Quaest: aprovação do governo Lula supera desaprovação pela primeira vez desde abril

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Levantamento mostra empate técnico entre os dois índices e redução da diferença registrada nos últimos meses

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 48%, enquanto a desaprovação ficou em 47%, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os resultados configuram um empate técnico.

Os entrevistados que não souberam ou preferiram não responder representam 5%.

Na comparação com os levantamentos anteriores, a pesquisa indica redução da diferença entre aprovação e desaprovação observada ao longo dos últimos meses. Em abril, por exemplo, a desaprovação superava a aprovação por nove pontos percentuais.

Evolução da aprovação

Segundo a Quaest, os índices evoluíram da seguinte forma:

MêsAprovaDesaprova
Março44%51%
Abril43%52%
Maio46%49%
Junho47%48%
Julho48%47%

Avaliação do governo

A pesquisa também perguntou aos entrevistados como avaliam o trabalho do presidente Lula.

Os resultados foram:

  • Positivo: 36% (34% em junho);
  • Negativo: 36% (38% em junho);
  • Regular: 26% (26% em junho);
  • Não souberam ou não responderam: 2%.

Os números mostram equilíbrio entre as avaliações positivas e negativas, enquanto a avaliação regular permaneceu estável em relação ao levantamento anterior.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

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Lula sanciona lei do Marco Legal do Transporte Público Coletivo

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que institui o Marco Legal do Transporte Público ColetivoO objetivo do texto é modernizar a política desse tipo de transporte no país, com a diversificação do financiamento e a melhoria da regulação e da operação dos transportes públicos urbanos.

Um dos avanços estruturais do novo marco é a ruptura com o modelo predominante no Brasil, no qual o financiamento do transporte coletivo recaía quase exclusivamente sobre a tarifa paga pelo usuário. A Lei nº 15.432/2026 foi publicada, neste domingo (14), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

A medida abre caminho para a discussão da tarifa zero e autoriza o uso de novas fontes de custeio para subsidiar as tarifas, como publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide Combustíveis).

A Cide é um tributo federal cobrado na importação e comercialização de petróleo, gás natural, álcool combustível e seus derivados. Criada por uma lei de 2001, tem seus recursos destinados à infraestrutura de transportes, projetos ambientais e subsídios ao preço de combustíveis.

O texto foi aprovado em maio pelo Congresso Nacional e também trata do fortalecimento da integração física e tarifária dos sistemas de transporte, da ampliação da transparência na gestão pública, da transição para fontes renováveis de energia e da criação de mecanismos nacionais para compartilhamento de dados e monitoramento da qualidade dos serviços.

Outro ponto de destaque é a definição de parâmetros mínimos de qualidade para os sistemas de transporte público, incluindo critérios como regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação dos passageiros. O texto também prevê que a remuneração das operadoras possa ser vinculada ao desempenho e à qualidade do serviço prestado.

Vetos

Em comunicado, a Presidência de República informou que os vetos presidenciais ao Marco Legal do Transporte Público Coletivo tiveram como objetivo preservar a sustentabilidade fiscal e evitar impactos sobre políticas de gratuidade já existentes.

Foram retirados trechos que obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos tarifários com recursos do orçamento público, além de dispositivos que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.

“A avaliação foi de que essas exigências poderiam gerar despesas sem previsão de recursos e colocar em risco benefícios já concedidos à população”, diz o comunicado, ao acrescentar que os vetos não impedem a concessão de subsídios para financiar gratuidades e descontos tarifários.

“O que foi retirado foi a obrigatoriedade desse custeio e o prazo para adequação, medidas que poderiam inviabilizar o modelo atualmente adotado por diversos entes federativos e gerar instabilidade no sistema”, reforçou a Presidência.

Também foram vetados dispositivos relacionados às competências dos entes federativos, como a obrigatoriedade de isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais e a previsão de subsídios federais para tarifas de transporte local. A justificativa foi preservar a autonomia de estados e municípios, evitar novas despesas obrigatórias para a União e garantir segurança jurídica na gestão dos sistemas de transporte.

Outros vetos se aplicam à criação de novas estruturas administrativas, regras de indenização a concessionárias e a vinculação obrigatória de 60% dos recursos da Cide Combustíveis para áreas urbanas. Segundo o governo, as medidas buscam evitar aumento de gastos permanentes, reduzir riscos fiscais para o poder público e preservar a flexibilidade do orçamento para atender às diferentes necessidades e prioridades do país.


Foto: Arquivo/PMB

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Senado aprova isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil

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O plenário do Senado aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) todos os brasileiros com renda mensal de até R$ 5 mil. A medida, considerada uma das mais amplas dos últimos anos, deve beneficiar cerca de 25 milhões de pessoas.

O texto, de número PL 1087/2025, também aumenta a taxação sobre altas rendas e lucros remetidos ao exterior. Caso seja sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda neste ano, as novas regras começarão a valer a partir de janeiro de 2026.

Segundo o governo, apenas 200 mil contribuintes mais ricos serão afetados pelo aumento da tributação. Para compensar a queda na arrecadação, o projeto cria uma alíquota progressiva de até 10% para quem ganha mais de R$ 600 mil por ano (equivalente a R$ 50 mil mensais).

Além disso, lucros e dividendos enviados para fora do país também serão tributados em 10%, uma cobrança inédita para muitos investidores. “É uma medida que dialoga com a vida real das pessoas”, afirmou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

O relator do projeto, Renan Calheiros (MDB-AL), acatou apenas duas emendas — dos senadores Eduardo Gomes (PL-TO) e Rogério Carvalho (PT-SE) — mantendo o texto principal praticamente intacto.

A proposta prevê ainda uma redução gradual do imposto para quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 por mês. Já rendimentos anuais superiores a R$ 1,2 milhão pagarão a alíquota máxima de 10%, incluindo dividendos.

O projeto foi encaminhado ao Congresso em março e aprovado pela Câmara em outubro. Se Lula sancionar a nova lei até dezembro, a faixa de isenção ampliada e a nova tabela do IR entram em vigor já no início de 2026, marcando uma das maiores reformulações do Imposto de Renda das últimas décadas.

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Foto: Carlos Moura/Ag. Senado

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Governo Lula tem 39% de avaliação negativa contra 31% de positiva, indica Quaest

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A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (20), mostra que 39% dos brasileiros avaliam de forma negativa o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 31% consideram a gestão positiva. Outros 27% classificaram o governo como regular, e 3% não souberam responder.

O levantamento aponta uma melhora em relação à pesquisa anterior, realizada em julho, logo após o chamado “tarifaço”. Naquele momento, Lula registrava 28% de avaliação positiva e 40% de negativa. Agora, a distância entre opiniões negativas e positivas caiu para 8 pontos percentuais. Em julho, a diferença era de 12 pontos e, em maio, chegou a 17. O índice atual se aproxima do registrado no início do ano, quando a diferença era de 6 pontos.

LEIA TAMBÉM:

A sondagem entrevistou 12.150 pessoas entre os dias 13 e 17 de agosto em oito estados (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Bahia e Pernambuco). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O estudo é financiado pela corretora Genial Investimentos, controlada pelo banco Genial.

A pesquisa confirma uma tendência de recuperação na popularidade do governo após quedas registradas em meses anteriores. O resultado foi medido em meio às repercussões do “tarifaço” e à tentativa do Palácio do Planalto de vincular a medida à influência política da família Bolsonaro.


Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Ipec: em setembro, 35% avaliam a administração de Lula como ótima, enquanto 34% acham ruim

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35% dos brasileiros ouvidos pela pesquisa Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) avaliam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como positiva.

Por outro lado, os dados divulgados nesta quinta-feira (12) apontam que o governo é considerado ruim ou péssimo por 34%. Enquanto 28% acham regular e 2% não sabem ou preferem não opinar.

Realizado entre os dias 5 e 9 de setembro com a participação de 2 mil brasileiros e brasileiras com 16 anos ou mais, o levantamento revela que a avaliação ótima/boa da gestão do é mais acentuada entre:

  • quem declara ter votado em Lula em 2022 (67%);
  • quem tem renda familiar de até um salário mínimo (50%);
  • os menos escolarizados (48%);
  • moradores da região Nordeste (47%).

Já a avaliação ruim/péssima é mais expressiva entre:

  • quem declara ter votado em Jair Bolsonaro na eleição de 2022 (66%);
  • brasileiros com renda mensal familiar superior a cinco salários mínimos (52%);
  • moradores da região Sul (43%);
  • quem tem o ensino superior (42%);
  • evangélicos (42%);
  • quem se autodeclara branco (41%).

A forma como Lula governa o país no momento é aprovada por 49% da população e desaprovada por 45%. Entre a parcela que não sabe ou não respondeu, o índice se manteve em 6%.

