Por que algumas empresas aparecem na imprensa e outras nunca conseguem virar notícia?

0 0
Read Time:5 Minute, 50 Second

Uma empresa pode ter uma história interessante, profissionais experientes e muito conhecimento acumulado. Ainda assim, isso não significa que tenha uma pauta jornalística. Essa é uma diferença que costuma gerar confusão. O que é importante para uma empresa nem sempre desperta o interesse de um jornalista ou do público de um veículo.

Um lançamento, a abertura de uma nova unidade, uma conquista ou o aniversário da empresa podem ter grande significado para quem está dentro do negócio. Para se transformar em notícia, porém, aquela informação precisa trazer algo que interesse também a quem está do outro lado e, é aí que muitas empresas confundem divulgação comercial com pauta jornalística.

O jornalista não começa pelo que a empresa gostaria de divulgar. Ele precisa entender por que aquela informação merece ser apresentada ao público daquele veículo. Uma pauta pode ganhar relevância porque traz uma informação nova, ajuda a explicar uma mudança, apresenta dados, mostra um comportamento que está crescendo, esclarece um problema ou coloca à disposição uma fonte capaz de analisar um assunto em discussão. Essa perspectiva muda a maneira de pensar uma pauta.

Uma empresa pode ter muito a dizer sem necessariamente ter uma notícia pronta. Cabe à comunicação identificar, dentro da experiência daquele negócio, o que pode contribuir para uma discussão que ultrapasse os seus próprios interesses. Um médico, por exemplo, não precisa falar apenas sobre sua clínica ou sobre os serviços que oferece, sua experiência pode ajudá-lo a explicar uma dúvida frequente dos pacientes, um comportamento que vem observando ou uma questão que ganhou espaço na sociedade. Isso também vale para empresários, advogados, arquitetos, especialistas em tecnologia e profissionais de outras áreas.

O conhecimento acumulado dentro de uma empresa pode se tornar informação de interesse público quando consegue ultrapassar os limites da própria empresa.

O erro de confundir divulgação com pauta

Um dos erros mais comuns na assessoria de imprensa é tentar transformar uma informação comercial em notícia apenas mudando seu título. “Empresa lança novo serviço” pode ser uma informação importante para seus clientes, mas isso não significa, por si só, que seja uma pauta relevante para um veículo. O jornalista precisa encontrar naquele lançamento um elemento que justifique a publicação. Pode ser uma mudança no comportamento do consumidor, uma tendência de mercado, um dado relevante, uma inovação com impacto mais amplo ou uma questão que ajude a explicar algo que está acontecendo.

A assessoria de imprensa pode convencer o jornalista de que toda informação da empresa merece publicação. O assessor tem o papel estratégico de encontrar os pontos de contato entre o conhecimento daquele negócio e os assuntos que interessam ao público e aos veículos. É por isso que algumas empresas aparecem na imprensa diversas vezes sem necessariamente falar de seus produtos. Elas se tornam fontes.

Um empresário pode comentar uma tendência do setor, um médico pode explicar uma dúvida que ganhou repercussão, um especialista pode analisar uma mudança regulatória e uma empresa pode apresentar dados de sua própria experiência para ajudar a compreender determinado fenômeno. Nesses casos, a marca não aparece simplesmente porque quer ser divulgada, ela aparece porque tem algo relevante a acrescentar.

Grande parte das empresas possui informações que poderiam render boas pautas, mas que permanecem restritas à rotina interna. São perguntas que os clientes fazem repetidamente, problemas que a equipe aprendeu a resolver, mudanças percebidas antes de outros profissionais, comportamentos observados ao longo dos anos e experiências que influenciaram decisões importantes. O primeiro passo é identificar esse conhecimento.

O que mudou no comportamento dos clientes? Que problema passou a aparecer com mais frequência? O que os profissionais da empresa estão observando? Existe alguma tendência que pode ser compreendida a partir da experiência do negócio? Há dados internos que ajudam a explicar um fenômeno mais amplo? Perguntas assim costumam produzir pautas mais interessantes do que uma simples apresentação institucional.

Também é preciso acompanhar o calendário jornalístico. Assuntos sazonais, mudanças econômicas, acontecimentos recentes, datas relevantes e tendências podem abrir espaço para especialistas que estejam preparados para comentar determinado tema. Nesse contexto, uma boa fonte não é necessariamente a pessoa que representa a empresa mais conhecida. É aquela que tem experiência real, consegue explicar o assunto com clareza e está disponível quando o jornalista precisa. Para o jornalista, isso faz diferença.

