Operação integrada combate lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis em São Paulo

0 0
Read Time:1 Minute, 19 Second

A Polícia Militar e o Ministério Público de São Paulo deflagraram, nesta quinta-feira (25), a Operação Spare para cumprir 25 mandados de busca e apreensão na capital e cidades da Grande São Paulo, Baixada Santista e Vale do Paraíba. 

A ofensiva atinge uma organização criminosa estruturada que atuava na exploração de jogos de azar, na comercialização de combustíveis adulterados e na prática de lavagem de dinheiro por meio de uma fintech.

A investigação revelou que máquinas de cartão apreendidas em casas de jogos clandestinos, em Santos, estavam vinculadas a postos de combustíveis. O cruzamento das informações financeiras demonstrou que os valores eram desviados para uma instituição de pagamento, utilizada para ocultar a origem ilícita e movimentar recursos milionários. A apuração também identificou vínculos da rede criminosa com empresas do setor hoteleiro, postos de combustíveis e instituições de pagamento que mantinham contabilidade paralela, dificultando o rastreamento dos recursos.

A ação mobiliza mais de 110 policiais militares do Comando de Choque de São Paulo e unidades especializadas para cumprimento das ordens judiciais. Participam ainda agentes da Receita Federal, integrantes do Ministério Público e equipes da Secretaria da Fazenda e da Procuradoria-Geral do Estado.

A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto, que desmantelou um esquema semelhante no setor de combustíveis com participação de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Operação Spare reforça a atuação conjunta entre órgãos de investigação, controle e forças de segurança para enfrentar atividades ilícitas complexas que afetam diretamente os consumidores e a economia formal do país.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Fonte/foto: SSP-SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Sindicato dos Delegados repudia assassinato de ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes em Praia Grande

0 0
Read Time:3 Minute, 7 Second

O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) manifestou pesar e indignação pelo assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, ocorrido na noite desta segunda-feira (15) em Praia Grande, na Baixada Santista. Fontes, de 63 anos, foi executado a tiros enquanto atuava como secretário municipal de Administração da cidade.

Reconhecido por sua atuação firme no combate ao crime organizado, especialmente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), Ruy acumulava histórico de ameaças de morte da facção criminosa. O Sindpesp afirmou que o homicídio expõe a fragilidade do tratamento dado pelo governo estadual aos policiais civis e reforça a necessidade urgente de valorização da instituição, com mais contratações, investimentos em estrutura e equipamentos.

“O crime que vitimou o ex-delegado-geral é uma afronta às Forças de Segurança e ao Estado de São Paulo, não podendo ficar impune, sob risco de abalar a credibilidade de todo o sistema de segurança pública”, destacou a entidade em nota oficial.

Ruy Ferraz Fontes ingressou na Polícia Civil em 1988 e passou por diversos setores da corporação até assumir o cargo de delegado-geral, que exerceu entre 2019 e 2022. Além da experiência administrativa, foi professor de Investigação Policial na Academia de Polícia Civil por 11 anos, sendo considerado referência na área.

O Sindpesp classificou a morte como uma perda irreparável para a instituição e pediu resposta rápida das autoridades para identificar e punir os responsáveis.

Confira a Nota Oficial do Sindpesp:

SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO (SINDPESP) – EXECUÇÃO DO EX-DELEGADO-GERAL DE SP, RUY FERRAZ FONTES
 
O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) recebeu com pesar, indiscutível perplexidade e indignação a notícia do bárbaro homicídio praticado contra o ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes, na noite desta segunda-feira (15/9), em Praia Grande-SP, município da Baixada Santista.
 
Ruy Ferraz Fontes destacou-se na carreira de delegado de Polícia como um dos principais expoentes no combate ao crime organizado, com reconhecida atuação contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) – o que, por outro lado, lhe rendeu histórico de ameaças de morte por parte da organização.

 
A ação que resultou na execução de Ruy Ferraz Fontes, o qual, há poucos anos, ocupou o cargo de comando máximo da Polícia Civil bandeirante, escancara a forma como o Governo do Estado de São Paulo cuida de seus policiais mais dedicados, ao mesmo tempo em que torna gritante a necessidade de a Polícia Civil ser melhor tratada, com efetiva valorização de seus profissionais, mais contratações e aumento nos investimentos em estrutura física e de materiais.
 
É, afinal, a Polícia Civil a responsável pela investigação das organizações criminosas. Por consequência, se o Governo do Estado permite que a instituição se enfraqueça, como São Paulo tem feito nas últimas décadas, o crime organizado, inevitavelmente, ganhará espaço.

 
Para o Sindpesp, o homicídio do ex-delegado-geral, da forma como ocorreu, revela-se uma grande afronta às Forças de Segurança, à máquina pública e ao Estado de São Paulo, não podendo ficar de maneira alguma impune, sob pena de que todo o sistema de Segurança Pública caia em descrédito.
 
Por fim, importante reforçar que a Polícia Civil sofreu, nesta segunda-feira, perda irreparável. Tendo iniciado a carreira na Polícia Civil em 1988, Ruy Ferraz Fontes atuou em diversos setores da instituição até ser alçado a delegado-geral, cargo que exerceu de 2019 a 2022. Com bagagem de 11 anos também na área docente, foi professor de Investigação Policial na Academia da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
 
Aos 63 anos, atualmente aposentado, atuava como secretário municipal de Administração da Prefeitura de Praia Grande.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Reprodução

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Integrante de facção criminosa é preso pela Polícia Militar em Osasco

1 0
Read Time:36 Second

A Polícia Militar, por meio do 5º Batalhão de Ações Especiais (Baep), prendeu, nesta quinta-feira (10), um integrante de uma facção criminosa, que estava foragido por roubo a banco, extorsão mediante sequestro e porte ilegal de arma de fogo.

Durante a Operação Impacto, os policiais realizavam patrulhamento no Jardim Piratininga, em Osasco, quando receberam informações sobre o paradeiro do suspeito. Nas buscas, os policiais encontraram o homem em uma avenida da zona norte da cidade.

A ocorrência foi encaminhada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), responsável por investigar e reprimir o crime organizado, e registrada

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Fonte/foto: SSP-SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

PF identifica plano para resgate de líderes criminosos em presídios

0 0
Read Time:1 Minute, 6 Second

Com base em informações sobre um possível plano de resgate de líderes de organização criminosa presos nas penitenciárias federais de Brasília e de Porto Velho (RO), a Polícia Federal e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) deflagraram hoje (10) a Operação Anjos da Guarda.

O desmantelo do plano de resgate conta com a participação de 80 policiais federais, que estão cumprindo 11 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal; em duas cidades do Mato Grosso do Sul (Campo Grande e Três Lagoas); e em três municípios paulistas (São Paulo, Santos e Presidente Prudente).

Segundo a PF, o plano contava com uma rede de comunicação estabelecida com advogados, que extrapolavam suas atividades legais ao transmitir tanto as cobranças dos custodiados quanto o retorno de mensagens dos criminosos envolvidos no resgate.

Além da tentativa de resgate dos presos, o grupo pretendia implementar outras ações, como o sequestro de autoridades, na tentativa de viabilizar a soltura de criminosos.

“Para organizar as atividades ilícitas, os investigados se valiam dos atendimentos e das visitas em parlatório, usando como códigos para a comunicação situações jurídicas que, comprovadamente, não existiam de fato”, informaram os investigadores.


Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Foto: Arquivo/Polícia Federal

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: