Graacc recebe equipamento de R$ 9 milhões e amplia atendimento contra câncer infantil

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O Hospital Graacc, referência no tratamento de câncer infantil, passou a contar com um novo acelerador linear de última geração, ampliando a capacidade de atendimento de 150 para até 250 pacientes por mês.

O equipamento, modelo Versa HD da Elekta, representa um investimento de cerca de R$ 9 milhões e substitui o aparelho anterior, trazendo ganhos em precisão, qualidade e agilidade nos tratamentos de radioterapia.

A nova tecnologia permite sessões mais rápidas e direcionadas, reduzindo a exposição à radiação e os efeitos colaterais, fator considerado essencial no tratamento de crianças.

Segundo o CEO do hospital, André Negrão, o impacto é direto na qualidade do atendimento.

“A máquina é mais moderna, rápida e precisa. A quantidade de radiação é menor e a precisão do feixe é milimétrica, o que é decisivo no tratamento infantil”, afirmou.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve na unidade e destacou que a iniciativa faz parte da ampliação nacional de equipamentos de alta complexidade.

“Vamos chegar este ano com pelo menos um equipamento desse tipo em cada estado do país”, disse.

A aquisição integra o programa federal de fortalecimento de atendimentos especializados, que também prevê aumento de até 30% no valor pago por sessões de radioterapia.

Atualmente, o hospital já iniciou o uso do novo equipamento e atende cerca de 15 pacientes, com expectativa de atingir a capacidade máxima nos próximos meses.

Além de ampliar o atendimento, a tecnologia também contribui para a formação de profissionais especializados e para o avanço no diagnóstico, com apoio de iniciativas de telemedicina que reduzem o tempo de análise de exames.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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UBSs resolvem 86% dos atendimentos sem precisar de especialista em SP

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As Unidades Básicas de Saúde de São Paulo resolveram 86% dos atendimentos médicos em 2025 sem necessidade de encaminhamento para especialistas. O índice, considerado alto, reflete mais de 15,8 milhões de consultas realizadas, com impacto direto na redução de filas e na agilidade do atendimento à população.

O resultado indica um avanço na capacidade da Atenção Básica, que passa a absorver a maior parte das demandas de saúde dentro do próprio território, diminuindo a sobrecarga em hospitais e serviços especializados.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o desempenho é resultado de investimentos recordes e da ampliação da rede. Apenas em 2025, o município destinou cerca de 25 bilhões de reais à saúde, fortalecendo estrutura, equipes e atendimento.

Um dos pilares desse avanço é a Estratégia Saúde da Família, que conta com mais de 1,7 mil equipes e cerca de 10 mil agentes comunitários atuando diretamente nos bairros. O trabalho próximo da população permite identificar demandas precocemente e ampliar a resolutividade.

A atuação integrada com equipes multiprofissionais também tem papel decisivo. Psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e outros especialistas atuam dentro das UBSs, ampliando o cuidado e evitando encaminhamentos desnecessários.

Na prática, o modelo permite acompanhamento contínuo dos pacientes, inclusive quando há necessidade de atendimento especializado. Unidades como a UBS Paraisópolis I adotam grupos de cuidado e ações coletivas para evitar agravamento de casos.

O avanço da rede também foi impulsionado por parcerias e modernização da infraestrutura. Desde 2021, mais de 100 novos equipamentos foram entregues, e a cidade passou a contar com mais de mil unidades de saúde integradas.

Com maior capacidade de atendimento local, a Atenção Básica se consolida como porta de entrada do sistema e melhora a experiência da população. Pelo quinto ano seguido, a saúde municipal foi apontada como o melhor serviço público da capital, segundo levantamento do Datafolha.

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Foto: Reprodução/Pref. de SP

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Hospital Regional de Osasco passa a ser administrado por nova gestão e amplia atendimento especializado

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O Hospital Regional de Osasco, na Grande São Paulo, passou a contar com uma nova gestão a partir de janeiro, com a entrada do Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” (CEJAM). A unidade é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e atua como hospital de referência para a região.

