Ex-governador Marconi Perillo é eleito presidente do PSDB com apoio de Aécio

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O ex-governador de Goiás e ex-senador Marconi Perillo foi eleito nesta quinta-feira (30) o novo presidente do PSDB para um mandato de dois anos. Ele substituirá o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que decidiu não permanecer mais à frente do partido.

A decisão foi tomada pelo novo diretório, eleito por votação de delegados e parlamentares da sigla durante convenção partidária, e em meio a uma divisão no tucanato.

A eleição de Perillo foi fruto da costura de uma ala da legenda, que chegou a enfrentar uma disputa com o ex-senador José Aníbal (SP). Aníbal anunciou que disputaria contra Perillo, mas, de última hora, retirou a candidatura, e o ex-governador acabou eleito por aclamação.

“Eu queria dar uma satisfação, porque eu coloquei minha candidatura a presidente do diretório. Coloquei agora nesse final de semana. Conversei com muitos companheiros, mas não pareceu suficiente para a disputa”, afirmou Aníbal nesta quinta, durante a convenção.

“O que nós não podemos é ficar fazendo de conta que a nossa unidade é sólida. Estamos unidos, olha essa vitória, mas é uma unidade que não tem uma âncora política sólida. O PSDB está um pouco perdido no panorama que temos hoje da política brasileira”, completou Aníbal.

O processo de troca do comando do partido teve forte influência do deputado Aécio Neves (MG). A indicação de Perillo para comandar o PSDB foi uma indicação do parlamentar. A nova executiva, inclusive, terá a participação de Aécio e a maioria dos membros ligados a ele.

Leite, que também fará parte do novo comando, tentou articular a candidatura do ex-senador Tasso Jereissati (CE), mas não conseguiu após Aécio vetar essa hipótese, por se tratar de um desafeto.

No lugar, o governador gaúcho deixou o caminho livre para que Aníbal disputasse contra o nome apoiado pelo deputado mineiro, mas não conseguiu encontrar consenso. Leite tentou articular um adversário a Perillo por preferir um nome mais ligado a ele no comando do partido. Aécio, porém, conseguiu montar uma chapa mais robusta e acabou fortalecido.

Leia também: Câmara dos Deputados aprova prorrogação da Lei Paulo Gustavo até dezembro de 2024


Fonte: Folha de S. Paulo

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Justiça afasta Eduardo Leite do comando do PSDB e determina novas eleições

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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, terá que se afastar da presidência do PSDB, que exercia desde fevereiro, por decisão da Justiça. A juíza Thaís Araújo Correia, da 13ª Vara Cível de Brasília, determinou ainda a anulação de todas as decisões tomadas por ele desde o dia seis de julho de 2022, quando ele prorrogou o próprio mandato de forma considerada irregular. Procurada, a sigla afirmou que vai aguardar a notificação para recorrer da decisão.

Com isso, a atual Comissão Executiva, que havia sido formada em fevereiro deste ano, será dissolvida. Os outros dois governadores tucanos, Raquel Lyra, de Pernambuco, e Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul, exerciam cargos de vice-presidentes no colegiado e também terão de deixar seus postos. Leite terá 30 dias para convocar uma convenção para eleger uma nova Executiva.

O pedido à Justiça foi feito pelo prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), que pediu a nulidade da segunda prorrogação da comissão executiva nacional do PSDB, definida em 2022 e com duração até junho de 2023, sob o argumento de que o estatuto do partido permite uma única prorrogação.

No final do ano passado, essa comissão definiu que Leite, que é governador do Rio Grande do Sul, seria o presidente da sigla a partir de fevereiro deste ano.

“Forçoso reconhecer a nulidade da prorrogação do mandato da segunda prorrogação da Comissão Executiva Nacional, com vigência de 01.06.22 a 01.06.23”, disse a juíza em sua decisão.

“Julgo procedente o pedido para declarar a nulidade da segunda prorrogação da Comissão Executiva Nacional e dos atos posteriores, condenando o réu a realizar, no prazo de 30 dias, novas eleições para eleger os membros da Comissão Executiva Nacional”, acrescentou.

Leia também: Tarcísio teve vitória sobre Márcio França na reforma ministerial, afirmam aliados


*Com informações Terra e Folha de S. Paulo – Foto: Mauricio Tonetto/Governo RS

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MDB, Republicanos e PSDB são os partidos com maior número de filiados em Barueri; Veja lista

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A cidade de Barueri conta com 21.185 eleitores filiados a algum partido político, segundo informações do TSE (Tribuna Superior Eleitoral).

Desse total de filiados, 52% são mulheres e 48% são homens, ou seja, em Barueri os partidos políticos contam 10.987 mulheres e 10.174 homens filiados. Na questão sobre grau de instrução, 28,44% declaram que possuem ensino fundamental incompleto, seguido por 23,66% que possuem ensino médio completo e 12,72% que possuem ensino médio incompleto. Filiados com ensino superior completo são 11,26%.

Sobre os partidos, o MDB lidera com o maior número de filiados, segundo o TSE o partido possui em Barueri 3.283 integrantes, sendo seguido pelo Republicanos que possui 2.472 e pelo PSDB com 2.235.

Confira os dados abaixo:

GÊNERO/Filiados em Barueri:

Fonte: TSE – Dados atualizados em: 17.10.2022

GRAU DE INSTRUÇÃO/Filiados em Barueri

Fonte: TSE – Dados atualizados em: 17.10.2022

FILIAÇÃO POR PARTIDO/Barueri

PartidosFiliados% Filiados
1MDB328316%
2REPUBLICANOS247212%
3PSDB223511%
4PTB17388%
5PL14327%
6PT14027%
7UNIÃO8024%
8PSB7904%
9PDT6823%
10AVANTE6583%
11PATRIOTA6483%
12PP5923%
13PV5853%
14PODE5693%
15PSOL3982%
16SOLIDARIEDADE3682%
17PRTB3512%
18PMN3422%
19AGIR3172%
20DC2971%
21PCDOB2741%
22CIDADANIA2301%
23PSC1971%
24PROS1911%
25NOVO1411%
26PSD1051%
27REDE320%
28PSTU180%
29PMB140%
30PCO120%
31PCB80%
32UP20%
Fonte: TSE – Dados atualizados em: 17.10.2022

Leia também: Câmara Municipal de Cotia aumenta de 15 para 17 vereadores a partir de 2025


Foto: Marco Miatelo/Câmara de Barueri

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Em crise, PSDB completa 35 anos e deve perder políticos de peso em Barueri

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No aniversário de 35 anos, após três décadas e meia de história, o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) vem perdendo políticos de peso em todo o país e, em Barueri não deve ser diferente.

Após as eleições de 2022, um dos maiores partidos políticos do Brasil perde espaço no cenário nacional com a saída diversos políticos. No sábado (17), o prefeito de Barueri, Rubens Furlan, oficializou sua filiação ao PSB e deixou o PSDB após duas eleições consecutivas. No mesmo dia, na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, 5 prefeitos deixaram o partido e migraram para o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O PSDB que ocupou a Presidência da República entre 1995 e 2002 (com Fernando Henrique Cardoso), esteve no poder em estados como São Paulo e Minas Gerais, além de ter sido uma importante força atuante no Congresso, ao lado de PMDB (atual MDB) e PT, hoje, a realidade é outra, o PSDB senta à mesa mais não possui cacife para dar as cartas. No Congresso, os tucanos têm, hoje, a menor representação de sua história, com 14 deputados federais e 2 senadores.

Em 2020, na onda João Doria, o PSDB elegeu 182 prefeitos em São Paulo, chegou a ter 238 embalado pela candidatura de Rodrigo Garcia ao Governo do Estado. Após perder a eleição em 2022, atualmente conta com 150 prefeitos e segundo publicado no jornal Folha de S. Paulo, o ex-senador José Serra acredita que o partido deve manter entre 50 e 100 prefeitos.

Em Barueri, além da saída do prefeito Rubens Furlan, o partido deve perder o vice-prefeito Beto Piteri, que já recebeu convites para se filiar em outros partidos, com destaque ao Republicanos do Governador Tarcísio de Freitas.

Na Câmara Municipal de Barueri, o PSDB divide com o PDT a maior bancada com 4 vereadores cada, mas deve perder alguns políticos. Vereadores já expressaram publicamente a intenção de deixar o partido para disputar as próximas eleições.

Atualmente, a bancada do PSDB na Câmara Municipal conta com os vereadores Allan Miranda, Mary Rodrigues, Cris da Maternal e Fabião, desses, ao menos dois devem deixar o partido na janela partidária.

O vereador Fabião, já declarou na tribuna da Câmara a sua possível filiação ao MDB, onde também deverá assumir a presidência do Diretório Municipal. O vereador Allan Miranda, também deve deixar o partido e acompanhar o vice-prefeito Beto Piteri, o pré-candidato de Rubens Furlan nas próximas eleições.

Já as vereadoras, Cris da Maternal e Mary Rodrigues, até o momento, não demonstram intenção de mudar de partido e esvaziar ainda mais a legenda.

A Deputada Estadual Bruna Furlan, o coordenador municipal e regional do PSDB, Furlan Filho, e o presidente do Diretório Municipal e Secretário de Indústria, Comércio e Trabalho (Sict), Joaldo Macedo Rodrigues (Magoo), devem permanecer filiados ao partido.

Leia também: Reajuste do funcionalismo público estadual é destaque no Expediente desta quinta-feira (22) na Alesp


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Cinco prefeitos esvaziam o PSDB e se filiam ao PL de Jair Bolsonaro

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O esvaziamento do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) no Estado de São Paulo continua de forma crescente após eleições de 2022 e troca na presidência nacional do partido.

Com a gestão de Eduardo Leite, Governador do Rio Grande do Sul, o PSDB de São Paulo vem perdendo prefeitos para diversos partidos. No fim de semana passado, cinco prefeitos deixaram o partido e migraram para o PL (Partido Liberal) do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O encontro na cidade de Jundiaí, no último sábado (17), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, reuniu diversas lideranças políticas e contou com as presenças do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente da Alesp, Deputado André do Prado (PL), senador Marcos Pontes (PL), o presidente estadual do PL de SP, Tadeu Candelária, o prefeito da cidade Luiz Fernando Machado, o presidente do PSDB-SP, Marco Vinholi, Gilberto Kassab (PSD), entre outros.

No evento, Valdemar Costa Neto filiou ao PL, ao todo 11 políticos de São Paulo, destes, 5 prefeitos eram filiados ao PSDB. O evento em Jundiaí, também causou um mal-estar dentro do PSDB, devido ao esvaziamento da legenda e também por Marco Vinholi, presidente do PSDB estadual, estar presente no evento de desfiliação dos prefeitos.

Confira os nomes dos novos filiados ao PL e quem deixou o PSDB:

  1. Luiz Fernando Arantes Machado: prefeito de Jundiaí (ex-PSDB)
  2. Pedro Eliseu Filho: prefeito de Araras (ex-PSDB)
  3. Antonio Carlos Mangini: prefeito de Cabreúva (ex-PSDB)
  4. Padre Osvaldo: prefeito Catanduva (ex-PSDB)
  5. Gilmar Lagoinha: prefeito de Caieiras
  6. Rodrigo Ravazzi: prefeito de Fernando Prestes
  7. Luiz Vanderlei Magnusson: prefeito de Conchal (ex-PSDB)
  8. Maria Inês Bertino Miyada: ex-prefeito de Pindorama
  9. Bill: ex-prefeito de Nova Odessa
  10. Marco Aurélio Gomes dos Santos: ex-prefeito de Itanhaém
  11. André Braga: ex-prefeito de Porto Ferreira

Em um outro evento também no sábado (17), que contou com as presenças do vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (PSB), e do Ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França (PSB), em Barueri, oficializou a filiação do prefeito Rubens Furlan ao PSB (Partido Socialista Brasileiro). Furlan, prefeito de Barueri, é mais um político que deixou a legenda do PSDB no Estado de SP.

Leia também: Com Rubinho em destaque e casa cheia, Rubens Furlan oficializa sua filiação ao PSB


Foto: Reprodução/Flickr/Partido Liberal (PL)

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Em crescimento contínuo, PSD de Gilberto Kassab atinge a marca de 150 prefeitos em SP

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Com a crise no PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) estadual e estando na base do governo de Tarcísio de Freitas, o PSD (Partido Social Democrático) de Gilberto Kassab vem se consolidando como um dos maiores partidos no Estado de São Paulo.

A forte influência de Kassab, presidente do PSD, na administração de Tarcísio (Republicanos), tem influenciado muitos mandatários tucanos e de outros partidos a migrarem para o PSD. Como secretário de Governo, Kassab, é responsável pela articulação com prefeitos e deputados.

