Ricardo Nunes admite reajuste na tarifa de ônibus em 2026, limitado à inflação

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que não descarta um aumento na tarifa dos ônibus municipais em 2026, mas garantiu que qualquer reajuste deverá ficar limitado à inflação do período. A definição do novo valor, segundo ele, dependerá de estudos técnicos que estão sendo elaborados pela SPTrans, empresa da prefeitura responsável pela gestão do transporte por ônibus na capital.

“O ideal é manter congelada a tarifa. Se a gente não conseguir, que não passe da inflação. Mas isso vai depender dos estudos que eles vão trazer”, declarou o prefeito. Nunes reforçou que a administração trabalhará para evitar aumento real, ou seja, acima da inflação. “Uma coisa que eu acho que a gente vai trabalhar bastante é para que não tenha aumento real”, acrescentou.

Atualmente, a tarifa de ônibus em São Paulo é de R$ 5. O valor foi reajustado no início de 2025, quando a passagem subiu de R$ 4,40 para o preço atual. De acordo com o prefeito, o custo real do transporte coletivo é significativamente maior e só não é repassado integralmente ao usuário por causa do subsídio pago pela prefeitura às empresas concessionárias.

“Se não fosse o subsídio da administração municipal às empresas de ônibus, o preço da passagem seria de R$ 9”, afirmou Nunes. Ele explicou que a política de subsídio tem como objetivo garantir maior acesso da população ao transporte público, especialmente para os trabalhadores que dependem do sistema diariamente.

Apesar disso, o prefeito destacou que o equilíbrio fiscal é um fator decisivo na discussão. “A prefeitura tem capacidade de manter o subsídio, mas também a gente precisa equilibrar para não tirar dinheiro da saúde, não tirar dinheiro da habitação, não tirar dinheiro da segurança, cada área podendo fluir de uma forma responsável”, concluiu.

A expectativa é que os estudos da SPTrans sejam apresentados ao longo de 2025, servindo de base para a decisão final sobre a tarifa a ser praticada no próximo ano.

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Governo de SP critica Enel e pede intervenção federal após sucessivos apagões

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O Governo do Estado de São Paulo endureceu o tom contra a Enel São Paulo e cobrou uma ação rigorosa do Governo Federal diante das falhas recorrentes no fornecimento de energia elétrica no estado. Em nota oficial, divulgada nesta segunda-feira (15), o Palácio dos Bandeirantes afirma que os paulistas não podem continuar “reféns de um serviço essencial prestado de forma inadequada” e aponta incapacidade técnica, operacional e gerencial da concessionária.

A manifestação ocorre em meio à possibilidade de prorrogação da concessão da Enel por mais 30 anos, hipótese classificada pelo governo estadual como uma desconsideração aos interesses da população dos 24 municípios atendidos pela empresa. Segundo o Estado, os prejuízos causados pelos apagões são inaceitáveis e vêm se repetindo ao longo dos últimos anos.

De acordo com o governo paulista, em 2023 e 2024 milhões de consumidores ficaram sem energia por seis e até sete dias consecutivos, impactando diretamente famílias, comércios, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, iniciado em 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram afetados, e mesmo após cinco dias o fornecimento ainda não havia sido totalmente restabelecido.

O Estado também destaca que, entre 2024 e 2025, a Enel acumulou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre as concessionárias paulistas. Além disso, seis dos sete Planos de Resultados apresentados entre 2020 e 2023 foram reprovados, e multas superiores a R$ 400 milhões foram aplicadas nos últimos sete anos, sem que houvesse melhora efetiva na qualidade do serviço.

A gestão estadual afirma que, por meio da Arsesp, mantém fiscalização permanente, aplica penalidades dentro de sua competência e encaminha relatórios técnicos à Aneel, apontando a degradação da rede de distribuição e a insuficiência de investimentos. Diante do cenário, o governo defende que o Ministério de Minas e Energia e a Aneel adotem medidas mais duras, incluindo a possibilidade de intervenção na concessão, conforme prevê a legislação federal.

Ao final da nota, o governo reforça que a energia elétrica é base da vida cotidiana e da atividade econômica e afirma que o consumidor paulista deve ser colocado em primeiro lugar.

