Recusar o bafômetro faz perder a CNH? Veja as penalidades

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Recusa pode resultar em multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, segundo o Detran-SP.

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Recusar o teste do bafômetro pode gerar multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, mesmo que o motorista não seja submetido ao teste de alcoolemia.

Segundo o Detran-SP, a recusa dá origem a um processo administrativo para suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Durante a abordagem, o veículo fica retido até que seja apresentado outro motorista habilitado e sóbrio. Caso isso não aconteça, o automóvel pode ser levado ao pátio.

Qual é a multa por recusar o bafômetro?

A recusa ao teste está sujeita a multa de R$ 2.934,70, além da suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

A mesma penalidade administrativa é aplicada ao motorista autuado por dirigir sob influência de álcool.

Em caso de reincidência no período de 12 meses, a multa passa para R$ 5.869,40, e o motorista fica sujeito a medidas administrativas mais severas.

O que acontece com a CNH?

A suspensão tem duração padrão de 12 meses.

Durante esse período, o motorista precisa cumprir as exigências previstas para recuperar o direito de dirigir, incluindo a realização de curso de reciclagem e aprovação em prova teórica.

Em situações de reincidência, o condutor pode responder a processo administrativo que poderá resultar na cassação do direito de dirigir, após o esgotamento das possibilidades de defesa.

Nesse caso, será necessário reiniciar o processo de habilitação depois de cumprido o prazo correspondente.

Quando dirigir alcoolizado vira crime?

A situação é diferente quando há comprovação de concentração de álcool igual ou superior a 0,34 mg/L no teste do bafômetro ou quando são constatados sinais de alteração da capacidade psicomotora.

Nessas situações, além das consequências administrativas, pode haver caracterização de crime de trânsito.

A pena prevista é de seis meses a três anos de detenção, além da suspensão ou proibição de obter habilitação, no caso de condenação no processo criminal.

O motorista pode ser encaminhado à delegacia para as providências policiais e judiciais cabíveis.

Veículo pode ser levado ao pátio?

Sim.

Segundo o Detran-SP, quando ocorre a abordagem, o veículo pode ser liberado para outro condutor que esteja habilitado e comprovadamente sóbrio.

Se não houver outro motorista nessas condições, o veículo pode ser recolhido ao pátio.

É possível recorrer da multa?

Sim. O motorista pode apresentar defesa e recursos administrativos.

A possibilidade de anulação depende da existência de eventuais irregularidades, como erros no auto de infração, falhas relacionadas ao equipamento ou problemas no procedimento de abordagem.

O processo administrativo pode levar de um a três anos para chegar à conclusão definitiva, segundo as informações apresentadas pelo Detran-SP.

Fiscalização aumentou em São Paulo

As fiscalizações relacionadas ao consumo de álcool ao volante cresceram significativamente no estado de São Paulo.

Entre 2022 e 2025, o número de veículos fiscalizados aumentou 450% no estado, enquanto a quantidade de operações cresceu 234%.

Na região de Osasco, que integra a área de atuação regional do Detran-SP, o crescimento informado foi de 380% no número de veículos fiscalizados e de 224% nas operações no período.

Jundiaí apresentou o maior crescimento entre as regiões citadas, com aumento de 1.297% nos veículos fiscalizados e de 520% nas operações.

Os números mostram o aumento da atuação dos órgãos de trânsito na fiscalização da combinação entre álcool e direção.

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Foto: Divulgação/GESP

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Operação apreende 10 celulares sem procedência em Barueri

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Ação da Polícia Militar e da Prefeitura fiscalizou duas assistências técnicas; aparelhos serão analisados para verificar eventual vínculo com crimes

Uma operação da Polícia Militar apreendeu 10 aparelhos celulares sem comprovação de procedência nesta sexta-feira (28), em Barueri.

A Operação Força Total – Combate à Receptação e ao Roubo de Aparelhos Celulares foi realizada por policiais da 5ª Companhia do 20º BPM/M em conjunto com equipes de fiscalização da Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho da Prefeitura de Barueri.

A ação teve como alvo assistências técnicas de celulares selecionadas previamente a partir de análises de inteligência.

Dois estabelecimentos foram fiscalizados

Durante a operação, dois estabelecimentos comerciais foram fiscalizados.

Nos dois locais, os policiais encontraram aparelhos celulares sem documentação que comprovasse a origem. Os equipamentos foram apreendidos e encaminhados ao Distrito Policial de Barueri.