Segundo matéria publicada pela Folha de S. Paulo, líderes do PSD estimam que o partido tenha atingido recentemente a marca de 150 prefeitos em São Paulo, um crescimento contínuo desde a última eleição no ano passado. Este crescimento, vem colocando o partido como uma das maiores forças do estado.

Em 2020 o PSD elegeu 65 prefeitos e, após perder alguns para o grupo de João Doria e Rodrigo Garcia, tinha caído para 46, mas, segundo caciques do partido, no fim do ano passado o PSD já contava com 70 prefeitos.

Leia também: Metrô de SP anuncia que o maior “Tatuzão” da América Latina será transportado para a capital


Foto: Arquivo/Mathilde Missionerio/Folhapress/Direitos Reservados
*Com informações coluna Painel/Folha de S. Paulo

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Com foco nas eleições municipais, PSDB e MDB voltam a conversar sobre possível federação

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Na última quarta-feira (24) foi debatido em Brasília a formação de uma federação entre os dois partidos, as conversas sobre a federação já haviam ocorrido no ano passado.

Conforme matéria da Folha de S. Paulo, os tucanos compareceram em peso, com a presença do presidente do partido e governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, dos governadores Raquel Lyra (PE) e Eduardo Riedel (MS), do prefeito de Santo André, Paulo Serra e do ex-senador Tasso Jereissati (CE), além de outros integrantes da sua Executiva. Pelo MDB compareceu o presidente do partido, Baleia Rossi.

Diferente das negociações de 2022, ao invés de criar uma nova federação, a ideia é agregar o MDB à que já existe entre PSDB e Cidadania. A atual federação tem validade até o início de 2026.

O objetivo é fortalecer a federação apenas para as eleições de 2024, desta forma, o compromisso não se perduraria para as disputas nacionais. Enquanto o MDB pode apoiar o candidato governista, da gestão Lula, ou lançar ministra do planejamento, Simone Tebet, como candidata à presidente, o PSDB pretende lançar Eduardo Leite em 2026.

Ainda segundo informações da Folha, os dois partidos combinaram de fazer uma consulta ao TSE para saber se esse modelo, de agregar o MDB à federação PSDB-Cidadania, é viável juridicamente. Na negociação, há também a intenção de atrair o Podemos, da Deputada Renata Abreu, para a federação.

Leia também: Governo de SP sanciona lei do novo salário mínimo estadual de R$ 1.550


Foto: Divulgação/PSDB – *Com informações Coluna Painel/Folha de S. Paulo

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Ex-presidente da Assembleia de SP quer sair do PSDB

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Ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (2021-23), o deputado estadual Carlão Pignatari não esconde o desejo de sair do PSDB, seu partido há três décadas. “Se o partido liberar, eu me desfilio”, disse ele, que está no quarto mandato seguido. Ele precisa da anuência da legenda para não correr o risco de perder o mandato.

O principal motivo do desencantamento com o partido, diz Pignatari, é a nova direção da legenda, comandada pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

“Da maneira como está sendo conduzido o processo de reformulação pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, não tem espaço para mim no PSDB”, afirma.

Leite comanda a legenda desde fevereiro, à frente de uma direção provisória que tem validade até novembro. O fato de não ter sido feito registro em cartório é apontado por tucanos paulistas, entre eles Pignatari, como um “golpe”.

“O PSDB paulista, que segurou o partido até hoje, principalmente as pessoas ligadas aos ex-governadores João Doria e Rodrigo Garcia, não participou deste processo”, afirma.

Ele também cita a influência no partido do deputado federal Aécio Neves (MG) como um motivo para seu desejo de se desfiliar. “Não quero fazer política partidária, ao lado do Aécio Neves”.

Pignatari diz que não decidiu para qual partido migraria, caso realmente saia do PSDB.

O deputado diz que preferiria a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, à frente de um processo de renovação partidária. E critica a falta de posição da legenda sobre diversos temas.

“O PSDB não sabe se é oposição ou situação e se apequenou. O partido tem que ter posição e não trocar emendas parlamentares com o governo do PT. O PSDB sempre foi oposição a Lula e precisa se reconectar com a sociedade”, avaliou.

Leia também: Secretários entram de vez na pré-campanha e exaltam o trabalho de Beto Piteri em Barueri


Fonte: Coluna Painel/Folha de S. Paulo – Foto: Gabriel Cabral/Folhapress

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Bruna Furlan integra à Comissão de Saúde na Alesp; Escolha de presidente e vice será hoje (19)

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A Deputada Estadual Bruna Furlan (PSDB) de Barueri, integra à importante Comissão Permanente de Saúde na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).

À Comissão de Saúde compete opinar sobre proposições e assuntos relativos às políticas públicas de saúde física, mental e bucal; programas governamentais e comunitários de saúde; prestação de assistência à saúde; campanhas e ações educativas sobre saúde; vigilância sanitária; controle de zoonoses; produção, distribuição e comercialização de medicamentos por órgãos estaduais; hospitais públicos e privados por credenciamento; bem como a organização ou reorganização de repartições da administração direta ou indireta aplicadas a esses fins.

Na tarde desta quarta-feira (19), será realizada reunião especial para a escolha de presidente e vice-presidente da Comissão de Saúde, para o Primeiro Biênio da Vigésima Legislatura.

Bruna Furlan, é deputada estadual eleita com 195.436 votos, a mais bem votada do seu partido, o PSDB, do qual ela também é vice-presidente nacional. Na última eleição alcançou a marca de 73.219 votos na cidade de Barueri, tendo sido a mais bem votada da história do município.

Confira abaixo que são os membros efetivos da Comissão de Saúde:

Alex MadureiraPL
Dani AlonsoPL
Luiz Claudio MarcolinoPT/PCdoB/PV
Beth SahãoPT/PCdoB/PV
Bruna FurlanPSDB/CIDADANIA
Edna MacedoREPUBLICANOS
Solange FreitasUNIÃO BRASIL
Itamar BorgesMDB
Clarice GanemPODEMOS
Oseias de MadureiraPSD
Dr. EltonPSC
Deputados Estaduais membros da Comissão Permanente de Saúde – Fonte: Alesp

Leia também: Quaest: Reprovação de Lula cresce e vai a 29%; aprovação passa de 40% para 36%


Foto: Reprodução/Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo)

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PSDB liga Kassab a tentativa de enfraquecer partido

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O PSDB, presidido pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, insinua participação de Gilberto Kassab, presidente do PSD, em uma tentativa de atingir os tucanos e dificultar o processo de reconstrução da sigla.

O estopim seria a decisão do prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), de acionar a Justiça Eleitoral contra a atual direção tucana, indicada por Leite.

O argumento é de que a ata da reunião de 2 de fevereiro, em que Leite criou uma Executiva provisória, não foi registrada em cartório. Por isso, ela estaria atuando ilegalmente desde então.

A ligação com Kassab estaria no fato de que o advogado Thiago Bovério, que ajuda Morando na ação, presta serviços ao PSD.

“A ata está para ser registrada esta semana. Mas a cúpula do PSDB considera que a suposta questão legal, falsa, é apenas um pretexto para a tentativa de enfraquecer o PSDB, prejudicar sua recuperação, com a participação direta do advogado de Gilberto Kassab”, disse o partido em nota à coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Com a derrocada do PSDB nas eleições de 2022, dirigentes partidários têm avançado sobre prefeitos tucanos em São Paulo.

A diretoria provisória tucana é formada por nomes como a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, o do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (SP), e os ex-governadores Marconi Perillo (GO) e Beto Richa (PR).

Foi essa comissão que decidiu, por exemplo, pelo adiamento das convenções municipais e estaduais do PSDB, o que foi chamado de golpe por Morando na ocasião.

Os tucanos ligados a Leite identificaram telefonema recente de Bovério ao diretório do PSDB em que ele solicitava documentos relacionados ao partido.

Morando diz que Bovério é seu amigo e que por isso tem falado com ele sobre o tema, mas que ele não será o advogado responsável pela ação.

“O partido está sendo banalizado de forma lamentável e vergonhosa”, diz. “Além de terem criado uma comissão ilegal, hoje o partido é ilegal e imoral. A irresponsabilidade é tão grande que os atos do partido nos últimos dois meses não têm legitimidade”, afirma.

Kassab diz considerar a leitura de que ele estaria tentando minar o PSDB “coisa de alguém com capacidade de análise muito baixa, muito fraca”.

“É bem infantil da parte de alguém achar que a essa altura dos acontecimentos eu trabalharia contra qualquer partido”, afirma.

Leia também: Emidio de Souza (PT) reúne 24 deputados ao relançar frente contra privatização da Sabesp


Fonte: Folhapress – Foto: Arquivo/Mathilde Missioneiro/Folhapress

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