Em setembro, 45% depositam confiança no petista, enquanto 52% afirmam não confiar nele. A proporção dos que preferem não opinar sobre o tema totaliza 3%. Em todas, a margem de erro é de dois pontos percentuais.

Leia também: Espaço Motoboy de Barueri se torna referência para candidatos da região


Fonte: TV Cultura – Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Avaliação positiva do governo Lula sobe para 37%, diz Ipec

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A avaliação positiva do governo do presidente Lula (PT) subiu 4 pontos percentuais, passou de 33% para 37%, segundo levantamento divulgado pelo Ipec nesta quinta-feira (11).

A avaliação positiva do governo Lula subiu 4 pontos percentuais entre março e julho. Conforme resultado da pesquisa, a variação está acima da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A avaliação positiva é a soma das opiniões dos entrevistados que responderam que a administração do presidente é ‘ótima’ ou ‘boa’.

O Ipec entrevistou 2 mil eleitores em 129 cidades do país. O levantamento foi realizado de forma presencial entre os dias 4 e 8 de julho. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

Confira os resultados:

  • Ótima/Boa: 37%
  • Regular: 31%
  • Ruim/Péssima: 31%
  • Não sabe/Não respondeu: 2%

As avaliações regular e negativa oscilaram para baixo. Os entrevistados que responderam que o governo Lula está regular foram de 31%, em março, eram 33%. Os que avaliaram a administração negativamente também foram 31%, há quatro meses, eram 32%.

No caso da Aprovação e desaprovação, o resultado foram estáveis. 50% disseram aprovar o governo Lula, outros 44% desaprovaram. Em março, os percentuais eram 49% e 45% respectivamente.

  • Aprova: 50%
  • Desaprova: 44%
  • Não sabe/Não respondeu: 6%

Leia também: SP atinge marca de R$ 1 bilhão investido em infraestrutura na educação em 18 meses


Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Aprovação do Governo Lula sobe para 54%, diz pesquisa Genial/Quaest

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A pesquisa Genial/Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira (10) aponta que 54% dos entrevistados aprovam a terceira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frente à Presidência da República.

Ainda de acordo com o levantamento, 43% entrevistados desaprovam o terceiro mandato do petista. Outros 4% não souberam ou não quiseram responder.

Em comparação ao estudo realizado em maio, a aprovação de Lula subiu quatro pontos percentuais. Já a reprovação caiu quatro pontos percentuais.

Para a realização da pesquisa, foram entrevistadas 2 mil pessoas entre os dias 5 e 8 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Leia também: Sírio-Libanês será o responsável pela administração do Hospital Regional de Barueri


Fonte: TV Cultura – Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Governo Lula: aprovação cai para 50% e reprovação sobe para 47%, diz pesquisa

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A pesquisa Genial/Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira (8) aponta que 50% dos entrevistados aprovam a terceira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frente à Presidência da República.

Ainda de acordo com o levantamento, 47% entrevistados desaprovam o atual mandato do petista. Outros 3% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Em comparação ao estudo realizado no mês de março, a aprovação de Lula caiu um ponto percentual. Já a reprovação subiu um.

Para a realização da pesquisa, foram entrevistadas 2.045 pessoas entre os dias 2 e 6 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Leia também: Lula exalta trabalho de voluntários no RS e condena fake news


Fonte: TV Cultura – Foto: José Cruz/Ag. Brasil

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Ministro Alexandre Padilha visita Carapicuíba na próxima sexta-feira (12)

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Na próxima sexta-feira (12), a convite do ex -prefeito de Carapicuíba, Sergio Ribeiro, o Ministro Alexandre Padilha do Governo Lula visitará a cidade.

No evento que reunirá lideranças políticas da cidade e da Região Oeste da Grande São Paulo, será oferecido um jantar com o ministro Padilha e posterior um bate papo sobre as realizações do governo Lula e os desafios colocados à frente.

Imagem: Divulgação

Alexandre Padilha é ministro dsa Relações Institucionais do governo Lula e responsável pelas chamadas articulações políticas em Brasília, junto a governadores e prefeitos pelo Brasil.

Em março, Sergio Ribeiro já havia realizado um jantar em Carapicuíba e naquele período recebeu Luiz Marinho, ministro do Trabalho.

Nosso propósito, ao trazer ministros da gestão Lula a Carapicuíba, é aproximar ainda mais o governo federal da nossa militância e da população em geral”, afirmou Sergio Ribeiro.

Leia também: Evento com casa cheia em Carapicuíba recebe o Ministro do Trabalho Luiz Marinho


Foto: Reprodução

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