Uma fonte precisa ser confiável e acessível, mas também deve entender que uma entrevista não é uma apresentação comercial. A lógica da imprensa é outra.

Assessoria de imprensa e construção de credibilidade

É justamente por isso que a assessoria de imprensa pode ser entendida como uma ferramenta de construção de autoridade e reputação, e não apenas como um serviço de divulgação. O trabalho começa antes do envio de um release. É preciso conhecer a empresa, entender seus profissionais, identificar os conhecimentos que podem ser relevantes para o público, acompanhar os assuntos em discussão e reconhecer as oportunidades em que aquela experiência pode contribuir de maneira legítima. Também faz parte desse trabalho preparar fontes para entrevistas, organizar informações e construir relacionamentos profissionais com jornalistas.

Quando existe consistência, a empresa começa a ocupar outra posição. Seus profissionais deixam de ser apresentados apenas como representantes de uma marca e passam a ser reconhecidos como fontes capazes de contribuir para determinados assuntos. Essa construção não acontece de uma hora para outra e tampouco depende da quantidade de matérias publicadas.

Uma entrevista pode ter grande valor quando associa um profissional a um assunto relevante. Da mesma forma, várias publicações podem contribuir pouco para a reputação se forem apenas menções comerciais sem relação com um posicionamento claro. A imprensa pode ampliar o alcance do conhecimento de uma empresa, mas seu papel não se resume à exposição.

Uma entrevista registra uma opinião, uma reportagem pode associar um profissional a determinado assunto, uma análise publicada pode se tornar uma referência que continuará sendo encontrada depois da publicação original. É assim que a experiência começa a ganhar existência pública.

Para empresários, médicos e especialistas, talvez seja mais produtivo trocar uma pergunta por outra. Em vez de pensar apenas em “como faço para sair na imprensa?”, vale perguntar “sobre quais assuntos tenho conhecimento suficiente para ser uma fonte relevante?”.

Essa mudança de perspectiva costuma levar a uma estratégia de comunicação mais consistente e ajuda a empresa a entender que notícia não é aquilo que ela simplesmente deseja divulgar.

Lembre-se: aparecer na imprensa não começa com a tentativa de divulgar uma empresa, mas com a capacidade de oferecer ao público uma informação que vale a pena conhecer.

Comunicação é um Ativo de Negócio.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista, assessora de imprensa e consultora em comunicação estratégica, posicionamento de marca e construção de autoridade para pequenos e médios negócios. Há mais de 26 anos desenvolve estratégias para fortalecer a reputação, ampliar a visibilidade e posicionar empresas, produtos e especialistas como referência em seus segmentos. É sócia da Six Comunicação Integrada.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

SP abre 500 vagas para curso gratuito de empreendedorismo

0 0
Read Time:1 Minute, 39 Second

Inscrições para o Qualifica SP – Empreenda seguem abertas até 8 de agosto; aulas serão realizadas de forma online

O Governo de São Paulo está com inscrições abertas para o terceiro ciclo do Qualifica SP – Empreenda, programa que oferece 500 vagas gratuitas em um curso online de empreendedorismo voltado a micro e pequenos empresários, além de empreendedores informais.

Promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a iniciativa tem como objetivo fortalecer a gestão dos negócios por meio de capacitação e mentorias especializadas. As inscrições podem ser realizadas até o dia 8 de agosto.

Ao longo de 2026, o programa disponibilizará 2 mil vagas, distribuídas em quatro etapas.

Curso terá mentorias e plano de negócios

Executado pela Fundação Dom Cabral, o curso possui 30 horas de carga horária e é dividido em três módulos.

Durante a formação, os participantes terão acesso a mentorias coletivas e individuais, além de conteúdos sobre gestão financeira, identificação de oportunidades de mercado e elaboração de plano de negócios.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a proposta é oferecer ferramentas práticas para auxiliar empreendedores na administração e no crescimento de seus negócios.

Quem pode participar

Podem se inscrever empreendedores com 18 anos ou mais, residentes no Estado de São Paulo, que atuem de forma formal ou informal.

As aulas estão previstas para começar na segunda semana de agosto.

De acordo com levantamento do Sebrae, dificuldades relacionadas ao acesso ao crédito, divulgação de produtos e serviços, burocracia e controle financeiro estão entre os principais desafios enfrentados pelos pequenos empreendedores. O curso busca justamente contribuir para superar esses obstáculos por meio de capacitação e orientação especializada.

