Governo de SP anuncia que 41 hospitais estaduais não têm mais pacientes com COVID-19

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O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (30) que 41 hospitais da rede estadual de saúde não têm mais nenhum paciente com COVID-19. Outras 11 unidades tinham apenas um paciente suspeito ou confirmado para o novo coronavírus nesta terça-feira (29). Os dados são do Censo COVID, ferramenta da Secretaria de Estado da Saúde que monitora todos os leitos de São Paulo.

Com o avanço da vacinação e mais de 92% da população elegível imunizada, 41 hospitais da rede estadual não tem mais nenhum paciente com coronavírus. Esses hospitais estão localizados em todas as regiões do estado, o que comprova que a queda da pandemia ocorre de forma homogênea em todo o estado de São Paulo”, disse Doria.

Entre os 41 hospitais que não possuem mais pacientes com COVID-19 estão unidades em todas as regiões do Estado, como Hospital Estadual de Diadema, Emílio Ribas do Guarujá, Hospital de Base de Bauru, Hospital Regional de Assis, Hospital Regional de Jundiaí, além de unidades na Capital, como o Dante Pazzanese, Hospital Ipiranga, Hospital Geral de Vila Penteado e Hospital de Taipas.

De acordo com os dados do Censo COVID, entre os onze hospitais com apenas um paciente suspeito ou confirmado para Covid-19 estão o Hospital Regional de Itanhaém, Conjunto Hospitalar de Sorocaba, Hospital Regional do Litoral Norte em Caraguatatuba, Hospital Regional de Registro e o Hospital Brigadeiro/Hospital dos Transplantes.

Entre os mais de 100 hospitais do Governo de SP, 91 chegaram a ter leitos exclusivamente para atendimento de COVID-19. Segundo o levantamento, 24 deles possuem menos de dez pacientes e outras 15 unidades têm mais de dez pacientes.

Com índices superiores a 90% da população elegível vacinada com duas doses, temos reduzido diariamente o número de internados no Estado de São Paulo e, com isso, direcionado os leitos para os atendimentos de outras patologias”, afirmou o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.


Fonte/texto: Portal Governo SP – Foto: Rawpixel

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Brasil registra 851 mortes por covid-19 em 24 horas

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O Brasil atingiu neste sábado (19) 28.167.587 pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia. Foram 108.725 novos diagnósticos positivos em 24 horas.

O total de mortes causadas em decorrência de complicações associadas à covid-19 chegou a 643.880. Entre ontem e hoje, foram notificadas 851 mortes.

A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 está em 2.573.925. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Ainda há 3.105 mortes em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Até hoje, 24.949.782 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 88,6% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (163.134), Rio de Janeiro (71.278), Minas Gerais (58.995), Paraná (42040) e Rio Grande do Sul (37.882).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.953), Amapá (2.097), Roraima (2.124), Tocantins (4.086) e Sergipe (6.210).

Vacinação

Os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que foram aplicadas 379,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 170,8 milhões com a primeira dose e 155,4 milhões com a segunda dose ou dose única. Outros 47,8 milhões já receberam a dose de reforço.

Por Agência BrasilFoto: Fernando Frazão/AB

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Capital paulista detecta primeiro caso da BA.2, sublinhagem da Ômicron

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A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo confirmou hoje (7) o primeiro caso da BA.2, uma sublinhagem da variante Ômicron, que é considerada ainda mais transmissível que esta e tornou-se dominante em diversos países, como Dinamarca e Índia. Até o momento, não há indicações de que a BA.2 seja mais grave que as outras variantes.

A sublinhagem BA.2 foi identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 7 de dezembro e tem cerca de 40 mutações em relação à variante Ômicron BA.1.


Leia também: Dose de reforço aumenta a proteção contra os sintomas graves da Covid-19


Segundo a secretaria, o paciente é um homem de 22 anos, do município de Santo André, que foi atendido em uma unidade de saúde na capital. O paciente foi vacinado com duas doses da vacina contra a covid-19, mas ainda não está apto a receber a dose de reforço. Ele disse que está com sintomas leves e que ficou em isolamento domiciliar assim que os sintomas se iniciaram. Nenhum parente do homem adoeceu, e ele informou não ter viajado.

Até este momento, o monitoramento genômico que é feito pela prefeitura com base em amostras tem mostrado que 100% dos casos positivos na cidade de São Paulo são referentes à variante Ômicron.


Fonte/texto: Agência Brasil/Elaine Patricia Cruz – Imagem: Dado Ruvic/Reuters/Direitos Reservados

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Testou positivo para Covid-19? Saiba quando tomar a dose de reforço

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Diante do aumento de novos casos de Covid-19, impulsionados pela variante ômicron, diversas pessoas ficaram com dúvida se podiam tomar a dose adicional após testar positivo.

O Ministério da Saúde (MS) recomenda que quem foi infectado pela Covid-19 aguarde quatro semanas após o início dos sintomas para receber o imunizante. As pessoas assintomáticas devem esperar quatro semanas a partir do primeiro exame de PCR positivo.

Depois desse período, é imprescindível procurar um posto de saúde para receber a dose de reforço da vacina, visto que, para completar o esquema vacinal é necessário tomar todas as doses.

A nova variante ômicron e a alta transmissibilidade faz da dose adicional algo ainda mais essencial, pois mesmo após duas doses da vacina foi observado uma queda dos anticorpos. A aplicação da dose adicional proporciona o aumento da quantidade de anticorpos circulantes no organismo, que são essenciais para evitar o agravamento ou morte pelo vírus.

O público que recebeu a segunda dose há pelo menos quatro meses já pode tomar a dose de reforço. No posto de vacinação, é obrigatório apresentar um documento de identificação, preferencialmente CPF e cartão SUS, além da carteirinha de vacinação contra a Covid-19, físico ou digital, para comprovar o recebimento das doses anteriores.


Fonte/texto: SECOM – Prefeitura de São Paulo – Imagem: Rawpixel

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