Deic descobre fábrica de bebidas falsificadas que abastecia comércio no interior de SP

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Uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas que distribuía produtos adulterados para comerciantes do interior paulista foi desarticulada nesta quarta-feira (1º) em Limeira. Uma mulher de 70 anos, apontada como responsável pelo esquema, foi presa em flagrante no local.

A operação foi conduzida por investigadores do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) durante mais uma etapa da Operação Poison Source, que mira a cadeia de produção e distribuição de bebidas falsificadas no país. A ação teve como foco um galpão usado como base de fabricação e armazenamento dos produtos ilegais.

Segundo a Polícia Civil, a descoberta da fábrica ocorreu após análise de dados obtidos em fases anteriores da investigação. Informações extraídas de celulares apreendidos indicaram que bebidas vendidas em uma adega na região de Rio Claro tinham origem em uma produção clandestina instalada em Limeira.

Com base nessas evidências, os policiais avançaram na apuração e chegaram ao endereço onde funcionava o esquema. No local, além da prisão da suspeita, foram cumpridos mandados de busca e apreensão para recolher materiais e aprofundar as investigações.

Ao todo, a operação desta quarta-feira incluiu quatro mandados judiciais — três em Limeira e um em Piracicaba. De acordo com a polícia, o marido da mulher presa já cumpre pena em regime semiaberto por crimes tributários e contra o patrimônio, o que reforça a suspeita de envolvimento familiar em atividades ilícitas.

As autoridades destacam que a circulação de bebidas falsificadas representa risco direto à saúde pública, além de prejuízos econômicos para comerciantes e fabricantes regularizados. A investigação segue em andamento para identificar outros integrantes da rede e mapear a extensão da distribuição dos produtos adulterados.

A ofensiva faz parte de uma série de ações iniciadas no ano passado. Na primeira fase da operação, realizada em São Paulo, um dos principais fornecedores de insumos usados na falsificação foi preso, com apreensão de rótulos, tampas e selos falsos de impostos.

Na etapa seguinte, a polícia cumpriu dezenas de ordens judiciais em diversos estados, resultando em novas prisões e na apreensão de materiais ligados à adulteração. Já na terceira fase, em Rio Claro, foram encontrados pontos de produção clandestina e dois suspeitos acabaram detidos.

Agora, com a identificação da estrutura em Limeira, a polícia tenta avançar sobre os responsáveis pela distribuição em larga escala, ampliando o cerco contra o mercado ilegal de bebidas.

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Quadrilha trocava minérios nobres por pó de ferro em esquema milionário

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A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira (5) uma operação contra uma associação criminosa suspeita de furtar minérios de alto valor que seriam exportados pelo Porto de Santos. Um homem de 40 anos foi preso em Suzano, na Grande São Paulo, e a Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 15 milhões em bens, imóveis e contas bancárias ligados aos investigados.

A ação foi conduzida por policiais da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), vinculada ao Departamento de Polícia Judiciária do Interior 6 (Deinter-6). Segundo as investigações, o suspeito integra um grupo envolvido em crimes de furto qualificado, receptação e lavagem de dinheiro.

A operação, batizada de W74, cumpriu um mandado de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Cotia e Suzano.

As apurações começaram após a polícia identificar suspeitas de fraude na exportação de cargas de tungstênio e scheelita, minerais derivados do tungstênio e considerados de alto valor no mercado internacional. O prejuízo estimado com o esquema chega a aproximadamente R$ 9,3 milhões.

De acordo com a investigação, os criminosos adulteravam contêineres que transportavam os minérios nobres e substituíam a carga original por materiais de baixo valor comercial, como pó de ferro. Para evitar a identificação da fraude, o grupo trocava os lacres originais dos contêineres por lacres clonados.

Com isso, a violação da carga passava despercebida durante o transporte e só poderia ser percebida no destino final, na Alemanha, onde os minérios seriam entregues aos compradores.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam três veículos e cerca de 3,6 toneladas de tungstênio. A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 15 milhões em bens relacionados aos investigados.

As investigações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa e esclarecer a extensão do esquema.

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Operação Sangria prende 7 por esquema milionário de desvio de combustível em SP

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu sete integrantes de uma organização criminosa interestadual suspeita de desviar combustível de uma empresa petroleira em Cravinhos, na região de Ribeirão Preto. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 5 milhões, considerando o volume furtado, danos à infraestrutura e impactos operacionais.

A ação, batizada de Operação Sangria, foi conduzida pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), vinculada ao Departamento de Polícia Judiciária do Interior 3 (Deinter 3). Foram cumpridos sete mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão.

Os mandados foram executados em Campinas, Paulínia, Leme, Artur Nogueira, Conchal, Ribeirão Preto e Jardinópolis, além de diligências em Minas Gerais e Tocantins.

Segundo a Polícia Civil, as investigações duraram mais de seis meses e apontaram uma estrutura organizada, com divisão de funções e atuação em pelo menos três estados: São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

O apontado como líder do grupo foi preso em uma chácara em Artur Nogueira. Durante o cumprimento das ordens judiciais, dois mandados de busca foram realizados em empresas distribuidoras de combustíveis suspeitas de integrar a cadeia de escoamento do produto desviado. Um empresário do setor foi detido em Campinas.

Também foram presos motoristas e proprietários de caminhões, além de suspeitos que teriam participado diretamente do furto, com a escavação e acesso a dutos subterrâneos para retirada de óleo diesel.

Em Monte Alegre (MG), um funcionário terceirizado da empresa vítima foi detido sob suspeita de repassar informações privilegiadas ao grupo criminoso.

No decorrer das apurações, a polícia identificou ainda o furto de outros dois dutos de óleo diesel nas cidades de Araporã (MG) e Gamaleira (GO), o que ampliou o alcance da investigação.

Durante a operação, foram apreendidos dezenas de celulares e equipamentos de informática. O material será submetido à análise para aprofundar a investigação financeira, examinar comunicações telemáticas e identificar possíveis novos envolvidos.

Os presos vão responder por roubo impróprio, receptação qualificada e organização criminosa. As investigações continuam.

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Quadrilha de golpes digitais é alvo de operação com bloqueio bilionário

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A Operação Fim da Fábula, deflagrada nesta terça-feira (24), prendeu até o momento 12 pessoas suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada em golpes digitais. A ofensiva cumpre 120 mandados de busca e apreensão e 53 de prisão temporária em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Todas as prisões registradas até agora ocorreram em território paulista.

Segundo o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, embora os golpes aplicados — como o do INSS, o do falso advogado e o da “mão fantasma” — já sejam conhecidos pelas autoridades, o que chamou a atenção foi o grau de organização do grupo e o uso intensivo de tecnologia.

De acordo com o secretário, após obterem o dinheiro das vítimas, os investigados utilizavam plataformas de apostas on-line e fintechs para lavar os valores e dificultar o rastreamento. “Depois de conseguir o dinheiro das vítimas, eles ainda lavavam esses valores. Mas não deu certo”, afirmou.

As investigações foram conduzidas de forma integrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. Em coletiva, as autoridades informaram que o trabalho começou com a identificação dos núcleos estratégicos e decisórios da organização, responsáveis por coordenar as ações. Na sequência, foram mapeados os executores dos golpes, operadores financeiros e integrantes encarregados da ocultação patrimonial.

O subprocurador-geral de Justiça Criminal do Ministério Público, Ivan Francisco Pereira Agostinho, destacou que a cooperação entre os órgãos é fundamental para combater esse tipo de crime. “A união de esforços é o único caminho para asfixiar o capital dessas organizações e combatê-las de forma efetiva”, disse.

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apontou que o grupo utilizava o modelo conhecido como “lavagem em camadas”, com transferências sucessivas de recursos entre familiares, empresas de fachada e contas de terceiros. A estratégia tinha como objetivo fragmentar os valores e dificultar o rastreamento.

O diretor do Deic, delegado Ronaldo Sayeg, afirmou que a investigação adotou a estratégia de “seguir o dinheiro” para desmontar a estrutura financeira da organização.

O Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (Gaepp) identificou ao menos 36 imóveis ligados aos investigados, inclusive registrados em nome de terceiros, além de centenas de veículos, embarcações, joias e valores em espécie. Parte dos bens foi apreendida.

As medidas foram autorizadas pela 2ª Vara Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da capital paulista. Segundo os investigadores, considerando o teto de R$ 100 milhões por conta, o bloqueio judicial pode alcançar cifras bilionárias, a depender do saldo existente nas 86 contas alvo da decisão.

Cerca de 400 policiais civis e promotores participam da operação, com apoio das polícias civis de Minas Gerais e do Distrito Federal. Os mandados são cumpridos em cidades como São Paulo, Guarulhos, Santo André, São Bernardo do Campo, Praia Grande e São José do Rio Preto, além de municípios mineiros e em Brasília.

A operação segue em andamento, e as investigações continuam para identificar outros envolvidos e consolidar as medidas de recuperação de ativos.

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Operação ‘Quebrando a Banca’ mira quadrilha que lavou quase R$ 100 milhões com jogos de azar

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A Polícia Civil, por meio da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, deflagrou, nesta terça-feira (13), a Operação Quebrando a Banca, contra uma organização criminosa que lavou quase R$ 100 milhões por meio da exploração ilegal de jogos de azar. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Mogi-Mirim, Santa Rosa do Viterbo e São João da Boa Vista.

Segundo as investigações, os envolvidos atuavam há décadas utilizando empresas de fachada e uma extensa rede de “laranjas” — pessoas usadas para emprestar o nome e esconder quem é realmente o dono do dinheiro — para ocultar o lucro obtido com as atividades ilícitas.

O delegado e divisionário da Deic de Piracicaba, William Marchi, explicou que as apurações se iniciaram a partir de prisões por jogos de azar que, apesar de ser um crime de menor potencial, fomenta outros tipos de delitos considerados graves, como lavagem de dinheiro e organização criminosa.

“Identificamos um número muito grande de pessoas que viviam de forma simples, mas que movimentaram milhões por mês. Elas são usadas por esses criminosos como ferramentas que ajudam a tirá-los da mira da polícia, por isso foi um trabalho extenso até chegarmos às verdadeiras lideranças. Também descobrimos empresas que auxiliavam na ocultação dos bens, então era uma verdadeira rede de lavagem de capitais que atuava tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais”, disse.

Relatórios de inteligência financeira revelaram que o principal líder da quadrilha movimentou mais de R$ 25 milhões em apenas em um semestre de 2024, além de apresentar histórico de transações milionárias em anos anteriores.

Parte da cúpula da organização criminosa utilizava transações imobiliárias em espécie e a aquisição de bens em nome de terceiros para esconder a origem ilícita dos recursos. Já o núcleo operacional contava com gerentes e operadores financeiros responsáveis por pulverizar milhões de reais por meio de centenas de transferências via Pix e depósitos em dinheiro, prática conhecida como smurfing, dificultando o rastreamento dos valores.

A quadrilha ainda tinha envolvimento com uma empresa, com capital social declarado de R$ 36 milhões, apontada como destino de valores milionários realizados pela liderança da quadrilha.

Somando as movimentações financeiras atípicas, o capital social das empresas utilizadas, o patrimônio imobiliário oculto e a frota de veículos — estimada em cerca de R$ 18 milhões —, a Polícia Civil calcula que o montante total de ativos e valores movimentados pela organização criminosa chegue a R$ 97,2 milhões.

Durante a operação de hoje foram recolhidos dispositivos eletrônicos, instrumentos utilizados em apostas, veículos e quantias em dinheiro. As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes do esquema criminoso.

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Polícia Civil apreende 70kg de drogas durante operação em Sorocaba

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A Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba, realizou uma operação para desmantelar uma quadrilha responsável pelo tráfico de drogas no município de Sorocaba, nesta sexta-feira (9). A Operação “Distribuição” resultou na prisão de um casal e na apreensão de 70 quilos de entorpecentes entre maconha, cocaína e crack.

A equipe cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em bairros do município. Em uma residência, localizada no Jardim Alpes, um homem de 28 anos e uma mulher de 23 anos foram presos em flagrante. Os agentes encontraram porções de maconha, ice e pedras de crack, além de R$ 1,7 mil em espécie e o veículo dos suspeitos.

Foram encontradas porções de maconha, ice e pedras de crack,
além de R$ 1,7 mil em espécie. – Foto: SSP-SP

Em outro imóvel no Parque São Bento, utilizado para o armazenamento dos entorpecentes, os policiais apreenderam 10 quilos de maconha, 10 quilos de crack distribuídos em porções e tubos, e 48 quilos de cocaína. Entre outros materiais como balanças e objetos utilizados no tráfico.

Os presos foram encaminhados à Deic de Sorocaba, onde o caso foi registrado como tráfico de drogas, associação para o tráfico, cumprimento de mandado de busca e apreensão e localização/apreensão de objeto e de veículo.

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Polícia apreende mais de 1 tonelada de droga no interior de São Paulo

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A Polícia Militar Rodoviária apreendeu mais de uma tonelada de maconha na terça-feira (9), em Mirassol, no interior de São Paulo, durante uma ação conjunta com a Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Presidente Prudente.

A apreensão aconteceu na Rodovia Washington Luís, enquanto a equipe realizava patrulhamento pela região. Policiais do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) deram ordem de parada ao veículo suspeito, que não foi obedecida pelo condutor. Ele abandonou o carro às margens da rodovia e fugiu a pé por uma área de mata. 

O veículo foi apreendido e, os agentes encontraram cerca de 1,3 mil tijolos de maconha, totalizando 1,2 tonelada de maconha.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia de Mirassol, onde foi registrada como tráfico de drogas.

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Polícia de SP apreende carros de luxo na Operação Falso Mercúrio

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (4) a Operação Falso Mercúrio para desarticular uma rede especializada em lavar dinheiro para uma facção criminosa. Ao todo, 54 mandados judiciais foram cumpridos na capital e na Grande São Paulo, incluindo seis de prisão e 48 de busca e apreensão. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis, embarcações e centenas de veículos registrados em nome dos investigados.

Entre os principais bens recolhidos estão veículos de luxo. A polícia apreendeu um Audi RS6 avaliado em R$ 950 mil, além de modelos da Porsche como Macan, de R$ 400 mil, Cayenne, cerca de R$ 1 milhão, Taycan, R$ 800 mil, e um Carrera Stuttgart, estimado em R$ 1,5 milhão. Também foram retirados outros carros usados pelos investigados, entre eles um Jeep Compass blindada, de R$ 160 mil, um Honda Civic, de R$ 120 mil, um Toyota Corolla, de R$ 40 mil, e um GM Celta, de R$ 20 mil.

Segundo as investigações da polícia, o grupo operava com três núcleos, com coletores, intermediários e beneficiários finais. Ele era estruturado para movimentar e ocultar recursos provenientes de tráfico de drogas, estelionato e jogos de azar. A operação mobilizou 100 policiais civis e simboliza, segundo a cúpula da Segurança Pública, um dos maiores trabalhos de descapitalização do crime organizado já realizados pela polícia.

“É uma das maiores operações já deflagradas pela Polícia Civil contra a lavagem de capitais. Os envolvidos no crime viviam uma vida de luxo e conseguiam milhões com a atividade ilícita. Hoje, nós avançamos contra essa rede criminosa”, disse o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.

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Rede prestadora de serviços de lavagem de dinheiro do crime organizado é alvo de operação do Deic

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A Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou, nesta quinta-feira (4), a Operação Falso Mercúrio, com o objetivo de desmantelar uma organização que prestava serviços de lavagem de dinheiro a uma facção criminosa. São cumpridos 54 mandados judiciais, sendo seis de prisão e 48 de busca e apreensão na capital paulista e na Grande São Paulo. 

A pedido dos investigadores, a Justiça determinou o sequestro de 49 imóveis, de três embarcações e 257 veículos em nome dos investigados. Pelo menos 20 pessoas físicas e outras 37 jurídicas tiveram as contas bloqueadas.

Segundo as investigações da 3ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), os criminosos montaram uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro proveniente de crimes como tráfico de drogas, estelionato e jogos de azar. Há indícios que essa rede tenha ligação direta com uma facção criminosa amplamente conhecida no estado. 

Essa rede operava com três núcleos principais: coletores, responsáveis por arrecadar os valores ilícitos; intermediários, encarregados de movimentar e ocultar os recursos;  e beneficiários finais, que recebiam o dinheiro já legitimado. Cada um com funções distintas e estruturadas para fazer com que o esquema funcionasse.

No total, 100 policiais civis de todas as delegacias da DIG foram empenhados para a operação, que recebeu o nome de Falso Mercúrio em alusão ao Deus do comércio e dos trapaceiros na mitologia romana.

O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, acompanhou a saída das equipes para o cumprimento dos mandados nesta madrugada. “É uma das maiores operações já deflagradas pela Polícia Civil contra a lavagem de capitais. Os envolvidos no crime viviam uma vida de luxo e conseguiam milhões com a atividade ilícita. Hoje, nós avançamos contra essa rede criminosa”, disse. 

O delegado e diretor do Deic, Ronaldo Sayeg, revelou que esta é a maior investigação patrimonial e financeira já realizada pelo departamento. “Seguimos a diretriz de descapitalizar o crime organizado e recuperar ativos. Essa operação simboliza isso em razão do número de imóveis e bens que estão bloqueados e restritos”, afirmou.

Os envolvidos e os itens apreendidos serão levados à 3ª DIG, onde os casos serão registrados. As ações seguem em andamento.

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Polícia Civil desmantela esquema de fraude bancária com prejuízo de mais de R$ 11 milhões

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (28), a Operação “Swap Oculto”, contra um esquema de fraude bancária que tem participação de funcionários de uma instituição financeira e causou prejuízo de mais de R$ 11 milhões. São cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nas cidades de Sorocaba, Praia Grande, São Bernardo do Campo, São José dos Campos e na capital paulista, além de outros municípios dos estados de Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

A ação é resultado de uma investigação conduzida pela 4ª Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O banco vítima da fraude identificou movimentações financeiras fraudulentas em contas corporativas de clientes.

Com base nessas informações, os investigadores conseguiram “rastrear” os envolvidos no esquema criminoso. Foi constatado que colaboradores do banco utilizaram suas credenciais para burlar protocolos de segurança e habilitar IDs corporativos (ferramentas de segurança de rede) de forma indevida nos sistemas da instituição.

Essa manipulação permitiu o acesso de terceiros às contas e o desvio de valores sem a autorização dos titulares. Uma das empresas vítimas teve pelo menos R$ 7,9 milhões desviados após a habilitação irregular de um novo ID.

“A Polícia Civil está cada vez mais atenta a colaboração dos ‘insiders’, que são funcionários das próprias instituições financeiras que fornecem informações privilegiadas para grupos criminosos. Eles dão acesso à porta de entrada do crime”, afirmou o delegado Paulo Eduardo Barbosa, da DCCiber.

Os valores desviados pelos criminosos caíram em contas de “laranjas” e empresas de fachada. Parte do montante foi convertido em criptomoedas do tipo USDT (Tether), movimentadas por meio de uma corretora de bitcoin e enviadas para carteiras digitais externas.

Aproximadamente 220 mil dólares em criptoativos foram bloqueados judicialmente. As diligências seguem em andamento para identificar outros beneficiários e recuperar o total dos recursos desviados.

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Fonte/foto: GESP

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