Como aparecer nos resumos do Google e nos chats de IA – por Adriana Vasconcellos Soares

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A inteligência artificial mudou a forma como as pessoas pesquisam informações na internet. As buscas não estão diminuindo. Elas estão se expandindo. O que mudou foi o comportamento do usuário e a maneira como o conteúdo é consumido.

Apesar do crescimento de ferramentas como ChatGPT, Gemini, Claude e Perplexity, o Google continua sendo a principal porta de entrada para a informação digital. Embora a empresa não divulgue números detalhados por país, o Brasil é atualmente o segundo maior mercado de buscas do mundo, atrás apenas da Índia. Dados de mercado indicam que mais de 90% dos brasileiros conectados utilizam o buscador regularmente. Considerando que o Google processa mais de 16 bilhões de pesquisas por dia em todo o mundo, estima-se que os brasileiros realizem bilhões de buscas diariamente, impulsionados pela alta penetração da internet e pelo uso massivo de dispositivos móveis.

O que está mudando não é a importância das buscas, mas a forma como elas acontece.

Hoje, parte das respostas já aparece pronta nos resumos do Google, nos AI Overviews e em plataformas de inteligência artificial. Em vez de acessar vários links para encontrar uma informação, o usuário faz uma pergunta e recebe uma síntese pronta com recomendações, explicações, comparações e caminhos para tomada de decisão.

Segundo estudos recentes do mercado de SEO, os resumos gerados por IA aumentaram significativamente as impressões nas buscas, mas reduziram os cliques para os sites. Isso revela uma transformação importante. A visibilidade digital não depende mais apenas de gerar tráfego. Ela passa a depender também da capacidade de aparecer nas respostas produzidas pelas inteligências artificiais.

Nesse novo cenário, empresas, marcas e profissionais de diferentes segmentos precisam adaptar sua comunicação. A seguir, veja oito passos para aumentar as chances de aparecer nos resumos do Google e nos chats de IA.

1 – Entenda como as pessoas pesquisam

As buscas ficaram mais conversacionais e específicas. O usuário não pesquisa apenas “consultoria financeira” ou “advogado trabalhista”. Agora ele pergunta:

“Qual a melhor estratégia para reduzir custos na empresa?”

“Como escolher um advogado para revisão contratual?”

“Qual plataforma vale mais a pena para pequenas empresas?”

As inteligências artificiais trabalham exatamente em cima desse modelo de pergunta e resposta. Quanto mais sua comunicação refletir a linguagem real do público, maiores serão as chances de relevância.

2 – Transforme dúvidas reais em conteúdo

Um dos caminhos mais eficientes é usar as perguntas frequentes dos clientes como pauta de conteúdo. Toda empresa acumula dúvidas recorrentes no atendimento, nas reuniões comerciais e nas redes sociais. Essas perguntas mostram exatamente o que o mercado quer entender. Conteúdos que respondem questões práticas tendem a performar melhor tanto nos buscadores quanto nas respostas geradas por IA.

3 – Use linguagem simples e objetiva

Muitas marcas ainda produzem conteúdos excessivamente técnicos, longos e difíceis de interpretar. As inteligências artificiais priorizam clareza, contexto e objetividade. Isso significa que a linguagem precisa ser acessível sem perder profundidade. Em vez de tentar impressionar com termos complexos, o ideal é explicar de forma clara, direta e útil.

4 – Tenha presença em fontes confiáveis

As IAs tendem a priorizar informações provenientes de fontes recorrentes e consideradas confiáveis. Por isso, presença digital não significa apenas ter um site. Significa construir reputação em diferentes ambientes. Perfis completos em plataformas relevantes do setor, avaliações positivas, participação em eventos, entrevistas, entrevistas e artigos publicados na imprensa e presença institucional consistente ajudam a fortalecer a autoridade digital.

5 – Produza conteúdos focados em uma única resposta

Conteúdos muito amplos dificultam a interpretação e o reaproveitamento pelas inteligências artificiais. Materiais mais objetivos costumam funcionar melhor. Um artigo, vídeo ou postagem que responda claramente uma única dúvida tende a ter maior potencial de reutilização nos resumos automáticos e isso não significa superficialidade, significa organização da informação.

6 – Use vídeos como ferramenta de descoberta

YouTube, Instagram, TikTok e outras plataformas deixaram de ser apenas redes sociais. Elas também funcionam como mecanismos de busca. Muitas pessoas pesquisam diretamente nesses ambientes antes de tomar decisões.

Vídeos curtos, explicativos e educativos ajudam a ampliar a presença digital e aumentam as chances de descoberta tanto nas plataformas sociais quanto nos resultados do Google.

7 – Produza conteúdo para quem está decidindo

Grande parte das empresas ainda concentram produção apenas no topo do funil, focando conteúdos genéricos e informativos, mas as inteligências artificiais também valorizam materiais ligados à tomada de decisão. Comparativos, análises, perguntas frequentes, estudos de caso, provas sociais e demonstrações de resultados ajudam a construir confiança e relevância. Esses conteúdos influenciam diretamente a percepção do usuário antes da escolha final.

8 – Use a inteligência artificial como apoio estratégico

A IA pode ajudar na identificação de pautas, organização de ideias, simplificação da linguagem e estruturação de conteúdos, mas existe um ponto importante, que precisa ser considerado: a tecnologia apoia a produção, ela não substitui experiência, repertório, estratégia e conhecimento humano. O diferencial continua sendo a capacidade da marca de gerar contexto, credibilidade e interpretação qualificada.

O papel da assessoria de imprensa na era das respostas por IA

Nesse novo ambiente digital, a assessoria de imprensa passa a exercer uma função ainda mais estratégica. Mais do que gerar visibilidade em veículos de comunicação, ela ajuda a construir autoridade em fontes consideradas confiáveis por buscadores e sistemas de inteligência artificial.

Quando uma empresa aparece de forma consistente em entrevistas, reportagens, artigos de opinião e matérias especializadas, aumenta sua relevância não apenas para o público, mas também para os mecanismos que organizam a informação online. As inteligências artificiais tendem a priorizar conteúdos com lastro editorial, recorrência e credibilidade.

Isso significa que a presença na imprensa pode ampliar as chances de uma marca ser citada em respostas geradas por IA. A assessoria deixa de atuar apenas como uma ferramenta de relacionamento com jornalistas e passa a contribuir diretamente para o posicionamento digital e para a construção de reputação.

A nova lógica da visibilidade

O comportamento digital mudou, o usuário quer respostas rápidas, claras e contextualizadas. Nesse cenário, aparecer nos resumos do Google e nas respostas das inteligências artificiais se tornou parte estratégica da construção de autoridade. A disputa não acontece apenas pelo clique, ela acontece pela presença na resposta. Empresas que conseguem unir conteúdo útil, linguagem acessível, reputação, autoridade e consistência aumentam significativamente suas chances de serem lembradas antes mesmo da decisão de compra.

Hoje, ser encontrado continua importante, mas ser citado pelas inteligências artificiais passou a ter peso estratégico na construção de influência, credibilidade e relevância digital. A inteligência artificial está transformando a comunicação, mas não substitui a confiança construída por empresas, especialistas e veículos de comunicação.

Nesse contexto, produzir conteúdo de qualidade, manter presença consistente e investir em reputação tornou-se tão importante quanto aparecer nas primeiras posições do Google.

No novo ambiente digital, quem conquista espaço nas respostas conquista também espaço na decisão.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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SEO muda de função na era da inteligência artificial – por Adriana Vasconcellos Soares

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Durante muitos anos, dominar o Google parecia suficiente para garantir relevância digital. Se a empresa aparecia bem-posicionada, gerava tráfego e produzia conteúdos eficientes, o trabalho de SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Mecanismos de Busca) era considerado bem executado. Esse raciocínio ainda faz sentido, mas deixou de ser completo.

O Google continua sendo a principal porta de entrada para buscas e descoberta de informação na internet. O que mudou foi o comportamento do usuário. A jornada de decisão deixou de acontecer apenas no buscador tradicional e passou a ser distribuída entre diferentes inteligências artificiais, como ChatGPT, Gemini, Claude, Perplexity e os próprios AI Overviews do Google.

Hoje, profissionais e empresas utilizam essas ferramentas para entender contextos, comparar soluções, validar opções e aprofundar análises antes mesmo de acessar um site. Isso cria uma camada de influência. Antes do clique, existe a resposta. E, se a marca não aparece nela, já começa atrás na disputa.

O maior erro estratégico de muitas empresas é tratar AI SEO ou GEO (Generative Engine Optimization ou Otimização para Motores Generativos) como algo separado do SEO tradicional. Como se existisse um “SEO para IA” funcionando isoladamente. Isso leva à criação de conteúdos superficiais, genéricos ou produzidos apenas para tentar aparecer em respostas algorítmicas.

Na prática, o GEO não substitui o SEO. Ele amplia o SEO. A lógica da busca continua existindo, mas ficou mais complexa.

No ambiente B2B, a jornada do usuário se tornou híbrida. O profissional pesquisa no Google para validar demanda, utiliza IA para entender contexto, compara soluções com apoio algorítmico e só depois aprofunda a análise diretamente nas marcas. Isso altera completamente o topo do funil.

Perguntas que antes eram feitas apenas ao Google agora são distribuídas entre buscadores e inteligências artificiais. Questões como “qual o melhor CRM para empresas em crescimento” podem ser respondidas diretamente por IA, sem que o usuário visite um único site. Nesse cenário, a disputa deixa de ser apenas por clique e passa a ser por presença na resposta.

As inteligências artificiais tendem a destacar um conjunto menor de referências e marcas. Isso reduz o universo de empresas consideradas pelo usuário logo no início da jornada. E essa percepção começa antes mesmo da mídia paga, do contato comercial ou da estratégia de vendas.

Por isso, não aparecer nas respostas algorítmicas reduz drasticamente as chances de consideração. Não porque a empresa deixou de existir, mas porque deixou de ser lembrada quando a decisão começa a ser construída.

Esse movimento também muda o papel do SEO dentro das empresas. Antes, a principal preocupação era ranquear melhor. Agora, surge uma segunda questão igualmente importante. Como ser citado.

As duas coisas estão conectadas, mas não são iguais. Uma empresa pode ter bom posicionamento no Google e ainda assim não aparecer nas respostas das IAs. Da mesma forma, pode ser citada sem ocupar a primeira posição orgânica.

O SEO tradicional continua focado em indexação, ranking e tráfego. Já o GEO busca aumentar a capacidade de recuperação, interpretação e reutilização das informações pelas inteligências artificiais. Os dois precisam atuar juntos.

Grande parte das empresas ainda produz conteúdos pouco estruturados, genéricos e sem respostas claras, dificultando interpretação e reaproveitamento pelas inteligências artificiais. Outro erro comum é a falta de autoridade temática. Muitos conteúdos são isolados, sem coerência editorial ou aprofundamento real. Além disso, especialistas apontam excesso de foco no topo do funil e pouca produção voltada para comparação, validação e tomada de decisão. O resultado é previsível. A marca não é citada, não é lembrada e não entra na consideração.

O novo cenário exige mudança de mentalidade. Mais do que buscar palavras-chave, as empresas precisam mapear perguntas estratégicas que influenciam decisões reais de negócio. O conteúdo precisa ser estruturado de forma clara, objetiva e reutilizável pelas inteligências artificiais.

Também cresce o peso de conteúdos de fundo de funil, como comparativos, validações, provas sociais, análises técnicas e demonstrações de autoridade.

Como a assessoria de imprensa entra neste contexto

Nesse cenário, a assessoria de imprensa passa a ter um papel ainda mais estratégico. Além de fortalecer reputação e credibilidade perante o mercado, ela amplia a presença da marca em fontes confiáveis que alimentam buscadores e inteligências artificiais.

Quando uma empresa aparece de forma consistente em veículos de comunicação, entrevistas, artigos e reportagens, aumenta suas chances de ser reconhecida como referência também pelas IAs. Isso influencia percepção, confiança e consideração antes mesmo do clique.

Um exemplo recente desse movimento é a parceria firmada entre a Folha de S. Paulo e o Google. O acordo prevê o uso de conteúdos jornalísticos para aprimorar respostas do Gemini e reforça a importância de fontes confiáveis no ecossistema das inteligências artificiais. Nesse contexto, a assessoria de imprensa ganha relevância ao ampliar a presença das marcas em veículos reconhecidos.

O SEO deixa de atuar apenas como aquisição de tráfego e passa a participar diretamente da construção de percepção. O impacto já não aparece apenas em cliques e visitas, mas também em qualidade de lead, velocidade de decisão, conversão e geração de oportunidades.

A transformação mais importante talvez seja esta, a disputa começa antes do clique. Muitas empresas ainda analisam performance apenas por métricas tradicionais, enquanto parte da influência já acontece fora dos relatórios clássicos, dentro das respostas geradas por inteligência artificial.

No novo ambiente digital, aparecer continua importante. Mas ser lembrado antes mesmo da busca se tornou ainda mais estratégico.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Acordo entre Folha e Google reforça novo papel da imprensa na era das inteligências artificiais – por Adriana Vasconcellos Soares

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O recente acordo entre a Folha de S. Paulo e o Google marca uma mudança relevante na forma como a informação circula e influencia decisões no ambiente digital. A parceria prevê o uso de conteúdos jornalísticos do veículo para aprimorar as respostas do Gemini e reforça um movimento que já vinha sendo alertado nesta coluna há alguns meses. De forma silenciosa, as inteligências artificiais estão cada vez mais conectadas a fontes confiáveis de informação.

Na prática, isso significa que parte do acervo e da produção contínua da Folha passa a alimentar diretamente um sistema que responde perguntas, orienta escolhas e molda percepções. Não se trata apenas de distribuição de conteúdo, mas de influência estruturada.

Durante anos, o SEO seguiu uma lógica clara. Produzir conteúdo, ganhar posições nos buscadores, atrair tráfego e converter. Mesmo com mudanças frequentes, o princípio era estável. Quem aparecia mais, tinha mais chances de ser escolhido.

Esse modelo começa a mudar de forma consistente. Hoje, uma parcela crescente dos usuários inicia sua jornada dentro de inteligências artificiais. Em vez de buscar links, fazem perguntas. Em vez de navegar por páginas, recebem respostas prontas, organizadas e contextualizadas. Muitas vezes, sem clicar em nenhum site.

Essa mudança desloca o centro da estratégia digital. O topo do funil deixa de ser medido apenas por visitas e passa a ser medido por exposição dentro das respostas geradas por IA. É o que se consolida como visibilidade por citação.

Se antes a disputa era por posição no Google, agora passa a ser também por presença nas respostas das inteligências artificiais.

Tráfego zero não é ausência de impacto

Um erro comum é avaliar desempenho apenas por métricas tradicionais. Nem toda influência gera clique. E nem toda decisão começa em um site. Um usuário pode fazer diversas perguntas ao longo de dias ou semanas. Se uma mesma marca aparece repetidamente nas respostas, mesmo sem gerar acesso direto, ela constrói familiaridade. Quando chega o momento da decisão, essa marca já ocupa espaço na mente do consumidor.

A conversão acontece, mas o caminho até ela não aparece de forma clara nas ferramentas tradicionais de análise.

Nesse novo cenário, a jornada se encurta. Antes, o consumidor passava por blogs, vídeos, comparadores e avaliações. Agora, grande parte desse processo pode acontecer dentro de uma única interação com IA. Isso reduz os pontos de contato, mas aumenta o peso de cada menção.

Uma citação relevante pode valer mais do que dezenas de impressões dispersas.

Citação é influência

Quando uma inteligência artificial menciona uma marca, ela não está apenas informando. Está validando. Está sinalizando que aquela empresa faz parte do conjunto de opções confiáveis para determinado tema.

Esse reconhecimento tende a se acumular. Quanto mais uma marca aparece com contexto claro, maior a probabilidade de continuar sendo referenciada. O contrário também é verdadeiro. Não aparecer significa, muitas vezes, não ser considerado. Esse movimento já começa a impactar a leitura interna das empresas. Em alguns casos, campanhas pagas apresentam melhor desempenho enquanto o tráfego orgânico parece estagnar. Na prática, o conteúdo orgânico continua relevante, mas seu papel mudou. Ele alimenta a base de conhecimento que sustenta as respostas das Ias, enquanto outros canais capturam a conversão.

O acordo entre Folha e Google torna esse processo mais explícito. Mostra que as plataformas estão estruturando parcerias com fontes confiáveis para qualificar suas respostas. E, nesse contexto, a origem da informação passa a ser ainda mais relevante.

O papel estratégico da assessoria de imprensa

É nesse ponto que a assessoria de imprensa ganha protagonismo. Mais do que gerar visibilidade em veículos tradicionais, ela passa a atuar como ponte entre marcas e os sistemas que organizam a informação no ambiente digital. Ao posicionar empresas em veículos relevantes, produzir conteúdo editorial consistente e fortalecer a presença institucional, a assessoria contribui diretamente para que essas marcas se tornem fontes confiáveis. E são essas fontes que alimentam as inteligências artificiais.

Entrevistas, artigos, menções em reportagens e presença recorrente na mídia aumentam a probabilidade de uma marca ser citada em respostas algorítmicas. Não por acaso, as IAs tendem a priorizar conteúdos com lastro editorial, frequência e credibilidade.

Nesse cenário, a assessoria deixa de ser apenas uma ferramenta de relacionamento com a imprensa e passa a ser um ativo estratégico de posicionamento digital. O impacto não está apenas na exposição, mas na construção de autoridade reutilizável. Uma vez consolidada, essa autoridade pode ser continuamente referenciada em diferentes contextos, perguntas e jornadas de consumo.

O novo jogo da visibilidade

O acordo entre a Folha de S. Paulo e o Google deixa claro que a disputa por atenção mudou de lugar. Ela não acontece mais apenas nos buscadores ou nas redes sociais. Ela acontece dentro das respostas das inteligências artificiais, que passaram a filtrar, organizar e indicar quais marcas merecem ser consideradas.

Nesse cenário, ser encontrado continua importante, mas já não é suficiente. O que realmente pesa é ser citado com frequência, com contexto e dentro de fontes confiáveis. É isso que constrói percepção, reduz dúvida e influencia decisões antes mesmo do clique.

Visibilidade, agora, é ser lembrado antes de ser procurado. E é exatamente nesse ponto que a assessoria de imprensa faz a diferença no negócio. Ao posicionar a marca em veículos relevantes, fortalecer sua reputação e garantir presença consistente em conteúdos de qualidade, ela amplia as chances de citação nas inteligências artificiais e consolida a empresa como referência no mercado.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Redes sociais para saúde, produtos e serviços como escolher as melhores plataformas em 2026 – por Adriana Vasconcellos Soares

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A presença digital deixou de ser opcional. Em 2026, empresas, profissionais e marcas disputam atenção em um ambiente cada vez mais fragmentado e competitivo. Ainda assim, um erro comum continua se repetindo. Usar as mesmas redes sociais para qualquer tipo de negócio, sem considerar o comportamento do consumidor.

Produtos, serviços e saúde seguem lógicas diferentes de decisão. Quando essa diferença não é respeitada, a comunicação perde eficiência, o conteúdo não conecta e o resultado não aparece. Antes de escolher a plataforma, é preciso entender um ponto básico:

  • Produto vende por desejo.
  • Serviço vende por confiança.
  • Saúde exige segurança e autoridade.

A partir disso, a escolha das redes sociais deixa de ser tendência e passa a ser estratégia.

Redes sociais para divulgar produtos

Quando falamos de produtos como roupas, cosméticos, papelaria ou ferramentas, o principal gatilho de compra é visual e emocional. O consumidor não quer apenas informação. Ele quer ver, se identificar e desejar. Por isso, as redes mais eficientes são aquelas que estimulam descoberta e impacto rápido.

Instagram segue como a principal vitrine digital. Com forte apelo visual, permite apresentar produtos em fotos, vídeos curtos, bastidores e provas sociais. Além disso, recursos como loja integrada e marcação de produtos encurtam o caminho até a compra.

TikTok cresce como canal de alcance. É onde produtos viralizam, ganham escala e entram no radar de novos públicos. Funciona bem para demonstrações rápidas, tendências e conteúdos espontâneos.

Facebook continua relevante, principalmente para campanhas pagas e segmentação. Embora tenha perdido protagonismo orgânico, ainda entrega alcance consistente para públicos mais amplos.

WhatsApp é o ponto de conversão. Depois do interesse, é ali que a venda acontece. Atendimento rápido, envio de catálogo e proximidade fazem diferença.

Nesse cenário, o erro mais comum é tratar produto como catálogo estático. O que funciona é contexto, uso real e identificação.

Redes sociais para divulgar serviços

Serviços como advocacia, contabilidade, mecânica ou limpeza seguem outra lógica. Aqui, a decisão não é impulsiva. O cliente busca confiança, clareza e segurança antes de contratar. Isso muda completamente a estratégia.

Google é o principal ponto de partida. É onde o cliente pesquisa, compara e decide. Estar bem-posicionado, com avaliações, fotos e informações atualizadas, influencia diretamente a escolha.

Instagram funciona como canal de proximidade. Mostra bastidores, explica processos, responde dúvidas e humaniza o serviço. Ajuda a transformar uma marca em alguém confiável.

LinkedIn ganha força em serviços técnicos e B2B. É onde a autoridade profissional se consolida, principalmente em áreas como consultoria, jurídico e financeiro.

WhatsApp novamente aparece como canal de fechamento. Depois da confiança estabelecida, é ali que o contato se torna conversa e a conversa vira contrato.

O erro mais comum aqui é falar difícil demais. Quando o conteúdo é feito para outros profissionais e não para o cliente, a comunicação se perde.

Redes sociais para divulgar saúde

Na área da saúde, a lógica é ainda mais sensível. Não se trata apenas de atrair, mas de gerar segurança.

E o Instagram é a principal plataforma. Permite educar, aproximar e construir autoridade por meio de conteúdos simples, acessíveis e consistentes.

O YouTube é essencial para aprofundamento. Vídeos mais longos ajudam a explicar temas complexos e posicionar o profissional como referência.

Já o LinkedIn fortalece a credibilidade institucional e o relacionamento entre profissionais.

Google é indispensável para busca local. É onde o paciente procura clínicas, avalia reputação e toma decisão.

Aqui, além da estratégia, entra a responsabilidade e a credibilidade. Conteúdo precisa ser ético, informativo e sem promessas.

Tendências

Alguns movimentos são claros e impactam todos os segmentos:

  • Vídeos curtos seguem como principal formato de descoberta.
  • Conteúdo precisa ser rápido, direto e relevante.
  • A inteligência artificial passa a apoiar produção e personalização. Mas o diferencial continua sendo humano.
  • A comunicação se torna mais simples.
  • Quem complica perde atenção.
  • A jornada de compra encurta.
  • O cliente quer resolver rápido, sem fricção.

O papel da estratégia

Não existe uma única rede social ideal. Existe combinação estratégica. Lembre-se:

  • O Instagram atrai
  • O Google valida
  • O WhatsApp converte
  • O LinkedIn posiciona
  • E o YouTube aprofunda

Quando cada canal cumpre sua função, o resultado aparece de forma consistente. O problema não está na escolha da plataforma, mas na falta de clareza sobre o comportamento do cliente. Empresas que entendem isso deixam de apenas postar e passam a construir presença com intenção. E isso muda completamente o jogo.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Estar no Google virou condição para existir no mercado – por Adriana Vasconcellos Soares

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O comportamento do consumidor mudou de forma silenciosa, mas definitiva. Antes de entrar em contato com uma empresa, o cliente pesquisa no Google. Em poucos segundos, forma uma percepção e decide se confia ou não. Essa análise acontece sem aviso, sem interação e, muitas vezes, sem que a empresa perceba que perdeu uma oportunidade de venda.

Esse hábito não é pontual. Ele acontece em escala massiva. O Google processa cerca de 8,5 bilhões de buscas por dia no mundo, o equivalente a aproximadamente 99 mil pesquisas por segundo. No Brasil, as estimativas indicam algo em torno de 380 milhões de buscas diárias. Mais do que volume, esses números mostram um padrão. O Google continua sendo o principal ponto de partida para decisões.

Não por acaso, cerca de 93% dos brasileiros afirmam que pesquisam no buscador antes de realizar uma compra. Ou seja, a decisão começa muito antes do contato com a empresa.

Nesse cenário, a escolha não está baseada apenas em preço ou qualidade. Ela passa, principalmente, pela percepção. Fotos, avaliações, comentários, frequência de atualização, respostas aos clientes e organização do perfil se tornaram critérios determinantes. Não se trata apenas de estar presente, mas de como a empresa é encontrada e interpretada. Muitas empresas ainda concentram seus esforços apenas nas redes sociais. Isso é um erro estratégico. Se a marca não aparece nas pesquisas do Google ou aparece de forma desorganizada, ela simplesmente deixa de ser considerada. O buscador se consolidou como o principal ambiente de descoberta, validação e comparação.

Outro dado reforça essa mudança. Cerca de 70% das buscas no Brasil já são feitas por dispositivos móveis. Isso significa que a decisão acontece de forma rápida, muitas vezes quando o cliente precisa de uma solução imediata. Quem aparece bem-posicionado e transmite confiança tem mais chances de ser escolhido.

Nesse contexto, o perfil no Google, especialmente por meio do Google Meu Negócio, deixou de ser um recurso complementar e passou a ser um ativo estratégico. Ele influencia diretamente a visibilidade local e pode determinar se uma empresa será encontrada ou ignorada. Os impactos da falta de otimização são mais profundos do que parecem. Perda de ligações, menos visitas, redução no fluxo de clientes e enfraquecimento da autoridade digital. E o ponto mais crítico é que isso acontece sem sinais claros. A empresa não recebe o contato, mas também não percebe que foi descartada no processo de escolha.

Por outro lado, empresas que estruturam sua presença de forma estratégica constroem vantagem competitiva. Estar bem-posicionado não garante resultado por si só, mas aumenta significativamente a chance de ser considerado. E, em um cenário de decisão rápida, ser considerado já faz diferença.

A otimização envolve mais do que técnica. Passa por organização das informações, uso correto de palavras-chave, gestão de avaliações, atualização constante e coerência no posicionamento. É comunicação aplicada ao ambiente de busca.

Com o avanço da inteligência artificial, esse cenário ganha ainda mais relevância. Ferramentas de IA utilizam informações disponíveis na internet para construir respostas e recomendações. O Google segue como uma das principais fontes desse processo. Empresas com presença estruturada, consistência de dados e reputação consolidada têm mais chances de serem corretamente interpretadas e citadas.

É nesse ponto que a assessoria de imprensa atua como facilitadora. Ao posicionar a empresa em veículos de comunicação de grande influência, gerar conteúdo relevante e ampliar a presença institucional, ela fortalece a reputação e cria sinais externos de credibilidade. Esses sinais ajudam não apenas na percepção do público, mas também na leitura dos sistemas digitais, aumentando as chances de associação correta da marca aos temas em que atua.

No cenário atual, não basta existir. É preciso ser encontrado, compreendido e considerado confiável em poucos segundos.

Um passo simples é fazer um teste direto. Pesquise o nome da sua empresa no Google e observe o que aparece. As informações estão completas? A imagem transmite profissionalismo? As avaliações reforçam a confiança?

Se houver dúvidas, há espaço para evolução. E, nesse ambiente altamente competitivo, quem se posiciona melhor tende a ser lembrado primeiro.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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PM de São Paulo firma parceria com o Google contra roubo de celulares

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A Polícia Militar de São Paulo estabeleceu uma parceria com o Google para aprimorar o combate aos crimes de roubos e furtos de celulares. A funcionalidade, que passa a funcionar nos Terminais Portáteis de Dados (TPD) dos policiais, foi anunciada nesta terça-feira (10) durante um evento para desenvolvedores, em São Paulo. 

A ferramenta vai permitir que os policiais, durante atendimento de ocorrências, consigam fazer o bloqueio remotamente de um aparelho subtraído, de acordo com a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PM. A funcionalidade só será acionada a pedido da vítima, que deverá disponibilizar as informações para a ativação do serviço.

“A segurança pública em São Paulo está avançando com tecnologia, integração e respeito ao cidadão. Essa parceria da PM com o Google é mais uma ferramenta importante para coibir o crime e proteger a população”, destacou o governador Tarcísio de Freitas.

Além de bloquear o aparelho, durante o atendimento da ocorrência os policiais podem auxiliar a vítima a identificar a localização em tempo real, tocar um som para facilitar sua identificação ou, em último caso, apagar todos os dados. Todas as ações devem ser documentadas pelo agente.

“A tecnologia é uma parte essencial da nossa estratégia de segurança pública em São Paulo. Essa parceria, estabelecida pela Polícia Militar, aliada à inteligência e investigação policial, vai permitir avançar ainda no combate a esse tipo de crime”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite. 

A novidade, que funcionará por meio do Google Localizador, será incorporada nos TPDs dos policiais, que iniciam o período de instrução nesta semana.

A Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação esclarece ainda que o uso do TPD é uma medida de apoio imediato à vítima e não substitui a necessidade de se registrar o Boletim de Ocorrência, informando o IMEI do aparelho, nem a investigação policial.

Neste ano, 24,7 mil aparelhos foram roubados na cidade de São Paulo. A quantidade é 12,9% menor na comparação entre janeiro e abril do ano passado.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Buscas no Google apresentam Gil Arantes como pior prefeito de Barueri

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Com a aproximação das convenções partidárias e o início da campanha eleitoral, cresce a cada dia o interesse do eleitor em conhecer os possíveis candidatos que disputarão o cargo de prefeito em Barueri.

Apesar de no momento a cidade ter 4 pré-candidatos, a polarização entre os nomes de Beto Piteri, que tem o apoio do prefeito Rubens Furlan, e o ex-prefeito Gil Arantes deve prevalecer.

Para um integrante do grupo do governo, Beto Piteri tem uma grande vantagem sobre o principal nome da oposição, pelo fato de Gil Arantes “ter sido o pior prefeito da história de Barueri”, disse o político, que completou:

“Busca no Google quem foi o pior prefeito de Barueri e depois me fala qual é o resultado”, afirmou o integrante do governo.

Após a especulação do político, decidimos realizar a busca no Google. O resultado foi que o nome do ex-prefeito Gil Arantes aparece nas primeiras páginas do buscador.

Entre os resultados, quando pesquisamos na manhã desta sexta-feira, dia 19 de julho, apareceu diversas matérias relatando que Gil Arantes foi acusado por 63 crimes no período em que foi prefeito de Barueri, além de ter sido afastado pela justiça por corrupção.

Em outras páginas do buscador, o resultado da pesquisa mostra que a justiça sequestrou os bens de Gil Arantes, assim como o Ministério Público pediu a sua cassação.

Ainda sobre o resultado da pesquisa, os temas das matérias mencionadas foram publicados em sites da grande imprensa nacional, dentre eles, Estadão, Veja, G1 Globo, R7 Record, Valor Econômico, entre outros.

Para você, morador de Barueri, qual foi o pior prefeito da cidade?

Leia também: Republicanos irá oficializar Beto Piteri como candidato a prefeito de Barueri no dia 27


Foto: Reprodução/Redes Sociais – Montagem: ZH Digital

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Como liberar espaço no Gmail? Veja como gerenciar armazenamento

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A conta do Google oferece 15 GB de armazenamento gratuito compartilhados entre o Gmail, o Google Drive e o Google Fotos, um espaço que pode rapidamente ficar cheio com o acúmulo de mensagens, documentos na nuvem e backups de fotos. Porém, ao atingir o limite de espaço, o envio e recebimento de mensagens no correio eletrônico fica indisponível.

Para resolver esse problema, o usuário precisa liberar espaço no Gmail para restaurar o uso da caixa de entrada. O Google oferece ferramentas de gerenciamento de armazenamento que ajudam a identificar maneiras de liberar espaço. Outra opção é baixar os arquivos para o dispositivo e removê-los do armazenamento em nuvem.

Entre outras medidas para liberar espaço no Gmail estão:

  • Excluir emails desnecessários;
  • limpar anexos grandes; 
  • gerenciar os itens de caixas secundárias (como lixeira, spam e dos rascunhos).

Outra solução é adquirir mais espaço para o Gmail, Google Drive e Google Fotos, através de um upgrade para um plano de armazenamento maior com o Google One. Os planos mensais são divididos em básico, padrão e premium, com espaços que vão de 100 GB até 2 TB

O que é contabilizado na cota de armazenamento?

  • Fotos e vídeos com qualidade original armazenados em backup no Google Fotos;
  • Fotos e vídeos armazenados em backup no Google Fotos com alta qualidade (agora chamada de Economia de armazenamento) e qualidade rápida após 1º de junho de 2021;
  • Mensagens e anexos do Gmail, incluindo as pastas “Spam” e “Lixeira”;
  • Arquivos no Google Drive, incluindo PDFs, imagens e vídeos;
  • Gravações de chamadas do Meet; e
  • Arquivos criados ou editados em apps de criação de conteúdo colaborativo, como o Documentos, o Planilhas, o Apresentações, o Desenhos, o Formulários, o Gravador e o Jamboard.

Leia também: São Paulo inicia emissão da nova Carteira de Identidade Nacional


Fonte: TV Cultura – Foto: Pixabay

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Contas inativas do Google serão excluídas em 1º de dezembro; saiba o que fazer para evitar

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O Google anunciou que, a partir de 1º de dezembro de 2023, vai excluir contas que não são utilizadas há mais de dois anos. A medida valerá apenas para contas pessoais, ou seja, empresas, escolas ou outras organizações continuarão com acesso normalmente.

As contas inativas, assim que retiradas do ar, perderão todo o seu conteúdo armazenado em e-mails, Google Drive, Meet, Agenda, Fotos e Docs.

A gigante da tecnologia alegou que a exclusão começará por contas que foram criadas e nunca mais acessadas. De acordo com a Google, a exclusão em massa não afetará contas que possuírem alguma assinatura, em serviço da própria empresa ou terceiros, ou que tiveram algum vídeo postado no YouTube.

Além disso, a Google informou que a medida será implementada por questões de segurança. Segundo a empresa, contas inativas têm mais chances de serem invadidas, pois elas não contam com proteção da autenticação de dois fatores, por exemplo.

Confira abaixo o que fazer para não perder a conta Google:

Para não perder o acesso a sua conta por inatividade, é necessário que você faça o login e realize, pelo menos, uma das tarefas:

  • 1) Ler ou enviar uma mensagem pelo Gmail;
  • 2) Acessar o Google Drive;
  • 3) Assistir a um conteúdo no YouTube;
  • 4) Realizar uma pesquisa no Google;
  • 5) Fazer Download de algum aplicativo;
  • 6) Utilizar a conta Google em outro aplicativo, pela ferramenta “Fazer login com o Google”;
  • 7) Compartilhar uma foto.

Leia também: SP lança novo Mutirão de Ortopedia para mais de 26 mil pacientes que aguardam cirurgias


Fonte: TV Cultura – Foto: Pexels

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Fernando Haddad, Rui Costa, José Múcio, Flávio Dino e Mauro Vieira integram Governo Lula

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Em evento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde trabalha a equipe de transição de governo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou na manhã desta sexta-feira (9) cinco nomes para seu terceiro mandato frente à Presidência da República

Como era especulado, Fernando Haddad assumirá o Ministério da Fazenda em 2023. Enquanto Rui Costa chefiará a Casa CivilJosé Múcio Monteiro ficará com a Defesa. Os ministérios da Justiça e das Relações Exteriores serão ocupados, respectivamente, por Flávio Dino e Mauro Vieira.

No anúncio, o presidente eleito afirmou que, embora nenhuma mulher e nenhum negro tenham sido oficializados até o momento, os grupos terão representantes em sua nova gestão. Ainda de acordo com Lula, outros nomes serão divulgados nas próximas semanas.

Leia também:


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução/Facebook/Lula Oficial

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