Governador venceu Fernando Haddad no primeiro turno e afirmou que resultado renova o compromisso com o estado
Reeleito governador de São Paulo neste domingo (4), Tarcísio de Freitas (Republicanos) agradeceu aos eleitores e afirmou que pretende fazer uma gestão ainda mais ampla nos próximos quatro anos.
Tarcísio recebeu 62,8% dos votos válidos, enquanto Fernando Haddad (PT) terminou a disputa com 36,22%.
Durante o discurso da vitória, o governador afirmou que o próximo mandato será marcado pela continuidade e ampliação do trabalho realizado em sua primeira gestão.
“Podem ter certeza que os quatro anos que virão serão ainda melhores do que foram esses quatro. Nós vamos entregar ainda mais, vamos fazer a diferença”.
Tarcísio destaca apoio de prefeitos
O discurso reuniu apoiadores e lideranças políticas, entre elas o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira.
Tarcísio também agradeceu aos prefeitos de diferentes municípios paulistas que apoiaram sua candidatura e afirmou que sua campanha conseguiu construir uma frente política em torno de um projeto para o estado.
“A gente mostrou que era possível construir um consenso em um país onde faltam consensos, a gente construiu consensos em torno de um projeto.”
O governador reeleito também agradeceu à população paulista pela confiança depositada em seu governo.
Próximos desafios
Ao falar sobre o primeiro mandato, Tarcísio citou ações e obras que considera marcos de sua gestão, incluindo medidas relacionadas à região da Cracolândia, a entrega de trechos do Rodoanel e a Linha 6 do Metrô.
Para o novo mandato, o governador afirmou que ainda existem desafios a serem enfrentados e destacou áreas relacionadas à formação profissional e às políticas voltadas para diferentes grupos da população.
“A gente sabe que tem muito a fazer. A gente sabe que tem um longo caminho a percorrer e vamos percorrer esse caminho juntos.”
Tarcísio também mencionou jovens, mulheres e mães atípicas ao falar sobre as prioridades para os próximos anos.
“Nós estamos conectados com o futuro, com as profissões do futuro. Com os jovens, com as mulheres, com as mães atípicas.”
Com a reeleição, Tarcísio permanecerá no comando do governo paulista por mais quatro anos, a partir de 2027.
Tarcísio de Freitas foi reeleito governador de São Paulo neste domingo (4), no primeiro turno das eleições de 2026. Com a vitória, o atual governador seguirá à frente do Executivo paulista por mais quatro anos.
A confirmação do resultado ocorreu após mais de 90% das urnas terem sido apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Tarcísio disputou a reeleição pelo Republicanos e venceu os demais candidatos que concorreram ao governo paulista.
Segundo mandato
Com a reeleição, Tarcísio de Freitas permanecerá no comando do estado a partir de 1º de janeiro de 2027, dando continuidade ao projeto de governo iniciado em seu primeiro mandato.
Durante a campanha, o governador apresentou propostas e resultados de sua gestão em áreas como infraestrutura, segurança pública, saúde, educação e desenvolvimento econômico.
O resultado deste domingo define o comando do governo paulista para o período de 2027 a 2030.
Resultado da eleição
A votação de Tarcísio e dos demais candidatos será detalhada pelo TSE conforme a totalização dos votos no estado.
O resultado oficial também inclui os votos válidos, brancos e nulos, além da abstenção registrada nas urnas paulistas.
A Hora de São Paulo acompanha a apuração e atualizará esta matéria com os números finais e a repercussão da reeleição.
Candidata à reeleição para a Alesp, deputada afirma que se identifica com a direita e destaca filiação ao Republicanos e apoio ao governador de SP.
A deputada estadual Bruna Furlan (Republicanos), candidata à reeleição para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), reforçou seus apoios políticos para as eleições deste ano. Ao ser procurada pela reportagem, a parlamentar destacou sua filiação ao Republicanos e o apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas.
“Sou do Republicanos, o mesmo partido do governador Tarcísio de Freitas. Nós estamos caminhando juntos em prol do Estado”, afirmou Bruna à reportagem.
A deputada também declarou apoio à candidatura do presidente da Alesp, André do Prado (PL), ao Senado.
“Estou apoiando o Tarcísio e toda coligação”, afirmou.
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Posicionamento
A manifestação de Bruna ocorre após a circulação de informações sobre seu posicionamento político. Questionada sobre as informações que circulam a respeito de seu posicionamento político, Bruna preferiu não comentar especificamente o conteúdo, mas reforçou sua filiação partidária e os apoios que declarou para a eleição.
A parlamentar disputa a reeleição para a Alesp e declarou apoio à reeleição de Tarcísio de Freitas ao governo paulista e à candidatura de André do Prado ao Senado.
A definição sobre posicionamentos e alianças eleitorais cabe aos próprios candidatos e partidos, enquanto o eleitor poderá avaliar as propostas, declarações e trajetórias apresentadas ao longo da campanha.
Lista foi definida após o encerramento do prazo para registro; estado tem 34,1 milhões de eleitores aptos a votar, sendo 9,1 milhões na capital
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A disputa pelo governo de São Paulo terá sete candidatos nas eleições de 2026. A lista foi definida após o encerramento do prazo para registro das candidaturas, às 19h deste sábado (15), conforme o calendário eleitoral.
São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com 34.104.226 eleitores aptos a votar, o equivalente a 21,48% do eleitorado brasileiro. Somente a capital paulista reúne 9.135.407 eleitores, correspondentes a 26,7% do eleitorado estadual.
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Caso nenhum candidato ao governo alcance a maioria dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro.
Os sete nomes registrados para a disputa são Carlos Machado (PCB), Fernando Haddad (PT), Izadora Dias (PCO), Policial Edjane (Agir), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP).
Quem são os candidatos ao governo de São Paulo
Carlos Machado — PCB
Carlos Alberto Machado é professor da rede pública estadual e formado em História pela Universidade de Franca. Segundo a Exame, nasceu e cresceu em Franca, trabalhou em fábricas de calçados e posteriormente na construção civil.
Sua trajetória política começou no movimento estudantil e passou por organizações ligadas à educação popular e movimentos sociais. Em 2024, foi candidato a vice-prefeito de Franca pelo PCB.
A chapa do partido tem Felipe de Oliveira Queiroz como candidato a vice-governador.
Fernando Haddad — PT
Fernando Haddad, 63 anos, é advogado, professor e político. Formado em Direito pela USP, também possui mestrado em Economia e doutorado em Filosofia.
Foi prefeito de São Paulo entre 2013 e 2016 e ministro da Educação entre 2005 e 2012. Em 2018, disputou a Presidência da República pelo PT.
Mais recentemente, comandou o Ministério da Fazenda e, em 2026, foi escolhido pelo PT para disputar novamente o governo paulista. Seu candidato a vice é Márcio França (PSB).
Izadora Dias — PCO
Izadora Cristina Dias da Silva, 27 anos, nasceu em Barra Bonita, no interior de São Paulo, e é militante do PCO desde 2018.
Estudante de Letras da USP, atua no coletivo de mulheres Rosa Luxemburgo e participa da militância do partido no estado. Também trabalha como colunista do Diário Causa Operária e apresentadora do programa Reunião de Pauta, da Causa Operária TV.
Já foi candidata a vereadora de Barra Bonita, em 2020, e a deputada federal, em 2022. Nivaldo Orlandi é o candidato a vice-governador na chapa.
Policial Edjane — Agir
Edjane Lima de Sousa, identificada na disputa eleitoral como Policial Edjane, concorre pelo Agir.
O registro eleitoral apresentado para a disputa indica Edjane como candidata ao governo paulista pelo partido. A chapa aparece entre as sete candidaturas registradas para o cargo.
Observação: o material da Exame consultado apresenta os outros seis candidatos em perfis individuais, mas não traz informações biográficas sobre Policial Edjane. Por isso, não acrescentamos dados sobre sua trajetória sem uma fonte que os confirme.
Tarcísio de Freitas — Republicanos
Tarcísio Gomes de Freitas, 51 anos, é o atual governador de São Paulo e disputa a reeleição.
Engenheiro civil, nasceu no Rio de Janeiro e também serviu no Exército. Antes da carreira política, passou pela Controladoria-Geral da União, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e pela Câmara dos Deputados.
Entre 2019 e 2022, foi ministro da Infraestrutura no governo Jair Bolsonaro. Em 2022, foi eleito governador de São Paulo no segundo turno, derrotando Fernando Haddad.
Para a eleição deste ano, Tarcísio mantém Felicio Ramuth (MDB) como candidato a vice-governador.
Vera Lúcia — PSTU
Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado é candidata pelo PSTU. Natural de Inajá, no sertão de Pernambuco, mudou-se ainda criança com a família para Sergipe.
Começou a trabalhar em uma fábrica de calçados aos 19 anos e posteriormente construiu sua trajetória no movimento sindical e no PSTU. É formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Sergipe.
Vera já disputou a Presidência da República em 2018 e 2022 e foi candidata à Prefeitura de São Paulo em 2020. Para o governo paulista, sua vice é Renata França.
Vivian Mendes — UP
Vivian Mendes da Silva, 45 anos, é formada em Comunicação e uma das fundadoras da Unidade Popular (UP).
Também participou da criação do Movimento de Mulheres Olga Benario. Trabalhou desde os 16 anos e construiu sua trajetória política em movimentos sociais.
Em 2022, disputou uma vaga ao Senado por São Paulo e recebeu 280.460 votos. Para a eleição de 2026, Marcelo Pereira é o candidato a vice-governador em sua chapa.
Quando será a eleição para governador?
O primeiro turno das eleições de 2026 acontece em 4 de outubro, quando os eleitores paulistas escolherão governador, vice-governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.
Se nenhum candidato ao governo obtiver maioria dos votos válidos, os dois mais votados avançarão para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Os planos de governo dos candidatos podem ser consultados no sistema DivulgaCandContas, da Justiça Eleitoral.
Durante a inauguração das obras de ampliação das marginais da Rodovia Castello Branco, em Barueri, o governador Tarcísio de Freitas reafirmou seu apoio à pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado, ao Senado Federal.
Em seu discurso, o governador destacou a atuação de André do Prado à frente da Alesp, elencou qualidades do parlamentar e afirmou que ele será um importante representante de São Paulo no Senado caso confirme a candidatura e seja eleito.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deve participar, na próxima semana, da cerimônia de posse do novo presidente do CIOESTE (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo), Gregório Maglio, prefeito de Pirapora do Bom Jesus. O evento será realizado em Barueri e também marca a posse do vice-presidente Teco.
A expectativa é que o governador esteja acompanhado do secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado, Gilberto Kassab. O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, também deve prestigiar a solenidade.
Além da cúpula estadual, são esperadas as presenças dos prefeitos das 14 cidades que integram o consórcio, assim como vereadores, secretários municipais e outras lideranças políticas da região oeste da Grande São Paulo.
A participação de Tarcísio de Freitas ocorre um ano após o governador ter comparecido à posse da diretoria do CIOESTE em janeiro de 2025, quando Guto Issa assumiu a presidência e Kauan Berto a vice-presidência. À época, a presença do chefe do Executivo paulista foi interpretada como um sinal de apoio às iniciativas de desenvolvimento regional conduzidas pelo consórcio.
O CIOESTE reúne municípios estratégicos da região metropolitana para a articulação de políticas públicas comuns, especialmente nas áreas de saúde, educação, esportes, gestão de enchentes e segurança pública. A atuação integrada busca otimizar recursos e ampliar a capacidade de resposta a demandas que ultrapassam os limites de cada cidade.
Ao ser eleito, Gregório Maglio afirmou que pretende fortalecer ainda mais a atuação regional e manter o protagonismo do CIOESTE, que se apresenta como o maior consórcio intermunicipal do país. Já o vice-presidente Teco destacou a importância da união entre os municípios para enfrentar desafios compartilhados e ampliar a representatividade da região junto aos governos estadual e federal.
Segundo dados do próprio consórcio, o CIOESTE reúne 14 municípios da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, representando cerca de 3 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) superior a R$ 230 bilhões, consolidando-se como uma das principais forças econômicas do Brasil.
A gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é aprovada por 60% dos eleitores paulistas, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (2). Outros 34% dos entrevistados disseram desaprovar a administração estadual, enquanto 6% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.
O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Quando questionados sobre a avaliação do desempenho do governo, 39% consideram a gestão ótima ou boa. Outros 32% classificam como regular. Já 27% avaliam a administração como ruim ou péssima. Apenas 2% dos entrevistados não souberam responder.
Os números indicam que, apesar de manter maioria de aprovação, o governador ainda enfrenta um percentual significativo de resistência, refletido principalmente na soma das avaliações negativas. O resultado também mostra um eleitorado dividido, com parcela relevante avaliando o governo como regular.
A pesquisa reforça a importância dos próximos meses de gestão, período em que temas como segurança pública, infraestrutura, saúde e educação devem continuar no centro do debate político no estado mais populoso do país.
Santana de Parnaíba foi destaque estadual nesta segunda-feira (13), ao ser reconhecida como uma das cidades mais eficientes de São Paulo na gestão pública. O prefeito Elvis Cezar recebeu das mãos do governador Tarcísio de Freitas o prêmio do Índice de Eficiência da Gestão Municipal (IEG-M), durante cerimônia realizada na sede do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), na capital paulista.
O IEG-M, que completa 10 anos em 2025, é uma ferramenta criada pelo TCE-SP para avaliar a qualidade e o desempenho das administrações municipais paulistas. O índice mede a eficiência em sete áreas fundamentais: saúde, educação, planejamento, gestão fiscal, meio ambiente, governança em tecnologia da informação e proteção aos cidadãos. O objetivo é oferecer aos gestores públicos uma base técnica para aprimorar políticas e melhorar os serviços oferecidos à população.
O evento contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado André do Prado, do coordenador do projeto, conselheiro Sidney Beraldo, da presidente do TCE-SP, conselheira Cristiana de Castro Moraes, além de outros conselheiros e autoridades estaduais e municipais.
Nas redes sociais, Elvis Cezar comemorou o reconhecimento, ressaltando o trabalho coletivo da administração municipal:
“Esse resultado é fruto de muito trabalho, planejamento e compromisso com as pessoas. Agradeço a cada servidor, secretária e colaborador que faz parte dessa conquista. Seguimos firmes, mostrando que com gestão eficiente e responsabilidade, é possível transformar uma cidade e melhorar a vida de quem mais precisa”, escreveu o prefeito.
Com o prêmio, Santana de Parnaíba reforça sua posição como referência em gestão pública eficiente e transparente no Estado de São Paulo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança em todos os cenários testados para a disputa ao governo paulista, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big divulgada nesta segunda-feira (6).
No primeiro cenário, Tarcísio tem 52% das intenções de voto, seguido por Márcio França (PSB), com 16%. Em terceiro lugar está Erika Hilton (PSOL), com 10%, e Paulo Serra (PSDB), com 8%. Já Felipe D’Ávila (Novo) soma 3%.
Quando o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) é incluído, Tarcísio mantém a dianteira com 47%, contra 26% do vice-presidente. Erika Hilton (10%), Paulo Serra (7%) e D’Ávila (2%) completam o quadro.
Nos cenários sem Tarcísio, a disputa fica mais acirrada. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e Alckmin despontam como principais alternativas. Em um dos recortes, Nunes lidera com 34%, seguido por Márcio França (20%) e Erika Hilton (10%). Em outro, França chega a 27%, com Rodrigo Garcia (14%) logo atrás. Já em um terceiro cenário, Alckmin e Nunes aparecem empatados tecnicamente, com 31% e 30%, respectivamente.
No índice de rejeição, quem lidera é Erika Hilton (38%), seguida de Tarcísio (28%) e Alckmin (26%).
O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
📊 Resumo dos principais cenários:
Tarcísio x França: 52% x 16%
Tarcísio x Alckmin: 47% x 26%
Sem Tarcísio: Nunes (34%) e Alckmin (31%) lideram em cenários distintos.
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou publicamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar negociar com a Embaixada dos Estados Unidos uma solução para o chamado “tarifaço” de 50% imposto por Donald Trump a produtos brasileiros. Segundo Eduardo, a iniciativa foi um “desrespeito” com ele, que atua diretamente nos EUA pressionando por sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Já provamos ser mais efetivos do que o Itamaraty. O filho do presidente exilado nos Estados Unidos. Buscar uma alternativa lateral. É um desrespeito comigo”, disse em entrevista à Folha de S.Paulo. Eduardo afirmou ainda que sua pressão por retaliações ao Brasil não tem como objetivo convencer a população, mas sim “pressionar o Moraes”.
Apesar de a medida poder beneficiar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele disse não se arrepender das articulações para que o governo americano sancione autoridades brasileiras. Ele também afirmou que só voltará ao país quando Alexandre de Moraes “não tiver mais força para prendê-lo”.
Cotado como possível candidato à Presidência em 2026, Tarcísio tentou reduzir os impactos políticos do tarifaço e fez uma série de reuniões com lideranças, incluindo Jair Bolsonaro, ministros do STF e representantes da embaixada americana. O governo Lula, por sua vez, tem atribuído o desgaste econômico das medidas à oposição.
Eduardo, que está licenciado da Câmara desde março, indicou que poderá renunciar ao mandato. “Provavelmente vou abrir mão do mandato”, declarou à Folha. Ao Estadão, ele disse que “por ora” não pretende retornar ao Brasil.