Mais de 8,5 milhões ainda não declararam Imposto de Renda em SP a um mês do prazo

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O estado de São Paulo ainda tem mais de 8,5 milhões de contribuintes que não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026 a um mês do prazo final, que termina em 29 de maio. Até agora, foram entregues 5.168.476 declarações, o equivalente a apenas 37,7% do total esperado.

Os dados mostram que 62,3% das declarações ainda não foram enviadas, o que indica concentração de entregas nas últimas semanas — cenário comum, mas que aumenta o risco de erros no preenchimento e problemas com a Receita Federal.

Segundo o especialista em finanças Carlos Afonso, sócio do grupo MCR Contabilidade e Auditoria, deixar para a última hora pode comprometer a qualidade da declaração. “Com pressa, o contribuinte pode esquecer informações ou preencher dados incorretos, o que pode levar à malha fina”, afirma.

A recomendação é organizar a documentação com antecedência, especialmente para quem teve mudanças de renda, possui dependentes ou dúvidas no preenchimento. Nesses casos, o apoio de um profissional pode evitar inconsistências.

Além do risco de cair na malha fina, o atraso na entrega gera penalidades. A multa mínima é de R$ 165,75, podendo chegar a até 20% do imposto devido. O contribuinte também pode ter o CPF com pendências, o que dificulta operações financeiras e acesso a serviços.

Com o prazo se aproximando, a orientação é evitar os últimos dias, revisar todas as informações com atenção e garantir o envio dentro do período estabelecido.

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Foto: Divulgação/Grupo CR

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Imposto de Renda 2026: veja qual modelo escolher para pagar menos ou aumentar a restituição

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Na hora de declarar o Imposto de Renda, uma dúvida comum entre milhões de brasileiros é escolher entre o modelo simplificado ou o completo. A decisão pode impactar diretamente no valor a pagar ou na restituição.

De acordo com especialistas, a escolha ideal depende do perfil financeiro do contribuinte, especialmente do volume de despesas que podem ser deduzidas.

Segundo o professor de ciências contábeis Gilder Daniel Torres, o modelo completo é mais vantajoso para quem possui gastos elevados com saúde, educação, previdência privada e dependentes.

“A declaração completa permite detalhar todas as despesas. Já a simplificada aplica automaticamente um desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação”, explica.

No modelo completo, despesas médicas têm destaque por não possuírem limite de dedução, desde que devidamente comprovadas. Entram nessa categoria gastos com médicos, dentistas, hospitais e planos de saúde.

Por outro lado, procedimentos estéticos, medicamentos comprados em farmácias e despesas com acompanhantes não são dedutíveis.

Na área da educação, há limite anual para abatimento, e apenas despesas com ensino formal, como escolas, faculdades e cursos técnicos, são aceitas. Cursos de idiomas e materiais escolares ficam de fora.

Especialistas recomendam que o contribuinte simule os dois modelos antes de finalizar a declaração. O próprio sistema da Receita Federal faz essa comparação automaticamente.

“O contribuinte deve preencher todas as informações e verificar qual modelo apresenta menor imposto a pagar ou maior restituição”, orienta o especialista Paulo Pêgas.

Para quem tem poucas despesas dedutíveis, o modelo simplificado tende a ser mais prático e vantajoso. Já quem possui dependentes e altos gastos com saúde e educação pode se beneficiar mais da declaração completa.

A recomendação é organizar documentos e recibos com antecedência para garantir o melhor resultado financeiro e evitar erros na prestação de contas.

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Foto: Joédson ALves/Ag. Brasil | *Matéria com informações Agência Brasil

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