Confira a votação dos deputados estaduais eleitos por São Paulo

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Veja quem foi eleito para as 94 vagas de deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e confira a votação de cada candidato nas eleições de 2026.

Deputados Estaduais eleitos – SP

100,00% Urnas apuradas
Última atualização 05/10/2026 11:48
94 de 94 vagas preenchidas
1EDUARDA CAMPOPIANO
EDUARDA CAMPOPIANO
PL · Eleito por QP
8,39%
1.956.238
2EDUARDO SUPLICY
EDUARDO SUPLICY
PT · Eleito por QP
2,81%
654.627
3SOFIA FAVERO
SOFIA FAVERO
PSOL · Eleito por QP
1,75%
407.773
4CARLOS GIANNAZI
CARLOS GIANNAZI
PSOL · Eleito por QP
1,58%
367.861
5PAULA DA BANCADA FEMINISTA
PAULA DA BANCADA FEMINISTA
PSOL · Eleito por QP
1,40%
326.190
6GIOVANNI SANCHES
GIOVANNI SANCHES
PL · Eleito por QP
1,01%
235.363
7ROGERIO LINS
ROGERIO LINS
PODE · Eleito por QP
0,99%
229.928
8TENENTE COIMBRA
TENENTE COIMBRA
PL · Eleito por QP
0,85%
198.342
9RAFA MINATO
RAFA MINATO
MISSÃO · Eleito por QP
0,80%
185.582
10DANILO JOAN
DANILO JOAN
PP · Eleito por QP
0,78%
182.839
11THOMAZ HENRIQUE
THOMAZ HENRIQUE
PL · Eleito por QP
0,76%
178.164
12EDIANE MARIA
EDIANE MARIA
PSOL · Eleito por QP
0,73%
170.844
13LUIZA ERUNDINA
LUIZA ERUNDINA
PSOL · Eleito por QP
0,73%
169.567
14DELEGADO OLIM
DELEGADO OLIM
PP · Eleito por QP
0,70%
163.918
15RODRIGO ASHIUCHI
RODRIGO ASHIUCHI
PL · Eleito por QP
0,70%
162.562
16MONICA DAS PRETAS
MONICA DAS PRETAS
PSOL · Eleito por QP
0,68%
159.100
17ITAMAR BORGES
ITAMAR BORGES
MDB · Eleito por QP
0,68%
159.058
18BRUNA FURLAN
BRUNA FURLAN
REPUBLICANOS · Eleito por QP
0,67%
157.381
19MARCOS DAMASIO
MARCOS DAMASIO
PL · Eleito por QP
0,67%
156.691
20DANI ALONSO
DANI ALONSO
PL · Eleito por QP
0,67%
155.574
21REGINA NUNES
REGINA NUNES
MDB · Eleito por QP
0,66%
154.966
22DUDA HIDALGO
DUDA HIDALGO
PT · Eleito por QP
0,66%
154.953
23SARGENTO CASTRO
SARGENTO CASTRO
PP · Eleito por QP
0,61%
143.422
24PROFESSORA BEBEL
PROFESSORA BEBEL
PT · Eleito por QP
0,61%
142.001
25CONTE LOPES
CONTE LOPES
PL · Eleito por QP
0,60%
139.225
26FELIPE SERTANEJO
FELIPE SERTANEJO
PL · Eleito por QP
0,59%
138.277
27ROGERIO NOGUEIRA
ROGERIO NOGUEIRA
PSD · Eleito por QP
