21 deputados trocam de partido e mudam forças na Alesp veja a lista

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A janela partidária terminou na última sexta-feira (3) com a troca de legenda de 21 deputados estaduais em São Paulo, provocando uma reconfiguração relevante na Assembleia Legislativa (Alesp), que conta com 94 parlamentares. A principal mudança foi a ascensão do PSD, que passou a ocupar a terceira maior bancada da Casa.

Mesmo com as movimentações, o PL segue como maior força, com 21 deputados, seguido pelo PT, com 18. Já o PSD cresceu e consolidou espaço no cenário político paulista, ampliando sua influência nas decisões legislativas.

As mudanças impactam diretamente a organização interna da Assembleia, incluindo a composição de comissões, lideranças partidárias e articulações políticas, fatores decisivos para o andamento de projetos e votações.

A janela partidária é um mecanismo previsto na legislação eleitoral que permite a parlamentares eleitos pelo sistema proporcional — como deputados estaduais — mudarem de partido sem perder o mandato.

Isso ocorre porque, fora desse período, a regra estabelece que o cargo pertence ao partido, e não ao político. A exceção só é permitida em casos específicos, como desvio de programa partidário ou discriminação interna.

O período de troca ocorre sempre em ano eleitoral, até seis meses antes da votação, e funciona como uma espécie de reorganização das forças políticas antes da disputa nas urnas.

Com o encerramento da janela, o novo cenário partidário passa a influenciar diretamente o equilíbrio de poder dentro da Alesp, já refletindo nas estratégias para as eleições e na dinâmica legislativa nos próximos meses.

Confira abaixo a lista de parlamentares que trocaram de legenda:

Imagem: Divulgação/Alesp

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Foto: Tom Oliveira/Arquivo/Alesp

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PSD dispara na Alesp após janela partidária e PSDB encolhe a uma cadeira

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O fechamento da janela partidária na última sexta-feira (3) redesenhou o mapa político da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O PSD saltou para 11 deputados e se tornou a terceira maior bancada da Casa, enquanto o PSDB sofreu um colapso histórico e ficou com apenas uma representante.

O avanço do partido comandado por Gilberto Kassab consolida uma mudança de força no Legislativo paulista, com impacto direto na articulação política e nas decisões estratégicas da Assembleia.

A virada começou antes mesmo da janela oficial. Em fevereiro, sete deputados estaduais deixaram o PSDB e migraram para o PSD, movimento que foi formalizado dentro do prazo legal e ampliado com novas adesões.

Entre os nomes que trocaram de partido estão Analice Fernandes, Maria Lúcia Amary, Mauro Bragato, Rogério Nogueira, Barros Munhoz, Carlão Pignatari e Carla Morando. O PSD também incorporou Dirceu Dalben, que estava no Cidadania.

Do outro lado, o PSDB, que por décadas dominou a política paulista, viu sua bancada praticamente desaparecer. A sigla passou a contar apenas com Ana Carolina Serra, que fez o caminho inverso ao se filiar ao partido após deixar o Cidadania.

A crise tucana se aprofundou com a saída de nomes relevantes, como Bruna Furlan, que optou pelo Republicanos, partido ligado ao governador Tarcísio de Freitas.

Com apenas uma cadeira, o PSDB perde espaço institucional na Alesp, deixando de ter liderança própria e reduzindo sua influência em comissões e decisões da Mesa Diretora.

Enquanto isso, o cenário também mudou em outras frentes. O PT manteve sua bancada, o PSB cresceu com a chegada de Marina Helou, e partidos como Cidadania, PDT e Rede ficaram sem representação na Casa.

As movimentações refletem o reposicionamento dos partidos de olho nas eleições, com deputados buscando fortalecer suas bases e ampliar chances de reeleição. No cenário atual, a nova configuração da Alesp já começa a influenciar o equilíbrio de forças no estado.

Gráfico: Hora de S. Paulo | Fonte: Alesp

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Foto: Rodrigo Costa/Alesp

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Tarcísio avalia nomes para vice em 2026 e disputa entre Felício, Kassab e André do Prado se intensifica

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Interlocutores do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontam o atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), como o nome mais provável para compor a chapa à reeleição em 2026, embora a definição ainda não tenha sido formalizada. De acordo com apuração da revista Veja, Felício estaria preparado para diferentes cenários e, caso não seja mantido como vice, não pretende disputar outro cargo nem concorrer ao Legislativo, permanecendo filiado ao PSD.

Nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes, outro nome que segue em articulação é o do secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Segundo fontes do alto escalão estadual, Kassab trabalha com a hipótese de integrar a chapa como vice já de olho em 2030, quando poderia se credenciar como opção ao governo paulista. A indefinição sobre a composição tem provocado desgaste na relação entre Kassab e Felício, ambos do mesmo partido, segundo relatos de aliados.

Também é citado como potencial vice o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), aliado do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. De acordo com fontes do governo, André tem se movimentado para viabilizar seu nome e acompanha com frequência a agenda pública do governador. A aliados, o deputado afirma estar pronto para assumir a “missão”, caso seja o escolhido.

Integrantes do núcleo político de Tarcísio, porém, avaliam que o PL já estaria contemplado no cenário nacional com o apoio do governador à candidatura de Flávio Bolsonaro, o que reduziria a pressão por uma vaga na chapa estadual. Nesse contexto, a manutenção de Felício Ramuth ou a entrada de Kassab como vice permanecem como as principais alternativas em análise.

A decisão final sobre a composição da chapa deve ficar para mais adiante, mas o debate já expõe disputas internas e cálculos estratégicos que envolvem não apenas a eleição de 2026, como também a sucessão ao governo paulista em 2030.

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Foto: João Valério/GESP | *Texto com informações Revista Veja

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Gestão de Lucas Sanches em Guarulhos é aprovada por 67% dos moradores, mostra Paraná Pesquisas

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A administração do prefeito Lucas Sanches (PL) em Guarulhos conta com 67% de aprovação popular, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Paraná Pesquisas. O estudo foi realizado entre os dias 2 e 6 de outubro de 2025, com 740 entrevistados na cidade da Grande São Paulo. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

De acordo com os dados, 28,2% desaprovam a atual gestão e 4,7% não souberam ou não opinaram. O levantamento também pediu aos entrevistados uma avaliação mais detalhada sobre o desempenho da administração municipal. No total, 49,9% classificaram a gestão como ótima ou boa, enquanto 30% consideraram regular. Já 8,2% avaliaram como ruim e 9,9% como péssima. Apenas 2% não responderam.

Confira o detalhamento das respostas:

  • Ótima: 10,3%
  • Boa: 39,6%
  • Regular: 30%
  • Ruim: 8,2%
  • Péssima: 9,9%
  • Não sabe/Não opinou: 2%

Os resultados indicam que Lucas Sanches mantém um bom nível de aprovação, refletindo uma percepção positiva da população sobre a condução das políticas públicas municipais em áreas como infraestrutura, serviços urbanos e programas sociais.

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Foto: Reprodução/Facebook

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PL oficializa Eduardo Bolsonaro como líder da Minoria na Câmara e garante blindagem contra cassação

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O PL confirmou nesta terça-feira (16) o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como novo líder da Minoria na Câmara dos Deputados. A deputada Caroline de Toni (PL-SC), que ocupava o posto, renunciou em favor do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e assumirá a primeira vice-liderança, mantendo-se responsável pelas votações em plenário na ausência de Eduardo.

A manobra visa evitar que Eduardo perca o mandato por faltas. O parlamentar não registra presença em sessões há mais de dois meses e, sem justificativa, poderia ser cassado de forma automática em 2025. A liderança partidária garante isenção do registro de presença, com base em ato da Mesa Diretora de 2015, assinado pelo então presidente Eduardo Cunha (MDB-RJ).

Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde março e tem articulado sanções do governo Donald Trump contra o Brasil, em retaliação à condenação de seu pai pelo STF a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), defendeu a decisão. “Estamos protegendo sim o Eduardo Bolsonaro naquilo que estiver a nosso alcance”, disse, ao lado de outros dirigentes do partido.

A oposição reagiu. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), classificou a medida como “absurda” e anunciou que buscará reverter a nomeação na Mesa Diretora, no Plenário e no Judiciário. Na semana passada, ele já havia protocolado no STF pedido de prisão preventiva de Eduardo, além do bloqueio de salários e verbas parlamentares, sob alegação de ausência prolongada e lobby contra o país no exterior.

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Foto: Reprodução/Flickr/Eduardo Bolsonaro

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Após criticar Trump e defender Moraes, deputado é expulso do partido de Bolsonaro

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O deputado federal Antônio Carlos Rodrigues (PL-SP) foi expulso do Partido Liberal, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, após críticas públicas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e elogios ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (31) pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Rodrigues, que está em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, afirmou em entrevista ao portal Metrópoles que as sanções impostas por Trump contra Moraes eram “o maior absurdo” que já havia presenciado na política. O deputado ainda disse que Trump “tem que cuidar dos Estados Unidos, não se meter com o Brasil como está se metendo”, e classificou Moraes como “um dos maiores juristas do país, extremamente competente”.

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A repercussão foi imediata dentro da bancada do PL, que pressionou a direção nacional pela expulsão. “A pressão da nossa bancada foi muito grande. Nossos parlamentares entendem que atacar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é uma ignorância sem tamanho”, afirmou Valdemar em nota oficial.

O comunicado ainda ressaltou que “o que precisamos é de diplomacia e diálogo, não populismo barato, que só atrapalha o desenvolvimento da nossa nação”.

Reação e possível reviravolta

A expulsão, no entanto, pode não ser definitiva. Uma liderança do União Brasil avalia a possibilidade de Costa Neto rever a decisão, já que mantém relação próxima com Rodrigues.

Antônio Carlos Rodrigues, de 75 anos, tem longa trajetória política: foi vereador por quatro mandatos em São Paulo, senador de 2012 a 2014 e ministro dos Transportes no governo Dilma Rousseff (PT). Em 2022, foi eleito deputado federal pelo PL com 73.054 votos.


Foto: Reprodução/Facebook

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Presa na Itália, Carla Zambelli pode levar até dois anos para ser extraditada ao Brasil

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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi presa nesta terça-feira (29) em Roma, na Itália, em operação conjunta da Polícia Federal (PF) do Brasil com a polícia italiana. Zambelli estava foragida desde maio, quando deixou o país após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de prisão por envolvimento na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrida em janeiro de 2023.

A parlamentar, que possui cidadania italiana, passou pelos Estados Unidos antes de se fixar na Itália. A prisão foi confirmada pelo Ministério da Justiça brasileiro. Segundo o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “a cooperação internacional foi fundamental para a captura, realizada com apoio da adidância da PF na Itália”.

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Próximos passos

Agora, a Justiça italiana deve analisar, em até 48 horas, se mantém a prisão de Zambelli, concede prisão domiciliar ou a libera. Caso o governo brasileiro formalize um pedido de extradição, o processo pode se estender por anos.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o procurador regional da República e professor da Universidade de Brasília (UnB), Vladimir Aras, afirmou que a extradição pode levar entre um ano e meio e dois anos, mesmo em um cenário otimista. “Na pior das hipóteses, ela estará solta em breve, devido ao espaço para decisão política, como é comum em extradições”, disse Aras.

Cidadania italiana complica retorno

A cidadania italiana de Zambelli adiciona uma camada de complexidade ao caso. O país europeu pode se recusar a extraditar seus cidadãos, dependendo da avaliação política e jurídica do processo.

Se o processo de extradição for aberto e aceito, a palavra final caberá ao Ministério da Justiça da Itália, o que pode prolongar ainda mais a definição sobre o futuro da parlamentar.


Foto: Arquivo/Câmara dos Deputados

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Eduardo Bolsonaro dribla sistema, mantém mandato e volta a receber salário de R$ 46 mil; entenda

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou neste domingo (20) que não pretende renunciar ao cargo, apesar de estar afastado desde março e residindo nos Estados Unidos. Em live no YouTube, o parlamentar afirmou que “vai conseguir levar o mandato por mais três meses”.

A licença de 120 dias de Eduardo termina neste domingo. A partir desta segunda-feira (21), seu retorno ao cargo é automático, o que o habilita novamente a receber o salário de R$ 46,3 mil mensais. No entanto, como o Congresso está em recesso e o limite de faltas ainda não foi ultrapassado, ele não corre risco imediato de perder o mandato.

Segundo a Câmara, um parlamentar só perde o mandato por faltas quando ultrapassa um terço das sessões do ano sem justificativa. Eduardo soma, até o momento, quatro ausências não justificadas. De acordo com seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ele ainda pode faltar a até 44 sessões.

Nos últimos dias, Eduardo chegou a indicar que poderia renunciar, alegando risco de prisão ao retornar ao Brasil, especialmente por parte do ministro do STF Alexandre de Moraes. Ele é alvo de inquérito no Supremo, que apura suposta coação, obstrução de investigação e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Enquanto esteve fora, Eduardo tentou articular sanções contra autoridades brasileiras, inclusive buscando apoio do presidente Donald Trump. Em publicação recente, agradeceu Trump pela revogação de vistos de ministros do STF e prometeu que “tem muito mais por vir”.

Além disso, o deputado defendeu a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, classificando a medida como “única esperança” para pressionar o governo Lula, embora tenha lamentado o impacto sobre os brasileiros.

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Foto: Flickr/Eduardo Bolsonaro

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Com foco em 2026, Paulo Serra e André do Prado se reúnem para alinhar PSDB e PL em São Paulo

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O presidente estadual do PSDB de São Paulo, Paulo Serra, e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alesp), André do Prado (PL), se reuniram na quarta-feira (25) para discutir a construção de uma frente unificada da centro-direita no estado, mirando as eleições de 2026. O encontro aconteceu na capital paulista e faz parte de uma série de articulações lideradas por Serra para fortalecer o bloco político que apoia o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Ex-prefeito de Santo André e nome em ascensão no cenário tucano, Serra tem percorrido o estado em reuniões com prefeitos, vereadores e lideranças partidárias, com o objetivo de consolidar alianças e preparar o terreno para o próximo pleito. Segundo ele, a união dos partidos de centro-direita será fundamental caso Tarcísio confirme a candidatura à Presidência da República.

“Temos um projeto bem-sucedido em São Paulo com o governador Tarcísio. A missão agora é fortalecer os grupos políticos dessa aliança, para que possamos disputar as eleições de 2026 ainda mais fortes”, afirmou Serra, destacando que o diálogo com André do Prado foi essencial para alinhar estratégias e ampliar o apoio ao grupo pró-Tarcísio.

Após a reunião, o presidente da Alesp usou as redes sociais para reforçar a disposição em manter o diálogo com os tucanos. “Uma boa conversa sobre gestão pública, desenvolvimento regional e os desafios que compartilhamos na missão de transformar a vida das pessoas”, publicou Prado, ao compartilhar fotos do encontro.

O PSDB vive um momento de reestruturação e discute uma possível fusão com outras legendas. Em abril, Serra também recebeu em Santo André o presidente nacional do PSD e secretário estadual de Governo, Gilberto Kassab, em mais uma sinalização de aproximação entre partidos que orbitam a base do governo paulista.

De olho no cenário eleitoral, Paulo Serra tem visto seu nome ganhar espaço em pesquisas. Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado em maio mostra o tucano com 13% das intenções de voto para o governo do estado e 4% na disputa pelo Senado Federal.

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Foto: Reprodução

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PL avalia transferência de domicílio eleitoral de Nikolas Ferreira para São Paulo em 2026

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O Partido Liberal (PL) estuda a possibilidade de transferir o domicílio eleitoral do deputado federal Nikolas Ferreira (MG) para o estado de São Paulo, com foco nas eleições de 2026. A mudança é discutida internamente pela cúpula da legenda e teria como objetivo ampliar a votação do parlamentar, que já é considerado um fenômeno nas redes sociais e nas urnas.

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto acredita que Nikolas poderia ultrapassar a marca de 2 milhões de votos em um colégio eleitoral maior. Em 2022, o deputado foi o mais votado do país, com 1,47 milhão de votos por Minas Gerais.

“Adoraria que ele topasse essa mudança, mas sei que o pessoal de Minas vai ficar bravo comigo”, disse Valdemar, em declaração publicada na coluna Painel, do jornalista Fábio Zanini, na Folha de S. Paulo.

A eventual candidatura de Nikolas por São Paulo também é vista como uma forma de compensar a possível ausência dos principais puxadores de votos do PL no estado. Eduardo Bolsonaro deve concorrer ao Senado, Carla Zambelli pode enfrentar impedimentos legais que a tornem inelegível, e Ricardo Salles migrou para o partido Novo.

Além de fortalecer a legenda no maior colégio eleitoral do país, a transferência daria ainda mais visibilidade a Nikolas Ferreira, que é considerado uma das principais apostas da direita para o futuro.

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Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

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