Oscar Schmidt é cremado com camisa da seleção após morte aos 68 anos

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O ex-jogador Oscar Schmidt foi cremado na noite de sexta-feira (17) em uma cerimônia reservada à família. Ídolo do basquete brasileiro, ele foi velado de forma íntima e vestia a camisa da seleção brasileira, símbolo de sua trajetória no esporte. A informação foi confirmada pelo Jornal da Globo.

Oscar morreu na tarde do mesmo dia, após passar mal em sua residência em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, mas não resistiu após dar entrada em parada cardiorrespiratória.

A causa da morte não foi oficialmente divulgada. Desde 2011, o ex-atleta enfrentava um tumor cerebral e, nos últimos anos, também lidava com problemas cardíacos.

Reconhecido como um dos maiores nomes da história do basquete, Oscar Schmidt construiu uma carreira marcada por recordes e protagonismo. Ele é o maior pontuador da história da seleção brasileira e dos Jogos Olímpicos, além de ter sido referência mundial na modalidade.

A família confirmou que a despedida ocorreu de forma reservada e agradeceu as manifestações de carinho. Em publicação nas redes sociais, destacou que o momento foi restrito a parentes próximos.

Nos últimos anos, Oscar levava uma vida mais discreta, dedicada à família e ao tratamento de saúde. Mesmo diante das dificuldades, manteve o bom humor e a postura positiva que marcaram sua trajetória dentro e fora das quadras.

Sua morte gera grande comoção no esporte brasileiro e encerra a história de um dos maiores ídolos do basquete mundial.

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Foto: Reprodução/TV Brasil

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Brasil faz história e conquista ouro inédito no esqui alpino em Olimpíada de Inverno

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O Brasil escreveu um capítulo histórico neste sábado (14) ao conquistar sua primeira medalha em Jogos Olímpicos de Inverno — e logo a de ouro. O feito veio com Lucas Pinheiro Braathen, campeão do slalom gigante nos Jogos de Milão e Cortina, disputados na cidade de Bormio, nos Alpes italianos, próxima à fronteira com a Suíça.

O slalom gigante é disputado em duas descidas por um percurso marcado por portas — mastros fincados na neve, espaçados por cerca de 25 metros — que os atletas precisam contornar. Vence quem soma o menor tempo total entre as duas voltas.

Nascido em Oslo, na Noruega, e filho de mãe brasileira, Lucas completou a prova com o tempo total de 2min25s. A marca garantiu a vitória com 58 centésimos de vantagem sobre o suíço Marco Odermatt, medalhista de prata. O bronze ficou com outro suíço, Loïc Meillard.

O ouro brasileiro começou a ser construído na primeira descida, quando Lucas assumiu a liderança ao registrar 1min13s92. Na segunda volta, ele teve o 11º melhor tempo, com 1min11s08, desempenho suficiente para manter a dianteira na soma final e assegurar o lugar mais alto do pódio.

A conquista marca um feito inédito para o país na história dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina e coloca o Brasil pela primeira vez entre os medalhistas de ouro do esqui alpino em uma Olimpíada de Inverno.

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Foto: Rafael Bello/COB

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