Confira a nota do Governo do Estado de São Paulo na íntegra:

Os paulistas não podem continuar reféns de um serviço essencial prestado de forma inadequada. As interrupções recorrentes e prolongadas no fornecimento de energia pela Enel São Paulo evidenciam há muito tempo a incapacidade técnica, operacional e gerencial da concessionária e o fracasso do atual modelo federal em avaliar a qualidade da prestação do serviço aos consumidores.

Nesse contexto, amplamente demonstrado pelas reiteradas manifestações de insatisfação dos usuários quanto à qualidade do serviço prestado, causa especial preocupação a possibilidade de o Governo Federal prorrogar a concessão da Enel São Paulo por mais 30 anos, o que representaria evidente desconsideração dos interesses e das necessidades da população residente nos 24 municípios atendidos pela concessionária.

Os prejuízos são inaceitáveis. Em 2023 e 2024, milhões de paulistas ficaram sem energia por seis e sete dias consecutivos, afetando famílias, comércio, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, que começou no dia 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram impactados, sem resposta adequada, comunicação eficiente ou plano de contingência. Passados mais de cinco dias, o fornecimento ainda não foi normalizado.

Entre 2024 e 2025, a Enel registrou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Aneel entre as concessionárias paulistas; seis dos sete Planos de Resultados entre 2020 e 2023 foram reprovados; multas superiores a R$ 400 milhões foram aplicadas nos últimos sete anos sem melhora efetiva do serviço.

O Governo do Estado de São Paulo tem atuado de forma contínua e técnica por meio da Arsesp, com fiscalização permanente, identificação de gargalos críticos, aplicação de penalidades no âmbito de sua competência e encaminhamento de recomendações e avaliações de fiscalização em campo à Aneel sobre a degradação da qualidade do serviço e o descompasso entre os indicadores regulatórios e a realidade enfrentada pela população.

Problemas relacionados à insuficiência de investimentos realizados e à inadequada execução de vistorias podem ser evidenciados a partir da análise dos vários relatórios de fiscalização emitidos pela Arsesp, os quais, por meio de registros fotográficos, demonstram, em diversas localidades, a precarização da rede de distribuição.

A Lei Federal 8.987/95 no artigo 6º afirma que toda concessão pressupõe a prestação do serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, sendo este o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade e eficiência na prestação aos consumidores. Diante desse quadro, observamos que a legislação não está sendo cumprida.

É indispensável que o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, observando as evidências apontadas pela Arsesp e pela própria Aneel, atue com máximo rigor no exercício do poder concedente, declarando intervenção na concessão da Enel São Paulo conforme prevê a lei federal 12.767/2012 que diz: “O poder concedente, por intermédio da Aneel, poderá intervir na concessão de serviço público de energia elétrica com o fim de assegurar sua prestação adequada e o fiel cumprimento das normas contratuais, regulamentares e legais pertinentes”.

A energia elétrica é base da vida cotidiana e da atividade econômica. O consumidor paulista vem primeiro. São Paulo exige respeito.

Governo do Estado de São Paulo

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Frente fria mantém SP em alerta: chuva forte, ventos e granizo até terça-feira (16)

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Após uma semana de tempestades e da passagem de um ciclone extratropical, o estado de São Paulo deve seguir enfrentando tempo instável nos próximos dias. A Defesa Civil alerta que a atuação lenta de uma frente fria provoca chuva persistente, descargas elétricas, rajadas de vento e possibilidade de granizo entre este sábado (13) e a próxima terça-feira (16).

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja — o segundo mais grave da escala — para grande parte do território paulista. O aviso indica risco de chuvas intensas, com volumes entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia, além de ventos que podem variar de 60 a 100 km/h e queda de granizo, principalmente entre hoje (13) e amanhã (14).

Segundo a Defesa Civil, as regiões mais afetadas devem ser Presidente Prudente, Marília, Bauru, Araraquara, Campinas, Sorocaba, Itapeva e Registro. Neste sábado, as regiões sul, central e leste do estado concentram a maior instabilidade, com previsão de elevados acumulados de chuva, o que aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e outros transtornos, sobretudo em áreas vulneráveis.

Ainda de acordo com o órgão, a partir da tarde deste sábado podem ocorrer fortes pancadas de chuva em municípios das regiões de Marília, Presidente Prudente, Itapeva, Bauru, Registro, Vale do Paraíba, Baixada Santista e Região Metropolitana de São Paulo.

Para domingo (14), a frente fria deve permanecer estacionada na costa paulista, mantendo o tempo fechado e chuva frequente ao longo do dia. O cenário eleva o risco de alagamentos e deslizamentos de terra, especialmente em cidades mais suscetíveis.

A partir de segunda-feira (15), o sistema começa a avançar em direção ao Rio de Janeiro, mas ainda deve manter chuva persistente em diversas regiões do estado de São Paulo nos próximos dias.

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Edifício Itália renasce e vira símbolo da nova fase do Centro de São Paulo

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Seis décadas após marcar definitivamente o skyline paulistano, o Edifício Itália volta ao centro das atenções e se consolida como um dos principais ícones da revitalização do Centro de São Paulo. A região, que por anos enfrentou abandono e degradação urbana, vive hoje um novo ciclo de retomada, impulsionado por novos negócios, projetos de requalificação, ações culturais e maior presença de pessoas nas ruas.

Entre 2021 e 2024, o Centro registrou a abertura de 64 mil empresas, sendo 25 mil novos negócios. Programas de requalificação urbana, como o Todos Pelo Centro, estimularam o retrofit de cerca de 30 edifícios históricos, devolvendo vitalidade a prédios antes subutilizados. Somam-se a isso políticas voltadas à segurança, habitação e iniciativas culturais, como o Natal Iluminado, que ajudaram a reocupar praças, ruas e espaços públicos, fortalecendo a economia local e a percepção de renascimento da região.

É nesse cenário que o Edifício Itália reassume protagonismo. O arranha-céu passa por um processo de restauro que preserva suas características originais, como a fachada, os brises-soleil e os elementos modernistas, ao mesmo tempo em que adequa o prédio às exigências atuais de segurança, sustentabilidade e conforto. O objetivo é manter o edifício vivo, funcional e integrado à dinâmica contemporânea da cidade.

A reocupação do Itália tornou-se símbolo desse movimento ao atrair marcas e empresas alinhadas a essa nova fase do Centro, como LAB MR e Melina Romano, The S Bar, Boom SP Design, Pitá Arquitetura, Teto Móveis e Metro Arquitetura, entre outras. Negócios da economia criativa, estúdios de arquitetura, empresas digitais e profissionais independentes voltaram a enxergar o Centro como território estratégico, valorizando não apenas a localização, mas também a diversidade cultural e a identidade urbana.

Inaugurado em novembro de 1965, em um período de otimismo e intensa verticalização de São Paulo, o Edifício Itália simbolizou a modernidade e a forte influência da comunidade italiana na cidade. Agora, ao completar 60 anos, representa uma São Paulo mais plural, criativa e conectada com novas tendências urbanas.

Se no século passado o Itália expressava a ambição de crescer em altura, hoje ele reflete o desejo da cidade de se reconectar com suas ruas, sua história e seu potencial criativo. Um ícone que atravessa o tempo, se reinventa e inspira justamente quando São Paulo volta seu olhar para o coração onde tudo começou.

Para quem deseja conhecer mais sobre essa trajetória, a KPMO Cultura e Arte lançou, em 2020, o livro “Edifício Itália”, que detalha desde a formação da comunidade italiana em São Paulo até o processo de construção do arranha-céu. Segundo o professor doutor Paulo Bruna, trata-se de uma obra que analisa o Centro Novo sob os aspectos social, urbanístico, legal e arquitetônico.

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Foto: Fabio Knoll

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Apagão entra no quinto dia e Enel promete normalizar energia na Grande SP até domingo

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A concessionária Enel SP informou neste sábado (13) que o fornecimento de energia elétrica na capital paulista e na Região Metropolitana deve ser totalmente normalizado até o fim de domingo (14). Com isso, o apagão provocado pelo forte vendaval da última quarta-feira (10) chega ao quinto dia, acumulando transtornos para moradores, comércio e serviços públicos.

O temporal derrubou árvores, provocou desligamento de semáforos, cancelamentos de voos e deixou centenas de milhares de imóveis sem luz. Segundo balanço divulgado às 18h30 deste sábado, cerca de 331 mil imóveis ainda estavam sem energia na Grande São Paulo. Somente na capital, o número chegava a aproximadamente 235 mil unidades.

