trabalho


Fonte: Governo de SP

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