Eduardo Bolsonaro critica Tarcísio e diz que só volta ao Brasil se Moraes for sancionado

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O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou publicamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar negociar com a Embaixada dos Estados Unidos uma solução para o chamado “tarifaço” de 50% imposto por Donald Trump a produtos brasileiros. Segundo Eduardo, a iniciativa foi um “desrespeito” com ele, que atua diretamente nos EUA pressionando por sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Já provamos ser mais efetivos do que o Itamaraty. O filho do presidente exilado nos Estados Unidos. Buscar uma alternativa lateral. É um desrespeito comigo”, disse em entrevista à Folha de S.Paulo. Eduardo afirmou ainda que sua pressão por retaliações ao Brasil não tem como objetivo convencer a população, mas sim “pressionar o Moraes”.

Apesar de a medida poder beneficiar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele disse não se arrepender das articulações para que o governo americano sancione autoridades brasileiras. Ele também afirmou que só voltará ao país quando Alexandre de Moraes “não tiver mais força para prendê-lo”.

Cotado como possível candidato à Presidência em 2026, Tarcísio tentou reduzir os impactos políticos do tarifaço e fez uma série de reuniões com lideranças, incluindo Jair Bolsonaro, ministros do STF e representantes da embaixada americana. O governo Lula, por sua vez, tem atribuído o desgaste econômico das medidas à oposição.

Eduardo, que está licenciado da Câmara desde março, indicou que poderá renunciar ao mandato. “Provavelmente vou abrir mão do mandato”, declarou à Folha. Ao Estadão, ele disse que “por ora” não pretende retornar ao Brasil.

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Foto: Reprodução/Flickr/Eduardo Bolsonaro

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Lula é citado por 63% como preferido para representar a esquerda em 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é citado como melhor nome por 63% dos entrevistados como melhor nome para a representar a esquerda na disputa para o Planalto em 2026.

A pesquisa Atlas/Intel ouviu 3.222 pessoas entre os dias 2 e 4 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Cenário na esquerda

Lula lidera na esquerda com 63%. Ele é seguido pelo atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), com 14,4%. A opção “outro nome” – que não define um candidato específico – aparece com 9,3%. Ciro Gomes (PDT), que participou da corrida eleitoral no ano passado, tem 3,7%. Veja o cenário completo abaixo:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 63%
  • Fernando Haddad (PT): 14,4%
  • Outro nome: 9,3%
  • Ciro Gomes (PDT): 3,7%
  • Camilo Santana (PT): 2,8%
  • Rui Costa (PT): 1,7%
  • Marina Silva (Rede): 1,1%
  • Jaques Wagner (PT): 0,4%
  • Silvio Almeida: 0,2%
  • Não sabe: 3,4%

Cenário no centro:

No centro, a opção “outro nome” tem 38,6%, acima de qualquer citado. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), foi citada por 32,3% dos entrevistados. Já o vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), tem 8,4%. Veja o cenário completo abaixo:

  • Outro nome: 38,6%
  • Simone Tebet (MDB): 32,3%
  • Geraldo Alckmin (PSB): 8,4%
  • Márcio França (PSB): 4,2%
  • Eduardo Leite (PSDB): 2,8%
  • Raquel Lyra (PSDB): 0,3%
  • Não sabe: 13,6%

Imagem positiva ou negativa

Quando questionados sobre a imagem dos prováveis candidatos, 54% citam que veem Tarcísio positivamente, 20% não sabem, e 26% têm opinião negativa. Lula, por sua vez, tem 51% de citações positivas, enquanto 3% não sabem, e 46% o veem negativamente. Veja o cenário completo abaixo:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 54% positiva; 20% não sabem; e 26% negativa
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 51% positiva; 3% não sabem; e 46% negativa
  • Simone Tebet (MDB): 45% positiva; 6% não sabem; e 48% negativa
  • Fernando Haddad (PT): 43% positiva; 6% não sabem; e 51% negativa
  • Jair Bolsonaro (PL): 43% positiva; 6% não sabem; e 51% negativa
  • Michelle Bolsonaro (PL): 43% positiva; 9% não sabem; e 49% negativa
  • Janja: 39% positiva; 16% não sabem; e 45% negativa
  • Geraldo Alckmin (PSB): 38% positiva; 18% não sabem; e 44% negativa
  • Flávio Dino (PSB): 37% positiva; 16% não sabem; e 47% negativa
  • Sergio Moro (União Brasil): 37% positiva; 12% não sabem; e 52% negativa
  • Romeu Zema (Novo): 35% positiva; 27% não sabem; e 38% negativa
  • Marina Silva (Rede): 34% positiva; 17% não sabem; e 49% negativa
  • Eduardo Leite (PSDB): 25% positiva; 36% não sabem; e 39% negativa
  • Rodrigo Pacheco (PSD): 25% positiva; 29% não sabem; e 46% negativa
  • Ciro Gomes (PDT): 23% positiva; 23% não sabem; e 54% negativa
  • Rui Costa (PT): 16% positiva; 45% não sabem; e 40% negativa
  • Arthur Lira (PP): 15% positiva; 22% não sabem; e 63% negativa

Leia também: Estado de São Paulo tem 13,8 mil postos de trabalho abertos


Fonte: CNN Brasil – Foto: Arquivo/Carla Carniel/Reuters

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