Polícia Civil apreende R$ 220 mil e carros de luxo em operação contra lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu R$ 220 mil em dinheiro durante uma operação contra uma associação criminosa envolvida em lavagem de dinheiro, realizada nesta sexta-feira (17), em Guarulhos.

Além do valor em espécie, os agentes confiscaram dez veículos de luxo, joias, celulares, computadores, documentos, máquinas de cartão e uma arma de fogo com munições.

A ação foi conduzida por equipes do 1º Distrito Policial de Guarulhos, que cumpriram nove mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu R$ 220 mil
em dinheiro. | Foto: Divulgação/SSP-SP

As investigações começaram a partir de denúncias e foram aprofundadas com base em relatórios de inteligência financeira, que apontaram incompatibilidade entre a renda declarada pelos suspeitos e o volume de movimentações realizadas.

Segundo a polícia, foi identificado um padrão de transações atípicas e um fluxo estruturado de recursos, com indícios de que valores provenientes de fraudes eletrônicas eram distribuídos entre pessoas físicas e jurídicas.

Os investigadores também apontam que o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções e uso de empresas e terceiros para ocultar a origem do dinheiro.

A operação foi batizada de Umbra Pecuniae, expressão em latim que significa “sombra do dinheiro”, em referência à prática de ocultação de valores ilícitos.

As investigações seguem em andamento para identificar todos os envolvidos e aprofundar a apuração dos crimes.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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PF prende MC Ryan SP e MC Poze em operação contra lavagem de R$ 1,6 bilhão

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A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (15), os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo durante a Operação Narcofluxo, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro e transações ilegais que podem chegar a R$ 1,6 bilhão.

A ação também resultou na prisão de influenciadores e outros envolvidos, além da apreensão de bens de alto valor, incluindo veículos que somam cerca de R$ 20 milhões.

MC Ryan SP foi detido em uma festa na Riviera de São Lourenço, no litoral paulista, enquanto MC Poze foi preso em sua residência no Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Federal, a operação cumpriu dezenas de mandados de prisão e busca em diversos estados do país, com foco na desarticulação de uma organização criminosa estruturada para ocultar recursos de origem ilícita.

De acordo com as investigações, o grupo utilizava pessoas com grande visibilidade nas redes sociais para promover empresas ligadas a apostas e rifas ilegais, facilitando a circulação de dinheiro sem levantar suspeitas.

O delegado responsável pela operação afirmou que o esquema envolvia movimentações financeiras complexas, uso de dinheiro em espécie, criptoativos e estratégias para dificultar o rastreamento dos valores.

Entre as práticas identificadas estão o uso de “laranjas” e processadoras de pagamento para inserir recursos ilegais no sistema financeiro formal.

Os investigados poderão responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A operação é um desdobramento de outra ação policial e segue em andamento para identificar todos os envolvidos e interromper o fluxo financeiro do grupo.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Operação Criptonita prende grupo suspeito de lavar R$ 146 milhões com criptomoedas

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Uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo prendeu cinco pessoas ligadas a um esquema milionário de lavagem de dinheiro com criptomoedas. A ação, realizada nesta terça-feira (7), tem conexão com uma fraude bancária estimada em R$ 146,5 milhões e se desdobrou em diferentes cidades dentro e fora do estado.

As prisões ocorreram em Sorocaba, Indaiatuba, Santa Isabel e também em Natal (RN). Um dos investigados já estava detido por envolvimento em apurações anteriores conduzidas pela Polícia Federal e pelo próprio Ministério Público.

O caso teve origem em um sequestro registrado no Shopping Cidade Jardim, na capital paulista. A partir desse episódio, investigadores do 34º Distrito Policial identificaram uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções e uso de criptoativos para ocultar recursos ilícitos.

As apurações indicam ligação direta com um esquema investigado pela Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), do Deic, que apura fraudes bancárias de grande escala. A vítima do sequestro, segundo a polícia, estaria envolvida na movimentação de valores do grupo.

Há indícios de que parte do dinheiro tenha sido desviada dentro da própria organização, o que pode ter motivado o crime. Também foram identificadas transferências superiores a R$ 70 milhões para um parceiro comercial, valor incompatível com a renda declarada.

Durante o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão, os agentes recolheram relógios de luxo, veículos de alto padrão, equipamentos eletrônicos e dispositivos ligados a transações com criptomoedas. Um guarda civil municipal está entre os investigados.

Segundo o delegado Marcus Vinícius da Silva Reis, responsável pelo caso, o grupo operava com alto nível de sofisticação para ocultar a origem dos recursos e viabilizar a circulação do dinheiro.

As investigações continuam para rastrear o destino dos valores e identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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