A cidade do Guarujá (SP), na Baixada Santista, registrou fortes chuvas durante a madrugada e manhã desta quinta-feira (5). Segundo a Defesa Civil estadual, houve um deslizamento na Viela São Cristóvão, atingindo três casas que haviam sido desocupadas preventivamente.
Os 12 desabrigados foram encaminhados para a Associação de Moradores do bairro. Não há registro de feridos ou pessoas desaparecidas.
A Defesa Civil municipal amanheceu em alerta. Houve um acumulado de 122 milímetros (mm) com 108 mm durante três horas pela manhã. A cidade apresentava, no começo da tarde, vários pontos de alagamento, dificultando o trânsito. Segundo a prefeitura, o município encontra-se em estado de atenção.
“Houve o acionamento de sirene de alerta localizada na Escola Municipal Sérgio Pereira, próximo ao Morro da Barreira do João Guarda e, preventivamente, os núcleos locais de Defesa Civil orientaram os moradores a deixarem suas residências e permanecerem nos abrigos até cessar o risco de deslizamento. O acionamento ocorre, muitas vezes, quando a chuva ultrapassa 45 mm a 50 mm em uma hora”, informou a prefeitura.
Ela disponibilizou os seguintes locais de apoio aos moradores: Escola Municipal Catarina de Oliveira Salgado; Escola Municipal Herbert Henry Dow; Escola Municipal Sérgio Pereira Rodrigues; Escola Estadual Paulo Clemente Santini; e o N.E.I.M. Agripina Alves de Barros.
Foi registrado, ainda, um deslizamento de terra no Morro do Engenho, no bairro Vila Baiana, em área não habitada.
Antes de entrar no mar, além do protetor solar e da garrafa de água, um cuidado simples pode evitar dor de cabeça nas férias: conferir se a praia está própria para banho. No litoral de São Paulo, essa informação é atualizada semanalmente pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que monitora a qualidade da água de 175 praias ao longo de todo o ano.
Toda quinta-feira, a Cetesb divulga um novo boletim de balneabilidade em seu site e no aplicativo oficial (disponível para Android e iOS). No mesmo dia, as bandeiras de sinalização também são trocadas nas praias monitoradas: verde para praias próprias e vermelha para as impróprias.
O monitoramento é realizado há mais de 50 anos. Técnicos coletam amostras de água sempre no mesmo ponto — exatamente onde os banhistas entram no mar —, a um metro de profundidade e em horário padronizado. O material é levado aos laboratórios da companhia para a análise da presença de Enterococos, bactérias microscópicas que indicam contaminação fecal.
É essa análise que determina a chamada balneabilidade, termo técnico usado para indicar se a água oferece ou não risco à saúde. Os critérios seguem a legislação ambiental brasileira e padrões internacionais, considerando a possibilidade de contaminações que podem causar problemas gastrointestinais, infecções de pele e de ouvido.
Segundo a gerente do Setor de Águas Litorâneas da Cetesb, Claudia Lamparelli, a avaliação não pode ser feita apenas visualmente. “A água pode parecer limpa e, ainda assim, estar imprópria para banho. Os Enterococos são nossos sinais de alerta”, explica.
Uma praia é classificada como imprópria quando duas ou mais amostras das últimas cinco semanas ultrapassam 100 colônias de Enterococos por 100 mL de água, ou quando a coleta mais recente supera 400 colônias. O histórico de cinco semanas ajuda a identificar tendências, evitando decisões baseadas em variações pontuais.
Os dados divulgados pela Cetesb também servem de base para ações de prefeituras e concessionárias de saneamento, como manutenção de redes de esgoto, identificação de ligações irregulares e melhorias na drenagem urbana.
Mesmo em praias liberadas, a recomendação é manter a cautela. Após chuvas intensas, o ideal é evitar o banho de mar por pelo menos 24 horas. Também é indicado manter distância de rios, córregos e canais que deságuam na praia, locais com maior risco de contaminação.
Outros fatores, como floração de algas, derramamento de óleo ou descargas acidentais de poluentes, também podem tornar o banho de mar inadequado temporariamente. Por isso, antes de aproveitar a praia, vale sempre conferir o boletim mais recente e observar a sinalização no local.
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), confirmou a empresa Mota-Engil Latam Portugal S.A. como vencedora definitiva da Parceria Público-Privada (PPP) do Túnel Imerso Santos–Guarujá. O processo pode ser acompanhado pelo novo site oficial ( www.tunelsantosguaruja.sp.gov.br), que reúne todas as informações sobre o projeto, o cronograma de execução e o andamento das etapas, reforçando o compromisso da gestão com a transparência e o acesso público às ações do Estado.
A Cetesb já emitiu a licença ambiental prévia, que atesta a viabilidade do projeto e autoriza o avanço da parceria, garantindo segurança jurídica e previsibilidade ao cronograma. A análise considerou aspectos como impactos sobre manguezais, fauna, flora, ruído e desapropriações, estabelecendo condicionantes que deverão ser seguidas na fase de licenciamento de instalação.
“O Túnel Santos–Guarujá é um projeto estruturante para a Baixada Santista e para o Estado. A conclusão da fase de habilitação e o avanço das etapas contratuais reforçam o compromisso do Governo de São Paulo com obras que trazem desenvolvimento, mobilidade e qualidade de vida à população”, afirmou Rafael Benini, secretário de Parcerias em Investimentos.
Com investimento total de R$ 6,8 bilhões, sendo R$ 5,1 bilhões em aportes públicos divididos entre o Governo de São Paulo e a União, o projeto prevê a construção de um túnel de 870 metros sob o canal portuário, com três faixas por sentido, passagem para pedestres e ciclistas e galeria técnica de serviços. O contrato, com prazo de 30 anos, inclui ainda as etapas de operação e manutenção da infraestrutura.
A Mota-Engil venceu o leilão realizado na B3, em setembro, com desconto de 0,5% sobre a contraprestação pública máxima anual de R$ 438,3 milhões. Com a habilitação definitiva, o processo segue agora para as etapas de homologação e adjudicação, que antecedem a assinatura oficial do contrato. Após essa fase, a concessionária terá até 60 dias para formalizar o acordo, e os aportes públicos – de R$ 2,7 bilhões por parte do Governo de São Paulo e R$ 2,7 bilhões pela União – deverão ser efetuados até 60 dias após a assinatura.
A partir de então, o projeto avança para a fase de definição da área onde será construída a doca de montagem dos módulos de concreto, prevista para 2026, em Santos ou Guarujá. A produção dos módulos deve começar em 2027, com a montagem da estrutura imersa até 2030, e as obras de acesso em ambos os municípios iniciando também nesse período. A entrega completa e o início da operação do túnel estão previstos para 2031.
Com cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos gerados, o túnel será a primeira ligação seca entre Santos e Guarujá e deve reduzir o tempo de travessia para até 5 minutos, beneficiando mais de 2 milhões de pessoas e impulsionando o desenvolvimento logístico e urbano de toda a Baixada Santista.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou que as obras do túnel que ligará Santos e Guarujá devem começar no fim deste ano. O projeto, arrematado pelo grupo português Mota-Engil em leilão realizado nesta sexta-feira (5) na B3, deve gerar cerca de 5 mil empregos diretos e reduzir o tempo de travessia entre as cidades de até 1h15 para apenas 3 a 5 minutos.
Durante o evento, autoridades destacaram a parceria entre os governos federal e paulista na viabilização do empreendimento por meio de aporte público dividido. O vice-presidente Geraldo Alckmin, no entanto, criticou a proposta do governo paulista de privatizar o Porto de Santos, ressaltando que a obra só foi possível graças à atuação da Autoridade Portuária. Já o governador Tarcísio de Freitas evitou polemizar e afirmou que a prioridade deve ser o interesse do cidadão.
O ministro Márcio França explicou que os recursos virão da própria Autoridade Portuária, sem impacto direto no orçamento da União. Segundo Tarcísio, o túnel é um projeto aguardado há mais de um século.
Do lado de fora da B3, moradores de uma comunidade de Santos protestaram contra possíveis desapropriações. O governador assegurou que as famílias afetadas terão opções de moradia igual ou superior às atuais, dentro da mesma cidade.
Além do túnel, o governo federal planeja lançar em 2026 um leilão para obras no Porto de São Sebastião, ampliando os investimentos em infraestrutura no litoral paulista.
Nove homens, com idades entre 22 e 36 anos, foram presos na manhã desta sexta-feira (4), no Guarujá, litoral sul de São Paulo, por estelionato e organização criminosa. O grupo se passava por falsos funcionários de uma central de atendimento que era responsável por golpes e fraudes virtuais.
