Cajamar salta de 0% para 79% de coleta de esgoto e amplia cobertura de saneamento

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O município de Cajamar alcançou 50% de cobertura no tratamento de esgoto e 79% na coleta após a ampliação dos investimentos em saneamento básico realizada nos últimos anos. As obras em andamento somam R$ 132 milhões e devem beneficiar mais de 43 mil moradores.

Até 2022, a cidade não contava com sistema de tratamento de esgoto. Segundo o Governo de São Paulo, a expansão da infraestrutura passou a integrar o programa IntegraTietê, que busca ampliar a coleta e o tratamento de esgoto em municípios da Região Metropolitana.

Entre as intervenções em execução estão a implantação de cerca de 13 quilômetros de tubulações, a construção de estações elevatórias e a ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Jordanésia. O projeto inclui ainda uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que terá capacidade para processar até 90 litros de esgoto por segundo.

As obras atendem bairros como Jardim Penteado, Parque São Roberto, Parque São Roberto II, Vila Santa Terezinha e Vila Granipavi. De acordo com o governo estadual, os investimentos devem ampliar o acesso ao saneamento, contribuir para a preservação ambiental e reduzir impactos na saúde pública.

A secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, afirmou que a ampliação do tratamento de esgoto representa um avanço para a qualidade de vida da população e para a recuperação dos recursos hídricos da região.

As intervenções fazem parte da meta de universalização do saneamento básico no Estado de São Paulo, prevista para ser alcançada até 2029.

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Imagem: Reprodução/Google Maps

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SP avança em plano para levar saneamento a áreas rurais e já mapeia mais de 545 mil imóveis

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O Governo de São Paulo acelerou a criação de uma política inédita de saneamento rural e já mapeou mais de 545 mil imóveis em áreas afastadas dos centros urbanos. A iniciativa busca ampliar o acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário para populações historicamente fora da cobertura tradicional dos serviços públicos.

Atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem na zona rural paulista, o equivalente a aproximadamente 3% da população do estado. A dispersão das moradias e as dificuldades estruturais dessas regiões tornam a expansão do saneamento um desafio diferente do encontrado nas áreas urbanas.

Para tentar enfrentar esse problema, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) colocou em prática um grande diagnóstico estadual por meio do Programa Brotar. A ação prevê o mapeamento de cerca de 820 mil domicílios e estruturas rurais em 371 municípios paulistas.

Desde o início da operação, em abril de 2025, aproximadamente 120 mil imóveis já receberam visitas presenciais de equipes de campo. O trabalho é realizado por cerca de 550 recenseadores, responsáveis pela coleta de informações sobre abastecimento de água, esgoto e condições sanitárias das propriedades.

O levantamento utiliza dados georreferenciados e entrevistas presenciais para identificar as principais carências das comunidades rurais. A expectativa é que as informações sirvam de base para definir investimentos, tecnologias e estratégias voltadas à universalização do saneamento no campo.

A iniciativa também acompanha a ampliação da atuação da Sabesp após o novo modelo de concessão, que passou a incluir explicitamente áreas rurais na expansão dos serviços.

Segundo a secretária da Semil, Natália Resende, o objetivo é adaptar as soluções à realidade de cada território. “Levar saneamento para áreas rurais é também uma questão de qualidade de vida e desenvolvimento estruturado”, afirmou.

Além do mapeamento, o governo estadual também vem implantando soluções diretas em municípios do interior por meio do programa Água é Vida. A iniciativa já instalou mais de 800 unidades individuais de esgotamento sanitário em cidades como Itapeva, Iporanga, Jacupiranga, Borebi e Mineiros do Tietê.

As ações também atendem comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos rurais. Segundo o governo paulista, mais de 1,2 mil domicílios de populações tradicionais já foram incluídos nas medidas de saneamento.

A estratégia estadual combina três frentes principais: diagnóstico em larga escala, implantação de soluções descentralizadas e expansão estrutural dos serviços. O modelo é tratado pelo governo como referência nacional por incluir explicitamente a universalização do saneamento também em áreas rurais dentro dos contratos de concessão.