0,59%
137.335
28TELHADINHA - CAPITÃO TELHADA
TELHADINHA - CAPITÃO TELHADA
PP · Eleito por QP
0,57%
134.006
29ANA CAROLINA SERRA
ANA CAROLINA SERRA
PSDB · Eleito por QP
0,57%
132.881
30MARIANA CONTI
MARIANA CONTI
PSOL · Eleito por QP
0,54%
126.344
31DELEGADA GRACIELA
DELEGADA GRACIELA
PL · Eleito por QP
0,54%
125.624
32DR. EDSON DA PAIOL
DR. EDSON DA PAIOL
PODE · Eleito por QP
0,53%
124.394
33ALEX MADUREIRA
ALEX MADUREIRA
PL · Eleito por QP
0,53%
122.704
34LEONARDO GRANDINI
LEONARDO GRANDINI
PT · Eleito por QP
0,52%
122.158
35DANILO CAMPETTI
DANILO CAMPETTI
REPUBLICANOS · Eleito por QP
0,51%
119.904
36BARROS MUNHOZ
BARROS MUNHOZ
PSD · Eleito por QP
0,50%
116.413
37EMÍDIO
EMÍDIO
PT · Eleito por QP
0,46%
108.275
38PAULO MANSUR
PAULO MANSUR
PL · Eleito por QP
0,46%
107.073
39RAFAEL SARAIVA
RAFAEL SARAIVA
UNIÃO · Eleito por QP
0,45%
105.174
40RODRIGO MAR
RODRIGO MAR
PT · Eleito por QP
0,45%
104.820
41ENIO TATTO
ENIO TATTO
PT · Eleito por QP
0,44%
102.892
42REINALDO ALGUZ
REINALDO ALGUZ
MDB · Eleito por QP
0,44%
101.946
43MARTA COSTA
MARTA COSTA
PSD · Eleito por QP
0,43%
100.083
44CAIO FRANÇA
CAIO FRANÇA
PSB · Eleito por QP
0,43%
99.840
45FRANCO SARDELLI
FRANCO SARDELLI
PL · Eleito por QP
0,42%
98.375
46DOUGLAS GARCIA
DOUGLAS GARCIA
UNIÃO · Eleito por QP
0,42%
97.410
47PAULO FIORILO
PAULO FIORILO
PT · Eleito por QP
0,41%
96.370
48DANILO BALAS
DANILO BALAS
PL · Eleito por QP
0,41%
96.188
49LUIZ FERNANDO
LUIZ FERNANDO
PT · Eleito por QP
0,41%
94.901
50DÉBORA CAMILO
DÉBORA CAMILO
PSOL · Eleito por QP
0,41%
94.895
51LETICIA AGUIAR
LETICIA AGUIAR
PL · Eleito por QP
0,41%
94.832
52DONATO
DONATO
PT · Eleito por QP
0,41%
94.779
53CARLA MORANDO
CARLA MORANDO
PSD · Eleito por QP
0,41%
94.596
54RICARDO MADALENA
RICARDO MADALENA
PL · Eleito por QP
0,40%
94.319
55LEANDRO BASSON
LEANDRO BASSON
PODE · Eleito por QP
0,39%
90.934
56PARDINI
PARDINI
PSD · Eleito por QP
0,38%
89.558
57ROGÉRIO FRANCO
ROGÉRIO FRANCO
PL · Eleito por QP
0,38%
89.156
58ANALICE FERNANDES
ANALICE FERNANDES
PSD · Eleito por QP
0,38%
88.784
59DELEGADO MESQUITA
DELEGADO MESQUITA
PP · Eleito por QP
0,38%
87.918
60VALDOMIRO LOPES
VALDOMIRO LOPES
PSB · Eleito por QP
0,37%
86.893
61THAMMY MIRANDA
THAMMY MIRANDA
PSD · Eleito por QP
0,37%
85.619
62BRUNO ZAMBELLI
BRUNO ZAMBELLI
PL · Eleito por QP
0,36%
82.946
63ELY SANTOS
ELY SANTOS
REPUBLICANOS · Eleito por QP
0,35%
82.559
64LÉO OLIVEIRA
LÉO OLIVEIRA
MDB · Eleito por QP
0,35%
82.508
65THAINARA FARIA
THAINARA FARIA
PT · Eleito por QP
0,35%
81.485
66MAURO BRAGATO
MAURO BRAGATO
PSD · Eleito por QP
0,34%
79.157
67MARINA BRAGANTE
MARINA BRAGANTE
PSB · Eleito por média
0,34%
78.957
68CORONEL PAGANOTTO
CORONEL PAGANOTTO
PL · Eleito por QP
0,33%
77.703
69SOLANGE FREITAS
SOLANGE FREITAS
UNIÃO · Eleito por QP
0,33%
77.524
70JOÃO PAULO
JOÃO PAULO
PL · Eleito por QP
0,33%
76.371
71CAMILA GODOI
CAMILA GODOI
UNIÃO · Eleito por média
0,32%
74.733
72CARUSO
CARUSO
MDB · Eleito por média
0,32%
74.480
73KAKA DO AUTISMO
KAKA DO AUTISMO
PODE · Eleito por QP
0,32%
74.365
74BARBA
BARBA
PT · Eleito por QP
0,32%
74.115
75RAFAEL SILVA JR
RAFAEL SILVA JR
PSD · Eleito por QP
0,32%
74.043
76RODRIGO MORAES
RODRIGO MORAES
PL · Eleito por QP
0,32%
73.787
77RÔMULO
RÔMULO
PT · Eleito por QP
0,32%
73.648
78RENATA SENE
RENATA SENE
REPUBLICANOS · Eleito por QP
0,32%
73.526
79MARCOLINO
MARCOLINO
PT · Eleito por QP
0,31%
72.574
80JOÃO PAULO RILLO
JOÃO PAULO RILLO
PT · Eleito por média
0,31%
72.486
81LUCAS BOVE
LUCAS BOVE
PL · Eleito por QP
0,31%
71.263
82CAPITÃO MOSART
CAPITÃO MOSART
PL · Eleito por QP
0,30%
70.997
83ANA PERUGINI
ANA PERUGINI
PT · Eleito por média
0,30%
70.737
84SEBASTIÃO SANTOS
SEBASTIÃO SANTOS
REPUBLICANOS · Eleito por QP
0,29%
68.118
85FABIO FARIA DE SÁ
FABIO FARIA DE SÁ
PODE · Eleito por QP
0,29%
68.055
86LISBOA
LISBOA
PL · Eleito por QP
0,29%
67.413
87HENRIQUE KRIGNER
HENRIQUE KRIGNER
NOVO · Eleito por QP
0,29%
66.512
88GILMACI SANTOS
GILMACI SANTOS
REPUBLICANOS · Eleito por QP
0,28%
66.474
89ISAAC ANTUNES
ISAAC ANTUNES
PL · Eleito por QP
0,27%
61.953
90FABIANA BOLSONARO
FABIANA BOLSONARO
PL · Eleito por média
0,26%
61.183
91THIAGO AURICCHIO
THIAGO AURICCHIO
PL · Eleito por média
0,26%
59.942
92KEIT LIMA
KEIT LIMA
PSOL · Eleito por QP
0,25%
58.984
93ATILA JACOMUSSI
ATILA JACOMUSSI
PRD · Eleito por QP
0,23%
54.065
94RICARDO FRANÇA
RICARDO FRANÇA
PODE · Eleito por média
0,23%
53.644

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Foto: Tom Oliveira/Alesp

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Voto Consciente – Sociedade Mais Justa

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O voto é a ferramenta mais importante da democracia. Por meio dele, cidadãs e cidadãos escolhem seus representantes e influenciam diretamente os rumos do país, do estado e do município. No entanto, votar não é apenas cumprir uma obrigação jurídica. Votar é exercer a cidadania de forma responsável. A sociedade brasileira lutou muito, e de várias formas, para chegar ao atual sistema democrático. Ele certamente não é perfeito, mas é muito melhor que qualquer outro tipo de governo. A democracia precisa, e deve, ser preservada. Votar consciente é basear-se na análise das propostas, da trajetória e do compromisso dos candidatos com as reais necessidades da população. Também deve ser avaliado o inegociável apreço com a democracia e com a soberania nacional.  Ao votar de forma consciente, o eleitor e eleitora, contribuem para a escolha de governantes preparados para enfrentar os principais desafios sociais de nosso povo, que são muitos. Entre outros, destaco: o combate à fome, o investimento na educação e na saúde, a melhoria urgente no transporte público, o enfrentamento ao crime organizado com uma política eficaz de segurança pública, o acesso à uma moradia digna para milhões de famílias.

Além das questões sociais que são urgentíssimas, pois apesar de sua imensa riqueza o Brasil continua sendo um dos países mais desiguais do mundo, os candidatos devem manter o compromisso de exercer seu mandato de acordo com a legislação vigente, procurando sempre atuar dentro da Constituição. É fundamental respeitar a dignidade de todos e todas, independente de raça, credo, gênero, condição social. Deve, igualmente, se orientar pelo bem comum, e não apenas para beneficiar grupos específicos, ouvindo as necessidades da população, trabalhando por uma sociedade mais justa, solidária, participativa, igualitária.

As linhas acima podem parecer estranhas, utópicas, dentro de tantos escândalos públicos que lemos e ouvimos todos os dias. Sem dúvida, não é animador saber que a população brasileira vem aumentado o descrédito a respeito de suas Instituições Públicas. Mas, devemos lembrar que a democracia, em todos os países, é um sistema político em contínua construção. Não é uma fórmula acabada, ela admite e até estimula pensamentos e visões diferentes de como se pode viver, visões essas que podem ser contraditórias. A democracia não é apenas o governo da maioria, mas também um governo onde as minorias devem ser representadas e terem voz. A convivência precisa e deve ser fraterna, operativa e respeitosa entre toda a população. O atual clima de polarização política é um desserviço à sociedade brasileira. Não devemos estimular esse imbróglio.  Afinal, de acordo com normas do Estado Democrático de Direito, os eleitos devem governar para todos, e não apenas para aqueles que o elegeram. Todos os brasileiros e brasileiras aptos a votar devem exercer seu direito constitucional, em especial os idosos acima de 70 anos, para quem o voto é facultativo. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou recentemente que o Brasil tem cerca de 17 milhões de eleitores nesta faixa etária. É uma parcela expressiva da população, com muita vivência, que deve ser ouvida.

Eleitores e eleitoras devem se manifestar através do voto. Depois não adianta reclamar de quem foi eleito ou eleita. É preciso participar e lutar para modificar o que você pensa que está ruim e pode ser melhorado. Se nós, eleitores conscientes, não participarmos e não lutarmos por aquilo em que acreditamos, outros tomarão nossos lugares e decidirão por nós. Apenas reclamar não vai adiantar.  Pratique sua cidadania, vote consciente, escolha quem você acha que pode contribuir para melhorar o futuro da sociedade brasileira. A democracia agradece. Que a eleição seja, realmente, uma festa democrática.

Evidentemente não há correlação entre o resultado da seleção brasileira e as eleições. Se aprofundarmos a pesquisa veremos que os estelionatos eleitorais, falcatruas e desmandos praticados por políticos de qualquer espectro ideológico, influenciaram muito mais as eleições do que o futebol. Até porque, há muito tempo não somos o país do futebol, já não há mais comoção quando o Brasil perde, a não ser o falso choro de jogadores multimilionários que são mais celebridades do que atletas. Também não somos mais o país do futuro. Mas somos o campeão mundial da corrupção, dos altos impostos, da desigualdade social, dos privilégios da máquina pública, dos escândalos financeiros. Isto sim é a verdadeira vergonha nacional, E somente pelo voto consciente de toda a população, poderemos expulsar esses políticos lesa-pátria de campo. Aqueles que primeiro jogam pelos seus interesses pessoais, antes dos interesses da população. E nem vai precisar do árbitro de vídeo. Aproveite seu dia.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo

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Foto: Alejandro Zambrana/TSE

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Candidatos não poderão ser presos a partir deste sábado

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Regra prevista no Código Eleitoral começa 15 dias antes do primeiro turno e permite prisão ou detenção de candidatos apenas em caso de flagrante delito.

Candidatas e candidatos que disputam as Eleições 2026 entram, a partir deste sábado (19), em um período de proteção previsto pelo Código Eleitoral. Até 6 de outubro, dois dias após o primeiro turno, eles não poderão ser presos ou detidos, salvo em caso de flagrante delito.

