São Paulo terá 7 candidatos ao governo; veja quem são

0 0
Read Time:4 Minute, 14 Second

Lista foi definida após o encerramento do prazo para registro; estado tem 34,1 milhões de eleitores aptos a votar, sendo 9,1 milhões na capital

Banner Canal WhatsApp Hora SP
previous arrow
next arrow

A disputa pelo governo de São Paulo terá sete candidatos nas eleições de 2026. A lista foi definida após o encerramento do prazo para registro das candidaturas, às 19h deste sábado (15), conforme o calendário eleitoral.

São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com 34.104.226 eleitores aptos a votar, o equivalente a 21,48% do eleitorado brasileiro. Somente a capital paulista reúne 9.135.407 eleitores, correspondentes a 26,7% do eleitorado estadual.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Caso nenhum candidato ao governo alcance a maioria dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro.

Os sete nomes registrados para a disputa são Carlos Machado (PCB), Fernando Haddad (PT), Izadora Dias (PCO), Policial Edjane (Agir), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP).

Quem são os candidatos ao governo de São Paulo

Carlos Machado — PCB

Carlos Alberto Machado é professor da rede pública estadual e formado em História pela Universidade de Franca. Segundo a Exame, nasceu e cresceu em Franca, trabalhou em fábricas de calçados e posteriormente na construção civil.

Sua trajetória política começou no movimento estudantil e passou por organizações ligadas à educação popular e movimentos sociais. Em 2024, foi candidato a vice-prefeito de Franca pelo PCB.

A chapa do partido tem Felipe de Oliveira Queiroz como candidato a vice-governador.

Fernando Haddad — PT

Fernando Haddad, 63 anos, é advogado, professor e político. Formado em Direito pela USP, também possui mestrado em Economia e doutorado em Filosofia.

Foi prefeito de São Paulo entre 2013 e 2016 e ministro da Educação entre 2005 e 2012. Em 2018, disputou a Presidência da República pelo PT.

Mais recentemente, comandou o Ministério da Fazenda e, em 2026, foi escolhido pelo PT para disputar novamente o governo paulista. Seu candidato a vice é Márcio França (PSB).

Izadora Dias — PCO

Izadora Cristina Dias da Silva, 27 anos, nasceu em Barra Bonita, no interior de São Paulo, e é militante do PCO desde 2018.

Estudante de Letras da USP, atua no coletivo de mulheres Rosa Luxemburgo e participa da militância do partido no estado. Também trabalha como colunista do Diário Causa Operária e apresentadora do programa Reunião de Pauta, da Causa Operária TV.

Já foi candidata a vereadora de Barra Bonita, em 2020, e a deputada federal, em 2022. Nivaldo Orlandi é o candidato a vice-governador na chapa.

Policial Edjane — Agir

Edjane Lima de Sousa, identificada na disputa eleitoral como Policial Edjane, concorre pelo Agir.

O registro eleitoral apresentado para a disputa indica Edjane como candidata ao governo paulista pelo partido. A chapa aparece entre as sete candidaturas registradas para o cargo.

Observação: o material da Exame consultado apresenta os outros seis candidatos em perfis individuais, mas não traz informações biográficas sobre Policial Edjane. Por isso, não acrescentamos dados sobre sua trajetória sem uma fonte que os confirme.

Tarcísio de Freitas — Republicanos

Tarcísio Gomes de Freitas, 51 anos, é o atual governador de São Paulo e disputa a reeleição.

Engenheiro civil, nasceu no Rio de Janeiro e também serviu no Exército. Antes da carreira política, passou pela Controladoria-Geral da União, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e pela Câmara dos Deputados.

Entre 2019 e 2022, foi ministro da Infraestrutura no governo Jair Bolsonaro. Em 2022, foi eleito governador de São Paulo no segundo turno, derrotando Fernando Haddad.

Para a eleição deste ano, Tarcísio mantém Felicio Ramuth (MDB) como candidato a vice-governador.

Vera Lúcia — PSTU

Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado é candidata pelo PSTU. Natural de Inajá, no sertão de Pernambuco, mudou-se ainda criança com a família para Sergipe.

Começou a trabalhar em uma fábrica de calçados aos 19 anos e posteriormente construiu sua trajetória no movimento sindical e no PSTU. É formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Sergipe.

Vera já disputou a Presidência da República em 2018 e 2022 e foi candidata à Prefeitura de São Paulo em 2020. Para o governo paulista, sua vice é Renata França.

Vivian Mendes — UP

Vivian Mendes da Silva, 45 anos, é formada em Comunicação e uma das fundadoras da Unidade Popular (UP).

Também participou da criação do Movimento de Mulheres Olga Benario. Trabalhou desde os 16 anos e construiu sua trajetória política em movimentos sociais.

Em 2022, disputou uma vaga ao Senado por São Paulo e recebeu 280.460 votos. Para a eleição de 2026, Marcelo Pereira é o candidato a vice-governador em sua chapa.

Quando será a eleição para governador?

O primeiro turno das eleições de 2026 acontece em 4 de outubro, quando os eleitores paulistas escolherão governador, vice-governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.

Se nenhum candidato ao governo obtiver maioria dos votos válidos, os dois mais votados avançarão para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Os planos de governo dos candidatos podem ser consultados no sistema DivulgaCandContas, da Justiça Eleitoral.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

São Paulo terá 1.395 candidatos na disputa pela Alesp

0 0
Read Time:2 Minute, 12 Second

Prazo para registro terminou neste sábado (15); partidos, federações e coligações agora entram na fase de campanha eleitoral

Um total de 1.395 candidatos disputa 94 vagas na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) nas eleições de 2026. O prazo para partidos políticos, federações e coligações solicitarem o registro das candidaturas terminou às 19h deste sábado (15).

O prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral valeu para os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual.

Para a Alesp, a relação entre o número de registros e as cadeiras disponíveis mostra o tamanho da concorrência pela próxima legislatura.

O registro é a etapa que formaliza perante a Justiça Eleitoral as candidaturas escolhidas nas convenções partidárias. Após o protocolo, são analisados documentos, condições de elegibilidade e demais requisitos previstos na legislação eleitoral.

PL, DC e Novo aparecem entre os partidos com mais candidatos

Entre as legendas com maior número de candidaturas para deputado estadual estão PL, Democracia Cristã (DC) e Novo, com 95 registros cada, segundo os dados apresentados no levantamento.

Os partidos ligados aos dois principais candidatos ao governo de São Paulo citados na disputa, aparecem com um número menor de nomes registrados para concorrer a uma cadeira na Alesp.

O Republicanos, partido do governador Tarcísio de Freitas, registrou 67 candidatos. Já o PT, legenda do ex-prefeito Fernando Haddad, apresentou 77 candidaturas.

No caso do PT, entretanto, o número precisa ser analisado dentro da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. Considerada a federação, o grupo reúne 86 candidaturas para a Alesp, de acordo com os dados apresentados.

Partidos com menor número de candidaturas

Na outra ponta, PV e UP aparecem com dois candidatos cada, enquanto Democrata e PSTU registraram três candidaturas cada, conforme os dados fornecidos para o levantamento.

A diferença entre os números individuais dos partidos e aqueles considerados por federações é relevante porque as federações funcionam como uma unidade partidária para determinados efeitos eleitorais.

Campanha eleitoral começa neste domingo

Com o encerramento do prazo para registro, a disputa entra oficialmente na fase de campanha.

A propaganda eleitoral passou a ser permitida a partir deste domingo (16), inclusive na internet, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A partir de agora, os candidatos poderão apresentar propostas, participar de atos de campanha e utilizar os meios de propaganda autorizados pela legislação eleitoral.

Os pedidos registrados neste momento ainda passam pela análise da Justiça Eleitoral. Portanto, o número de 1.395 corresponde aos registros apresentados e não significa, necessariamente, que todos os candidatos já tenham seus registros definitivamente deferidos.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Tom Oliveira/Arquivo/Alesp

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Tarcísio inicia campanha em Osasco; Haddad lança candidatura em SP

0 0
Read Time:2 Minute, 8 Second

Governador fará primeiro ato no domingo, enquanto ex-prefeito terá lançamento oficial na segunda-feira, no centro da capital

Os dois principais candidatos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), definiram as agendas para o início da campanha eleitoral.

Tarcísio fará o primeiro ato no domingo (16), às 10h, em Osasco, na Grande São Paulo. A cidade é um dos principais redutos políticos do deputado estadual Rogério Lins, ex-prefeito do município e aliado do governador. O atual prefeito de Osasco também apoia a candidatura à reeleição.

A estratégia anunciada pela campanha de Tarcísio é priorizar eventos com capilaridade regional, reunindo diferentes grupos políticos e lideranças de diversas regiões do estado.

Tarcísio começa campanha em Osasco

A região metropolitana deve ter papel importante na estratégia eleitoral do governador. Segundo o material divulgado pela campanha, Tarcísio se reuniu nesta semana com 38 dos 39 prefeitos da região, que teriam manifestado apoio à sua candidatura.

Parte dessas lideranças deverá participar do ato de domingo em Osasco.

A campanha também prevê a participação de Tarcísio em eventos regionais ao longo da disputa. Entre os compromissos previstos está a Festa do Peão de Barretos, no dia 22, onde o governador deverá estar ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Haddad fará lançamento na Praça da República

Fernando Haddad também terá agenda no domingo, mas participará do evento de lançamento da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.

O lançamento oficial da candidatura de Haddad ao governo paulista ocorrerá na segunda-feira (17), às 10h30, na Praça da República, no centro de São Paulo.

O ato será integrado à Caminhada das Mulheres com Haddad, que seguirá até o Teatro Municipal.

A programação deverá contar com a participação das ex-ministras e candidatas ao Senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), além do candidato a vice-governador Márcio França (PSB) e de Ana Estela Haddad, esposa do candidato.

Campanhas terão estratégias diferentes

A escolha do evento voltado ao público feminino é apresentada pela campanha de Haddad como parte da estratégia para o início da disputa.

Segundo o material, o candidato deverá concentrar parte dos primeiros movimentos eleitorais nesse segmento do eleitorado.

As campanhas também deverão adotar diferentes estratégias de distribuição geográfica dos eventos.

Enquanto Tarcísio pretende priorizar grandes eventos regionais, Haddad deverá viajar pelo interior paulista já na próxima semana, buscando ampliar sua presença em áreas onde o atual governador possui maior apoio eleitoral, segundo a estratégia apresentada pela campanha petista.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Reprodução/Montagem

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Paraná Pesquisas: Tarcísio tem 48,5% e Haddad 35,1% em SP

0 0
Read Time:1 Minute, 58 Second

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 25 e 28 de julho com 1.680 eleitores em 79 municípios paulistas

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece na liderança da disputa pelo Governo de São Paulo com 48,5% das intenções de voto, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (29).

Na sequência está o ex-ministro Fernando Haddad (PT), com 35,1% das intenções de voto. Completam o cenário Vera Lúcia (PSTU), com 1,7%, Carlos Machado (PCB), com 1,1%, e Vivian Mendes (UP), com 0,9%.

Os entrevistados que declararam voto em branco, nulo ou em nenhum candidato somam 7,9%, enquanto 4,8% disseram estar indecisos.

Cenário mudou após desistências

O levantamento foi realizado após a saída de Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB) da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Ambos decidiram concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados.

Na pesquisa anterior, divulgada em junho, Tarcísio registrava 45,6%, Haddad 34,1%, Paulo Serra 4,6% e Kim Kataguiri 3%. Com a retirada dos dois candidatos, parte desse eleitorado passou a compor o novo cenário apresentado pelo instituto.

Simulação de segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o governador aparece com 51,8% das intenções de voto, enquanto o candidato do PT soma 38,3%.

Nesse cenário, 6,5% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 3,3% disseram não saber em quem votariam. Segundo o instituto, os percentuais são semelhantes aos registrados na pesquisa anterior.

Rejeição dos candidatos

O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos ao governo paulista.

Fernando Haddad aparece com 42,9% de rejeição, enquanto 27,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Tarcísio de Freitas.

Os demais candidatos registrados na pesquisa apresentam índices de rejeição inferiores a 10%, segundo o instituto.

Como foi a pesquisa

A pesquisa ouviu 1.680 eleitores em 79 municípios do Estado de São Paulo, entre os dias 25 e 28 de julho.

A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04624/2026, conforme informado pelo material divulgado.

Confira a pesquisa completa:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Fotos: Paulo Pinto/Ag. Brasil | *Montagem/Hora SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Desistências de Paulo Serra e Kim ampliam cenário de polarização na disputa pelo Governo de SP

0 0
Read Time:1 Minute, 28 Second

A corrida pelo Governo de São Paulo em 2026 caminha para um cenário de forte polarização. Com a desistência de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão) da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, o quadro atual concentra as atenções em torno do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, e do ex-ministro Fernando Haddad (PT).

A menos de um mês das convenções partidárias, poucas siglas de expressão nacional demonstram disposição para lançar nomes próprios ao governo paulista, o que pode reduzir o número de candidatos competitivos e até mesmo favorecer uma definição da eleição já no primeiro turno.

Diante desse cenário, o ex-governador Márcio França (PSB) voltou a ser citado como uma possível alternativa. Inicialmente, França era apontado como um dos principais nomes para compor a chapa de Fernando Haddad, mas a possibilidade de uma candidatura própria ganhou força nos bastidores nas últimas semanas.

Uma eventual entrada de Márcio França na disputa poderia criar um terceiro polo político na eleição paulista, ampliando o debate e tornando mais provável a realização de um segundo turno.

Enquanto isso, Tarcísio de Freitas segue trabalhando pela construção de uma ampla aliança partidária em torno da reeleição, enquanto Fernando Haddad é tratado pelo PT como principal nome para liderar a oposição ao atual governo.

As definições, no entanto, ainda dependem das convenções partidárias e das negociações que deverão ocorrer nas próximas semanas. Até lá, o cenário permanece aberto e sujeito a novos movimentos, especialmente entre os partidos que buscam ampliar seu protagonismo na maior disputa estadual do país.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Imagem: Montagem/Hora SP | Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Rede quer Marina Silva ao Senado e sinaliza apoio a Haddad em SP

0 0
Read Time:56 Second

A executiva da Rede Sustentabilidade em São Paulo manifestou nesta terça-feira (21) a intenção de lançar Marina Silva ao Senado e apoiar Fernando Haddad (PT) ao governo estadual. A sinalização marca um alinhamento político para as eleições e amplia o debate sobre alianças no estado.

O posicionamento também inclui críticas à atual gestão paulista, classificada pela sigla como negativa, e reforça a tentativa de construir uma alternativa política para o próximo pleito.

Segundo a nota, a possível dobradinha entre Marina e Haddad teria como foco a reconstrução de políticas públicas e a preparação do estado para os impactos das mudanças climáticas.

A Rede destacou a trajetória de Marina Silva, apontando a ex-ministra como uma das principais referências políticas e éticas do país, com perfil alinhado a temas ambientais e sociais.

Em relação a Haddad, o partido afirmou que sua pré-candidatura representa um campo político voltado à responsabilidade econômica e à ampliação de políticas sociais.

O movimento indica articulações antecipadas para o cenário eleitoral em São Paulo, que deve reunir diferentes forças políticas nos próximos meses.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

0 0
Read Time:1 Minute, 37 Second

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Ricardo Stuckert/PR

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Após pressão, governo volta atrás em imposto de celulares

0 0
Read Time:2 Minute, 26 Second

Após forte repercussão negativa no Congresso Nacional e nas redes sociais, o governo federal decidiu revogar parte do aumento do imposto de importação sobre eletrônicos e bens de capital anunciado no início do mês. A mudança foi aprovada nesta sexta-feira (27) pelo Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), órgão ligado à Câmara de Comércio Exterior (Camex).

A decisão restabelece as alíquotas anteriores para 15 produtos de informática, entre eles smartphones e notebooks. Além disso, a Camex zerou o imposto de importação para 105 itens classificados como bens de capital — máquinas e equipamentos usados na produção — e produtos das áreas de informática e telecomunicações.

Nos dois casos, a redução ocorre por meio do mecanismo de ex-tarifário, instrumento que permite diminuir temporariamente a alíquota para produtos sem similar fabricado no Brasil.

Com o recuo, a alíquota de importação de smartphones retorna a 16%. A proposta anterior previa elevação para 20%, com aumento que poderia chegar a 7,2 pontos percentuais em alguns casos. Notebooks também voltam à alíquota original de 16%.

Outros produtos que tiveram as tarifas restabelecidas incluem gabinetes com fonte de alimentação (10,8%), placas-mãe (10,8%), mouses e track-balls (10,8%), mesas digitalizadoras (10,8%) e unidades de memória SSD (10,8%).

Segundo o governo, as novas regras passam a valer a partir da publicação da resolução no Diário Oficial da União. A lista completa dos itens contemplados está disponível no site da Camex.

O aumento inicial atingia cerca de 1,2 mil produtos e provocou reação de parlamentares da oposição e de setores empresariais, que alertaram para possível impacto nos preços ao consumidor.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vinha defendendo a elevação das tarifas como forma de proteger a indústria nacional e corrigir distorções no comércio exterior. De acordo com ele, mais de 90% dos produtos afetados são fabricados no Brasil, e o aumento incidiria apenas sobre itens importados.

No caso de eletrônicos produzidos ou montados no país com insumos importados, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) informou que os componentes seriam beneficiados pelo mecanismo de drawback, que reduz o imposto sobre insumos usados na fabricação de produtos destinados à exportação.

O governo estimava arrecadar até R$ 14 bilhões em 2026 com a elevação das alíquotas. A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão consultivo do Senado, projetava receita ainda maior, de R$ 20 bilhões neste ano.

Diante da pressão política, o Executivo optou pelo recuo parcial. Segundo o Mdic, a decisão atendeu a pedidos apresentados por empresas até 25 de fevereiro e já estava prevista nas regras do ex-tarifário. A pasta afirmou que as alíquotas mais altas anunciadas no início do mês não chegaram a entrar em vigor.

Os 105 produtos que tiveram o imposto reduzido a zero permanecerão com a isenção por 120 dias. O Gecex se reúne mensalmente e poderá promover novas revisões tarifárias nas próximas sessões.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Haddad lidera disputa pelo Senado em SP, mas cenário ainda é indefinido, aponta pesquisa

0 0
Read Time:1 Minute, 24 Second

O ministro Fernando Haddad (PT) aparece à frente na disputa pelo Senado em São Paulo, segundo levantamento do Instituto Real Time Big, divulgado nesta segunda-feira (6). A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento simulou quatro cenários distintos para a eleição de 2026, quando os paulistas escolherão dois senadores para representar o estado por oito anos. Em todos eles, Haddad figura entre os mais citados, embora enfrente forte concorrência de nomes ligados à direita.

No primeiro cenário, o petista lidera com 19% das intenções de voto, seguido por Guilherme Derrite (PP), com 16%, e Ricardo Salles (Novo) e Marina Silva (Rede), empatados com 12%. Já Mara Gabrilli (PSD) e Paulo Serra (PSDB) somam 7% cada.

Quando Marta Suplicy (PT) entra na disputa, Haddad mantém a dianteira com 18%, mas Marta empata tecnicamente com Derrite, ambos com 16%. Salles aparece novamente com 12%.

Em um terceiro cenário, com Guilherme Boulos (PSOL), o deputado lidera com 18%, seguido de perto por Haddad (17%) e Derrite (16%), mantendo a polarização entre esquerda e direita.

No quarto cenário, com Eduardo Bolsonaro (PL) entre os candidatos, Haddad segue na frente com 17%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 13%. Marina Silva e Derrite empatam com 12%, seguidos por Salles (10%).

Os votos nulos ou brancos variaram entre 11% e 13%, e os que não souberam ou não responderam, entre 12% e 14%, indicando que o quadro eleitoral ainda está aberto a cerca de um ano da eleição.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Washington Costa/MF

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

7 milhões de pessoas quitaram suas dívidas desde o início do Desenrola Brasil, segundo Haddad

0 0
Read Time:1 Minute, 22 Second

Fernando Haddad (PT) afirmou nesta terça-feira (21) que 7 milhões de pessoas conseguiram quitar suas dívidas desde o início do Desenrola Brasil, programa do Governo Federal que possibilita a renegociação das pendências. Dentre elas, há 2 milhões de brasileiros que conseguiram limpar seu nome diretamente na plataforma da iniciativa.

“Temos cerca de 1 milhão de brasileiros de baixa renda, outros 2 milhões de brasileiros que conseguiram na plataforma e temos outros 4 milhões de brasileiros que conseguiram junto com a rede bancária na primeira fase do programa, totalizando 7 milhões de pessoas”, disse o atual ministro da Fazenda.

No último dia 6, o Ministério da Fazenda apontou que o programa ajudou a renegociar mais de R$ 22,5 bilhões desde o seu início, ainda em julho. 

Quando a segunda fase do Desenrola foi iniciada, já haviam sido renegociadas aproximadamente 60 milhões de dívidas. No total, a expectativa é de que a iniciativa beneficie até 32 milhões de pessoas.

Por meio de sua conta nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abordou o tema recentemente. Na ocasião, o petista alegou que sua gestão está “trabalhando ainda mais para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros”.

Leia também: Plenário do STF reverte condenação de ex-deputado Paulinho da Força


Fonte: TV Cultura – Foto: Diogo Zacarias

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: