Donald Trump anuncia pré-candidatura à presidência dos EUA em 2024

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Donald Trump anunciou, nesta terça-feira (15), sua pré-candidatura à presidência dos Estados Unidos em 2024. O ex-presidente fez um pronunciamento em sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida, acompanhado de apoiadores.

“Para fazer a América voltar a ser grande de novo, estou anunciando esta noite minha candidatura para presidente dos Estados Unidos”, disse o ex-presidente, que voltou a usar o slogan de campanhas passadas durante o discurso.

Mais cedo, assessores do republicano protocolaram na Comissão Eleitoral Federal dos EUA os documentos necessários para formalizar a campanha e a pré-candidatura.

Durante sua fala, Trump voltou a minimizar os efeitos das mudanças climáticas e chamou o coronavírus de “vírus da China”. Além disso, voltou a usar termos nacionalistas, como “América grande” e “sonho americano”.

O ex-presidente esperava usar a vitória dos republicanos nas eleições como um trampolim de sua campanha e comemorou a retomada da Câmara mesmo antes do resultado oficial. Com o resultado abaixo do esperado, Trump admitiu o erro, mas negou qualquer responsabilidade. Os republicanos ainda dependem de mais uma cadeira para controlar a Casa.

Ele também enfrenta uma série de investigações criminais, incluindo a do Departamento de Justiça sobre as centenas de documentos classificados como secretos que foram descobertos em caixas e gavetas em seu clube Mar-a-Lago após ele deixar a presidência dos EUA.

Trump ainda vai ter que passar pela disputa interna do partido republicano e sair vitorioso para voltar a enfrentar o atual presidente Joe Biden nas urnas.

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Fonte: TV Cultura

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Furacão Ian perde força e se transforma em tempestade tropical

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O furacão Ian chegou à Flórida e transformou as ruas em rios. No entanto, na manhã desta quinta-feira (29), a tormenta perdeu força e se transformou em uma tempestade tropical, de acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC).

O furacão deixou 1,8 milhão de pessoas sem energia nesta quarta-feira (28) e ainda pode causar danos catastróficos, com ventos de até 250 km/h. A imprensa norte-americana informa que há pessoas presas em casas em regiões alagadas.

O furacão Ian chegou a atingir a categoria quatro e foi um dos mais fortes a atingir os Estados Unidos em décadas. Os meteorologistas disseram que parte do estado ainda deve observar uma onda de tempestade, ventos e inundações.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, afirmou que a intensidade do furacão provavelmente já passou do seu pico, mas que o estado ainda deve ser atingido e que haverá danos.

Depois de passar por Cuba, deixar a ilha inteira sem energia e causar a morte de duas pessoas, a tormenta atingiu a Flórida e tocou no solo na Ilha de Cayo Costa, perto da cidade de Fort Myers e na cidade de Punta Gorda.

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Fonte: TV Cultura

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11 de setembro: Relembre as principais consequências do ataque terrorista que matou quase três mil pessoas

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No dia 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos sofreram uma sequência de ataques terroristas. Ao todo, 19 terroristas fizeram o sequestro de quatro aviões comerciais, sendo eles: Voo American Airlines 11, Voo United Airlines 175, Voo American Airlines 77 e o Voo United Airlines 93. Desses, três conseguiram atingir os alvos.

O Voo 11 atingiu a Torre Norte do World Trade Center às 8h46, enquanto o segundo avião, Voo 175, colidiu contra a Torre Sul às 9h03. A terceira aeronave atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, localizado em Washington.

O quarto avião, por sua vez, caiu no estado da Pensilvânia às 10h03, acredita-se que o objetivo dos terroristas era acertar a Casa Branca ou o Capitólio, mas foi impedido após os passageiros se rebelarem contra os sequestradores. Ao todo, o ataque resultou em 2.996 mortes.

Motivação

Os ataques do 11 de setembro foram realizados pelo grupo extremista Al-Qaeda cuja liderança na época era de Osama bin Laden.

As motivações do atentado são explicadas por diferentes razões, uma delas remete ao confronto entre fundamentalistas islâmicos e líderes estadunidenses, principalmente devido à presença de militares americanos no Oriente Médio.

Principais consequências

Após o atentado, o governo recém-empossado de George W. Bush declarou a “Guerra ao Terror”. A guerra não estava direcionada a um país específico, mas a uma prática de ação política pautada em atentados terroristas.

A “Doutrina Bush”, uma série de medidas adotadas pelos dois governos de George W. Bush no conflito, caracterizou-se, internamente, por medidas policiais de controle sobre a população do país e, externamente, pela ação agressiva contra alguns países.

George W. Bush declarou a “Guerra ao Terror”

No mês seguinte aos atentados, os EUA invadiu o Afeganistão. A nação era comandada pelo Talibã, movimento fundamentalista e nacionalista islâmico, além de ser o abrigo da organização Al-Qaeda. Após duas décadas do atentado, o governo norte-americano encerrou a ocupação e o Talibã assumiu novamente o controle do Afeganistão em agosto de 2021.

Outras grandes consequências do 11 de setembro também estão as medidas, métodos e protocolos de controle nos aeroportos, entre elas: uso de detector de metal, revistas minuciosas de bagagens e restrição a líquidos na mala de mão.

Para um monitoramento preciso também foi adotado o uso de scanners corporais, bem como detectores de explosivos e de outros recursos de segurança.

No ano de 2011, Osama bin Laden foi morto, em Abbottabad, no Paquistão, após militares americanos invadiram a casa onde ele vivia. As imagens da captura não foram divulgadas, mas a informação foi pronunciada por Barack Obama, presidente dos EUA na época. O líder da Al-Qaeda foi sepultado no Mar Arábico.


Fonte: TV Cultura

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EUA prendem 210 mil migrantes na fronteira com o México em março

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Autoridades de fronteira dos Estados Unidos prenderam 210 mil migrantes que tentavam cruzar a fronteira com o México em março, maior dado mensal em duas décadas, ampliando os desafios nos próximos meses para o presidente norte-americano, Joe Biden.

O total de março representa um aumento de 24% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando 169 mil migrantes foram apanhados na fronteira, início de uma alta na migração que deixou milhares de crianças desacompanhadas presas por dias em estações de patrulha de fronteira enquanto aguardavam alocação em abrigos sobrecarregados.

Biden, democrata que assumiu o cargo em janeiro de 2021, prometeu reverter muitas das políticas de imigração linha-dura de seu antecessor republicano, o ex-presidente Donald Trump, mas tem enfrentado tanto operacional quanto politicamente com o alto número de tentativas de travessias.

Os republicanos, que esperam ganhar o controle do Congresso norte-americano nas eleições de meio de mandato em 8 de novembro, dizem que a reversão das políticas da era Trump por Biden encorajou mais a imigração ilegal.

Membros do governo Biden têm alertado que a migração pode aumentar ainda mais, após as autoridades sanitárias dos EUA dizerem que vão encerrar até 23 de maio uma lei sobre fronteiras durante pandemia, que permite aos requerentes de asilo e outros migrantes serem rapidamente expulsos de volta para o México para impedir a propagação da covid-19.


Por Ted Hesson – Repórter da Reuters/Agência Brasil – Foto: David Maung/EFE/Direitos Reservados

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