Polícia apreende quase 90 mil ampolas e frascos de remédios para emagrecimento na Grande SP

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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu cerca de 90 mil ampolas e frascos de remédios para emagrecimento na quinta-feira (19), em Santo André, na Grande São Paulo. Um homem de 26 anos foi preso em flagrante. Ele era responsável por uma farmácia de manipulação que produzia ilegalmente a substância. No local, foi encontrado um estoque de medicamentos manipulados de forma irregular, incluindo substâncias vencidas e sem prescrição.

De acordo com o boletim de ocorrência, agentes da Delegacia de Investigações sobre Infrações contra o Meio Ambiente, da Seccional de Santo André, foram até o endereço após instauração de inquérito para apurar a venda irregular de medicamentos injetáveis para emagrecimento.

Durante a fiscalização, foram encontradas cerca de 84 mil ampolas e frascos de emagrecedores armazenados na câmara fria, além de 5,3 mil ampolas fora de refrigeração. Nenhum dos produtos possuía identificação de paciente ou receituário médico correspondente, conforme exigido pelas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para manipulação individualizada.

Foram encontradas cerca de 84 mil ampolas e frascos de emagrecedores armazenados na câmara fria – Foto: SSP-SP

Ainda foram localizados insumos vencidos utilizados na fabricação de medicamentos, incluindo substâncias fracionadas sem identificação adequada, além de sanitizantes e matérias-primas com prazo de validade expirado. Parte do material apresentava vencimento entre novembro de 2025 e fevereiro deste ano.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Investigações sobre o Meio Ambiente de Santo André como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos terapêuticos ou medicinais.

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Fonte: GESP | Fotos: SSP-SP

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Policiais se passam por clientes e descobrem fraude de R$ 25 milhões em falsificação de remédios

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta terça-feira (5), uma megaoperação contra um esquema de produção clandestina e venda ilegal de remédios emagrecedores e anabolizantes. A investigação, conduzida pela 1ª Central Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Cerco), acompanhou as atividades da quadrilha por mais de um ano.

Para confirmar as suspeitas, policiais se passaram por clientes e constataram a fraude, que envolvia a venda de medicamentos pela internet sem prescrição médica e sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As apurações incluíram a quebra de sigilo bancário e de redes sociais dos suspeitos.

“Recebemos denúncias do setor de fraudes de plataformas digitais que essa organização estaria produzindo e vendendo ilegalmente produtos medicinais sem autorização da Anvisa. Já no começo da investigação constatamos a ilegalidade, mas fomos recolhendo mais provas”, afirmou o delegado Ronald Quene, responsável pelo inquérito.

Segundo dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a organização movimentou R$ 25 milhões nos últimos cinco anos com as atividades ilegais. Com base nas provas reunidas, a Justiça expediu 85 mandados de busca e apreensão e 35 de prisão temporária.

Do total, 57 ordens foram cumpridas no estado de São Paulo, incluindo cidades como a capital, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Cotia, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Jacareí, Campinas, Jundiaí, Louveira, Sumaré e São José do Rio Preto. Os demais mandados foram executados em outros 11 estados: Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Mato Grosso, Amazonas, Espírito Santo, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A operação mobilizou 255 equipes, com três policiais cada, e até o momento resultou na prisão de mais de 20 suspeitos. A ação segue em andamento.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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Preço dos remédios sofre reajuste e novos valores passam a valer a partir deste domingo (31)

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preço dos remédios em todo país sofreram reajuste a partir deste domingo (31). A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos definiu um teto de até 4,5% no valor. A medida já foi publicado no Diário Oficial da União.

De acordo com o Ministério da Saúde, esse valor é o menor praticado desde 2020. “Não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste”, disse a pasta em nota.

Diante do valor definido, a tendência é não ter um valor real no preço do remédio, mas apenas uma reposição da inflação entre março de 2023 e fevereiro de 2024.

Leia também: Brasil já registrou mais de 2,3 milhões de casos prováveis de dengue em 2024, diz Saúde


Fonte: TV Cultura – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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25 anos da Lei dos Genéricos: 40% dos medicamentos vendidos no Brasil são deste tipo, diz Anvisa

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A lei que deu origem à política de medicamentos genéricos no Brasil completa 25 anos. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), eles representam 40% dos remédios comercializados no país. A política serviu para ampliar o acesso de tratamento farmacológico. O preço médio de um genérico é de R$ 8,50.

Atualmente, o país conta com quase 3.900 medicamentos genéricos registrados, que tratam desde problemas mais simples até doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

Eles foram importantes porque aumentaram a qualidade dessas cópias. O mercado de medicamentos no Brasil ficou mais seguro. Nós passamos no final da década de 90 com tragédias, como as pílulas de farinha, com medicamentos falsificados para tratar câncer”, diz Dirceu Barbano, ex-presidente da Anvisa.

Ao todo, 88 empresas fabricam genéricos no Brasil. Em 2022, foram comercializados R$ 2.3 bilhões de medicamentos deste tipo.

O Brasil tinha uma história quase única de medicamentos de marca vendidos com muita propaganda e pouquíssima concorrência entre as empresas. Diferentemente dos países europeus, do Canadá e até mesmo dos Estados Unidos, em que várias empresas produziam medicamentos com o mesmo princípio, portanto havia uma competição de preços. Isso não acontecia no Brasil”, afirma o médico sanitarista Cláudio Maierovitch.

Mesmo com os números de destaque, os genéricos correspondem apenas a 41% do total das vendas de medicamentos. Além disso, muitos médicos ainda preferem recomendar aos seus pacientes o remédio de referência.

Muitos médicos que atuavam antes da lei do genéricos já tinham aprendido que não dava para confiar em qualquer medicamento, que fizesse propaganda o que aparecesse com preço mais baixo. Esse tipo de cultura também foi transmitido para gerações seguintes”, explica Maierovitch.

É necessário que essa informação flua entre paciente, médicos e autoridades sanitária. Na verdade, a gente observa que o Brasil se tornou um pouco tímido ao longo dos últimos anos em veicular esse tipo de informação, que dê segurança ao paciente de um lado e dê segurança também ao médico para prescrever”, finaliza Barbano.

Leia também: Com apenas 27% da sua capacidade, hemocentro de SP faz apelo por doações de sangue


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução

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