GWM transforma Cajamar em polo estratégico e eleva eficiência logística no Brasil

0 0
Read Time:2 Minute, 13 Second

A GWM tem consolidado sua operação no Brasil com avanços relevantes em logística e pós-venda, tendo como base o Centro de Distribuição de peças instalado em Cajamar, na Grande São Paulo. Prestes a completar três anos de funcionamento, a unidade reforça o papel do município como um dos principais polos logísticos do país e sustenta a expansão da montadora no mercado nacional.

Inaugurado em abril de 2023, pouco antes do início das vendas no Brasil, o centro foi estruturado para acompanhar o crescimento da marca desde o início das operações. O planejamento antecipado permitiu à empresa desenvolver um modelo logístico escalável, focado em garantir eficiência e disponibilidade de peças.

Em três anos, a área operacional do CD foi ampliada de menos de 1.000 m² para mais de 8.000 m². Em 2025, a GWM atingiu um índice de disponibilidade de peças de 98% para seus seis modelos comercializados no país — Haval H6 e H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07 —, superando a média nacional do setor, estimada em 93%.

A operação também se destaca pela capacidade de atendimento à rede de concessionárias, que hoje soma 131 lojas em todo o Brasil. O sistema conta com expedições diárias e soluções específicas para demandas urgentes, incluindo transporte aéreo com prazo de até 48 horas.

“Em casos críticos, conseguimos enviar uma peça para Manaus em até dois dias, garantindo agilidade e confiabilidade no atendimento”, afirma Thiago Potenza, diretor de Planejamento de Vendas, Importação e Logística da GWM Brasil.

Atualmente, o centro mantém um inventário superior a 800 mil itens, avaliados em cerca de R$ 85 milhões. Entre os diferenciais está o estoque completo de baterias de alta voltagem para todos os veículos híbridos e elétricos da marca. A expectativa é de que, com a chegada de novos modelos ao mercado brasileiro, a operação registre crescimento ainda mais significativo até o fim de 2026.

A escolha de Cajamar como sede do centro logístico foi estratégica. O município oferece acesso rápido às principais rodovias do estado de São Paulo, além de proximidade com aeroportos como Guarulhos e Viracopos e com o Porto de Santos, por onde chegam as peças importadas da China. Essa infraestrutura contribui para uma cadeia de suprimentos mais ágil e eficiente.

Outro destaque é a adoção de práticas sustentáveis na distribuição. Desde 2023, parte das entregas na Grande São Paulo é realizada com caminhões elétricos, reduzindo a emissão de poluentes. A operação é conduzida pela DSV, parceira logística da GWM no Brasil.

Com esses resultados, Cajamar se consolida como um dos principais hubs logísticos do país, atraindo investimentos e fortalecendo sua posição estratégica no setor.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Reprodução/Cajamar

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

SP lança campanha para combater comércio ilegal de peças com origem no crime

0 0
Read Time:5 Minute, 18 Second

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) lança mais uma campanha de conscientização popular por um trânsito mais seguro e para a preservação de vidas. A partir do conceito “Quem compra peças ilegais paga o preço pelo crime”, a iniciativa quer sensibilizar e educar a sociedade sobre os riscos do comércio ilegal das chamadas “peças de sangue”, obtidas a partir do roubo e furto de veículos.

Criada pela agência Artplan, a campanha inclui três filmes, banners eletrônicos e spot de rádio. A veiculação que começou no último dia 9, é em emissoras abertas de televisão e de rádio, além de redes sociais e ambientes acessíveis ao público, como os canais do Disque Denúncia. Mobiliário urbano, na capital e no interior, também farão o alerta sobre o tema e o convite à população para denunciar as vendas irregulares.

Os filmes projetam imagens de anúncios de comercialização de autopeças (como central multimídia e roda de liga leve) enquanto, ao fundo, simulam sons de crimes envolvendo veículos. Na medida em que o sangue das vítimas é respingado nas peças, os preços de venda anunciados vão sendo reduzidos.

A mensagem reforça a ideia de que o valor abaixo dos de mercado das “peças de sangue” só é praticado porque a origem do item é criminosa. O preço a ser pago, muitas vezes, é o da vida de quem sofreu o roubo do veículo, por exemplo. Neste contexto, o consumidor que compra esse tipo de peça acaba alimentando o mercado do crime.

Os filmes também incentivam as pessoas a conferirem a procedência da peça nos canais oficiais do Detran-SP antes da compra, além de denunciarem situações suspeitas e ilegais pelo Disque Denúncia 181. No spot de rádio, o conceito é o mesmo, com anúncios das promoções de preços dos itens sendo substituídos pelos sons de roubo do veículo.

As peças impressas ou eletrônicas (banners) adotam o mesmo mote criativo a partir do slogan “Quem compra peças ilegais paga o preço pelo crime”. Entretanto, em vez da queda progressiva do preço cobrado, simulam anúncios de peças em promoção, nas quais o preço original do item, na média do mercado, é riscado e substituído pela “oferta” de roubo, assalto ou latrocínio. Além disso, também destacam o canal do Disque Denúncia 181, para acolher denúncias dos cidadãos sobre atividades suspeitas ou irregulares no comércio de autopeças.

“Todas as vezes em que se compra uma peça de maneira ilegal há a grande probalidade de que ela, de fato, esteja ‘suja de sangue’, pois pode ser produto de um furto ou de um latrocínio. No mínimo, alguém foi lesado para que ela seja vendida ilegalmente, mais barata. Essa peça pode ter custado a vida de alguém”, ressalta o diretor-presidente do Detran-SP, Eduardo Aggio.

A Secretaria da Segurança Pública também reconhece a importância de um alerta oficial à população sobre essa prática criminosa. “A campanha se faz fundamental para conscientizar a população sobre seu papel no combate à criminalidade. Quem adquire um produto ilegal alimenta toda uma cadeia criminosa que tem início nos furtos e roubos, passando pelos desmanches clandestinos, por meio do crime de receptação. Ou seja, a iniciativa ajuda a coibir essas práticas e contribui com o trabalho já realizado pela Polícia Civil, a qual promove operações constantes, visando identificar e deter os autores desses delitos”, destaca o delegado Danilo Alexiades, integrante da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas – Divecar, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Mercado de autopeças usadas e o monitoramento pelo Detran-SP

O mercado ilegal de autopeças faz novas e constantes vítimas, pois é o crime que abastece seu estoque. A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo registrou de janeiro a abril de 2024, 9.685 casos de roubos e 30.283 de furtos de veículos.

Exatamente para coibir essas práticas ilegais, desde 2014, com a instituição da Lei n° 12.977, o Detran-SP é o responsável por regular e coordenar a atividade do mercado de veículos automotores terrestres. Atualmente, o órgão autoriza apenas três segmentos de empresas credenciadas a venderem autopeças, como empresas de comércios, recuperadoras e desmontadoras de veículos e peças, desde que devidamente regularizadas e credenciadas. Além da autorização do Departamento de Trânsito, os desmontes também precisam da certificação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) para funcionarem regularmente.

Atento ao funcionamento do mercado de autopeças, a meta do Detran-SP é mais que triplicar as ações contra os chamados desmanches clandestinos em todo o estado, até fim de junho: 850 neste primeiro semestre, contra 249 no ano passado, um aumento de 241%.

O comércio legalizado de autopeças usadas no estado de São Paulo prevê a etiquetagem de cada item com um código de barras, monitorado pelo Detran-SP. Os itens registrados ficam disponíveis para consulta (até a venda) em sistema – que indica também os desmontes cadastrados onde uma determinada peça pode ser encontrada no estado. Estão em estoque atualmente 8,16 milhões de peças usadas de veículos, devidamente seriadas, das quais 1,48 milhão foram lançadas em sistema nos últimos 12 meses, 138.505 delas no último mês.

O Detran-SP mantém 1.114 empresas credenciadas para a venda de autopeças usadas, sendo 865 desmontes legais e 138 recuperadoras. Nesta lista, constam 16 recicladoras, que não podem vender autopeças individualmente, apenas carcaças ou carros compactados e prensas.

A lista de desmontes credenciados e a busca por autopeças podem ser encontradas no link https://www.detran.sp.gov.br/wps/portal/portaldetran/cidadao/veiculos/servicos/autopecas.

Leia também: Comissão de Saúde da Alesp aprova requerimento para ouvir operadoras de planos de saúde


Fonte: Governo de SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: