Prazo para alistamento militar obrigatório termina nesta terça-feira (30)

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Os jovens brasileiros do sexo masculino que completam 18 anos em 2026 têm até esta terça-feira (30) para realizar o alistamento militar obrigatório. O procedimento é gratuito e pode ser feito pela internet ou presencialmente em uma Junta de Serviço Militar.

O alistamento pode ser realizado pelo portal oficial do Exército Brasileiro ou na unidade da Junta de Serviço Militar mais próxima da residência do candidato. Para as mulheres, o ingresso nas Forças Armadas é voluntário, mas o prazo de inscrição também termina nesta terça-feira para aquelas que completam 18 anos em 2026 e desejam participar do Serviço Militar Inicial Feminino.

Para realizar o procedimento presencialmente, é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, documento de identidade ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), além de um comprovante de residência atualizado.

Quem perder o prazo pode sofrer restrições

Os jovens que deixarem de realizar o alistamento dentro do prazo precisarão regularizar a situação militar mediante pagamento de multa e poderão enfrentar restrições legais.

Entre as limitações previstas estão a emissão de passaporte, a posse em cargos públicos, a matrícula em instituições de ensino, a participação em concursos públicos e o acesso a determinados benefícios sociais.

Próximas etapas

Após o alistamento, o candidato receberá o Certificado de Alistamento Militar (CAM) e deverá acompanhar sua situação no sistema para verificar se será dispensado ou convocado para as etapas seguintes, que incluem seleção geral, exames médicos, testes físicos e entrevistas.

O Ministério da Defesa estima que mais de 1 milhão de jovens realizem o alistamento em todo o país neste ano.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Brasil tem 6,2 milhões de jovens que não estudam nem trabalham, aponta levantamento

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Um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelou que 6,2 milhões de jovens brasileiros entre 14 e 24 anos estavam fora da escola e do mercado de trabalho no primeiro trimestre de 2026. O grupo, conhecido como “nem-nem”, representa uma das principais preocupações apontadas pelo estudo sobre a juventude no país.

Os dados fazem parte do Diagnóstico da Juventude Brasileira, elaborado com informações do IBGE, da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do eSocial.

Ao todo, o Brasil possui 32,9 milhões de jovens nessa faixa etária. Desse total, 13,9 milhões estavam ocupados, 12,8 milhões apenas estudavam, 9,6 milhões apenas trabalhavam e 4,3 milhões conciliavam estudo e emprego.

Outro dado que chama a atenção é a alta rotatividade no mercado de trabalho. Entre os adolescentes de 14 a 17 anos que trabalham, 52% permanecem menos de um ano no mesmo emprego. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esse percentual é de 38,2%.

Apesar dos desafios, o estudo aponta avanços na escolarização. Atualmente, 73% dos jovens possuem pelo menos o ensino médio, 2,3 milhões frequentam o ensino superior e outros 944 mil já concluíram essa etapa.

A pesquisa também mostra que a taxa de desemprego continua mais elevada entre os jovens do que na média nacional. Entre adolescentes de 14 a 17 anos, o índice é de 25,1%. Já na faixa de 18 a 24 anos, o desemprego atinge 13,8%, enquanto a média nacional é de 5,8%.

Segundo o Ministério do Trabalho, mais da metade dos jovens ocupados possui carteira assinada. Os setores que mais empregam essa população são comércio e serviços, com destaque para vendedores, balconistas, escriturários, recepcionistas e operadores de caixa.

Para o ministério, o desafio agora é ampliar as oportunidades de emprego qualificado, reduzir a rotatividade e criar condições para que mais jovens permaneçam estudando e ingressem no mercado de trabalho com melhores perspectivas de crescimento profissional.

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Foto: Divulgação/PMO

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Barueri cria Parlamento Jovem para estudantes da rede municipal

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Estudantes da rede municipal de Barueri poderão vivenciar na prática o funcionamento do Poder Legislativo por meio do Parlamento Jovem, programa aprovado pela Câmara Municipal e voltado a alunos do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

A iniciativa prevê a realização de eleições simuladas, campanhas nas escolas, votação, diplomação dos eleitos e sessões legislativas que reproduzem o trabalho desenvolvido pelos vereadores.

Jovens terão experiência do processo legislativo

O programa foi criado para aproximar os estudantes da vida pública e apresentar, de forma prática, como funciona o processo de elaboração e discussão de propostas no Legislativo.

Além das etapas eleitorais, os participantes poderão elaborar projetos, defender ideias e participar de debates durante atividades promovidas pela Câmara.

Entre as fases previstas estão a inscrição de candidaturas, campanhas eleitorais nas escolas, votação, apuração dos resultados, posse dos jovens parlamentares e realização de sessões simuladas.

Programa também vai levar educação cidadã às escolas

Além do Parlamento Jovem, os vereadores aprovaram a criação do programa Sementes da Democracia, destinado a alunos do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental da rede pública.

A proposta prevê ações educativas para apresentar aos estudantes o papel do Poder Legislativo, incluindo visitas às escolas, atividades interativas, conteúdos audiovisuais e distribuição de material didático.

Segundo a Câmara, o objetivo é ampliar o conhecimento dos jovens sobre cidadania, participação política e funcionamento das instituições democráticas.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Punir mais ou compreender melhor o caminho dos jovens – por Dra. Vera Resende

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Sempre que há aumento nos índices de criminalidade com a participação de menores de idade, o tema da redução da maioridade penal volta ao debate público. Trata-se de uma questão complexa, longe de alcançar consenso tanto no campo das ciências jurídicas quanto no das ciências sociais. É necessário refletir se as medidas punitivas aplicadas à população adulta têm sido eficazes na redução da criminalidade. Caso fossem, viveríamos em uma sociedade mais segura, com menor incidência de crimes. No entanto, o país apresenta um dos maiores índices de população carcerária do mundo.

É comum recorrer à comparação com modelos estrangeiros, especialmente em momentos de comoção diante de crimes cometidos por adolescentes. No entanto, cada sociedade possui sua própria cultura e organiza suas leis em articulação com políticas públicas de educação, saúde e inclusão social. Esses fatores influenciam diretamente o desenvolvimento de crianças e adolescentes e ampliam as perspectivas de inserção no mercado de trabalho e na vida social. No Brasil, ainda há desafios significativos nesse campo e um longo caminho a ser percorrido. Sociedades que oferecem mais condições de desenvolvimento também estabelecem maiores níveis de exigência. Ainda assim, mesmo países com melhores indicadores sociais enfrentam problemas relacionados à criminalidade juvenil.

Outro ponto recorrente no debate é a tendência de associar a delinquência juvenil à população pobre e periférica. Essa visão simplifica um fenômeno complexo e não se sustenta diante dos fatos. Casos recentes e declarações de autoridades mostram que jovens de diferentes classes sociais também estão envolvidos em atos violentos.

Historicamente, crimes graves foram cometidos por jovens de famílias economicamente favorecidas. Casos emblemáticos, como os de Araceli e Ana Lídia, evidenciam essa realidade. Situações de violência contra pessoas em situação de rua, idosos e animais também ocorreram sem que houvesse a mesma pressão social por medidas extremas como a redução da maioridade penal ou a adoção de penas mais severas.

A violência, em qualquer contexto, produz efeitos que vão além do ato em si. Ela retira a humanidade tanto da vítima quanto do agressor. Em experiências clínicas com grupos de adolescentes em liberdade assistida, foi possível observar trajetórias marcadas pela ausência de orientação familiar, afeto e educação. O trabalho terapêutico em grupo buscava oferecer a esses jovens a possibilidade de se reconhecerem como parte da sociedade e de assumirem responsabilidade por suas próprias trajetórias. Ao entrarem em contato com o outro, puderam resgatar aspectos de sua própria humanidade. Muitos relataram que nunca haviam sido tratados com respeito ou considerados como sujeitos. Uma das falas mais marcantes foi a de um jovem que afirmou que, se tivesse sido reconhecido como alguém digno, talvez não tivesse seguido o caminho do crime. Essas reflexões indicam que o enfrentamento da violência exige mais do que respostas punitivas. É necessário investir na redução das desigualdades, na ampliação do acesso à educação de qualidade e na criação de oportunidades reais de desenvolvimento para crianças e adolescentes. Trata-se de um desafio coletivo que envolve responsabilidade social e compromisso com o futuro.


Dra. Vera Resende – Psicóloga clínica (CRP 06-2353), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Com sólida trajetória acadêmica, foi professora e supervisora de estágio clínico na Unesp, ministrou aulas na pós-graduação, orientou teses, integrou grupos de pesquisa e coordenou cursos de especialização e extensão. Atuou no Instituto Sedes Sapientiae, participando de seminários e publicações na área de psicanálise da criança. Atualmente, mantém consultório próprio, oferecendo atendimentos, supervisão clínica e aperfeiçoamento para psicólogos iniciantes.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Mais da metade da população pratica atividades físicas, mas adesão entre jovens recua em 2025

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Estudo da Fundação Seade mostra que 55% da população no estado de São Paulo afirma praticar exercícios em 2025, 16 pontos percentuais acima do registrado em 2019 (39%). A pesquisa ouviu moradores de todas as regiões do estado por meio de entrevistas remotas realizadas em setembro de 2025.

“Os dados revelam que o hábito de se exercitar está consolidado entre boa parte da população, mas ainda há desafios em segmentos com menor renda e escolaridade, especialmente entre os mais jovens”, destaca o estudo da Fundação Seade.

A adesão é maior entre homens (61%) do que entre mulheres (52%), e cresce conforme aumentam a escolaridade e a renda familiar. Já entre os jovens de até 29 anos, houve queda de oito pontos percentuais na prática de atividades físicas, entre 2024 e 2025 (61% para 53%), o maior recuo entre os grupos etários. A redução pode estar associada ao arrefecimento de comportamentos saudáveis estimulados no período pós-pandemia, acrescido pela retomada das atividades presenciais de estudo e trabalho.

Pessoas 60+ lideram avanço

Em sentido oposto, destaca-se o avanço entre pessoas com 60 anos ou mais, cuja adesão passou de 33%, em 2019, para 52% em 2025, o que representa 19 pontos percentuais de crescimento. A pesquisa indica que esse público demonstra maior conscientização sobre os benefícios do autocuidado e da manutenção da funcionalidade física, associada à maior disponibilidade de tempo. Nesse estrato da população, os problemas de saúde continuam sendo o principal motivo para a não prática de exercícios.

No interior paulista, a proporção de praticantes (58%) é superior à da Região Metropolitana de São Paulo (52%). Entre os que se exercitam, oito em cada dez afirmam realizar atividades duas ou mais vezes por semana, e três em cada dez dedicam aos treinos mais de uma hora diária. Esses índices refletem a percepção consolidada sobre os benefícios da regularidade da prática de exercícios.

Por outro lado, 45% da população ainda não pratica atividades físicas, e as principais razões incluem problemas de saúde (39%), falta de tempo (25%) e ausência de locais adequados (14%).

O estudo também mostra que um terço dos entrevistados (33%) considera suficientes as instalações esportivas em seu bairro e 47% identifiquem a existência de centros esportivos ou quadras públicas perto da sua moradia, embora apenas 32% os utilizem. Esses espaços, segundo o levantamento, são mais usados por pessoas de menor renda familiar, o que reforça a importância da oferta de equipamentos públicos para incentivar hábitos saudáveis.

Sobre o Seade

Há mais de 40 anos, a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) é referência nacional na produção e disseminação de informações e análises socioeconômicas e demográficas sobre o Estado de São Paulo.

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Fonte/foto: GESP

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Adolescentes mentem? – por Dra. Vera Resende

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Recebi a mensagem de uma mãe preocupada em saber como lidar com filhos adolescentes que mentem. Essa questão nos leva a refletir sobre a forma como a comunicação se desenvolve entre os membros da família. Uma distorção nesse processo pode gerar dificuldades desde a infância e tende a se agravar na adolescência.

É fundamental instaurar hábitos de abordagem respeitosa, se o objetivo for o respeito mútuo, com transparência e coerência entre discurso e comportamento. Quem não conversou com a criança dificilmente conseguirá dialogar com o adolescente, nem obterá respostas, se nunca demonstrou interesse sincero pelo cotidiano dos filhos. Já ouvi no consultório jovens manifestarem irritação e estranhamento diante do interesse tardio de pai ou mãe. É na construção do diálogo respeitoso e acolhedor que os pais conseguem distinguir a omissão da verdade da mentira.

Na omissão de um acontecimento ou experiência, o adolescente apenas não relata detalhes ou todo o evento, por inibição, receio ou medo. Isso acontece porque ele começa a construir seu próprio universo e nem todas as experiências serão compartilhadas, já que deseja garantir sua privacidade. Já a mentira envolve a substituição da verdade por uma narrativa inventada, que exige enredos entrelaçados. É mais grave e requer atenção. Daí a importância de estabelecer confiança mútua, por meio de um espaço emocional suficientemente acolhedor para permitir as manifestações do filho.

Vale ressaltar que as mentiras se organizam em torno do sistema de valores da família. Adultos que mentem na frente dos filhos autorizam, ainda que indiretamente, que eles repitam esse comportamento. Envolvê-los em situações mentirosas, mesmo as aparentemente inofensivas, pode gerar atitudes reprováveis no futuro. Crianças percebem, por exemplo, quando adultos dão um “calote” em alguém, ou quando são chamadas à cumplicidade em pequenos delitos dos pais, com frases como:

“Não conte que eu comprei…”
“Não conte que vi ou falei com tal pessoa.”
“Não conte que fui a tal lugar.”
“Me ajude a esconder…”

No outro extremo, a rigidez excessiva também pode obstruir o canal de comunicação. Famílias muito restritivas e autoritárias encontram maior dificuldade para dialogar e, muitas vezes, não sabem ouvir o que o jovem tem a dizer. Nesse contexto, adolescentes podem mentir sobre qualquer experiência pessoal, desde o desempenho escolar até acontecimentos cotidianos.

Adolescentes tendem a mentir quando não confiam nos pais, quando não existe espaço para diálogo e quando, em vez de respeito, sentem medo. O autoritarismo e o desrespeito às individualidades são grandes vilões da interação familiar.

A autoridade paterna existe por si só, não precisa ser conquistada nem imposta. Quando os pais são inseguros, recorrem ao autoritarismo, que se expressa em gritos, punições desproporcionais e indiferença ao estágio de desenvolvimento dos filhos. Essas atitudes promovem distanciamento e confronto.

A adolescência é uma fase natural de questionamento de valores e princípios. Invariavelmente, os pais se sentem desafiados pelas questões colocadas pelos filhos e, muitas vezes, reagem com temor. Nesses casos, é recomendável buscar ajuda profissional antes que a situação fuja ao controle.


Dra. Vera Resende – Psicóloga clínica (CRP 06-2353), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Com sólida trajetória acadêmica, foi professora e supervisora de estágio clínico na Unesp, ministrou aulas na pós-graduação, orientou teses, integrou grupos de pesquisa e coordenou cursos de especialização e extensão. Atuou no Instituto Sedes Sapientiae, participando de seminários e publicações na área de psicanálise da criança. Atualmente, mantém consultório próprio, oferecendo atendimentos, supervisão clínica e aperfeiçoamento para psicólogos iniciantes.


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Parceria entre Prefeitura de Santana de Parnaíba e Escola da Nuvem prepara jovens para ao mercado

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Uma parceria inédita entre a Prefeitura de Santana de Parnaíba e a Escola da Nuvem, por meio das Secretarias da Casa Civil e de Educação, visa preparar estudantes para carreiras de Cloud Computy (computação em nuvem) e conectá-los a empregadores do setor. A apresentação do projeto piloto foi realizada na última segunda (1/7) no auditório do Centro Administrativo Bandeirantes (CAB), para 92 alunos do 1º ao 3º ano.

Na ocasião, coordenadores da organização sem fins lucrativos revelaram ser a primeira parceria com um órgão público, por reconhecerem o trabalho desenvolvido pelo município, e falaram sobre objetivos e metodologia do curso. Para conquistar uma das 70 vagas, 35 por turma, o interessado passará por um processo seletivo. O curso começa a partir de 19/8, de 2ª a 6ª, no horário do contraturno escolar. 

Antes de fechar parceria com a Prefeitura de Santana de Parnaíba, a Escola da Nuvem, que tem como missão transformar vidas através da tecnologia, revelou que contabiliza uma série de conquistas no setor privado. Entre elas, alunos formados nas faculdades, e um percentual de 50% de empregabilidade com salário inicial de R$ 2.200,00, ultrapassando valores acima da média nacional.

Conteúdo, empregabilidade, qualidade de vida da população

Com um conteúdo programático incluindo aulas práticas e teóricas, o curso forma profissionais para atuação em plataformas e programas como Linux, segurança de dados, criptografia, programação Python, fundamentos e redes, com direito à certificação digital AWS Certified Cloud Practitioner (Amazon Web Services), plataforma da nuvem mais adotada e abrangente do mundo.

Ainda na composição do conteúdo revelado, o curso também prioriza as habilidades comportamentais do soft skills (proatividade, curiosidade, inteligência emocional, metodologia de aprendizado contínuo), consideradas de grande diferencial tanto para atuação no mercado de trabalho quanto para melhoria da qualidade de vida.

Além do curso gratuito, a parceria entre a Prefeitura e a Escola da Nuvem vai oferecer aos alunos selecionados o pagamento da certificação (que gira em torno de 100 dólares), e cartão de transporte para deslocamento no contraturno escolar. O local das aulas será informado pela prefeitura, após o preenchimento das vagas. Os interessados que não assistiram a apresentação do projeto piloto devem aguardar as próximas oportunidades.

Leia também: Santana de Parnaíba terá unidade para atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista


Fonte: SECOM-PMSP

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Consumo excessivo de energético por parte dos jovens pode causar problemas físicos e mentais

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Crianças e jovens que consomem bebidas energéticas em excesso podem ter problemas físicos, mentais e comportamentos de risco.

Uma revisão mais abrangente sobre o produto foi publicada na revista Public Health. Ela foi feita com base em 57 estudos com mais de um milhão de crianças de 21 países. Os meninos são os que mais consomem bebidas energéticas.

O uso excessivo do produto traz aumento do risco de suicídio, sofrimento psicológico, sintomas de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, comportamentos depressivos e de pânico.

Há também uma forte associação entre o uso de energéticos e consumo excessivo de cigarro, álcool e outras substâncias. O estudo também constatou efeitos negativos sobre o sono e o desempenho na escola.

Também foram observados problemas de saúde relacionados ao excesso de açúcar, como cáries, diabetes tipo 2 obesidade.

Leia também: Preço médio do aluguel avançou 16,16% em 2023, aponta Índice FipeZap


Fonte: TV Cultura – Foto: Unsplah

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Trabalhadores da Fundação Casa de São Paulo mantém greve

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Os trabalhadores da Fundação Casa decidiram manter a greve por falta de acordo na campanha salarial deste ano, além de reivindicarem segurança nos locais de trabalho para a categoria.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Fundações Públicas de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente em Privação de Liberdade do Estado de São Paulo (Sitsesp) divulgou carta aberta à população no último sábado (6), pedindo apoio da população e comunidade política para valorização dos trabalhadores.

Segundo a carta, em duas reuniões de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a Fundação Casa “de forma intransigente” não levou novas propostas para a categoria.  “O governo do estado e a gestão da Fundação Casa vem negligenciando os pedidos reais da categoria, e com isso, colocando em risco a segurança dos trabalhadores bem como, daqueles adolescentes que se encontram internados nos 116 Centros e Unidades da Fundação CASA espalhados por todo estado”, diz a carta.

Entre as demandas, os trabalhadores pedem valorização nas carreiras, segurança no local de trabalho, reposição salarial que contemple os anos de perda e desvalorização do poder de compra dos salários, manutenção das cláusulas sociais e execução do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS).

A entidade aponta ainda morte, agressões e adoecimento do trabalhador do sistema socioeducativo como consequência de uma gestão “pautada na ausência de políticas públicas para o sistema socioeducativo.”

Apesar da manutenção da paralisação, o sindicato afirma que o movimento está respeitando a decisão liminar da Justiça quanto à garantia de que 80% do efetivo continue trabalhando. Em caso de descumprimento, o sindicato deverá pagar multa de 200 mil reais por dia.

A Fundação Casa disse, em nota divulgada ontem (7), que verifica cotidianamente que o efetivo mínimo não é mantido pelo sindicato, o que obriga a instituição a realizar revezamento entre a equipe de gestores.

Início da greve

Em 29 de abril, a categoria decidiu em assembleia, por unanimidade, entrar em greve a partir de 0h da última quarta-feira (3) por falta de acordo com o governo na campanha salarial deste ano. Até aquele momento, a proposta de reajuste salarial era 5,75%.

No dia 2 de maio, houve reunião entre sindicato e governo, em que foi proposto um índice de 6% sobre a remuneração e todos os benefícios dos servidores – vale refeição, vale-alimentação e auxílios creche e funeral, com pagamento a partir do mês de junho. Nova assembleia naquele dia rejeitou a proposta e manteve a decisão de entrar em greve.

Segundo a Fundação Casa, entre os anos de 2018 e 2022, foi concedido 18,91% de reajuste para os servidores, também incidente sobre os benefícios do vale refeição, auxílio creche e auxílio funeral, e 45,42% sobre o vale alimentação no mesmo período.

A instituição disse também que vai realizar as avaliações de desempenho previstas no Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) relativas aos anos de 2017, 2018 e 2019, ao longo dos próximos três semestres, o que viabilizaria a possibilidade de progressão funcional nas carreiras.

Leia também: IBGE abre inscrições para processo seletivo e deve contratar 316 estagiários


Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil – Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Saúde alerta para consumo excessivo de bebidas alcoólicas entre os jovens

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Durante a quarentena provocada pela pandemia da Covid-19, muitos jovens recorreram ao álcool para lidar com o estresse e a solidão do período e, agora, com a liberação das restrições e o retorno à vida normal, esse consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode se agravar, trazendo consequências sérias para a saúde.

Entre os sintomas agravados pelo abuso de álcool estão ansiedade, ataques de pânico e outros transtornos psiquiátricos. Além disso, o consumo fora do normal dessa substância também pode causar problemas na saúde física, como uma intoxicação no organismo e até mesmo coma alcoólico, nos casos mais graves.

Como buscar ajuda

Na capital, o paciente ou um familiar de quem esteja precisando de ajuda pode procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência. Os endereços estão disponíveis na plataforma Busca Saúde.

Na unidade, uma equipe multiprofissional irá conversar com o paciente, analisar o histórico e os sintomas. Se necessário, fará o encaminhamento para um especialista, como um psiquiatra, ou outro profissional indicado para o caso. É possível, ainda, aproveitar a consulta para solicitar exames, conferir se a vacinação está em dia, buscar orientações sobre benefícios sociais, entre outros.

Pacientes que lidam com a dependência de álcool, tabaco e outras drogas podem contar com o tratamento oferecido pelos Centros de Apoio Psicossocial (Caps), que funcionam como porta de entrada para o atendimento na área de Saúde Mental, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

Quando o cidadão é tratado no Caps, estabelece-se um Projeto Terapêutico Singular (PTS), realizado por diferentes profissionais: psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais. A prática de atividades físicas, participação em oficinas, pedido de exames clínicos e prescrição de remédios podem fazer parte do processo.

O Caps se encarrega também de encontrar outros recursos perto da residência do paciente, que possam ser benéficos ao longo do tratamento.


Fonte: SECOM-Pref. de São Paulo – Foto: Rawpixel

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