Novo presidente do CIOESTE, Gregório Maglio comandará o maior consórcio de municípios do país

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O prefeito de Pirapora do Bom Jesus, Gregório Maglio, foi eleito nesta terça-feira (20) como novo presidente do CIOESTE (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo). A escolha ocorreu durante assembleia realizada na sede da entidade. O prefeito de Itapevi, Marcos Ferreira Godoy, o Teco, foi eleito vice-presidente.

Ao assumir o cargo, Maglio afirmou que a gestão terá como foco o fortalecimento da atuação regional e a manutenção do protagonismo do consórcio no cenário nacional. Já Teco destacou a importância da integração entre os municípios para enfrentar desafios comuns e ampliar a representatividade política junto aos governos estadual e federal.

A assembleia contou com a presença do secretário-executivo do consórcio, Jorge Lapas, além de diretores do CIOESTE.

Fundado em 2013, o CIOESTE começou com 13 municípios e atualmente reúne 15 cidades da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, incluindo a capital paulista. O consórcio representa mais de 14 milhões de habitantes e é considerado o maior do Brasil em número de municípios e relevância econômica, abrangendo cidades como Osasco e Barueri e respondendo por parcela significativa do PIB estadual e nacional.

Kauãn Berto e Guto Issa estiveram na presidência do Consórcio Intermunicipal em 2025. – Foto: Reprodução/CIOESTE

Gregório Maglio e Teco sucedem Guto Issa, prefeito de São Roque, que presidiu o consórcio ao longo de 2025, ao lado do então vice-presidente Kauãn Berto, prefeito de Cajamar.

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Foto: Reprodução/CIOESTE

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Paz e Harmonia – por Celso Tracco

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Tradicionalmente janeiro é um tempo de renovar esperanças e expectativas para o ano que se inicia. Novos desejos, agradáveis pensamentos, um otimismo para levantar o astral, desmantelado pela correria do final do ano que terminou. Ano novo, vida nova! Infelizmente não tenho tanto otimismo. Pelas guerras que estão acontecendo mundo afora, nada nos assegura que teremos paz e harmonia em nosso cotidiano. Deixo claro, estimado leitor, estimada leitora, que não foi minha intenção ter um título enganoso. Minha intenção é refletir que mesmo vivendo em um mundo caótico, não devemos perder a esperança em proporcionar paz e harmonia, no mínimo à nossa volta. Vejamos:  

Parece evidente que o mundo está caminhando para uma nova desordem internacional, agora de forma explícita, sem subterfúgios e sem maior cerimônia. Voltamos para a política do quem pode mais, manda mais. A lei da selva. Líderes de grandes nações agem como antigos e sanguinários imperadores romanos. Os exemplos que estamos assistindo, inclusive na América do Sul, reforçam a tese de que leis do direito internacional, que visavam proteger a soberania dos países, não são respeitadas. Voltamos à época dos impérios, onde países pequenos e sem poder bélico, eram simplesmente vassalos de algum tirano maluco que deveriam satisfazer suas vontades. Para isso não tinham dúvidas em invadir outros reinos, sem maiores explicações. Bastava ter algo para servir de pretexto para invadir, matar, ocupar, roubar, destruir, aniquilar o mais fraco. As organizações humanitárias que as nações, com muito esforço, construíram após o horror da Segunda Guerra Mundial, estão ruindo como um castelo de cartas. As leis internacionais estão sendo literalmente rasgadas pelas grandes potências militares, em prol de seus objetivos políticos e econômicos. A famosa frase de Luiz XIV, rei francês entre 1643 e 1715 que afirmava, “O Estado Sou Eu”, soa bem contemporânea. Significativamente o dito Rei também era conhecido como Rei Sol. Apenas ele poderia brilhar. A história mostra como milhões de seres humanos perderam a vida pela insensatez desses tiranos. Pedir ou desejar paz e harmonia entre as nações, neste contexto, além de utópico soa insensato.