Como se inscrever

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo site do programa até 8 de agosto.

Serviço

Qualifica SP – Empreenda

  • Vagas: 500
  • Inscrições: até 8 de agosto
  • Modalidade: online e gratuita
  • Público-alvo: empreendedores formais e informais com 18 anos ou mais residentes no Estado de São Paulo
  • Início das aulas: segunda semana de agosto

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Annie Spratt/Unsplash

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Vagas em São Paulo e região: Pequenas e médias empresas tem mais de 4.200 vagas abertas

1 0
Read Time:1 Minute, 21 Second

Oportunidades de trabalho são oferecidas por centenas de pequenas e médias empresas estabelecidas na capital paulista e região metropolitana

O Portal de Vagas da Sólides, líder no Brasil em tecnologia para gestão de pessoas de pequenas e médias empresas (PMEs), está com mais de 4.200 vagas abertas atualmente apenas para a cidade de São Paulo e região. As vagas são de centenas de empresas parceiras da Sólides.

As vagas são para diversas áreas de atuação como administrativo, agronegócio, comercial, compras, educação, engenharia, financeiro, jurídico, marketing, recursos humanos, saúde, tecnologia e turismo. As modalidades de trabalho são presencial, híbrido e remoto. Há vagas para todas as senioridades, de estagiário a especialista. Os interessados encontram todas as vagas disponíveis aqui.

Os pequenos e médios negócios brasileiros já são hoje os principais responsáveis pela geração de novos empregos no país. De acordo com dados do Caged, 78,4% dos novos empregos criados no país em 2022 foram em micro, pequenos e médios negócios nacionais.

O Portal de Vagas reúne mais de 30 mil oportunidades de trabalho de milhares de empresas de todos os estados brasileiros. “Em um país onde as PMEs respondem por 78,4% dos empregos formais criados no último ano, o Portal de Vagas ajuda a melhorar a eficiência do processo de seleção e facilitar a aquisição de talentos pelos pequenos e médios negócios de todo o país”.

Leia também: IBGE abre inscrições para vagas temporárias de agente censitário; Salário de R$ 3,1 mil


Fonte: Sólides – Foto: Marcos Santos/USP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Microempreendedor individual é incluído em programa de crédito

1 0
Read Time:2 Minute, 0 Second

A partir desta semana, os donos de pequenos negócios podem pegar empréstimos do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), com garantias do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI). Está aberta a nova rodada do programa, que desta vez incluirá microempreendedores individuais (MEI).

Segundo o Ministério da Economia, a nova edição do Peac deverá garantir cerca de R$ 21 bilhões em novos empréstimos até 31 de dezembro de 2023 para micro e pequenas empresas e MEI. As linhas de crédito deverão ter juros médios de 1,75% ao mês, com prazos de 12 a 60 meses. Haverá uma carência entre 6 e 12 meses para o pagamento da primeira parcela.

Clique aqui e saiba mais!

As novas garantias – recursos que cobrem eventuais inadimplências – estão sendo oferecidas com base em recursos pagos pelas empresas que não serão devolvidos à União neste momento. Essas garantias permitem a cobrança de juros mais baixos porque os bancos poderão recorrer ao FGI em caso de atrasos de parcelas, o que reduz o risco para as instituições financeiras.

Além da ampliação das garantias, os empréstimos do Peac-FGI terão juros mais baixos porque o Decreto 11.022, de 31 de março, zerou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o programa até o fim de 2023.

Histórico

Criado como programa de ajuda a pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19, o Peac tem como principal objetivo ampliar o acesso das micro e pequenas empresas ao crédito. O programa pretende reduzir problemas que afetam o crédito a esse segmento, como os juros altos, a burocracia e a exigência de garantias que não poderiam ser oferecidas pelos empreendedores.

Clique aqui e saiba mais!

O Peac foi instituído pela Medida Provisória 975, de 1º de junho de 2020, convertida na Lei 14.042, de 19 de agosto do mesmo ano. Operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Peac-FGI emprestou R$ 92,1 bilhões a 114.355 empresas até 31 de dezembro de 2020.

Segundo o Ministério da Economia, atualmente de 98% a 99% das empresas no Brasil são de micro ou pequeno porte, responsáveis por 55% dos empregos formais e por 29% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Definidos como um tipo de microempresa, os microempreendedores individuais (MEI) correspondem a 67% das empresas brasileiras, totalizando quase 14,3 milhões de negócios.