A situação levou a Justiça de São Paulo a determinar, na noite de sexta-feira (12), o restabelecimento imediato do fornecimento de energia, sob pena de multa de R$ 200 mil por hora em caso de descumprimento. A Enel informou, porém, que ainda não havia sido formalmente intimada da decisão, condição necessária para que a medida passe a valer.

Os reflexos do apagão também atingiram o trânsito. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), ao meio-dia deste sábado havia 88 semáforos apagados por falta de energia, além de outros com falhas ou operando em amarelo piscante.

Em nota, a Enel afirmou que trabalha para normalizar o serviço até o fim do dia de domingo e classificou o vendaval como o mais prolongado já registrado em sua área de concessão. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as rajadas chegaram a 82,8 km/h, e, desde 2006, é a primeira vez que a estação do Mirante de Santana registra uma sequência tão longa de ventos acima de 70 km/h em São Paulo.

A concessionária explicou que as condições climáticas adversas dificultaram o restabelecimento, já que ventos contínuos causaram novas interrupções durante os reparos. Para enfrentar a crise, a empresa afirma ter mobilizado um número recorde de equipes, com quase 1.800 times em campo ao longo da quinta-feira.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Líder de quadrilha especializada em furto e adulteração de cargas é preso em SP

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O líder de uma quadrilha especializada em furtar e adulterar cargas de milho e soja destinadas ao Porto de Santos foi preso nesta sexta-feira (12), no bairro Gonzaga, em Santos, litoral paulista.

Policiais civis da Seccional de Ourinhos cumpriram o mandado de prisão preventiva após investigação que identificou o apartamento onde o suspeito, de 34 anos, estava escondido. Ele foi detido e encaminhado à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Segundo a Polícia Civil, ele é apontado como um dos principais líderes do esquema criminoso de furto de grãos, adulteração de cargas e associação criminosa. A quadrilha atuava com caminhoneiros que desviavam rotas, descarregavam parte das cargas e completavam os caminhões com mercadorias adulteradas destinadas ao Porto de Santos.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, na casa do suspeito, dois celulares foram apreendidos e encaminhados à perícia, para auxiliar nas investigações, que prosseguem para identificar outros envolvidos no esquema.

O caso foi registrado como captura de procurado na Central de Polícia Judiciária de Santos (CPJ).

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Fonte/foto: SSP-SP

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SP quer acabar com IPVA para motos de até 150cc; proposta vai à Alesp

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O Governo de São Paulo enviou à Assembleia Legislativa, em regime de urgência, um projeto de lei que isenta do pagamento de IPVA todas as motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cilindradas registradas em nome de pessoas físicas. A mudança, prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2026, pode beneficiar milhões de motociclistas em todo o Estado, especialmente entregadores e profissionais que usam a moto como ferramenta de trabalho.

Pelo texto, que altera a Lei nº 13.296/2008, a isenção será válida apenas para veículos que estiverem com registro e licenciamento regulares. O governo afirma que a medida tem como objetivo reduzir o impacto financeiro sobre uma parcela da população que depende diariamente da moto para deslocamento e geração de renda.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas, o uso de motocicletas continua crescendo em praticamente todos os municípios paulistas. “Para muitas famílias, ela representa o meio de transporte principal e uma ferramenta essencial de geração de renda”, afirmou.

A proposta foi elaborada com base em projeções fiscais, na atualização da Tabela Fipe para 2026 e em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. O governo argumenta que a isenção tem caráter social e atende uma categoria que, sem o benefício, seria onerada de forma desproporcional.

Se aprovada pela Alesp, a medida começará a valer no exercício do IPVA 2026 e representará uma das maiores mudanças recentes na tributação de motocicletas de baixa cilindrada no Estado.

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Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

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PM realiza megaoperação para combater roubos com uso de motocicletas

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A Polícia Militar deflagrou nesta quinta-feira (11) uma operação para combater roubos com o uso de motocicletas em todo o estado de São Paulo. O lançamento da ação ocorreu na praça Charles Muller, na zona oeste da capital.

“Serão feitos bloqueios estratégicos em vias onde serão priorizadas as abordagens e vistorias em motos, que é comumente utilizada na prática de roubos”, disse o coronel Carlos Henrique Lucena, responsável pela operação.

No total, serão cerca de 20 mil policiais empenhados, em uma ação integrada entre o Comando de Policiamento de Trânsito, Rodoviário, de Choque, a Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicleta (Rocam) e os Batalhões de Ações Especiais de Polícia (Baep).

Em outubro, a operação Mega Cavalo de Aço resultou na apreensão de 2,9 mil motos com irregularidades, sendo a maior parte delas por falta de licenciamento.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Greve de ônibus em SP chega ao fim após reunião com motoristas; frota começa a voltar às ruas

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A greve de motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo começou a ser encerrada na noite desta terça-feira (9), segundo afirmou o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A paralisação, iniciada às 16h, afetou linhas em diversas regiões da capital e provocou transtornos a milhares de passageiros no horário de pico.

Após uma reunião no início da noite com representantes do sindicato da categoria e das empresas concessionárias, Nunes classificou o encontro como “muito bom” e afirmou que o serviço está sendo restabelecido, com retorno gradual de toda a frota às ruas.

De acordo com o prefeito, as empresas se comprometeram a quitar os pagamentos atrasados no próximo dia 12 de dezembro, incluindo o 13º salário e outros benefícios. Ele foi enfático ao afirmar que nenhuma empresa permanecerá com contrato com a Prefeitura caso descumpra o acordo.
“Não permanecerá com contrato com a Prefeitura de São Paulo a empresa que não honrar o pagamento do 13º na data”, declarou.

Representantes do SindMotoristas informaram que a paralisação foi motivada pelo não pagamento do 13º salário e de benefícios como o vale-refeição durante as férias, conquista da última campanha salarial. Durante a coletiva, um dirigente sindical chegou a deixar a sala para avisar os trabalhadores sobre o acordo e a retomada imediata do serviço.

O prefeito reforçou que a Prefeitura não tem responsabilidade pelos atrasos e garantiu que não há “um centavo sequer” de repasses atrasados do município às empresas. Um representante dos empresários afirmou que o problema ocorreu por um “mal-entendido”.

Sobre a legalidade da greve, Nunes reiterou que a gestão municipal seguirá acionando a Justiça para responsabilizar os organizadores da paralisação. Segundo ele, não houve assembleia formal da categoria nem aviso prévio de 72 horas, exigidos por lei. A Prefeitura também registrou boletim de ocorrência contra as empresas que aderiram ao movimento sem cumprir as normas legais.

Nas redes sociais, usuários relataram dificuldades para voltar para casa e criticaram o horário da paralisação. “Greve de ônibus na hora de ir embora para casa é sacanagem”, escreveu um internauta.

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Foto: Paulo Pinto/Arquivo/Ag. Brasil

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Operação Piratas do Asfalto desarticula quadrilha especializada em roubos de motos na Grande SP

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Central de Itaquaquecetuba, prendeu mais cinco integrantes de um bando especializado em roubos de motos na Grande São Paulo. Eles foram detidos em Itaquaquecetuba, durante a terceira fase da Operação Piratas do Asfalto, na segunda-feira (8).

Os agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária e, durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes realizaram as buscas e apreenderam sete celulares, um carro, usado na fuga dos criminosos, duas motocicletas e um simulacro de arma de fogo.

Policiais apreenderam sete celulares, dinheiro, um carro, duas motocicletas e um simulacro de arma de fogo. – Foto: SSP-SP

Com a terceira fase, a operação somou o total de 15 integrantes da quadrilha presos, todos com envolvimento direto em roubos de motocicletas nas cidades de Itaquaquecetuba e Guarulhos.

Primeira e segunda fases da operação

A operação teve início após um trabalho de investigação que identificou uma associação criminosa especializada em roubos de motocicletas em Itaquaquecetuba. A primeira fase foi deflagrada em setembro, quando quatro integrantes do bando foram presos. Na ocasião, os policiais civis apreenderam uma moto roubada, um simulacro de arma de fogo e cerca de R$ 4,6 mil em espécie.

Com o avanço das investigações, a segunda fase foi deflagrada no início de novembro. Nessa etapa, a Polícia Civil cumpriu seis mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão, resultando na prisão de seis suspeitos. Durante as buscas, foram apreendidos capacetes, jaquetas, bonés, luvas, telefones celulares, ferramentas e uma moto usada nos roubos.

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Fonte/Foto: SSP-SP

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