Rodrigo Gansinho retorna à Câmara de Osasco e assume vaga de Alexandre Capriotti

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O primeiro suplente do PL, Rodrigo Gansinho, voltou a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Osasco nesta quinta-feira (11), durante a 33ª Sessão Ordinária. Ele assume temporariamente o lugar do vereador Alexandre Capriotti (PL), que solicitou licença por 31 dias para tratar de assuntos particulares.

A posse foi conduzida pelo presidente da Câmara, Carmônio Bastos (Podemos), e contou com a entrega da declaração pública de bens, juramento e assinatura do livro de posse.

Ao fazer uso da Tribuna, Gansinho agradeceu pela oportunidade de retornar ao Legislativo e destacou a continuidade do trabalho desenvolvido no município.

“A gente chegou aqui legalmente, com um trabalho lindo, maravilhoso, e continua fazendo um trabalho por Osasco”, afirmou.

A vereadora Lúcia da Saúde deu as boas-vindas ao parlamentar e desejou sucesso na nova passagem pela Câmara.

O retorno de Gansinho acontece pouco mais de um mês após ele deixar o mandato em razão de uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que determinou a recontagem dos votos das eleições de 2024 e alterou a composição do Legislativo municipal. Desde então, ele passou a ocupar a posição de primeiro suplente do PL.

Durante a mesma sessão, foi lido o pedido de licença do vereador Paulo Junior (PRD), que ficará afastado entre os dias 15 de junho e 12 de outubro. Com isso, o primeiro suplente do partido, Fábio Chirinhan, deverá assumir a cadeira na próxima terça-feira (16).

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Foto: Reprodução/CMO

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TSE aprova criação do PRD, resultado de fusão entre PTB e Patriota

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O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou hoje (9), por unanimidade, a fusão dos partidos PTB e Patriota, que após a união passa a se chamar Partido da Renovação Democrática (PRD). A nova legenda deve ter o número 25 na urna.

Todos os ministros acompanharam o entendimento da relatora, ministra Cármen Lúcia, para quem a fusão atendeu a todos os requisitos legais e formais, como a aprovação de novo estatuto nacional, por exemplo.

De início, o novo partido iria se chamar Mais Brasil, mas após deliberações internas foi feito novo pedido para alterar o nome, o que foi aceito pelo TSE.

Fundado em 1981 e por muitos anos controlado pelo ex-deputado Roberto Jefferson, o PTB optou pela fusão depois de não ter conseguido eleger nenhum deputado nas eleições de 2022. Isso fez com que a agremiação ficasse sem recursos do Fundo Partidário e sem tempo de propaganda eleitoral em rádio e TV. O Patriota, por sua vez, elegeu cinco deputados.

Pela cláusula de barreira vigente, para ter acesso aos recursos públicos a legenda precisa eleger pelo menos 11 deputados federais, distribuídos em pelo menos nove unidades da Federação.

Alternativamente, o partido pode superar a barreira se, mesmo elegendo número menor de deputados, obtiver 2% dos votos válidos nas eleições para a Câmara, distribuídos em pelo menos nove unidades da Federação, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas.

Ao aprovar a fusão em convenção nacional, os dirigentes da nova sigla PRD decidiram também banir Jefferson dos quadros do partido, diante do episódio em que o político foi preso após reagir com tiros a uma ordem de prisão preventiva, no ano passado.

Leia também: De cada 100 brasileiros, 87 usavam internet em 2022, aponta IBGE


Fonte: Agência Brasil

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