A equipe de investigação do 2º Distrito Policial de Santos cumpriu um mandado de busca e apreensão em uma casa de um condomínio de luxo, no Guarujá. No imóvel, nove homens foram detidos.
De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos entravam em contato com as vítimas fingindo ser colaboradores da central de atendimento de uma plataforma de vendas online. Eles requeriam o pagamento de taxas para liberação de valores referentes a aquisição de produtos.
O Brasil terá seu primeiro túnel imerso, com 870 metros de comprimento, instalado embaixo do mar para ligar as cidades de Santos e Guarujá. O governador Tarcísio de Freitas participa nesta quinta-feira (27), em Santos, do lançamento do edital de concessão do Túnel Santos-Guarujá. A estrutura tem investimento estimado em R$ 6 bilhões, divididos entre Governo do Estado, Governo Federal e a iniciativa privada, que será responsável pela construção, operação e manutenção do túnel.
A profundidade será de 21 metros. O projeto é uma demanda antiga da população e vai reduzir o tempo de deslocamento entre as duas áreas urbanas. Atualmente, a travessia é feita por balsa ou por cerca de 40 km de rodovia. Mais de 21 mil veículos cruzam diariamente as duas margens utilizando barcos de pequeno porte (catraias) e as balsas, além de 7,7 mil ciclistas e 7,6 mil pedestres.
O trecho vai ligar as regiões de Outeirinhos e Macuco, em Santos, ao bairro Vicente de Carvalho, em Guarujá. O estudo de mobilidade do projeto concluiu que a localização mais adequada do túnel é no centro do canal, atendendo as necessidades logísticas da região.
O projeto do Túnel Imerso ligando os municípios de Santos e Guarujá está qualificado no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP) e será executado por meio de parceria público-privada (PPP), com valor de investimento estimado em R$ 6 bilhões.
A futura concessionária será responsável pela construção, operação e manutenção do ativo, que permitirá o tráfego de veículos de passeio e de transporte público, além de caminhões, bicicletas (ciclovia) e pedestres. A solução não limita o desenvolvimento e a expansão do porto de Santos.
Os estudos foram realizados pela Fipe, por meio da Companhia Paulista de Parcerias. O projeto-executivo do empreendimento foi validado por duas consultorias internacionais especializadas em projetos de alta complexidade de engenharia e já possui licença ambiental prévia.
Divulgação: Governo de SP
As demandas atuais e futuras de viagens, conectando as áreas de maior geração de tráfego nas duas cidades da Baixada Santista, balizaram a formatação da proposta para a ligação seca. O empreendimento ainda permitirá a integração dos sistemas de transportes públicos na região.
Além da passagem de veículos, o túnel contará com uma área de circulação para ciclistas e pedestres instalada entre as seis vias de pista – três faixas por sentido, sendo uma delas adaptável ao VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).
A estrutura será composta por seis módulos de concreto pré-moldados que serão construídos em uma doca seca. Em seguida, os módulos serão “mergulhados” na água para o teste de vedação e impermeabilidade. Depois de prontas, as partes serão transportadas por flutuação até o local onde o túnel será instalado no fundo do leito oceânico (veja mais abaixo).
Projeto do túnel que ligará Santos-Guarujá – Divulgação: Governo de SP
Etapas da construção:
Preparação do solo
A primeira etapa é a preparação do fundo do canal onde o túnel será instalado. Uma trincheira é cavada no local para abrigar os módulos que formarão a estrutura. Também serão instaladas placas de concreto na vala para suportar os elementos de túnel.
Construção
Os elementos de túnel são peças de concreto construídas em uma doca seca, de preferência próxima ao local onde ficará o túnel. Os elementos contam com piscinas provisórias no seu interior. Os reservatórios fazem com que a estrutura não afunde na água em um primeiro momento.
Transporte
Quando as peças ficam prontas, elas passam por testes de vedação e impermeabilidade. Na sequência, a doca seca é inundada. Por conta das piscinas provisórias, os elementos flutuam para, desta forma, serem transportados por rebocadores para o local onde o túnel vai ficar.
Posicionamento
Os elementos são fixados em pontes flutuantes e posicionados por sistemas eletrônicos no ponto exato onde devem ser imersos.