A regra começa exatamente 15 dias antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. A previsão está no artigo 236, parágrafo 1º, do Código Eleitoral e consta do calendário oficial das Eleições 2026 aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A proteção vale para todos os candidatos registrados na disputa. Em caso de flagrante, a prisão continua sendo possível.

O calendário eleitoral estabelece ainda regras diferentes para os eleitores. Para o eleitorado em geral, a restrição à prisão começa cinco dias antes da eleição, em 29 de setembro, e segue até 6 de outubro, também com exceções previstas em lei, como flagrante delito, sentença condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto.

Quando será a eleição

O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 será realizado em 4 de outubro, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Serão escolhidos presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais.

Caso haja segundo turno para presidente ou governador, a votação está marcada para 25 de outubro. Os candidatos que disputarem o segundo turno terão uma nova proteção contra prisão ou detenção a partir de 10 de outubro, também com exceção para flagrante delito.

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Foto: Marcelo Camargo/ABR

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Filiação ao Missão trava candidatura de Flávio Bolsonaro pelo PL

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Senador apareceu no sistema da Justiça Eleitoral como filiado ao Missão desde quarta-feira (12), o que impediu o registro pelo PL; campanha pretende pedir investigação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar nesta quinta-feira (13) sua candidatura à Presidência da República pelo Partido Liberal após aparecer no sistema da Justiça Eleitoral como filiado ao Missão, legenda de Renan Santos, que também disputa o Palácio do Planalto.

A mudança consta no cadastro eleitoral desde quarta-feira (12). Com isso, o PL não conseguiu concluir o registro da candidatura dentro do sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A equipe de Flávio afirma que a filiação ao Missão ocorreu sem autorização e pretende solicitar a investigação do caso pela Polícia Federal.

Segundo informações atribuídas ao TSE, não houve hackeamento do sistema da Justiça Eleitoral. O tribunal informou que a filiação de Flávio ao Missão foi realizada por um representante da própria legenda. O partido ainda não havia se manifestado sobre o episódio no momento da publicação.

A alteração também aparece na certidão de filiação partidária do senador. O documento registra a saída do PL e a entrada no Missão em 12 de agosto. Apesar da mudança, a situação eleitoral de Flávio permanece registrada como regular.

Campanha tenta reverter mudança

Os representantes de Flávio deverão pedir à Justiça Eleitoral o restabelecimento da filiação ao PL. A equipe também pretende solicitar a abertura de um inquérito para apurar como a alteração foi realizada.

A situação ganhou urgência porque o prazo para o registro das candidaturas termina neste sábado (15), às 19h. Além disso, segundo as informações divulgadas, as convenções partidárias já foram encerradas, o que dificulta uma eventual candidatura por outra legenda.

A legislação eleitoral exige vínculo partidário dentro do prazo estabelecido para que o candidato possa disputar a eleição pela legenda. A mudança registrada às vésperas do encerramento dos registros, portanto, criou um obstáculo para a candidatura presidencial de Flávio pelo PL.

Até o momento, outros candidatos à Presidência já haviam registrado suas candidaturas no TSE, entre eles Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

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Foto: Reprodução/Flickr/Flávio Bolsonaro

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Quaest: Lula lidera cenários de segundo turno contra Flávio Bolsonaro

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Levantamento também testou disputas contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15).

No cenário testado pelo instituto, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Os eleitores que afirmaram votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas somam 14%, enquanto 4% disseram estar indecisos.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em junho, Lula oscilou de 44% para 45%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 38% para 37%. Segundo o instituto, as variações ocorreram dentro da margem de erro.

Outros cenários

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Lula e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD).

Neste cenário, o presidente também aparece com 45% das intenções de voto, contra 36% de Caiado. Brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar representam 15%, enquanto os indecisos somam 4%.

Em outra simulação, contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), Lula mantém 45%, enquanto Zema registra 35%. Os votos em branco, nulos e abstenções chegam a 16%, e os indecisos permanecem em 4%.

Já em um eventual confronto com Renan Santos (Missão), coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Lula aparece novamente com 45%, enquanto o adversário registra 33%. Nesse cenário, 18% declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas, e 4% permanecem indecisos.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, por meio de entrevistas presenciais.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07181/2026.

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Foto: Reprodução/Montagem – HoraSP

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Aldo Rebelo diz que foi trocado por Joaquim Barbosa sem aviso no DC

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O ex-ministro Aldo Rebelo afirmou nesta quarta-feira (20) que não foi comunicado previamente sobre a decisão do Democracia Cristã de substituir seu nome pelo do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa na disputa pela Presidência da República.

Em entrevista ao SBT News, Rebelo criticou duramente a condução interna do partido e acusou o presidente nacional da legenda, João Caldas, de agir motivado por preocupações relacionadas a investigações envolvendo o Banco Master.

Segundo o ex-ministro, o anúncio da possível pré-candidatura de Joaquim Barbosa ocorreu sem qualquer comunicação à direção partidária ou à sua equipe política.

“Ninguém no partido foi avisado de que haveria esse anúncio”, declarou Rebelo durante a entrevista.

O ex-ministro também afirmou que, nos bastidores políticos, circula a avaliação de que a aproximação do DC com Joaquim Barbosa estaria ligada ao fato de o ex-magistrado ter integrado o Supremo Tribunal Federal.

Durante a entrevista, Rebelo citou suspeitas envolvendo recursos do fundo de previdência dos servidores municipais de Maceió destinados ao Banco Master e afirmou que o tema teria provocado preocupação dentro da legenda.

As declarações ampliaram a crise interna no Democracia Cristã, poucos meses após o partido lançar oficialmente a pré-candidatura de Aldo Rebelo ao Palácio do Planalto.

Apesar das críticas ao comando da legenda, o ex-ministro afirmou que seguirá defendendo seu nome para disputar a Presidência da República e declarou acreditar que Joaquim Barbosa não deverá levar adiante uma eventual candidatura.

“Eu aposto o que precisar que o ex-ministro Joaquim Barbosa não vai levar essa candidatura adiante”, afirmou.

A polêmica começou após João Caldas confirmar, na segunda-feira (18), que o partido passou a considerar o nome de Joaquim Barbosa como alternativa eleitoral para 2026.

Segundo Caldas, pesquisas internas apontaram baixa competitividade eleitoral de Aldo Rebelo, que vinha realizando agendas e palestras como pré-candidato há vários meses.

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Foto: Pedro França/Ag. Senado

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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AtlasIntel: Lula e Flávio Bolsonaro empatam pela 1ª vez em eventual 2º turno

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa da AtlasIntel encomendada pela Bloomberg News e divulgada na quarta-feira.

De acordo com o levantamento, Flávio teria 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula soma 46,2%. É a primeira vez que os dois figuram em empate desde que o senador oficializou sua entrada na disputa.

Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos de prisão por planejar uma tentativa de golpe após a derrota na eleição de 2022, Flávio reduziu a desvantagem registrada em dezembro. À época, Lula liderava por 53% a 41%. Em janeiro, o presidente ainda aparecia à frente, com 49% contra 45%.

A pesquisa indica que a vantagem de Lula diminuiu às vésperas da votação, em um cenário de polarização semelhante ao das últimas eleições.

O levantamento também aponta divisão equilibrada do eleitorado sobre qual candidato teria melhor desempenho em temas centrais. Lula tem priorizado propostas econômicas, como novas faixas de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil por mês e um plano para reduzir a jornada semanal de trabalho. Ainda assim, não apresenta vantagem clara sobre Flávio na avaliação de quem conduziria melhor a economia.

Já o senador tem defendido medidas mais rígidas na área de segurança pública, tema apontado por parte significativa dos brasileiros como uma das principais preocupações. Mesmo assim, o estudo aponta empate estatístico também nesse quesito.

Em um cenário de primeiro turno, Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o governador do Paraná, Ratinho Jr., registram cerca de 4% cada. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, alcança aproximadamente 5% quando incluído na simulação.

A AtlasIntel entrevistou 4.986 brasileiros entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual.

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Foto: Reprodução/Ag. Senado

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Tarcísio avalia nomes para vice em 2026 e disputa entre Felício, Kassab e André do Prado se intensifica

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Interlocutores do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontam o atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), como o nome mais provável para compor a chapa à reeleição em 2026, embora a definição ainda não tenha sido formalizada. De acordo com apuração da revista Veja, Felício estaria preparado para diferentes cenários e, caso não seja mantido como vice, não pretende disputar outro cargo nem concorrer ao Legislativo, permanecendo filiado ao PSD.

Nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes, outro nome que segue em articulação é o do secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Segundo fontes do alto escalão estadual, Kassab trabalha com a hipótese de integrar a chapa como vice já de olho em 2030, quando poderia se credenciar como opção ao governo paulista. A indefinição sobre a composição tem provocado desgaste na relação entre Kassab e Felício, ambos do mesmo partido, segundo relatos de aliados.

Também é citado como potencial vice o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), aliado do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. De acordo com fontes do governo, André tem se movimentado para viabilizar seu nome e acompanha com frequência a agenda pública do governador. A aliados, o deputado afirma estar pronto para assumir a “missão”, caso seja o escolhido.

Integrantes do núcleo político de Tarcísio, porém, avaliam que o PL já estaria contemplado no cenário nacional com o apoio do governador à candidatura de Flávio Bolsonaro, o que reduziria a pressão por uma vaga na chapa estadual. Nesse contexto, a manutenção de Felício Ramuth ou a entrada de Kassab como vice permanecem como as principais alternativas em análise.

A decisão final sobre a composição da chapa deve ficar para mais adiante, mas o debate já expõe disputas internas e cálculos estratégicos que envolvem não apenas a eleição de 2026, como também a sucessão ao governo paulista em 2030.

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Foto: João Valério/GESP | *Texto com informações Revista Veja

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Com foco em 2026, Paulo Serra e André do Prado se reúnem para alinhar PSDB e PL em São Paulo

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O presidente estadual do PSDB de São Paulo, Paulo Serra, e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alesp), André do Prado (PL), se reuniram na quarta-feira (25) para discutir a construção de uma frente unificada da centro-direita no estado, mirando as eleições de 2026. O encontro aconteceu na capital paulista e faz parte de uma série de articulações lideradas por Serra para fortalecer o bloco político que apoia o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Ex-prefeito de Santo André e nome em ascensão no cenário tucano, Serra tem percorrido o estado em reuniões com prefeitos, vereadores e lideranças partidárias, com o objetivo de consolidar alianças e preparar o terreno para o próximo pleito. Segundo ele, a união dos partidos de centro-direita será fundamental caso Tarcísio confirme a candidatura à Presidência da República.

“Temos um projeto bem-sucedido em São Paulo com o governador Tarcísio. A missão agora é fortalecer os grupos políticos dessa aliança, para que possamos disputar as eleições de 2026 ainda mais fortes”, afirmou Serra, destacando que o diálogo com André do Prado foi essencial para alinhar estratégias e ampliar o apoio ao grupo pró-Tarcísio.

Após a reunião, o presidente da Alesp usou as redes sociais para reforçar a disposição em manter o diálogo com os tucanos. “Uma boa conversa sobre gestão pública, desenvolvimento regional e os desafios que compartilhamos na missão de transformar a vida das pessoas”, publicou Prado, ao compartilhar fotos do encontro.

O PSDB vive um momento de reestruturação e discute uma possível fusão com outras legendas. Em abril, Serra também recebeu em Santo André o presidente nacional do PSD e secretário estadual de Governo, Gilberto Kassab, em mais uma sinalização de aproximação entre partidos que orbitam a base do governo paulista.

De olho no cenário eleitoral, Paulo Serra tem visto seu nome ganhar espaço em pesquisas. Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado em maio mostra o tucano com 13% das intenções de voto para o governo do estado e 4% na disputa pelo Senado Federal.

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Foto: Reprodução

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