A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que a pista local da Marginal Tietê, sentido rodovia Ayrton Senna, está com o trânsito desviado para o corredor da Av. Ermano Marchetti / Marquês de São Vicente, na altura da Ponte do Piqueri, e retornam para a Marginal pela Praça Pedro Corazza, na altura da Ponte da Freguesia do Ó.
Já os veículos que trafegam pela pista central estão sendo desviados para a expressa na altura do canteiro de obras, somente, retornando para a pista central a seguir. A pista expressa foi totalmente liberada para o trânsito de veículos às 13h de terça-feira (01/02).
Os veículos oriundos da Rodovia Presidente Dutra, Fernão Dias, Bandeirantes, Anhanguera e Castelo Branco estão sendo direcionados para o Rodoanel e ao mini-anel viário, formado pelas avenidas Salim Farah Maluf, Luis Ignácio de Anhaia Melo, das Juntas Provisórias, Presidente Tancredo Neves e dos Bandeirantes.
Agentes de campo da Companhia estão no local orientando os condutores e adotando as medidas necessárias para melhorar a fluidez do trânsito. A CET pede aos motoristas que evitem a Marginal Tietê e as vias da região.
A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito e da Companhia de Engenharia de Trafego, informa que o Rodízio Municipal de Veículos, o Rodízio de Caminhões, bem como as Zonas Máximas de Restrição de Caminhões e Fretados permanecem suspensos até sexta-feira, 4 de fevereiro. A Portaria que informa a suspensão será publicada posteriormente no Diário Oficial.
A Zona Azul e a proibição de circulação de veículos pelos corredores e faixas exclusivas de ônibus estão mantidas.
A Acciona, concessionária responsável pelas obras de construção da linha 6 Laranja do Metrô de São Paulo, descartou, no início da noite de hoje (1º), que o desmoronamento ocorrido no canteiro de obras da linha na Marginal Tietê esteja relacionado diretamente às operações de construção da linha.
“Com as informações disponíveis neste momento, o incidente ocorrido esta manhã na Marginal Tietê não está relacionado diretamente ao desenvolvimento das obras da Linha 6-Laranja. Trata-se de um rompimento de um interceptor de esgoto”, disse a concessionária, em nota.
A concessionária destacou ainda que o desmoronamento não causou vítimas, foi pontual e não interfere nas demais frentes de trabalho do projeto, que seguirão em execução.
Mais cedo, o presidente da concessionária negou que a tuneladora – equipamento que escavava a linha e é chamado, popularmente, de tatuzão – tenha se chocou com a rede coletora de esgoto. “Provavelmente [o rompimento] tenha a ver com a chuva, com erosões, porque a tuneladora estava a três metros dessa coletora. Não houve nenhum choque”, disse André de Ângelo, presidente da Acciona.
O rompimento dos dutos de esgoto inundou o túnel do metrô em construção e desestabilizou o solo, causando o desmoronamento que atingiu a pista de rolamento local da Marginal Tietê, no sentido da rodovia Ayrton Senna. A marginal está com apenas parte de suas vias liberadas para o tráfego, o que causa um grande congestionamento.
Ministério Público
A Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo instaurou hoje um inquérito civil para apurar as causas do desmoronamento e a extensão dos danos urbanísticos e ambientais decorrentes do incidente, que prejudica a mobilidade urbana no município. “A promotoria requisitou informações já tomadas pelo consórcio contratado pelo governo do estado de São Paulo”, diz nota do MP.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou que equipes da empresa estão trabalhando para reverter o esgoto da tubulação danificada (ITI-7) para outra tubulação próxima, realizando dessa forma o esvaziamento do local. “Após o esgoto ter sido totalmente escoado, será possível fazer um diagnóstico mais preciso do interceptor avariado e estabelecer prazos”.
A tubulação, chamada interceptor de esgotos, que foi rompida, é responsável por encaminhar o esgoto, coletado principalmente na região central da cidade, para tratamento em Barueri (SP).
Maior obra de infraestrutura em execução atualmente na América Latina, a construção da linha 6 Laranja é uma parceria público-privada (PPP) do governo do Estado de São Paulo com a Concessionária Linha Universidade. As obras estão em execução pelo braço de construção do grupo Acciona.
O asfalto cedeu e abriu uma cratera ao lado da obra do Metrô da Linha 6-Laranja, na Marginal Tietê, na Freguesia do Ó, na Zona Norte de São Paulo, na manhã desta terça-feira (1º). Não há informações sobre feridos.
O desmoronamento ocorreu por volta das 9h, antes da Ponte do Piqueri, no sentido Ayrton Senna, ao lado de um poço cavado pelo tatuzão.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que as pistas sentido rodovia Ayrton Senna da Marginal Tietê estão totalmente interditadas. Agentes de campo da Companhia estão no local orientando os condutores. A CET orienta que os motoristas evitem a Marginal Tietê e as vias da região.
Imagens: Reprodução/Instagram @cmteuan
De acordo com a Secretaria de Transportes Metropolitanos, uma adutora ou tubulação de esgoto foi rompida.
O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado para um acidente na linha Laranja do Metrô. Segundo a corporação, a escavação feita por um “tatuzão” atingiu algum rio ou adutora, o que fez com que o túnel escavado se inundasse.
De acordo com os bombeiros, todos os trabalhadores conseguiram sair, e dois que tiveram contato com a água contaminada foram socorridos por precaução.
Às 10h30 desta terça, as pista local e expressa da Tietê, no sentido Ayrton Senna, tinham 7 km de lentidão, da Rodovia Castello branco até a Ponte Freguesia do Ó.
A Defesa Civil do Estado de São Paulo confirmou, na manhã desta segunda-feira (31), 21 óbitos em razão das chuvas que atingiram diversas regiões do estado desde a última sexta-feira (28). Os transtornos provocados pelo mau tempo também deixaram cerca de 660 famílias desabrigadas ou desalojadas.
Entre as vítimas há um total de oito crianças. Além disso, há seis feridos e 11 desaparecidos. Ainda de acordo com a Defesa Civil, há ocorrências espalhadas por todo Estado relacionadas às chuvas, como alagamentos, queda de árvores, quedas de muros e deslizamentos de terra; além de interdições totais ou parciais em rodovias.
ITAPEVI – 1 óbito
ARUJÁ – 1 óbito
FRANCISCO MORATO – 4 óbitos
EMBU DAS ARTES – 3 óbitos
FRANCO DA ROCHA – 5 óbitos
VÁRZEA PAULISTA – 5 óbitos
JAÚ – 1 óbito
RIBEIRÃO PRETO – 1 óbito
A Defesa Civil já forneceu, até o momento, 287 cestas básicas, 227 kits de higiene/limpeza e 294 kits dormitório.
Ajuda aos municípios
Neste domingo (30), o Governador João Doria sobrevoou as regiões castigadas pelas chuvas em Francisco Morato, Franco da Rocha e Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo, e anunciou a liberação imediata de R$ 15 milhões para um total de 10 cidades para auxiliar as prefeituras na recuperação urbana e social.
Os recursos anunciados serão destinados aos municípios de Arujá (R$ 1 milhão), Francisco Morato (R$ 2 milhões), Embu das Artes (R$ 1 milhão) e Franco da Rocha (R$ 5 milhões), na Região Metropolitana de São Paulo, e Várzea Paulista (R$ 1 milhão), Campo Limpo Paulista (R$ 1 milhão), Jaú (R$ 1 milhão), Capivari (R$ 1 milhão), Monte Mor (R$ 1 milhão) e Rafard (R$ 1 milhão), no interior do estado.
Os repasses poderão ser utilizados para reparar problemas urbanos crônicos dos municípios, que causam transtornos como pontos de alagamento e deslizamentos de terra.
Além da liberação dos recursos, o Governador determinou a criação de uma força-tarefa envolvendo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Defesa Civil para apoiar todas as prefeituras das cidades que sofreram com as chuvas.
Fonte/texto: Portal Governo SP – Imagem: Arquivo/Marcos Santos/USP Imagens
Artigo publicado no periódico científico Addictive Behaviors por pesquisadores da USP, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Faculdade de Medicina do ABC, da Columbia University e da University of Pennsylvania analisou dados de 12 países de baixa e média renda e concluiu que as mulheres têm 2,1 vezes mais chances de fazerem parte do grupo de pessoas que tentam parar de fumar e desistem já no primeiro dia.
“É uma tendência conhecida na literatura científica que a população masculina apresenta índices de tabagismo muito maiores no mundo inteiro, mas que a feminina tem mais dificuldade de largar o vício. Isso tem a ver com vários fatores como, por exemplo, o fato de que o processo de parar de fumar costuma acarretar aumento de peso, uma preocupação mais proeminente para as mulheres”, contextualiza João Castaldelli-Maia, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e primeiro autor do estudo.
João Mauricio Castaldelli-Maia é orientador de pós-graduação do departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do USP e professor auxiliar de Psiquiatria do departamento de Neurociência do Centro Universitário FMABC – Foto: Arquivo Pessoal
Ele explicou ao Jornal da USP que a equipe buscou investigar esse fenômeno nos 14 países que concentram dois terços dos fumantes do mundo: Bangladesh, Brasil, China, Egito, Índia, Indonésia, México, Paquistão, Filipinas, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia e Vietnã.
O Paquistão e as Filipinas não puderam ser incluídos (pela falta de dados e pela amostragem dentro do recorte escolhido ser estatisticamente insignificante, respectivamente), então o estudo analisou os números apenas dos outros 12 países, a partir da Global Adult Tobacco Survey, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e da Associação Canadense de Saúde Pública (CPHA), que coleta dados sobre tabagismo a partir de pesquisas nacionais realizadas nos países associados.
Os resultados encontrados pelos pesquisadores mostraram que o número de pessoas que não conseguiram passar pelo primeiro dia de abstinência entre as que tentam parar de fumar variou entre 3% e 14% nos países observados. Globalmente, as mulheres mostram uma tendência 2,1 vezes maior do que os homens de fazerem parte desse grupo.
Isso é muito importante pois esse período inicial é crucial no sucesso a longo prazo do abandono do cigarro. Um estudo de 1997, por exemplo, concluiu que passar por esse primeiro dia sem fumar aumenta em dez vezes as chances de a pessoa manter a abstinência por seis meses.
A pesquisa também levou em consideração fatores que alteram esses indicadores entre países. Nesse sentido, Castaldelli-Maia aponta que o achado mais interessante foi que, quanto maiores as imagens de advertência dos malefícios do tabaco exigidos nos rótulos dos cigarros, menores foram os índices dessa recaída precoce entre mulheres, indicando que essa política pública é especialmente sensível para esse público.
“O que esse trabalho mostra é que mulheres precisam de mais suporte para parar de fumar. A gente precisa pensar políticas adequadas para mulheres, considerando fatores como diferente acesso à medicação e pressões desiguais relacionadas à gravidez e ao trabalho doméstico, por exemplo”, comenta o pesquisador.
O artigo The first day of smoking abstinence is more challenging for women than men: A meta-analysis and meta-regression across 12 low and middle-income countriesé fruto da colaboração dos pesquisadores João M. Castaldelli-Maia, Elizabeth D. Nesoff, Danielle R. Lima, Zila M. Sanchez e Silvia S. Martins. Ele pode ser lido na íntegra aqui.
O número de mortos em decorrência das chuvas que atingem o estado de São Paulo chega a 18 desde a última sexta-feira, segundo o governo paulista. De acordo com o balanço da Defesa Civil, do total de óbitos, sete são de crianças. Há ainda nove feridos e cinco desaparecidos. Aproximadamente 500 famílias estão desalojadas ou desabrigadas.
As mortes ocorreram em Várzea Paulista (5), Francisco Morato (4), Embu das Artes (3), Franco da Rocha (3), Arujá (1), Jaú (1), e Ribeirão Preto (1). Os óbitos foram causados, em sua maioria, por deslizamento de terra e desmoronamentos.
“Minha solidariedade às famílias e amigos das 18 vítimas fatais. Estamos trabalhando nos resgates e autorizei R$ 15 milhões em recursos para que os municípios possam acolher os atingidos”, destacou o governador de São Paulo, João Doria, que sobrevoou as áreas mais afetadas pela chuva na região da Grande São Paulo.
Os recursos anunciados serão destinados aos municípios de Arujá (R$ 1 milhão), Francisco Morato (R$ 2 milhões), Embu das Artes (R$ 1 milhão) e Franco da Rocha (R$ 5 milhões), na região metropolitana de São Paulo, e Várzea Paulista (R$ 1 milhão), Campo Limpo Paulista (R$ 1 milhão), Jaú (R$ 1 milhão), Capivari (R$ 1 milhão), Montemor (R$ 1 milhão) e Rafard (R$ 1 milhão), no interior do estado.
A Defesa Civil do Estado mantém ativo alerta de chuvas fortes, seguidas por raios e ventos em boa parte do estado, com risco, em áreas vulneráveis, de deslizamentos, desabamentos, alagamentos, enchentes e ocorrências relacionadas a raios e ventos.
Em caso de emergências a Defesa Civil deve ser acionada pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.
A cidade de São Paulo ultrapassou, nesta sexta-feira (28), a marca de 26 milhões de vacinas aplicadas contra a Covid-19. Até o momento, foram 26.104.815 aplicações.
Estão contabilizadas 11.091.668 primeiras doses (D1), 10.109.912 segundas doses (D2), 335.276 doses únicas (DUs) e 4.567.959 doses adicionais (DAs). A cobertura vacinal da população com mais de 18 anos de idade está em 109,6% para D1+DU, em 104,6% para D2+DU e em 49,5% para DA.
Em adolescentes, de 12 a 17 anos, foram aplicadas 949.552 D1, representando uma cobertura vacinal de 112,5%. Também foram aplicadas 791.294 D2 nesse público, com cobertura de 93,7%.
Além da vacinação para adultos e adolescentes, a capital iniciou neste mês a vacinação contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. Até o momento, já foram aplicadas 364.911 doses nessa parcela da população, representando uma cobertura vacinal de 33,7%.
A cidade de São Paulo segue com a aplicação de D1, D2 e DA contra a Covid-19 nos megapostos, drive-thrus e farmácias parceiras, das 8h às 17h, e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, das 7h às 19h.
A vacinação infantil acontece nas UBSs, das 8h às 17h, e nas AMAs/UBSs Integradas, das 8h às 19h.
Onde se vacinar
A lista dos postos de vacinação pode ser encontrada na página Vacina Sampa
Neste ano, os estudantes da rede estadual de São Paulo vão precisar apresentar o comprovante de vacinação contra a covid-19. A resolução, da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo, foi publicada hoje (29) em Diário Oficial do estado.
Segundo o texto, durante o segundo bimestre deste ano, o responsável legal pelo estudante matriculado na rede pública estadual vai precisar apresentar um documento que comprove a vacinação completa contra a covid-19 ou um atestado médico que comprove a contraindicação para a imunização.
Os alunos não vacinados não serão impedidos de frequentar as aulas, mas caso a documentação não seja apresentada no prazo máximo de 60 dias, a situação será relatada ao Conselho Tutelar, ao Ministério Público e às autoridades sanitárias “para providências que couber”, diz o texto.
Um dos artigos do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) determina a obrigatoriedade da vacinação das crianças em casos recomendados pelas autoridades sanitárias.
A resolução da secretaria também determina que as aulas das redes públicas estadual e municipal e da rede privada serão presenciais. Somente alunos com comorbidades e que não tenham completado o esquema vacinal poderão seguir no modelo remoto de ensino, desde que apresentem atestado médico confirmando a situação. Na rede estadual, as aulas terão início na próxima quarta-feira (2).
A vacinação contra a covid-19 de crianças e adolescentes de 12 a 17 anos teve início em agosto do ano passado.
Já a vacinação para crianças a partir de 5 anos começou no dia 14 de janeiro no estado de São Paulo. Para a vacinação de crianças dessa faixa etária estão sendo utilizados dois imunizantes, ambos aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): o da Pfizer e a CoronaVac.
O imunizante da Pfizer é um pouco diferente da vacina aplicada em adultos, com uma dosagem menor. Já a CoronaVac tem a mesma dosagem para adultos e pode ser aplicada em crianças a partir de 6 anos. Ambas são aplicadas em duas doses e são seguras.
A vacina protege crianças e adultos de desenvolverem formas graves da doença.
A região metropolitana de São Paulo foi atingida por um temporal na noite de ontem (27). Entre os estragos, um carro foi arrastado para dentro de um córrego em Embu das Artes.
Por volta das 19h, o veículo caiu no interior de córrego na Rua dos Canários. O Corpo de Bombeiros confirmou que não havia ninguém no interior do veículo, de acordo com familiares, o proprietário do carro estava no trabalho.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de São Paulo, das 19h19 até as 21h36 de quinta-feira, a corporação recebeu 13 chamadas para auxiliar pessoas ilhadas pela enchente. As solicitações foram em Taboão da Serra, Embu das Artes, Itapecerica e Mogi, todas sem vítimas, a maioria sem necessidade de intervenção.
Frente fria e chuva
Para esta sexta-feira (28), o paulistano pode esperar mais chuvas no final do dia. Em alguns pontos da capital, a sexta-feira começou abafada com muita nebulosidade, pancadas de chuva e termômetros oscilando em torno dos 19,2°C durante a madrugada.
De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, o mês janeiro acumulou até o momento 200mm de chuvas, o que corresponde a 78,2% dos 255,7mm esperados para o mês.
Durante o dia o sol aparece entre muitas nuvens e as temperaturas entram em elevação pouco a pouco. A máxima pode chegar aos 25°C e a umidade relativa do ar acima dos 60%.
Devido a propagação de uma frente fria pelo litoral paulista, que organiza as áreas de instabilidade sobre o Estado de São Paulo o tempo permanece instável. Logo, as chuvas devem voltar na Capital paulista, principalmente entre a tarde e a noite.
Segundo o CGE, há condições para pontos de até forte intensidade com raios e rajadas de vento, o que em conjunto com o solo encharcado mantém elevado o potencial para formação de alagamentos, queda de árvores, transbordamento de rios e deslizamentos de terra.
O Estado de São Paulo vacinou 308,3 mil crianças contra a Covid-19, entre 5 e 11 anos, até as 15h30 desta segunda-feira (24). O número corresponde a 7,69% da população desta faixa etária, que recebeu a primeira dose do imunizante.
As informações estão disponíveis no vacinômetro infantil, lançado pelo Governo de São Paulo nesta segunda, e podem ser conferidos no site Vacina Já, por meio do link https://www.vacinaja.sp.gov.br/, e no portal do Governo de São Paulo (www.saopaulo.sp.gov.br).
A vacinação irá acelerar nos próximos dias e a meta é que os municípios vacinem em três semanas todas as 4,3 milhões de crianças dessa faixa etária do estado com a dose inicial. A capacidade da vacinação infantil em São Paulo é de 250 mil crianças por dia, além dos jovens e adultos que já vêm sendo imunizados nos 645 municípios contra a Covid-19.
O calendário de vacinação do Governo de São Paulo prevê a vacinação de crianças com idade entre 9 a 11 anos de 20 a 30 de janeiro. Entre 31 de janeiro e 10 de fevereiro, a campanha vai priorizar aquelas de 5 a 8 anos.
Além disso, até o dia 10 de fevereiro, 850 mil crianças com comorbidades e deficiências, além de indígenas e quilombolas de 5 a 11 anos podem tomar a primeira dose. As crianças de 5 anos só podem receber o imunizante da Pfizer, enquanto as demais poderão ser protegidas pela Coronavac.
O cronograma completo da vacinação infantil está disponível no site www.vacinaja.sp.gov.br. A página também oferece serviço de pré-cadastro para que pais e responsáveis agilizem o atendimento das crianças em todo o estado.
São Paulo foi o primeiro estado do Brasil a iniciar a vacinação infantil contra o coronavírus, no último dia 14, horas após receber doses pediátricas do imunizante da Pfizer por meio do Ministério da Saúde.