Imersão
A água presente nas piscinas provisórias do interior dos módulos é bombeada, fazendo submergir lentamente os elementos do túnel. Esse processo é monitorado por sensores.
Ligação dos elementos
Por meio de guinchos hidráulicos, os elementos são aproximados, até o contato entre eles.
Acoplagem
A união final dos módulos de túnel contíguos é feita pela diferença de pressão atmosférica no interior do elemento já posicionado e a pressão que a água exerce no novo elemento.
Nivelamento
Em uma das extremidades do elemento, são ancorados macacos hidráulicos, que movimentam pinos de aço para nivelar o módulo. Os pinos são soldados e os macacos hidráulicos, retirados. Em seguida, é injetada areia na base, formando uma “cama” para assentar o elemento de túnel.
Proteção
Por fim, uma camada de pedras é utilizada para recobrir e proteger o túnel contra impactos de embarcações e o enganchamento de âncoras soltas.
Sobre o túnel
Qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP) e integrado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o projeto do túnel imerso prevê investimento total estimado de R$ 6 bilhões, de aportes público dividido entre o Governo de São Paulo e a União, além de participação da iniciativa privada.
Divulgação: Governo de SP
A concessionária será responsável pela elaboração do projeto executivo e execução das obras de implantação do túnel e dos acessos viários e pelas atividades de manutenção, conservação e operação da infraestrutura pelo prazo de 30 anos, sendo remunerada por tarifa a ser cobrada dos usuários e, a depender dos resultados dos estudos de viabilidade, de contraprestação pública, durante a fase de operação.
A obra do túnel promete solucionar um dos maiores gargalos logísticos do país.
A ligação entre as duas principais cidades da Baixada Santista vai permitir o tráfego de veículos de passeio, caminhões e transporte público, além de bicicletas e pedestres em vias segregadas. A solução viária também amplia possibilidades de desenvolvimento e expansão do Porto de Santos.
Com projeto executivo elaborado pelo Governo de São Paulo, o empreendimento é uma demanda centenária da população da Baixada Santista e vai reduzir o tempo de deslocamento entre os dois municípios.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta quinta-feira (27), da cerimônia de lançamento do edital para a construção do túnel Santos-Guarujá, uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com um investimento estimado em R$ 6 bilhões, a obra promete melhorar a logística da Baixada Santista e impulsionar a infraestrutura nacional.
O evento contará com a presença dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), além de representantes do governo paulista. O projeto será o primeiro túnel submerso do Brasil e o maior da América Latina.
Além do lançamento do edital, a cerimônia incluirá a celebração do Acordo de Recuperação Definitiva do Fundo de Pensão Portus, a assinatura da renovação do Convênio de Delegação do Porto de São Sebastião e a formalização de um financiamento de R$ 2,4 bilhões do BNDES para a primeira fase da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo.
Os corpos de seis pessoas foram encontrados no Guarujá (SP), neste mês, durante buscas por um soldado da Polícia Militar (PM) que está desaparecido desde o último dia 14. O primeiro cadáver foi localizado no dia 16, outras duas ossadas no dia 22 e outros três corpos na tarde de quarta-feira (24).
As informações foram confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. O desaparecimento do policial militar segue em investigação pela Polícia Civil. As ações conjuntas para localização incluem também o Corpo de Bombeiros.
Na tarde de ontem (24), policiais da 3ª Delegacia de Homicídios (Deinter 6) localizaram um barraco na rua Argentina, no Guarujá, onde o soldado teria sido mantido. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), diligências prosseguem para esclarecer os fatos e localizar o policial.
Na ocasião do desaparecimento do soldado Luca Romano, a PM deflagrou uma operação na região para identificar e prender os envolvidos. “Cerca de 250 policiais foram deslocados para reforçar o policiamento, restabelecer a segurança e auxiliar nas buscas pelo soldado. Um homem de 36 anos foi preso, suspeito de participação no desaparecimento”, informou a SSP na época.
Operações policiais
O município de Guarujá, na Baixada Santista, foi um dos alvos das Operações Escudo, no ano passado, e Verão, no início deste ano, realizadas pela PM. Com a justificativa de combate ao crime organizado, o governo do estado deflagrou essas grandes operações após policiais militares serem mortos na região.
A Operação Escudo – deflagrada após a morte do policial militar Patrick Bastos Reis, baleado e morto no Guarujá, no dia 27 de julho de 2023 – matou 28 pessoas no período de 40 dias, na Baixada Santista. Uma segunda Operação Escudo foi decretada em São Vicente, em 8 de setembro, resultando em mais oito mortes, segundo divulgação do Instituto Sou da Paz.
Neste ano, quando as ações passaram a ser nomeadas de Operação Verão, 56 pessoas foram mortas por policiais militares na região, segundo nota da SSP. As mortes ocorreram em supostos confrontos com a polícia desde o dia 2 de fevereiro, quando o policial militar Samuel Wesley Cosmo foi morto em Santos, durante patrulhamento. Na ocasião, SSP informou que as polícias civil e militar se mobilizaram para localizar e prender os envolvidos na morte de Cosmo.
Levantamento realizado pelo Instituto Sou da Paz, a partir da análise de dados da SSP, mostrou que as operações deflagradas pela Polícia Militar na Baixada Santista, no ano passado, não resultaram em avanços na redução da criminalidade violenta e colocaram a vida de policiais em risco, além de violar direitos das populações periféricas da região.
Com base nos indicadores criminais da região em agosto e setembro de 2023, os dados demonstraram que as operações foram marcadas pela baixa eficiência, alta letalidade policial, crescimento de infrações ligadas ao crime organizado, como roubo de cargas, e a incapacidade do policiamento nas ruas para evitar crimes como furtos, roubos e agressões.
Uma pesquisa divulgada pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e Vale do Ribeira (SINHORES), no dia 11 (segunda-feira) deste mês, aponta que os hotéis da região têm expectativa de 88% de ocupação durante oNatal e 94%para o Réveillon.
O levantamento, realizado nas cidades de Santos, Guarujá, Praia Grande, Bertioga e São Vicente, indica que as reservas já chegam a 58% no Natal e 56% no Ano Novo.
De acordo com o presidente do SINHORES, Heitor Gonzalez, as expectativas para o fim do ano sempre são as melhores, com alto movimento em toda a região, principalmente por tratar-se de dois feriados prolongados e da temporada de verão. “A previsão é resultado de uma recuperação econômica em 2023, e espera-se que essa tendência continue nesta temporada de verão“, diz Gonzalez.
Com a temporada se aproximando, os setores de serviços da região começam a se preparar para o aumento do potencial de compra da população e a chegada de turistas à Baixada Santista. Segundo o SINHORES, a estimativa é que haja entre 3 e 4 mil contratações temporárias até o fim do ano, impulsionada pela retomada dos setores de Turismo e de Serviços em todo o Brasil.
“Estamos otimistas e isso se reflete em toda a cadeia do setor, incluindo aqui na Baixada Santista. Vamos acelerar os nossos cursos para que possamos formar mais profissionais qualificados até o final do ano. Preparamos diversos cursos gratuitos para treinar essas pessoas, a fim de que elas fiquem aptas às vagas que irão surgir”, conclui o presidente do Sindicato.
O setor hoteleiro da Baixada Santista demonstra otimismo para o feriado prolongado de Feriados, e espera-se que a ocupação chegue a 70% nos próximos dias, que vai do dia 2 a 5 de novembro. Até o momento, as reservas já atingiram 50% de ocupação, conforme dados do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e Vale do Ribeira (SINHORES), divulgados na sexta-feira (27). A pesquisa foi realizada nas cidades de Santos, Guarujá, Praia Grande, Bertioga e São Vicente.
Para o presidente do SINHORES, Heitor Gonzalez, a expectativa é grande, tendo como referência os últimos feriados. No entanto, ele ressalta que as condições climáticas desempenham um papel fundamental para obter um bom resultado.
“Sempre esperamos resultados positivos durante os feriados prolongados; basta abrir um período de sol e tempo firme para atrair os turistas. Além disso, outro fator que pode influenciar o movimento na região é o início da temporada de cruzeiros, que começa neste domingo (29)”, afirma Gonzalez.
SINHORES é uma entidade representativa de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (SINHORES). É um órgão sólido e forte no Estado de São Paulo, com reconhecimento notável na região. É a única entidade que representa os mais de 16 mil estabelecimentos da categoria perante os órgãos públicos e privados, defendendo sempre os interesses dos setores em assembleias de dissídio, além de servir de interlocutora em tratativas com os poderes Legislativo e Executivo.