GCM de Carapicuíba prende sexto suspeito e conclui capturas no caso Marcelo Magalhães

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Empresário foi encontrado morto no Rio Cotia após desaparecer durante uma emboscada; investigação aponta seis envolvidos no crime

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) prendeu, nesta quinta-feira (30), o sexto suspeito de envolvimento no assassinato do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos. Segundo a corporação, com a nova prisão, todos os investigados identificados no caso estão sob custódia.

O nome do suspeito e o local onde ele foi localizado não foram divulgados.

O caso é investigado pelo 1º Distrito Policial de Carapicuíba, vinculado à Delegacia Seccional de Carapicuíba (Demacro).

Empresário desapareceu após emboscada

Marcelo Magalhães desapareceu no dia 16 de julho e teve o corpo encontrado no Rio Cotia, em Carapicuíba, uma semana depois, em 23 de julho.

De acordo com a investigação, o empresário foi atraído para um encontro por Lucas Soares de Lima, conhecido como “Quadrado”, apontado pela Polícia Civil como mentor do crime. A partir daí, ele teria sido sequestrado, mantido em cativeiro e assassinado.

Segundo a polícia, antes da morte foram transferidos R$ 8 mil das contas bancárias da vítima.

Prisões ajudaram a localizar o corpo

Conforme a Polícia Civil, os suspeitos presos temporariamente indicaram aos investigadores o local onde o corpo foi ocultado.

Ainda segundo a investigação, o ponto informado corresponde ao local do homicídio e ao início da trilha utilizada para esconder o corpo.

Durante as diligências, os policiais também encontraram uma inscrição em uma pedra próxima ao local do crime. Segundo a corporação, a frase faz referência à atuação de uma organização criminosa na região.

Investigação começou após denúncia da mãe de dois suspeitos

Um dos pontos que chamou a atenção durante as investigações foi a atuação de Zemira Santos Soares, mãe de dois dos investigados.

Segundo o inquérito policial, ela procurou espontaneamente a Polícia Civil após desconfiar que os filhos estariam envolvidos em um crime grave. A partir das informações prestadas por ela, os investigadores conseguiram reunir elementos que contribuíram para esclarecer o desaparecimento de Marcelo e identificar os envolvidos.

A Polícia Civil continua apurando todos os detalhes do caso para concluir o inquérito.

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Foto: Divulgação/PMC

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Operação mira tráfico em Osasco e Carapicuíba e mobiliza dezenas de policiais

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na madrugada desta terça-feira (7) a Operação Rota Caracas, com ações simultâneas em Osasco e Carapicuíba para desarticular uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. A ofensiva mobilizou dezenas de equipes e cumpre mandados de prisão e busca expedidos pela Justiça.

A operação também ocorre em outras cidades, como Praia Grande e São Vicente, ampliando o alcance da investigação e pressionando a estrutura do grupo em diferentes regiões do estado.

As investigações foram conduzidas pelo 1º Distrito Policial de Carapicuíba e apontaram a existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções e atuação coordenada em diversas frentes ilícitas.

Com base nas apurações, a Justiça autorizou mandados que estão sendo cumpridos de forma simultânea, estratégia usada para evitar fuga de suspeitos e garantir maior efetividade na coleta de provas.

A ação conta com apoio de unidades especializadas, como o Grupo de Operações Especiais (GOE) e o Grupo de Repressão Tática (GRT), ligados à Delegacia Seccional de Carapicuíba e ao Demacro, reforçando o caráter integrado da operação.

Segundo a Polícia Civil, há indícios de movimentações financeiras destinadas a ocultar valores ilícitos, o que indica um esquema de lavagem de dinheiro associado ao tráfico de entorpecentes.

A ofensiva representa mais um avanço no combate ao crime organizado na Grande São Paulo, atingindo diretamente a estrutura financeira e operacional da quadrilha.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento dos recursos movimentados pelo grupo criminoso.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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