A Polícia Militar prendeu em flagrante, na tarde desta segunda-feira (16), um homem acusado de vender brigadeiros contendo maconha durante um bloco de Carnaval realizado no Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista.
A prisão ocorreu após monitoramento aéreo feito com drones integrados ao Programa Muralha Paulista. As imagens, transmitidas em tempo real, permitiram que os operadores identificassem o suspeito oferecendo os doces aos foliões no local do evento.
Com a constatação da atividade suspeita, uma equipe do 12º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (12º BPM/M) foi acionada e realizou a abordagem. Segundo a PM, durante a ação o homem confessou que adicionava cerca de um grama de maconha em cada brigadeiro produzido para comercialização.
Na revista pessoal e na vistoria do veículo utilizado pelo suspeito, que estava estacionado nas proximidades do parque, os policiais encontraram diversos doces já preparados para venda. Também foram apreendidas 16 porções de flores de maconha fracionadas e prontas para comercialização.
Todo o material foi recolhido e encaminhado para perícia. O homem foi levado ao 27º Distrito Policial, onde permaneceu à disposição da Justiça. Ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
A parceria da Prefeitura de São Paulo com a Coca-Cola FEMSA Brasil realizou na noite de domingo (27) a inauguração da árvore de Natal de São Paulo no Parque Villa-Lobos com festa, chegada do Papai Noel, show de Fafá de Belém e a participação de grande público.
A estrutura da árvore tem 52 metros de altura por 22,2 metros de diâmetro com uma estrela brilhante no topo, decoração que remeterá às raízes natalinas e a atração inédita Casa do Papai Noel, espaço instagramável que reforça que o Natal sempre encontra o caminho para unir as pessoas.
A estrutura da árvore tem 52 metros de altura por 22,2 metros de diâmetro. Foto: Divulgação/SECOM-Pref. de São Paulo
Com móveis de madeira e decorações típicas em vermelho, a Casa do Papai Noel conta com quarto de presentes, cozinha com ceia natalina e a tradicional poltrona do bom velhinho. Repleta de enfeites característicos da época, o lar natalino também conta com a presença de soldadinhos, ursos polares e de pelúcia, tudo iluminado com muitas bolas de todos os tamanhos.
Os 50 anos de Grandes Prêmios de Fórmula 1 no Brasil serão celebrados com uma exposição no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A exposição que teve início nesta terça-feira (18) e irá até 20 de novembro, no Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, popularmente conhecido como Oca, está repleto de carros, capacetes, troféus e outros objetos que fazem parte da história da categoria no país. São 180 itens no total e um público esperado de 200 mil pessoas.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, participou da abertura da exposição e destacou a relação da cidade com a Fórmula 1. “O Grande Prêmio São Paulo é motivo de orgulho para a capital. São quase 10 mil empregos gerados e movimentação econômica de R$ 960 milhões no período de corrida. O nosso esforço será sempre para que o evento seja cada vez maior e melhor”, disse.
Ricardo Nunes, ao elogiar a iniciativa de se comemorar os 50 anos da F1 e do campeonato de Emerson Fittipaldi, pediu, aos organizadores, que os estudantes das três escolas municipais com melhores notas no último IDEB possam visitar a Exposição como forma de reconhecimento aos esforços em busca do resultado alcançado na avaliação.
Os fãs de F-1 poderão ver de perto carros icônicos, como a Williams de Nelson Piquet, a Jordan de Rubinho Barrichello, a Ferrari de Felipe Massa e a Renault de Giancarlo Fisichella. Além disso, também estarão expostos o macacão e o capacete utilizados por José Carlos Pace em sua única vitória, no GP de 1975, e o troféu recebido por ele.
A sapatilha e o macacão vestidos por Ayrton Senna no GP de 1993, além da saudosa lotus do início da carreira do tricampeão mundial, também estão na lista de atrações da exposição. O evento contará com um “túnel do tempo” que exibirá fotos de todos os grandes prêmios brasileiros, projeto organizado por Beto Issa, fotógrafo oficial do GP de São Paulo. A agenda inclui, ainda, entrevistas com personalidades do automobilismo, jovens pilotos e engenheiros.
Um dos objetivos da exposição na Oca é aproximar o público da Fórmula Um, principalmente os mais jovens, afirma o CEO do GP, Alan Adler. “O evento é o ponta pé inicial para que a cidade seja tomada pelo clima da corrida durante o mês de novembro. Teremos outras agendas fora do Autódromo de Interlagos”, revelou Alan Adler.
As entradas para visitar a exposição entre quarta e sexta-feira serão vendidas a R$ 50. Às terças-feiras, o acesso será gratuito. Em sábados e domingos, o preço sobe para R$ 150, valor que compreende a participação no Garage-Fest com DJs e telão para assistir às corridas restantes do Mundial de Fórmula 1 2022: GP do México, GP dos EUA, GP São Paulo e GP de Abu Dabi.
A exposição funcionará de terça-feira a domingo, das 10h às 21h. Cada grupo de visita é limitado a 200 pessoas e tem duração de 60 minutos. Parte da renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto Ayrton Senna.
História
O primeiro GP brasileiro foi realizado em Interlagos, no dia 30 de março de 1972. Na ocasião, o pódio foi formado pelo argentino Carlos Reutemann, o suíço Ronnie Peterson e o piloto da casa, Wilson Fittipaldi, irmão de Emerson, que fez a pole position, mas não completou a prova. Desde então, o Brasil não saiu mais do calendário da Fórmula 1. Em 1978 e no período de 1981 a 1989, a prova foi realizada em Jacarepaguá. A partir de 1990, Interlagos foi palco de todas as corridas.