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Foto: Divulgação/Semil

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Poluição cai em afluentes do Rio Pinheiros após avanços em saneamento

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Sete dos 16 afluentes monitorados na bacia do Rio Pinheiros apresentaram melhora nos índices de poluição orgânica entre 2020 e 2025, segundo levantamento divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os resultados aparecem após o avanço de obras de saneamento, desassoreamento e retirada de lixo realizadas pelo Governo de São Paulo nos últimos anos.

Os dados indicam redução da carga orgânica em córregos importantes da capital paulista, como Águas Espraiadas, Jaguaré, Corujas, Pirajussara e Poli. O indicador utilizado pela Cetesb para medir esse tipo de poluição é o Carbono Orgânico Total (COT).

No córrego Águas Espraiadas, por exemplo, a média anual caiu de 22 mg/L em 2020 para 9 mg/L em 2025. Já no Jaguaré, o índice passou de 25 mg/L para 10 mg/L. Um dos maiores avanços foi registrado no córrego Poli, onde a concentração recuou de 66 mg/L para 11 mg/L no período analisado.

Parte da melhora está relacionada à implantação das chamadas Unidades Recuperadoras de Qualidade das Águas (URQs), estruturas criadas para ajudar na retenção de resíduos e reduzir a poluição despejada nos córregos que deságuam no Rio Pinheiros.

A melhora também foi identificada em trechos da calha principal do rio. Segundo a Cetesb, a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), indicador usado para medir a presença de matéria orgânica na água, apresentou queda significativa em regiões como Pedreira, Ponte do Socorro e Usina São Paulo.

Na Ponte do Socorro, a média anual de DBO caiu de 62 mg/L em 2016 para 23 mg/L em 2025. Na Usina São Paulo, o índice recuou de 45 mg/L para 23 mg/L no mesmo intervalo.

Os resultados acompanham o avanço do programa IntegraTietê, considerado o maior projeto de recuperação socioambiental do Rio Tietê. Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o programa prevê investimentos de R$ 23,5 bilhões até 2029.

Desde 2023, o projeto já removeu cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos dos rios paulistas e conectou 1,5 milhão de imóveis à rede de coleta e tratamento de esgoto. As ações incluem ainda retirada de lixo flutuante, recuperação das margens e ampliação do saneamento básico.

Segundo a Cetesb, mais de 134 mil toneladas de resíduos já foram retiradas do Rio Pinheiros desde 2023, com investimento de R$ 212 milhões. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, foram recolhidas 16,2 mil toneladas de lixo, volume 19,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Outra etapa prevista pelo programa é uma Parceria Público-Privada (PPP), atualmente em consulta pública, com previsão de R$ 9,5 bilhões em investimentos ao longo de 15 anos. A proposta inclui ações de desassoreamento, retirada de vegetação aquática e ampliação da limpeza superficial no Rio Tietê e no Rio Pinheiros.

Atualmente, a rede da Cetesb possui 551 pontos de monitoramento espalhados pelos principais corpos hídricos do estado de São Paulo.

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Foto: Divulgação/GESP

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Mais de 1 milhão de pessoas vivem sem banheiro no Brasil, diz IBGE

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Dados do Censo divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última sexta-feira (23) mostram que, em 2022, cerca de 1,2 milhão de pessoas viviam sem nenhum banheiro ou sanitário no país.

Ainda de acordo com os números divulgados pelo IBGE, 5,4 milhões de pessoas residiam em lares com quatro banheiros ou mais.

Em valores percentuais, as parcelas destacadas equivalem a 0,6% e 2,7% de toda a população brasileira, que conta com 203 milhões de indivíduos. Pouco mais de 60% dos entrevistados têm um banheiro na residência.

Com relação ao Censo realizado anteriormente, a quantidade de pessoas sem banheiro caiu. Esse avanço aconteceu em todas as regiões brasileiras.

Leia também: Santana de Parnaíba inicia curso de formação para nova turma da Guarda Civil Municipal


Fonte: TV Cultura – Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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