Com a mudança, o CEJAM assume a gestão dos serviços de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cuidados intermediários, enfermarias clínica e cirúrgica e do pronto-socorro, que passa a oferecer atendimento médico especializado em neurologia. As integrações envolvem uma equipe de cerca de 330 profissionais.

Segundo a instituição, a ampliação da atuação tem como objetivo fortalecer a capacidade assistencial e ampliar o acesso da população a atendimentos hospitalares qualificados, com foco na segurança do paciente, na humanização do cuidado e na adoção de processos padronizados.

“O objetivo é garantir a excelência no atendimento em saúde, com foco na segurança do paciente, na humanização do cuidado e na adoção de processos padronizados e boas práticas assistenciais, contribuindo para uma experiência mais resolutiva e positiva ao longo de toda a jornada do paciente”, afirma Dirley Glizt, gerente hospitalar e da rede de atenção às urgências do CEJAM.

Fundado em 1991, o CEJAM é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos que atua em parceria com o poder público na gestão de serviços de saúde em diversos municípios dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A organização integra o Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS) e é reconhecida como instituição de apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work.

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Foto: Diogo Moreira/A2 Fotografia

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Festas de fim de ano: veja como evitar a ressaca e cuidar da saúde

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Mal-estar, dor de cabeça e sede são alguns sintomas causados pelo consumo excessivo de álcool

As festas de fim de ano são momentos de celebração, alegria e, muitas vezes, de exageros na comida e na bebida. Sabemos que o álcool pode ser um “companheiro” presente nessas ocasiões, mas também é o principal culpado pela tão temida ressaca do dia seguinte. Em caso de qualquer sintoma mais forte, procure atendimento médico na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência. Os endereços podem ser consultados na plataforma Busca Saúde.

A ressaca é a combinação de sintomas físicos e mentais experimentados no dia seguinte a um episódio de consumo de álcool, levando ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, sensibilidade ao som e à luz, enjoo, dores no corpo, boca seca e sede. Isso ocorre devido à desidratação que a bebida alcoólica causa no organismo, além da sobrecarga no fígado, órgão que tem a função de eliminar o álcool do sangue.

O consumo de álcool está associado a diversos problemas para a saúde. O chamado “beber pesado episódico” é definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o consumo de 60 gramas ou mais de álcool puro em uma única ocasião. Em termos práticos, isso corresponde aproximadamente a quatro ou mais doses para mulheres e a cinco ou mais doses para homens. Esse padrão de consumo está relacionado ao risco aumentado de envolvimento em acidentes e violências, apagões de memória, overdose e desenvolvimento de dependência.

Para reduzir os danos, se escolher beber, é indicado tomar alguns cuidados ao longo do dia para ajudar o organismo a restabelecer o equilíbrio natural:

Intercale com água e beba devagar
O álcool é diurético, ou seja, aumenta a perda de líquidos pelo organismo, o que contribui para a desidratação — um dos principais fatores da ressaca. O recomendado é alternar o consumo de bebidas alcoólicas com água e também beber bastante água no dia seguinte, para recuperar a hidratação.

  • Antes de beber: beba bastante água ao longo do dia;
  • Durante a festa: alterne entre bebidas alcoólicas e água; para cada copo de álcool, beba pelo menos um copo de água;
  • Depois: antes de dormir, tente beber um ou dois copos de água para ajudar na hidratação.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a quantidade de água que uma pessoa deve beber diariamente varia conforme fatores como peso corporal e temperatura ambiente. Porém, o indicado é ingerir cerca de dois litros de água por dia.

Aposte em bebidas não alcoólicas atraentes
Intercalar bebidas alcoólicas com opções não alcoólicas, como águas aromatizadas ou mocktails (coquetéis sem álcool), é uma ótima forma de aproveitar sem exagerar. Além disso, essa alternância ajuda a reduzir o consumo de álcool e melhora a hidratação.

Nunca beba de estômago vazio
O álcool é absorvido mais rapidamente quando o estômago está vazio, o que intensifica seus efeitos e pode causar mais ressaca no dia seguinte. Por isso, alimente-se bem antes e durante o consumo.

Inclua refeições ricas em proteínas e gorduras saudáveis (como carnes magras, abacate ou nozes), pois ajudam a retardar a absorção do álcool.

Evite alimentos muito gordurosos durante a festa, já que podem piorar os sintomas de mal-estar.

Vitamina B e antioxidantes são aliados
O consumo de álcool pode esgotar as reservas de vitaminas do complexo B e de antioxidantes no organismo. Antes da festa, invista em alimentos ricos nesses nutrientes, como ovos, carnes magras e cereais integrais (vitamina B) e frutas cítricas, frutos vermelhos e vegetais verdes-escuros (antioxidantes).

Limite de doses
Se escolher beber, respeite o limite de doses:

Mulheres: até 1 dose por dia; nunca ultrapassar 3 doses em uma única ocasião;
Homens: até 2 doses por dia; nunca ultrapassar 4 doses em uma única ocasião.

Em caso de exagero
Se você acabou exagerando, cuide-se no dia seguinte:

  • Hidrate-se bem com água, chás ou bebidas isotônicas, para repor os eletrólitos;
  • Invista em alimentos leves e de fácil digestão, como frutas, sopas e caldos;
  • Um bom descanso também ajuda o corpo a se recuperar mais rapidamente.

Em caso de qualquer sintoma mais forte, procure atendimento médico na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência. Os endereços podem ser consultados na plataforma Busca Saúde.

Mais dicas

  • Tenha dias livres de álcool;
  • Nunca beba e dirija;
  • Lembre-se: para um estilo de vida mais saudável, quanto menos álcool, melhor.

Fonte: Pref. de SP | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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SP alerta para importância da vacinação contra sarampo durante a temporada de cruzeiros no litoral paulista

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) emitiu um alerta aos serviços de saúde, autoridades portuárias e viajantes diante do aumento do risco de reintrodução do sarampo durante a temporada de cruzeiros 2025/2026 no litoral paulista. A medida considera a circulação internacional do vírus e a intensa movimentação de passageiros e tripulantes de diferentes nacionalidades.

A temporada de cruzeiros, iniciada em 26 de outubro de 2025, segue até 19 de abril de 2026. De acordo com a CLIA Brasil, mais de 670 mil viajantes devem embarcar em roteiros pelo país.

Em 2024, o Brasil reconquistou a certificação de eliminação do sarampo. No entanto, em 2025, já foram registrados 38 casos importados ou relacionados à importação no país, incluindo dois casos confirmados no estado de São Paulo até dezembro. Atualmente, há surtos ativos da doença em diversas regiões do mundo, o que exige vigilância contínua e atenção à situação vacinal da população.

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como navios de cruzeiro. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que geralmente surgem entre sete e 14 dias após a exposição.

A SES-SP orienta que pessoas que planejam viajar, inclusive em cruzeiros marítimos ou participar de eventos de grande porte, verifiquem a caderneta de vacinação e garantam o esquema completo da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), preferencialmente com pelo menos 15 dias de antecedência da viagem. A imunização é a principal forma de prevenção da doença.

A Pasta também reforça a adoção de medidas de higiene durante as viagens, entre elas:

  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

  • Lavar as mãos com frequência com água e sabão, ou então utilizar álcool em gel;

  • Não compartilhar copos, talheres e alimentos;

  • Procurar não levar as mãos à boca ou aos olhos;

  • Evitar aglomerações ou locais pouco arejados;

  • Manter os ambientes frequentados sempre limpos e ventilados;

  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.

    No retorno, caso surjam sintomas suspeitos até 30 dias após a viagem, como febre, manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse ou coriza ou conjuntivite, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, informar o histórico de deslocamento e evitar a circulação em locais públicos.

Para os profissionais de saúde, a Secretaria destaca que o sarampo é uma doença de notificação compulsória imediata. Casos suspeitos devem ser comunicados à vigilância epidemiológica em até 24 horas, para adoção rápida das medidas de bloqueio e prevenção.

A SES-SP segue atuando de forma integrada com os municípios e demais órgãos envolvidos para proteger a população e evitar a reintrodução do sarampo no estado.


Fonte/foto: GESP

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Dia Mundial do Diabetes: SP reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce

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No Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforça a importância da conscientização sobre os impactos da doença e sua mortalidade. Em 2024, foram realizados 78,5 mil atendimentos relacionados à doença em todo o estado, um aumento de 20%, em comparação a 2023, onde foram registrados 65,2 mil atendimentos.

A diabetes ocorre quando o nível de açúcar no sangue se eleva porque o corpo não produz insulina de forma adequada ou não consegue utilizá-la corretamente.

A endocrinologista Isabel Menezes, do Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI Norte), explica que o aumento nos diagnósticos está relacionado a uma combinação de fatores. “A expectativa de vida tem aumentado, mas ao mesmo tempo as pessoas estão se movimentando menos, ganhando peso com mais facilidade e consumindo mais alimentos industrializados”, afirma.

Segundo a especialista, a alimentação rica em açúcar, farinhas e ultraprocessados sobrecarrega o pâncreas. “O estresse aumenta hormônios que elevam a glicose, e o sedentarismo reduz a sensibilidade à insulina. A soma disso facilita o surgimento do diabetes, especialmente em pessoas com predisposição genética”, completa.

Além dos hábitos alimentares e do sedentarismo, a hereditariedade também tem papel importante. Pessoas com histórico familiar da doença, sobrepeso, hipertensão ou colesterol alto estão mais suscetíveis. A condição afeta homens e mulheres em proporções semelhantes. Em crianças, o tipo 1 é o mais comum, mas devido ao estilo de vida, já há registros de diabetes tipo 2 na infância.

Tipos de diabetes

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune em que o organismo destrói as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, resultando em deficiência total ou quase total do hormônio. Já o tipo 2 é caracterizado pela resistência à ação da insulina ou pela redução progressiva na produção, sendo frequentemente associado ao excesso de peso e à falta de atividade física.

A endocrinologista também destaca que mudanças climáticas e poluição podem ter influência indireta na doença. “O calor extremo aumenta a inflamação no corpo e dificulta o controle da glicose. A poluição, por sua vez, pode provocar inflamação crônica e resistência à insulina. Não são causas diretas, mas contribuem quando somadas a outros fatores de risco”, ressalta.

Sinais de alerta e prevenção

Os principais sinais de alerta incluem muita sede, urina em excesso, cansaço, perda de peso sem motivo aparente, visão embaçada e infecções de difícil cicatrização. A orientação é que pessoas com fatores de risco realizem exames de rastreamento mesmo na ausência de sintomas.

Entre as principais medidas de prevenção estão manter um peso saudável, priorizar alimentos naturais (como frutas, verduras, legumes e proteínas), reduzir o consumo de açúcar e ultraprocessados, praticar atividades físicas regularmente, dormir bem e controlar o estresse.

Para quem já tem o diagnóstico, seguir corretamente o tratamento e monitorar a glicose conforme orientação médica faz toda a diferença para o controle da doença e a qualidade de vida.

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Fonte: GESP – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

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Deputada Bruna Furlan conduz audiência sobre projeto que cria nova autarquia da Unicamp na área da Saúde

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A deputada Bruna Furlan (PSDB), presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), conduziu nesta terça-feira (14) uma audiência pública sobre o projeto de autarquização da área da Saúde da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A proposta foi apresentada pela reitoria da universidade e tem como objetivo aliviar o orçamento da instituição, ampliar o complexo hospitalar e aumentar o número de cursos e vagas oferecidos.

Atualmente, a Unicamp destina cerca de 25% de seu orçamento — aproximadamente R$ 1,1 bilhão — para o custeio da Saúde, o que, segundo a reitoria, compromete o crescimento da universidade. A criação da nova autarquia, que ficará vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), prevê a gestão de oito unidades de atendimento, entre elas o Hospital de Clínicas (HC), o Caism, o Hemocentro e o Gastrocentro, mantendo o vínculo acadêmico com a universidade.

“Temos muito orgulho da nossa área da saúde. A autarquia não é privatização, mas uma forma de fortalecer o financiamento público”, afirmou o reitor Paulo Cesar Montagner, que destacou o potencial de expansão acadêmica com a medida.

Representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) e da SES manifestaram apoio ao projeto. O coordenador da SCTI, Marcos Nogueira Martins, afirmou que “o processo é virtuoso: a universidade ganha, os estudantes ganham e os hospitais se fortalecem”. Já o diretor do DRS de Campinas, Jorge Curi, destacou que a mudança trará mais agilidade e eficiência no atendimento aos pacientes.

A deputada Bruna Furlan ressaltou a importância do diálogo entre as instituições para garantir que a proposta preserve o caráter público e o compromisso social da Unicamp. O projeto ainda será analisado pela Comissão de Saúde antes de seguir para votação no plenário da Alesp.

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Foto: Barbara Novaes/Alesp

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Deputados e especialistas debatem papel das Santas Casas em audiência pública na Alesp

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A Assembleia Legislativa de São Paulo realizou, nesta terça-feira (9), uma audiência pública para discutir a importância das Santas Casas de Misericórdia no atendimento hospitalar. A iniciativa foi do deputado Luiz Claudio Marcolino (PT) e contou com a presença da presidente da Comissão de Saúde da Alesp, deputada Bruna Furlan (PSDB), o que reforçou ainda mais a relevância do debate.

Durante o encontro, dados da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB) mostraram que essas instituições respondem por mais de 60% das internações de alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo fundamentais para o acesso da população, especialmente em cidades do interior.

O diretor-presidente da Federação das Santas Casas (Fehosp), Edson Rogatti, destacou como principal desafio a defasagem na tabela de procedimentos do SUS, sem reajuste há duas décadas. Ele elogiou o apoio dos parlamentares paulistas em medidas como a Tabela SUS Paulista, regionalização e saúde digital.

Também participou o médico Rodrigo Oliveira, representante do Ministério da Saúde, que apresentou o programa “Agora tem Especialistas”, voltado a reduzir filas de espera e ampliar o acesso à atenção especializada. Ele destacou a necessidade de integração entre União, estados e municípios para fortalecer o sistema.

Além de Marcolino e Bruna Furlan, o deputado Itamar Borges (MDB) também esteve presente.

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Foto: Bruna Sampaio/Alesp

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Governo de São Paulo convoca população para a imunização contra febre amarela

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O Governo de São Paulo convoca toda a população do Estado para a imunização contra febre amarela após confirmar doze casos, tendo oito evoluído para óbito, todos com histórico de não vacinação. A imunização é a medida mais eficaz de proteção contra a doença.

Desde o ano passado, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) registrou 30 casos em primatas nas regiões de Ribeirão Preto, Campinas, Barretos e Osasco.

“É importante que toda a população que nunca se vacinou contra a febre amarela o faça neste momento. A vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde nos 645 municípios do estado. A febre amarela é uma doença imunoprevenível, ou seja, há vacina para nos proteger”, afirma Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria de Estado da Saúde.

Aqueles que ainda não fizeram a imunização contra febre amarela, que não possuem a carteira de vacinação ou têm dúvidas se foram vacinados, devem buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. A pessoa apresenta os sintomas iniciais da febre amarela de 3 a 6 dias após ter sido infectada.

O vírus da febre amarela apresenta um ciclo silvestre no qual os principais vetores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes.

Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental ao adentrar áreas de mata quando não vacinado. Os primatas também atuam como hospedeiros amplificadores do vírus que, nesse ciclo, são considerados hospedeiros acidentais.

Recomendação da imunização contra febre amarela

O Ministério da Saúde (MS) atualizou em 2020 a recomendação de imunização contra febre amarela da seguinte forma:

  • Para crianças menores de 5 anos de idade são duas doses, a primeira aos 9 meses e a segunda aos 4 anos.
  • Para crianças a partir dos 5 anos, a vacina é dose única.

Caso a pessoa tenha recebido apenas uma dose da vacina antes de completar 5 anos de idade, deverá receber uma dose adicional, independentemente da idade em que o indivíduo procure o serviço de vacinação.

A imunização contra febre amarela faz parte do calendário de vacinação e está disponível em todas as UBS do Estado. Além da imunização, é fundamental adotar medidas de proteção individual, como:

  • Uso de calças e camisas de manga longa;
  • Sapatos fechados;
  • Aplicação de repelente nas áreas expostas do corpo;
  • Uso de mosquiteiro nos berços e carrinhos de crianças menores de 6 meses de idade.

Doses da vacina

Neste ano, o estado recebeu 600 mil doses de doses para a vacinação de rotina e mais 1,3 milhão de doses para a intensificação da imunização contra febre amarela por parte do MS. Em janeiro, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) solicitou 6 milhões de doses da vacina contra a doença ao órgão federal para distribuição aos 645 municípios para atender à população não vacinada do estado.

Os sintomas iniciais da febre amarela são:

  • Início súbito de febre;
  • Calafrios;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Dores musculares;
  • Dores no corpo em geral;
  • Náuseas e vômitos;
  • Fadiga;
  • Fraqueza.

Leia também: Calorão em SP: veja dicas para amenizar os efeitos das altas temperaturas


Fonte: Governo de SP – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Agendamento de mamografia na rede estadual passa a ser feito também pelo aplicativo do Poupatempo

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O aplicativo Poupatempo SP.GOV.BR passou a contar com uma nova funcionalidade. Mulheres com idade entre 50 e 69 anos podem realizar agendamentos de mamografia do programa Mulheres de Peito, do Governo de São Paulo, diretamente pelo app disponível para os sistemas Android e iOS.

A plataforma oferece um calendário com datas, horários e locais disponíveis para exames. Após a escolha, o aplicativo direciona a solicitação para o 0800 da Central de Regulação de Oferta de Serviços para confirmação dos agendamentos.

O serviço pode ser acessado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O procedimento é simples e fácil e pode ser concluído em até 8 minutos.

Criado em 2014, o Mulheres de Peito é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde para incentivar mulheres a realizar o exame de mamografia para diagnóstico e tratamento precoce do câncer de mama. Todas as iniciativas fazem parte do movimento SP por Todas.

“As políticas públicas para a mulher em São Paulo são construídas a partir de um trabalho integrado entre diversos setores do governo. Cada serviço oferecido, seja no cuidado à saúde, na proteção contra a violência ou no apoio à autonomia financeira, tem um papel essencial para melhorar a vida das mulheres. A nossa missão é garantir que elas tenham acesso a tudo o que precisam para viver com dignidade e qualidade de vida”, ressaltou a secretária estadual de Políticas para a Mulher, Valéria Bolsonaro.

O SP Por Todas é promovido pelo Governo do Estado para ampliar a visibilidade das políticas públicas do estado para mulheres, bem como a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira exclusivamente disponíveis para elas.

São iniciativas como o auxílio-aluguel no valor de R$ 500 para vítimas de violência doméstica; a ampliação do monitoramento por tornozeleiras para agressores; o aplicativo SP Mulher Segura. que conecta a polícia de forma direta e ágil caso o agressor se aproxime; e as novas salas da Delegacia da Defesa da Mulher 24 horas.

O Governo de SP também ampliou linhas de crédito para elas e concluiu a entrega das Casas da Mulher Paulista, onde há apoio psicológico e capacitação profissional. O Estado também financia dez Abrigos Amigos, instalados estrategicamente no centro da capital, para atendimento de mulheres nas paradas de ônibus, das 20h às 5h.

O SP Por Todas também implementou o protocolo Não Se Cale para acolhimento imediato em caso de importunação em bares, restaurantes, casas de show e similares, formando equipes em curso gratuito, online e rápido.

Leia também: Prefeitura de Itapevi e Praça da Cidadania oferecem cursos profissionalizantes gratuitos


Fonte: Governo de SP

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