Rede quer Marina Silva ao Senado e sinaliza apoio a Haddad em SP

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A executiva da Rede Sustentabilidade em São Paulo manifestou nesta terça-feira (21) a intenção de lançar Marina Silva ao Senado e apoiar Fernando Haddad (PT) ao governo estadual. A sinalização marca um alinhamento político para as eleições e amplia o debate sobre alianças no estado.

O posicionamento também inclui críticas à atual gestão paulista, classificada pela sigla como negativa, e reforça a tentativa de construir uma alternativa política para o próximo pleito.

Segundo a nota, a possível dobradinha entre Marina e Haddad teria como foco a reconstrução de políticas públicas e a preparação do estado para os impactos das mudanças climáticas.

A Rede destacou a trajetória de Marina Silva, apontando a ex-ministra como uma das principais referências políticas e éticas do país, com perfil alinhado a temas ambientais e sociais.

Em relação a Haddad, o partido afirmou que sua pré-candidatura representa um campo político voltado à responsabilidade econômica e à ampliação de políticas sociais.

O movimento indica articulações antecipadas para o cenário eleitoral em São Paulo, que deve reunir diferentes forças políticas nos próximos meses.

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Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil

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Furlan será suplente de Márcio França na disputa ao Senado por SP em 2026

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O ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, foi confirmado como primeiro suplente na chapa de Márcio França ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (6) e reforça a composição política do PSB no estado.

A definição consolida uma aliança entre dois nomes experientes da política paulista. França, ex-ministro e ex-governador, lançou sua pré-candidatura após deixar o governo federal dentro do prazo de desincompatibilização.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo conjunto nas redes sociais. Na publicação, França destacou a parceria como estratégica para o estado, enquanto Furlan reforçou o compromisso com o protagonismo de São Paulo no cenário nacional.

Furlan é uma das lideranças mais longevas da região metropolitana, com seis mandatos como prefeito de Barueri. Sua última gestão foi encerrada em 2024, quando transmitiu o cargo a Beto Piteri, aliado político no município.

A entrada de Furlan na chapa amplia o peso eleitoral da candidatura, especialmente na Grande São Paulo, onde mantém forte influência política.

Além de França, o PSB também articula outros nomes para o Senado em São Paulo. A ex-ministra Simone Tebet aparece como pré-candidata, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin foi mantido na chapa presidencial e não deve disputar vaga no Legislativo.

Outro nome no cenário é o da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que também é cotada para a disputa ao Senado por São Paulo, ampliando a concorrência dentro do campo governista.

Com a definição da suplência, a pré-campanha de França ganha estrutura e começa a se posicionar de forma mais clara no tabuleiro eleitoral paulista para 2026.

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Foto: Arquivo/Reprodução

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Haddad lidera disputa pelo Senado em SP, mas cenário ainda é indefinido, aponta pesquisa

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O ministro Fernando Haddad (PT) aparece à frente na disputa pelo Senado em São Paulo, segundo levantamento do Instituto Real Time Big, divulgado nesta segunda-feira (6). A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento simulou quatro cenários distintos para a eleição de 2026, quando os paulistas escolherão dois senadores para representar o estado por oito anos. Em todos eles, Haddad figura entre os mais citados, embora enfrente forte concorrência de nomes ligados à direita.

No primeiro cenário, o petista lidera com 19% das intenções de voto, seguido por Guilherme Derrite (PP), com 16%, e Ricardo Salles (Novo) e Marina Silva (Rede), empatados com 12%. Já Mara Gabrilli (PSD) e Paulo Serra (PSDB) somam 7% cada.

Quando Marta Suplicy (PT) entra na disputa, Haddad mantém a dianteira com 18%, mas Marta empata tecnicamente com Derrite, ambos com 16%. Salles aparece novamente com 12%.

Em um terceiro cenário, com Guilherme Boulos (PSOL), o deputado lidera com 18%, seguido de perto por Haddad (17%) e Derrite (16%), mantendo a polarização entre esquerda e direita.

No quarto cenário, com Eduardo Bolsonaro (PL) entre os candidatos, Haddad segue na frente com 17%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 13%. Marina Silva e Derrite empatam com 12%, seguidos por Salles (10%).

Os votos nulos ou brancos variaram entre 11% e 13%, e os que não souberam ou não responderam, entre 12% e 14%, indicando que o quadro eleitoral ainda está aberto a cerca de um ano da eleição.

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Foto: Washington Costa/MF

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Com Simone Tebet e Marina Silva, Lula fecha a lista de ministros; veja lista completa

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O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciou nesta quinta-feira (29) novos nomes para seu futuro governo, que começará a partir de 1º de janeiro de 2023. A oficialização dos futuros chefes de ministérios aconteceu no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília.

A equipe de transição do petista já havia anunciado que serão 37 ministérios —atualmente, no governo de Jair Bolsonaro (PL), existem 23. Veja os nomes anunciados hoje:

  • Simone Tebet, no Ministério do Planejamento;
  • Marina Silva, no Ministério do Meio Ambiente;
  • Renan Filho, no Ministério dos Transportes;
  • Jáder Filho, no Ministério das Cidades;
  • Carlos Lupi, no Ministério da Previdência;
  • Carlos Fávaro, no Ministério da Agricultura;
  • Alexandre Silveira, no Ministério de Minas e Energia;
  • André de Paula, no Ministério da Pesca e Aquicultura;
  • Paulo Teixeira, no Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar;
  • Daniela do Waguinho, no Ministério do Turismo;
  • Juscelino Filho, no Ministério das Comunicações;
  • Paulo Pimenta, na Secretaria de Comunicação Social;
  • Sonia Guajajara, no Ministério dos Povos Indígenas;
  • General Gonçalves Dias, no GSI (Gabinete de Segurança Institucional);
  • Waldez Góes, no Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional;
  • Ana Moser, no Ministério do Esporte

Ao anunciar Simone Tebet, o petista reconheceu a importância do papel da senadora em sua campanha durante o segundo turno.

“Companheira que teve um papel extremamente importante na campanha. Ela foi adversária nossa no primeiro turno e foi uma aliada extraordinária no segundo”, declarou.

Lula já tinha anunciado outros 21 nomes. Veja a lista:

  • Alexandre Padilha, no Ministério de Relações Institucionais
  • Márcio Macêdo, na Secretaria-Geral da Presidência da República
  • Jorge Rodrigo Araújo Messias, na AGU (Advocacia-Geral da União)
  • Nísia Trindade, no Ministério da Saúde
  • Camilo Santana, no Ministério da Educação
  • Esther Dweck, no Ministério da Gestão
  • Márcio França, no Ministério dos Portos e Aeroportos
  • Luciana Santos, no Ministério de Ciência e Tecnologia
  • Aparecida Gonçalves, no Ministério da Mulher
  • Wellington Dias, no Ministério de Desenvolvimento Social
  • Margareth Menezes, no Ministério da Cultura
  • Luiz Marinho, no Ministério do Trabalho
  • Anielle Franco, no Ministério de Igualdade Racial
  • Silvio Almeida, no Ministério de Direitos Humanos
  • Geraldo Alckmin, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
  • Vinícus Marques de Carvalho, na CGU (Corregedoria-Geral da União)
  • Fernando Haddad, no Ministério da Fazenda
  • Flávio Dino, no Ministério da Justiça
  • Rui Costa, no Ministério da Casa Civil
  • José Múcio Monteiro, no Ministério da Defesa
  • Mauro Vieira, no Ministério das Relações Exteriores

Mais cedo, no Twitter, o presidente eleito afirmou que o novo governo terá muito trabalho e precisará “ter muita competência para reconstruir o país” nos próximos anos.

Líderes do governo

Além dos ministros, Lula anunciou os líderes do governo na Câmara e no Senado: José Guimarães e Jaques Wagner, respectivamente.

“Jaques e Gleisi [Hoffmann] são duas pessoas com quem tive a liberdade de dizer: vocês não serão ministros. O Wagner porque precisava dele no Senado, e a Gleisi porque o partido precisa dela”, falou.

Já o senador Ranfolfe Rodrigues (Rede-AP) será o líder do governo no Congresso.

Leia também:


Fonte: Yahoo Notícias – Foto: Reprodução/Twitter/Lula

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Lula se reúne com Marina Silva para discutir Ministério do Meio Ambiente

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O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne nesta sexta-feira (23) com a deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP). O encontro acontece no hotel onde o petista está hospedado, em Brasília

Os dois conversam para tentar escolher o nome do futuro ministro do Meio Ambiente. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) é uma das candidatas para assumir a pasta, no entanto, só aceita o cargo caso tenha um acordo com Marina.

A deputada eleita pela Rede também é uma das cotadas para comandar a pasta do Meio Ambiente, visto que possui histórico na luta pela preservação ambiental.

As duas apoiaram a candidatura de Lula no segundo turno das eleições e também integraram a equipe de transição do governo eleito.

Caso não seja escolhida para o Meio Ambiente, Tebet pode assumir os ministérios do Planejamento ou Cidades.

Leia também:


Fonte: TV Cultura

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Na COP27, Lula se reúne com enviados do clima dos EUA e da China

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O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou, na noite da segunda-feira (14), a Sharm el-Sheik, no Egito, para participar da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP27).

Nesta terça-feira (15), Lula se reuniu com os enviados especiais para o clima dos Estados Unidos, John Kerry, e da China, Xie Zhenhua, que representam seus respectivos países no encontro.

Leia mais:

O presidente eleito classificou os países como “as duas maiores economias do mundo” em publicação nas redes sociais na qual compartilhou fotos dos momentos.

Veja:

Lula também se reuniu com a deputada federal eleita e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede-SP). Eles discutiram a participação da sociedade civil brasileira na COP27.

“O Brasil voltará a ser referência na questão climática mundial”, escreveu Lula.


Fonte: TV Cultura – Foto: Ricardo Stuckert/Reprodução/Twitter

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Lula recebe apoio de personalidades da sociedade civil

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O candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com personalidades da sociedade civil de diferentes áreas, na tarde desta segunda-feira (10), em São Paulo. O evento reuniu nomes de destaque na economia, educação, meio ambiente, entre outros setores, além de lideranças políticas, empresários e jornalistas.

Após ouvir diversas sugestões, Lula pediu apoio para construir uma “governança política”.  Ele classificou o momento político do país como grave e criticou o presidente Jair Bolsonaro, seu adversário neste segundo turno.  

Outro ponto abordado pelo ex-presidente foi a necessidade de dar materialidade à ideia de democracia, para que a população não perca a esperança nesse modelo de organização da sociedade. “A democracia não é só o povo gritar que tá fome, ele tem que comer. Não é só ele dizer que quer morar, ele tem que morar”.    

O encontro serviu também para que o grupo Derrubando Muros entregasse para a campanha de Lula um manifesto intitulado Agenda Inadiável, que foi elaborado nos últimos três anos por uma centena de intelectuais. O documento de 75 páginas apresenta “propostas de políticas públicas para um Brasil democrático com justiça, prosperidade e esperança” em diversas áreas, como educação, saúde, segurança pública, economia, geopolítica e meio ambiente. O grupo declarou apoio à Lula no segundo turno.

Leia também:


Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert

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Marina Silva diz que é preciso “derrotar Bolsonaro e a semente maléfica do bolsonarismo”

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Marina Silva (Rede Sustentabilidade-AC) anunciou seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência da República em 2022.

Durante um encontro em São Paulo na manhã desta segunda-feira (12), a ex-ministra e senadora também afirmou que é preciso “derrotar Bolsonaro e a semente maléfica do bolsonarismo”.

“Compreendo que, nesse momento crucial da nossa história, quem reúne as maiores e melhores condições para derrotar Bolsonaro e a semente maléfica do bolsonarismo que está se implementando no seio da nossa sociedade, agredindo irmãos brasileiros, ceifando vida de pessoas por pensarem diferente, é a sua candidatura”, apontou.

Ao lado do petista, Marina ainda caracterizou seu apoio “independente” como um “reencontro político e programático”. Ela deixou o PT em 2009 e disputou as eleições para o Palácio do Planalto em 2010, 2014 e 2018 por PV, PSB e Rede, respectivamente.


Fonte: TV Cultura – Foto: Ricardo Stuckert/Direitos Reservados

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