Apesar dessas guerras estarem ainda distante do nosso país, sem dúvida, elas nos afetam indiretamente. Estamos em mundo conectado, o que nos permite ver ataques, assassinatos, operações militares diariamente. Lutar pela paz em uma cultura de guerra, não é tarefa para fracos e covardes. Sejamos fortes e corajosos, e essa força deve vir de nós mesmos.

Para isso construir bons relacionamentos é fundamental para uma vida de paz e harmonia. A menos que nossa escolha seja morar isolados do mundo, pessoas estão à nossa volta o tempo todo. A qualidade dos nossos relacionamentos, em casa ou no trabalho, influencia muito nossa qualidade de vida. Nossa paz e harmonia, então, mais ainda! Construir bons relacionamentos é uma arte, parecida com a dança: precisamos prestar atenção ao parceiro, sentir seus movimentos, conduzir em alguns momentos e deixar-se conduzir em outros, manter-se flexível e saber dançar conforme a música. Será fácil e tranquilo? Claro que não. Vai exigir muita entrega, muita paciência, muito cuidado pelo outro. Sempre é bom lembrar que temos, geralmente, expectativas e visões de vida diferentes dos demais. É muito bom termos nossa individualidade, afinal ainda não somos um algoritmo, mas para conviver em paz e harmonia, muitas vezes é preciso ceder. Deixar prá lá é uma arte para a boa convivência. Ato contrário é agir com tirania, guerreando o tempo todo.

Mais do que nunca, desejo um Feliz Ano, cheio de Paz e Harmonia, para todos nós.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S.

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Polícia Civil prende 12 suspeitos por adulteração de cervejas em galpão clandestino na Grande SP

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (23), 12 homens flagrados adulterando rótulos e tampas de cervejas em um galpão clandestino localizado no bairro Parque São Pedro, em Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo.

Segundo a corporação, após período de campana, os agentes constataram que o grupo substituía embalagens originais por rótulos de marcas superiores, com o objetivo de elevar a margem de lucro. Os produtos adulterados eram, em seguida, redistribuídos para pontos do comércio local.

No local, foram apreendidas 830 caixas de cerveja — cada uma com 24 garrafas — além de duas prensas utilizadas no processo de adulteração. Todo o material foi recolhido para perícia.

Os suspeitos que estavam no depósito foram conduzidos à delegacia, onde prestaram depoimento e acabaram indiciados por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, além de crime contra as relações de consumo. Todos permaneceram detidos e estão à disposição da Justiça.

Exames periciais foram solicitados para subsidiar a investigação. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Itaquaquecetuba, que dará prosseguimento às apurações.

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Foto: Thanh Serious/Unsplash

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Da formação do ofício: O médico como obra inacabada – por Dr. Guilherme Falótico

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Afirmam que existem instituições que produzem médicos em série, preenchendo-os de conhecimento estanque e entregando-os ao mundo com um pergaminho que tapa ausências. E questiono: que transformação é esta que converte um jovem em autoridade de avental branco, sem antes lhe revelar a humana imperfeição da matéria que tratará?

A realidade é que se formam profissionais como quem monta estruturas e, se faltar algum elemento, segue-se adiante, pois o diploma cobre todas as lacunas. E depois admira-se quando o organismo humano, esse sistema complexo e singular, recusa funcionar conforme os manuais.

Das casas de instrução vazias

Ingressa-se com ideais luminosos, egressa-se com protocolos nas mãos. A academia, essa suposta catedral do conhecimento, converteu-se frequentemente em depósito de informações transitórias. Ensina-se o corpo como mecanismo, mas omite-se que este mecanismo sofre, teme, espera, desanima. Ocupam-se mentes com dados como quem estoca volumes, mas esquecem o essencial: que a medicina é, antes de tudo, um encontro entre duas vulnerabilidades.

Comentam agora que a residência médica, esse ritual formativo, essa travessia necessária que transforma conhecimento teórico em sabedoria prática, perdeu valor. Tornou-se cerimônia acelerada, formalidade burocrática onde se trocam noites de vigília por assinaturas no currículo. Onde está o mestre que ensinava não apenas o procedimento, mas o respeito pelo mistério? Substituíram-no pelo supervisor apressado, ele mesmo cativo da produtividade.

Do aprendizado como arte esquecida

Lembro os antigos mestres, esses seres raros, para quem o ato médico era ritual, não transação. Instruíam com paciência de artesãos, demonstravam que diagnosticar é ouvir o que as palavras silenciam, que examinar é decifrar um texto escrito na linguagem íntima do corpo. Hoje, receio, muitos aprendem a observar exames e esquecem-se de ver o doente.

E assim vamos construindo médicos ruins tecnicamente e incultos humanamente.

Da correção necessária

Não será hora de repensar a formação médica? De voltar a fazer da medicina não um curso, mas um chamado cultivado? De tratar a residência não como etapa a vencer, mas como obra a esculpir?

Talvez necessitemos mais doentes reais nos corredores e menos apresentações e narrativas. Menos especialização antecipada e mais contato com o humano em sua plenitude.

Porque no final, quando todos os aparatos falharem e todos os protocolos se mostrarem insuficientes, restará apenas o médico com seu saber, sua intuição, sua humanidade. E esse médico não se forma em seis anos. Esse médico forma-se numa existência inteira de encontros, de equívocos, de aprendizados, de humildade.

O paciente, esse ser intricado que nos confia seu corpo, merece mais do que um técnico bem instruído. Merece um humanista que conheça a ciência. E forjar esse profissional exige mais do que instalações modernas ou currículos atualizados.

Que as escolas formem não médicos, mas pontes. Não técnicos, mas tradutores. E que a residência médica seja, novamente, não um suplício a suportar, mas um deserto necessário onde se perdem as certezas frágeis para encontrar a sabedoria humilde.


Dr. Guilherme Falótico – Ortopedista especialista em cirurgia do quadril (CRM 128925). Formado e professor adjunto na Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, é mestre e doutor em Ciências, com Fellowship no Rothman Institute (EUA), onde se especializou em via anterior do quadril e infecções em artroplastias. Certificado em cirurgia robótica (Robô Mako) e membro da SBOT e SBQ, é reconhecido pela atuação de excelência aliada à ciência e à inovação na ortopedia.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Mais um fim de ano! – por Celso Tracco

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UFA! 2025 finalmente está terminando. Depois de tantos altos e baixos, em escala planetária, tais como guerras que não terminam, tarifaços econômicos, escândalos diários proporcionados por integrantes dos mais diversos órgãos de governo, fraudes financeiras inimagináveis, eventos climáticos extremos, uma cultura de ódio e não de paz, 2025 está nos deixando. Creio que, para a maioria das pessoas, não vai deixar muitas saudades. Apesar disso, para mim particularmente um fato superpositivo transcendeu sobre todos os outros: minha estreia como colunista nesta plataforma de notícias Hora de S. Paulo (www.horasp.com.br). E quero agradecer a cada um (a) dos leitores (as) que me honraram com sua leitura e comentários. Gratidão eterna a todos vocês. Apenas por isso ter vivido 2025 já valeu muito a pena. Espero que nossa conexão fique mais forte, a cada ano, vencendo todos os possíveis obstáculos.

E o que esperar de 2026?  Sinceramente, penso que será um ano com muitos desafios, ou seja, um ano muito difícil, principalmente para a população mais necessitada, que é a imensa maioria da população brasileira. E por que eu digo isso? Porque, além de 2026 herdar todo o manancial de problemas que vem do passado, vai se defrontar com dois fatos que impactam fortemente nossa vida. O primeiro é a Copa do Mundo de Futebol, com início em 11/06/2026 e término em 19/07/2026. Futebol ainda é o esporte mais popular do mundo, e no Brasil, apesar da queda em sua popularidade, ainda arrasta multidões. A pátria de chuteiras, como dizia Nelson Rodrigues, creio que já ficou no passado, mas ainda irá movimentar a mídia, o noticiário, as conversas de botequim, o imaginário popular. Certamente, a vida, quer você seja um torcedor ou não, será afetada. Então prepare-se, da maneira mais adequada de acordo com suas atividades para esse evento. Ele é efêmero, emocional, apaixonante. Dura pouco, mas enquanto dura é intenso.  O segundo evento, são as eleições em outubro, que sem dúvida são muito mais importantes para a vida de nosso país. Não são levadas muito a sério, mas nelas deveríamos por toda a nossa racionalidade, pois efetivamente podem significar o êxito ou o fracasso de toda uma nação. Teremos a eleição para presidente da República, Governadores dos Estados, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Suas ações, ou a ausência delas, seu governo ou desgoverno, sua honestidade ou desonestidade, influenciarão nossas vidas, pelos próximos anos. Por isso devemos dar muito valor ao nosso voto. Temos a tendencia de sempre culpar os políticos, não que seja errado, mas esquecemos que, em uma democracia, eles estão lá porque foram legitimamente eleitos por nós. No final, a sociedade é responsável pela qualidade dos políticos que ela elege. Pense nisso quando decidir o seu voto.

Finalizando, período de festa, de alegria e confraternização. Deixe os problemas de lado, teremos 365 novos dias para resolvê-los. Desejo um Feliz e Santo Natal a todos os leitores e leitoras e suas famílias. Que seja um Natal de paz, harmonia, alegria, solidariedade. Que a boa vontade e compreensão permaneçam presentes em todas as celebrações. E que o Ano Novo nos revigore para continuarmos a construir uma sociedade que cultive a paz e não a guerra, que construa pontes e não muros, que seja mais justa, solidária, equalitária com todos os seus membros. Boas festas e, se Deus quiser, nos vemos em Janeiro.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Apagão entra no quinto dia e Enel promete normalizar energia na Grande SP até domingo

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A concessionária Enel SP informou neste sábado (13) que o fornecimento de energia elétrica na capital paulista e na Região Metropolitana deve ser totalmente normalizado até o fim de domingo (14). Com isso, o apagão provocado pelo forte vendaval da última quarta-feira (10) chega ao quinto dia, acumulando transtornos para moradores, comércio e serviços públicos.

O temporal derrubou árvores, provocou desligamento de semáforos, cancelamentos de voos e deixou centenas de milhares de imóveis sem luz. Segundo balanço divulgado às 18h30 deste sábado, cerca de 331 mil imóveis ainda estavam sem energia na Grande São Paulo. Somente na capital, o número chegava a aproximadamente 235 mil unidades.

A situação levou a Justiça de São Paulo a determinar, na noite de sexta-feira (12), o restabelecimento imediato do fornecimento de energia, sob pena de multa de R$ 200 mil por hora em caso de descumprimento. A Enel informou, porém, que ainda não havia sido formalmente intimada da decisão, condição necessária para que a medida passe a valer.

Os reflexos do apagão também atingiram o trânsito. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), ao meio-dia deste sábado havia 88 semáforos apagados por falta de energia, além de outros com falhas ou operando em amarelo piscante.

Em nota, a Enel afirmou que trabalha para normalizar o serviço até o fim do dia de domingo e classificou o vendaval como o mais prolongado já registrado em sua área de concessão. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as rajadas chegaram a 82,8 km/h, e, desde 2006, é a primeira vez que a estação do Mirante de Santana registra uma sequência tão longa de ventos acima de 70 km/h em São Paulo.

A concessionária explicou que as condições climáticas adversas dificultaram o restabelecimento, já que ventos contínuos causaram novas interrupções durante os reparos. Para enfrentar a crise, a empresa afirma ter mobilizado um número recorde de equipes, com quase 1.800 times em campo ao longo da quinta-feira.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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