Os 10 celulares passarão por análise pericial para verificar se existe eventual vínculo com ocorrências de roubo, furto ou outros crimes.

Os dois estabelecimentos também foram notificados pela fiscalização municipal em razão das irregularidades constatadas.

Combate à receptação

Segundo a Polícia Militar, a operação faz parte das ações permanentes do 20º BPM/M para combater a receptação de produtos ilícitos e o comércio irregular de celulares.

A corporação considera o combate à receptação uma das frentes de enfrentamento aos crimes patrimoniais relacionados ao roubo e furto de aparelhos.

Assista parte da operação em Barueri:

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Foto: Divulgação/20º BPM/M

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Operação Impacto reforça combate à receptação de celulares em Barueri

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Polícia Militar e Prefeitura fiscalizaram dois estabelecimentos comerciais; materiais foram encaminhados para análise da autoridade policial

Uma operação da Polícia Militar e da Prefeitura de Barueri resultou na apresentação de 51 itens relacionados a aparelhos celulares à autoridade policial nesta sexta-feira (21).

A ação, denominada Operação Impacto – Fiscalização Contra Receptação de Celulares, foi realizada pelo 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (20º BPM/M) e teve como foco a prevenção e repressão aos crimes patrimoniais, incluindo roubos, furtos e receptação.

As equipes realizaram fiscalizações em estabelecimentos comerciais do município com o objetivo de verificar a procedência dos aparelhos e identificar possíveis irregularidades.

Polícia Militar e Prefeitura fiscalizaram dois estabelecimentos comerciais. | Foto: Divulgação/20º BPM/M

Primeiro estabelecimento teve 28 celulares recolhidos

No primeiro local fiscalizado, as equipes encontraram 28 aparelhos celulares.

Segundo a Polícia Militar, as consultas realizadas nos equipamentos não apontaram registros criminais. No entanto, os responsáveis pelo estabelecimento não apresentaram documentação fiscal que comprovasse a procedência dos aparelhos.

Diante da situação, os celulares foram recolhidos e apresentados à autoridade policial para análise e adoção das medidas cabíveis.

A fiscalização municipal também identificou pendências administrativas e emitiu uma notificação ao estabelecimento.

Outros 23 itens foram encontrados

A operação seguiu para um segundo estabelecimento comercial, onde foram localizados 13 aparelhos celulares intactos e dez carcaças, totalizando 23 itens.

Os materiais também passaram por consultas e foram encaminhados ao Distrito Policial Central de Barueri para análise.

O responsável pelo estabelecimento foi conduzido para prestar esclarecimentos. Segundo as informações apresentadas pela Polícia Militar, ele informou manter contato com uma pessoa que compareceria periodicamente ao local para adquirir os equipamentos.

A fiscalização da Prefeitura também constatou pendências relacionadas à regularização da inscrição municipal e do Certificado de Licenciamento Integrado, emitindo uma notificação para adequação.

Ao todo, 51 itens relacionados a aparelhos celulares foram apresentados à autoridade policial, juntamente com os responsáveis pelos estabelecimentos, para verificação da procedência e adoção das medidas legais pertinentes.

A Operação Impacto reuniu equipes do policiamento de área, motociclistas, Força Tática e a fiscalização da Secretaria da Indústria, Comércio e Trabalho de Barueri.

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Fotos: Divulgação/20º BPM/M

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Castello Branco terá câmeras com IA para flagrar uso de celular e falta de cinto

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Tecnologia será expandida para a rodovia após testes na Raposo Tavares; autuações só acontecem após validação da Polícia Militar Rodoviária

Motoristas que utilizam a Rodovia Castello Branco (SP-280) passarão a contar com um novo sistema de fiscalização baseado em inteligência artificial. A tecnologia, desenvolvida pela Ecovias Raposo Castello, será utilizada para identificar comportamentos de risco, como o uso de celular ao volante e a falta do cinto de segurança.

Diferentemente dos radares de velocidade, as câmeras inteligentes não aplicam multas automaticamente. O sistema apenas identifica possíveis infrações e encaminha as imagens para análise da Polícia Militar Rodoviária. Somente após a confirmação visual feita por um policial é que uma autuação poderá ser emitida, conforme prevê a legislação brasileira.

Como funciona a fiscalização com inteligência artificial

Os equipamentos utilizam algoritmos de visão computacional capazes de monitorar veículos em movimento durante o dia e também à noite.

O processo acontece em três etapas:

  • A inteligência artificial identifica indícios de infrações, como uso do celular ou ausência do cinto de segurança;
  • As imagens são encaminhadas para análise da Polícia Militar Rodoviária;
  • Apenas após a validação humana a infração pode resultar em multa. Caso não seja possível confirmar a irregularidade, o registro é descartado.

Segundo a concessionária, a tecnologia atua como ferramenta de apoio à fiscalização e não substitui o trabalho dos policiais.

Testes já apontam mais de mil possíveis infrações

O sistema já está em operação experimental na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), nos quilômetros 19 e 28.

De acordo com a Ecovias Raposo Castello, em apenas 72 horas de funcionamento, os equipamentos registraram mais de mil indícios de infrações.

As ocorrências mais frequentes foram:

  • motoristas dirigindo sem o cinto de segurança;
  • passageiros sem o cinto;
  • uso de telefone celular durante a condução.

A concessionária afirma que os resultados reforçam o potencial da tecnologia para reduzir comportamentos que aumentam o risco de acidentes.

Velocidade média ainda depende de regulamentação

Outro projeto em estudo é a implantação da fiscalização por velocidade média.

Nesse modelo, o sistema calcula o tempo gasto pelo veículo entre dois pontos da rodovia para verificar se a velocidade média ultrapassou o limite permitido.

Segundo a concessionária, a tecnologia já existe, mas sua utilização ainda depende de regulamentação e debates sobre a legislação brasileira.

Celular e falta de cinto aumentam o risco de acidentes

Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) mostram que o uso do cinto de segurança reduz o risco de morte em cerca de 60% para ocupantes dos bancos dianteiros e 44% para passageiros do banco traseiro.

Já o uso do celular ao volante pode aumentar em até 400% o risco de acidentes. Durante a digitação de mensagens, esse risco pode ser até 23 vezes maior, segundo a entidade.

A expectativa é que a expansão do sistema para a Castello Branco contribua para reduzir essas infrações e aumentar a segurança viária.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Novo aplicativo permite denunciar postos de combustíveis à ANP

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Ferramenta da ANP permite verificar a avaliação dos estabelecimentos e denunciar possíveis irregularidades

Os motoristas brasileiros já podem consultar a avaliação da qualidade de postos de combustíveis diretamente pelo celular. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) lançou, nesta segunda-feira (13), o aplicativo “ANP com VC – Postos”, que reúne informações sobre estabelecimentos fiscalizados em todo o país.

A ferramenta permite localizar postos próximos, visualizar a avaliação de cada estabelecimento e encaminhar denúncias de possíveis irregularidades, como suspeitas sobre a qualidade do combustível ou prática de preços abusivos.

Como funciona a avaliação?

Cada posto recebe uma nota de 0 a 5, calculada com base no histórico de fiscalizações realizadas pela ANP nos últimos cinco anos.

Entre os critérios analisados estão:

  • qualidade dos combustíveis comercializados;
  • precisão da quantidade abastecida pelas bombas;
  • cumprimento das normas da ANP;
  • histórico de autuações e penalidades.

Quanto mais recente for uma infração registrada, maior será o impacto negativo na nota final.

No mapa disponível no aplicativo, os postos aparecem identificados por cores, variando do vermelho (nota 0) ao verde (nota 5), facilitando a consulta pelos consumidores.

Informações disponíveis

Além da avaliação, o aplicativo permite consultar:

  • endereço do posto;
  • CNPJ;
  • histórico de fiscalizações;
  • resultados das inspeções;
  • qualidade das amostras de combustível analisadas;
  • empresa fornecedora do combustível comercializado.

Segundo a ANP, a ferramenta também amplia a transparência do mercado, já que um posto pode exibir a marca de uma distribuidora e comercializar combustível fornecido por outra empresa, desde que essa informação seja apresentada de forma clara ao consumidor.

Denúncias pelo celular

Caso o motorista identifique indícios de irregularidades durante o abastecimento, a própria plataforma permite o envio de denúncias diretamente à ANP para análise dos órgãos de fiscalização.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Câmeras com IA flagram mais de mil infrações em três dias na Raposo Tavares

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A Ecovias Raposo Castello registrou mais de mil indícios de infrações de trânsito em apenas 72 horas após iniciar a operação de câmeras equipadas com inteligência artificial (IA) na Rodovia Raposo Tavares. A tecnologia foi implantada com o objetivo de reforçar a segurança viária e deverá ser ampliada para outros trechos da Raposo Tavares e da Castello Branco nos próximos meses.

Segundo a concessionária, a maior parte das ocorrências está relacionada à falta do uso do cinto de segurança. Do total de registros, 40% envolvem passageiros sem o equipamento de proteção, 30% motoristas sem cinto e outros 30% flagraram condutores utilizando o celular ao volante.

A tecnologia foi implantada com o objetivo de reforçar a segurança viária. | Imagem: Divulgação/Ecovias Raposo Castello

As câmeras operam de forma ininterrupta, captando imagens de alta resolução durante o dia e à noite, mesmo com veículos em alta velocidade. O sistema identifica possíveis infrações, registra as evidências e encaminha as imagens aos órgãos competentes, responsáveis pela análise e eventual aplicação das penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro. A Ecovias destaca que não possui poder para autuar motoristas.

Imagem: Divulgação/Ecovias Raposo Castello

De acordo com o gerente de Operações da concessionária, Vinícius Antonioli, os comportamentos identificados representam riscos elevados para todos os usuários da rodovia.

Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) mostram que o uso do cinto de segurança reduz em pelo menos 60% o risco de morte para ocupantes do banco dianteiro e em 44% para quem viaja no banco traseiro. Já o uso do celular ao volante pode aumentar em até 400% o risco de acidentes e em até 23 vezes a chance de envolvimento em sinistros durante a digitação de mensagens.

Segundo a Ecovias, novas câmeras com inteligência artificial deverão ser instaladas em pontos estratégicos das rodovias Raposo Tavares e Castello Branco, ampliando o monitoramento e o apoio às ações de segurança viária.

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Fotos: Divulgação/Ecovias Raposo Castello

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Barueri reforça fiscalização de trânsito e apreende veículos com irregularidades

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Com o objetivo de aumentar a segurança viária e reduzir o risco de acidentes, a Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semurb), tem intensificado as operações de fiscalização em diferentes pontos da cidade. As ações são conduzidas pelo Departamento de Operações e Fiscalização de Trânsito (Doft) e buscam retirar de circulação veículos em desacordo com as normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

As abordagens realizadas em locais de grande movimentação, como o Terminal Central e a Estação Antônio João, identificaram diversas irregularidades, entre elas veículos em precário estado de conservação, pneus desgastados, licenciamento vencido e motoristas com problemas relacionados à habilitação.

Além das questões mecânicas e administrativas, as fiscalizações também permitiram identificar veículos com restrições judiciais. Um dos automóveis possuía bloqueio de circulação registrado no sistema Renajud, enquanto outro apresentava mandado de busca e apreensão em aberto.

Os veículos fiscalizados acumulavam mais de R$ 76 mil em débitos. Em uma das ocorrências, um motorista foi autuado por conduzir um veículo com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa.

As ações também contam com apoio às forças de segurança. Em abril, durante uma operação conjunta com a Polícia Militar na Praça Oiapoque, em Alphaville, foi removido um Renault Sandero que possuía diversas restrições judiciais e uma dívida superior a R$ 651 mil, acumulada em mais de 1.800 infrações de trânsito.

Segundo a Semurb, as fiscalizações fazem parte das medidas permanentes voltadas à segurança no trânsito e à conscientização dos condutores sobre a importância da manutenção dos veículos e do cumprimento das regras de circulação.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Sonegação bilionária em combustíveis compromete saúde e educação, diz governador de SP

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A Operação Poço de Lobato, deflagrada nesta quinta-feira (27), tem como alvo um sofisticado esquema de fraude fiscal envolvendo um dos maiores grupos empresariais do setor de combustíveis do país. A ação apura uma dívida de R$ 9,6 bilhões com o Estado de São Paulo e um prejuízo nacional estimado em mais de R$ 26 bilhões em débitos inscritos na dívida ativa. A ofensiva é conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA/SP), sob coordenação do Governo do Estado de São Paulo.

Durante coletiva na sede do Ministério Público de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas afirmou que o valor sonegado compromete diretamente os serviços públicos. “São R$ 9,6 bilhões que deixaram de entrar nos cofres do Estado. Isso equivale, por exemplo, a retirar mensalmente um hospital de médio porte da população ou impedir a construção de 20 escolas”, comparou.

A operação envolve mais de 190 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, suspeitos de integrar organização criminosa voltada a crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e fraudes estruturadas. A investigação é realizada em conjunto pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo e o MPSP, com apoio da Receita Federal do Brasil, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Secretaria Municipal da Fazenda da capital e das polícias Civil e Militar.

Segundo o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, a ação faz parte de um conjunto de mais de 200 operações integradas realizadas nos últimos anos. “Somente com esse esforço colaborativo temos conseguido avanços concretos”, afirmou.

Dinheiro apreendido durante a operação. Foto: Divulgação

Esquema sofisticado

De acordo com o subsecretário-adjunto da Fazenda, Paulo Ribeiro Pacello, trata-se da primeira operação que integra Estado, União e Município. O grupo utilizava empresas interpostas, fintechs, estruturas societárias em camadas, paraísos fiscais e substituição frequente de sócios para ocultar os verdadeiros beneficiários e evitar o pagamento do ICMS. “Era um sistema altamente sofisticado”, destacou.

A procuradora-geral do Estado, Inês Coimbra, reforçou que a troca de dados entre os órgãos foi fundamental para desmontar o esquema. As autoridades esclareceram ainda que a Poço de Lobato não tem relação com operações anteriores e não há indícios de envolvimento de facções criminosas.

Segundo o promotor Alexandre Castilho, a coleta de documentos confirmou as suspeitas. “É um grupo empresarial extremamente organizado, com atuação nacional”, disse.

Bloqueio bilionário e projeto de lei

Além das medidas criminais, a PGE/SP determinou o bloqueio imediato de R$ 8,9 bilhões em bens e valores do grupo, enquanto a PGFN busca a indisponibilidade de R$ 1,2 bilhão na esfera federal.

Tarcísio também defendeu no Congresso a aprovação do PL 125, que prevê punições a empresas que deixam de pagar impostos de forma reiterada e intencional, como restrições a licitações e vínculos com o poder público.

O nome da operação faz referência ao primeiro poço de petróleo do Brasil, descoberto em 1939 no bairro do Lobato, em Salvador (BA), símbolo histórico da origem da indústria petrolífera nacional.

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Foto: Celso Silva/GESP

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Exército adia fiscalização de armas de fogo importadas até o fim do governo Bolsonaro

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O Exército abriu mão de fiscalizar armas de fogo, munições e coletes fabricados no exterior pelo menos até o fim do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A inspeção dos militares sobre esses produtos deveria começar em setembro, no entanto, a portaria interna da Força adiou a retomada do procedimento para 1º de janeiro de 2023.

Durante a pandemia, o Exército passou a aceitar certificados internacionais de conformidade dos armamentos importados. Em outras palavras, a Força abriu mão de sua própria fiscalização, que era baseada em testes feitos pelo Departamento de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército e por parceiros privados. As informações foram divulgadas pelo Estadão.

Devido à alegada falta de estrutura do Exército para atender a demanda por certificações, a suspensão da fiscalização dos produtos importados foi considerada necessária, e tinha como data final setembro deste ano e os militares voltariam a exigir as análises.

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Fonte: TV Brasil

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Polícia Ambiental prende pessoas em Itapevi por soltura de balões

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Na noite de sábado (23), a Polícia Ambiental de Barueri prendeu e autuou os organizadores de um baile com soltura de balões de grande porte em um sítio na Estrada Lucinda de Jesus Silva, nas Quatro Encruzilhadas. A ação contou com o apoio das equipes da GCM (Guarda Civil) e da Fiscalização e Posturas da Prefeitura de Itapevi que lacrou o local.

Ao atender a uma denúncia anônima, os policiais encontraram cerca de 150 pessoas no local e avistaram um balão já no ar e outros dois sendo levantados, com apetrechos sendo montados pelos participantes, todos com utilização de fogo, botijões de gás e maçaricos.

Assim que perceberam a chegada dos policiais, os participantes tentaram fugir, mas foram impedidos pelas equipes do policiamento de área do 20º BPM/M, chamados para darem apoio à ocorrência.

Os policiais identificaram e conduziram à Delegacia de Itapevi as lideranças do evento ilegal, onde foi registrado o boletim de flagrante de soltura de balões de acordo com a Lei Federal nº 9605/98. A pena para este crime é de detenção de um a três anos, multa ou ambas as punições. A penalidade também é aplicada às pessoas que auxiliam no crime.

Na esfera administrativa, também foi elaborado auto de infração ambiental, por prática de soltura de balões que possam provocar incêndios nas florestas ou demais formas de vegetação, com agravante por ser durante à noite.

Além das detenções e autuações, foram apreendidos três balões completos, um veículo Iveco Daily, botijões de gás, maçaricos, rolos de corda sisal, oito quilos de vela, roupas personalizadas, entre outros.

Leia também:


Fonte/foto: Divulgação/SECOM-Itapevi

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