Por Agência Brasil – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Pequenos empresários já podem pedir dinheiro do Pronampe

1 0
Read Time:2 Minute, 42 Second

A partir de hoje (25), interessados em contratar empréstimos pelo Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe) já podem procurar as instituições financeiras. Criado há pouco mais de dois anos para socorrer empresários durante a pandemia de covid-19, o programa oferece empréstimos para pequenas empresas com juros mais baixos e prazo maior para começar a pagar.

O dinheiro pode ser usado para investimentos, como aquisição de equipamentos ou realização de reformas, e para despesas operacionais, como salário dos funcionários, pagamento de contas e compra de mercadorias. É proibido o uso dos recursos para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.

Desde de sua criação, o Pronampe passou por várias mudanças. Em junho do ano passado, o programa tornou-se permanente e, mais recentemente, incluiu microempreendedores individuais (MEI) e empresas de médio porte. A última mudança foi feita em junho por uma portaria publicada pela Receita Federal. A norma determina a necessidade do compartilhamento de informações sobre o faturamento do pequeno negócio. Após esse procedimento, o empresário pode negociar o empréstimo com a instituição financeira de sua preferência.

Acesso a empréstimo

Podem pleitear o empréstimo microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano, pequenas empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões e empresas de médio porte com faturamento até R$ 300 milhões.

Regras

Pelas regras do programa, a empresa que optar pelo financiamento precisa manter o número de empregados por até 60 dias após a tomada do crédito. A companhia pode pegar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2019.

No caso de negócios com menos de um ano de funcionamento, o limite do financiamento é de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal.

Todas as instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem operar a linha de crédito. Os empréstimos têm a garantia, pela União, de até 85% dos recursos.

Pagamento

O valor tomado poderá ser parcelado em até 48 parcelas, sendo o máximo de carência de 11 meses e mais 37 parcelas para pagamento. A taxa de juros anual máxima será a mesma da taxa Selic, hoje em 13,25% ao ano, acrescida de 6%. O prazo para começar a pagar o empréstimo é de 11 meses.

Prazo

De acordo com o Ministério da Economia, a data de contratação da operação de crédito segue até 31 de dezembro de 2024. Até lá, o governo estima que R$ 50 bilhões possam ser emprestados para os pequenos negócios.

Para obter o empréstimo, os empresários precisam compartilhar com a instituição financeira de sua preferência os dados de faturamento de suas empresas. Feito isso, o empresário estará apto a negociar o empréstimo junto ao banco. Caso o banco não esteja listado na relação de possíveis destinatários, o dono de uma empresa deve entrar em contato com a agência bancária e verificar a previsão de adesão ao sistema.

O compartilhamento é feito de forma digital, por meio do portal e-CAC, no site da Receita Federal. Basta clicar em “Autorizar o compartilhamento de dados”.


Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Programa do Sebrae com a Sict dá um “empurrão” às startups

0 0
Read Time:1 Minute, 20 Second

Indicar os melhores caminhos do desenvolvimento e assim dar um empurrão para o crescimento às jovens startups de Barueri. Este é o objetivo da parceria firmada entre o Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com seu programa Start, a Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e a Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho (Sict) da Prefeitura.

São 10 vagas para as startups da cidade e as inscrições podem ser feitas AQUI até 15 de junho. O programa é gratuito e tem por foco promover mentorias e acompanhamentos on-line aos empreendedores participantes. 

Além disso, o programa do Sebrae prevê a realização de meetups, que são encontros com públicos de interesse em relação aos negócios das startups.

Possibilidade de crescimento
Conforme o programa, as startups escolhidas para participar da iniciativa terão três meses de atividades, que vão desde o apoio de um “head” de aceleração (agente, gestor ou mentor voltado para avaliar o desempenho da empresa e dar direcionamento aos novos negócios) até a possibilidade de conexão com especialistas do mercado e com os principais atores do chamado ecossistema de inovação da região.

“Esperamos contribuir para dar um impulso para as startups aqui da cidade, buscando sempre as melhores parcerias. E a iniciativa do Sebrae vem justamente neste sentido”, disse o secretário de Indústria, Comércio e Trabalho, Joaldo Macedo Rodrigues, o Magoo.

Além disso, as empresas de inovação participantes terão acesso ao CASE 2022 – Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, que vai acontecer em 17 e 18 de novembro no Transamérica Expo Center, em São Paulo.


Fonte/foto: SECOM-Barueri

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
erro: