O papel da assessoria de imprensa no novo ecossistema da comunicação integrada – por Adriana Vasconcellos

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A chegada da TV 3.0 inaugura um capítulo decisivo para o mercado da comunicação. A televisão deixa de ser apenas uma plataforma de transmissão para se tornar um ambiente interativo, conectado e guiado por dados. O público passa a escolher ângulos de câmera, participar de enquetes, acessar conteúdos complementares e até comprar pela própria tela. Essa transformação aproxima TV e internet e cria um cenário em que credibilidade, engajamento e mensuração passam a caminhar juntos.

Esse movimento altera profundamente o papel de marcas, agências e profissionais de comunicação. Não se trata apenas de uma inovação tecnológica, mas de uma nova lógica de relacionamento com o público, em que a união entre assessoria de imprensa, marketing digital e produção de conteúdo se torna indispensável. A TV 3.0 consolida um ecossistema integrado, no qual cada área contribui para fortalecer a presença das marcas e gerar resultados reais.

A credibilidade construída pelos veículos tradicionais ganha ainda mais relevância quando combinada com a precisão das métricas digitais. Pela primeira vez, será possível medir com clareza o impacto de uma reportagem, entrevista ou ação institucional de TV, observando em tempo real como a audiência reage e se engaja. Essa leitura permite ajustar mensagens, narrativas e campanhas com o mesmo nível de detalhamento já comum nas redes sociais.

Nesse contexto, a assessoria de imprensa assume papel estratégico. Ela garante que as marcas apareçam nas pautas certas, sejam reconhecidas como fontes confiáveis e mantenham coerência no discurso institucional. Ao mesmo tempo, o marketing digital interpreta dados, analisa comportamentos e transforma visibilidade editorial em engajamento e conversão. A produção de conteúdo conecta as duas frentes, criando histórias relevantes que circulam entre TV, redes sociais, blogs, newsletters, podcasts e qualquer outro canal de contato com o público.

Separadas, essas áreas têm impacto limitado. Integradas, constroem uma narrativa sólida que fortalece reputação, amplia alcance e gera resultados mensuráveis. A TV 3.0 reforça essa necessidade de integração. Ela oferece métricas detalhadas sobre o comportamento da audiência e permite que a comunicação seja ajustada com precisão. Isso exige equipes capazes de unir dados, narrativa e estratégia em torno de um propósito comum.

A personalização de conteúdo também cria oportunidades para jornalistas, produtores e criadores independentes. As marcas precisarão de profissionais que dominem storytelling, análise de dados e gestão de reputação. A demanda por conteúdo qualificado, exclusivo e alinhado ao perfil do público cresce, abrindo espaço para novas formas de atuação dentro desse ecossistema.

Essa evolução tecnológica exige ainda mais responsabilidade. A coleta de dados em tempo real traz desafios relacionados à transparência, à segurança e ao uso ético das informações. A credibilidade editorial e a consistência narrativa tornam-se ativos fundamentais em um ambiente em que o público está mais informado e mais exigente.

A TV 3.0 revela que o futuro da comunicação não está em escolher entre imprensa, conteúdo ou publicidade. Está em integrar tudo isso de forma estratégica. A credibilidade jornalística sustenta a reputação. O conteúdo transforma visibilidade em relacionamento. O marketing analítico converte essa relação em resultados. Juntos, esses pilares constroem marcas fortes, lembradas e conectadas com o que realmente importa.

Empresas que entenderem essa nova lógica sairão na frente. Serão reconhecidas não apenas por suas ofertas, mas pela relevância das histórias que contam, pela confiança que geram e pela capacidade de ocupar espaços estratégicos em um mercado cada vez mais orientado por dados e experiências. O futuro da comunicação é integrado, colaborativo e guiado por propósito. E a assessoria de imprensa está no centro dessa transformação.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal.

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Como aproveitar a Black Friday para vender qualquer serviço ou produto – por Adriana Vasconcellos

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A Black Friday deixou de ser uma data restrita ao varejo. Hoje, ela representa uma das maiores oportunidades do ano para marcas, empresas e profissionais de todos os setores, inclusive prestadores de serviço, clínicas, escolas e consultorias, se conectarem com o público e aumentarem o faturamento. O segredo está em entender que vender bem nessa época vai muito além de oferecer descontos.

A Black Friday é, antes de tudo, um evento de comunicação. É o momento de chamar a atenção, gerar interesse e se tornar memorável para o consumidor. Em um mercado saturado de ofertas, o diferencial está na estratégia e na forma como a marca se posiciona.

1. Planejamento é tudo

Quem começa a planejar suas ações com antecedência chega na Black Friday com vantagem competitiva. Isso inclui revisar produtos e serviços com maior margem de lucro, ajustar preços, preparar estoques e, principalmente, desenhar campanhas integradas entre redes sociais, anúncios, assessoria de imprensa e e-mail marketing.

A antecipação permite criar expectativa e nutrir o público até o momento da compra. É nesse processo que a confiança é construída.

2. Mais do que desconto, valor percebido

O consumidor atual busca mais do que preço baixo. Ele quer sentir que está fazendo um bom negócio. Isso significa mostrar o valor do que está sendo vendido: benefícios, diferenciais, credibilidade e propósito da marca.

Para serviços, como consultorias, clínicas, cursos e academias, o foco deve estar em destacar resultados, experiências e vantagens exclusivas. Uma sessão gratuita, um bônus ou um combo especial podem gerar mais conversões do que um simples desconto.

3. Reforce a presença digital e a autoridade da marca

Durante o período da Black Friday, o volume de buscas cresce exponencialmente. Estar presente nas redes sociais e em outros canais digitais é essencial para ser lembrado. A assessoria de imprensa pode ajudar a posicionar a marca em matérias e portais relevantes, enquanto o conteúdo estratégico nas redes reforça autoridade e confiança. Depoimentos, bastidores, cases e provas sociais fortalecem o argumento de compra.

4. Invista em campanhas de mídia e remarketing

Anúncios segmentados no Google, Meta Ads ou LinkedIn são poderosos aliados. O segredo está no uso inteligente dos dados e no remarketing, que permite alcançar novamente quem demonstrou interesse, mas ainda não comprou. Na semana da Black Friday, o custo por clique tende a subir, por isso o ideal é começar a impulsionar com antecedência, criando reconhecimento antes da fase de decisão.

5. Crie experiências e histórias, não apenas ofertas

O apelo emocional é determinante na decisão de compra. Campanhas que contam boas histórias e se conectam com valores reais têm mais impacto do que posts genéricos de “descontos imperdíveis”.

Uma clínica pode associar a Black Friday à saúde preventiva. Um escritório de advocacia pode usar o momento para falar sobre segurança jurídica e oferecer consultorias estratégicas. Uma escola pode reforçar o valor do aprendizado contínuo. Tudo depende de como a mensagem é construída.

6. Mantenha a consistência e o relacionamento após a campanha

A venda não termina na Black Friday. O período pós-campanha é ideal para fidelizar novos clientes e fortalecer o vínculo com os atuais. Um bom pós-venda, contato personalizado e conteúdo de valor mantêm a marca viva na mente do público.

A consistência é o que transforma o pico de vendas em crescimento sustentável.

Black Friday é visibilidade estratégica

A Black Friday não é apenas sobre liquidação, mas sobre visibilidade. É o momento em que o mercado inteiro está olhando para as marcas que se comunicam bem. E quem sabe unir marketing, assessoria de imprensa e conteúdo estratégico não apenas vende mais, como conquista espaço e autoridade. Afinal, quem é visto é lembrado e quem é lembrado, vende.

No fim das contas, não se trata de aparecer o tempo todo. O que realmente importa é aparecer da maneira certa, nos lugares certos e com uma mensagem que gere valor. Ser visto com propósito, lembrado com admiração e escolhido com confiança. A grande reflexão é: o que você tem feito para garantir que sua marca seja não apenas vista, mas lembrada pelas razões certas?


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Quem não é visto não é lembrado. Quem não é lembrado, não vende. – por Adriana Vasconcellos

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Quem não é visto não é lembrado. E quem não é lembrado, não vende. A frase atribuída a Philip Kotler, pai do marketing, é uma das mais poderosas do marketing moderno porque traduz uma verdade simples e implacável sobre o mundo dos negócios. Visibilidade é poder. Em um mercado saturado de informações, produtos e promessas, ser lembrado é o que separa as marcas que crescem daquelas que desaparecem.

Vivemos em uma era hiperconectada, na qual o público está constantemente exposto a novos estímulos, ideias e ofertas. Nesse cenário, não basta ter um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso ter presença e relevância.

Estar online deixou de ser uma escolha. Hoje, é uma questão de sobrevivência.

Mas presença sozinha não garante resultados. Muitos empreendedores acreditam que basta postar nas redes sociais ou ter um site para estar presentes. Na prática, o que faz uma marca se destacar é a combinação entre estratégia, consistência e autenticidade. Ser visto é o primeiro passo, mas ser lembrado é o que realmente constrói autoridade e gera vendas.

Então, como aparecer de forma estratégica e relevante?

O primeiro canal para conquistar o público com credibilidade é a assessoria de imprensa. Estar em veículos de comunicação confiáveis, como portais de notícias, jornais, revistas e programas de TV, amplia a autoridade e apresenta a marca a públicos que ainda não a conhecem, influenciando decisões de compra de forma natural e orgânica.

O segundo canal é o marketing digital, com destaque para as redes sociais. Plataformas como Instagram, LinkedIn e TikTok funcionam como vitrines diárias da marca. Mais do que divulgar produtos, elas permitem mostrar bastidores, compartilhar conhecimento e criar conexão humana com o público. Uma presença consistente, com conteúdo de valor e identidade visual bem alinhada, mantém a marca viva na memória das pessoas.

Outro canal importante é a mídia paga, com anúncios no Google, nas redes sociais e até em veículos segmentados. Eles ajudam a ampliar o alcance e a atrair o público certo. A diferença está na estratégia. Anúncios sem propósito geram tráfego passageiro. Já campanhas bem planejadas criam lembrança e relacionamento.

Além disso, parcerias estratégicas, eventos, palestras e participações em podcasts são excelentes oportunidades para reforçar a presença da marca em diferentes contextos. Cada aparição fortalece a reputação e amplia o alcance.

O site institucional e um blog também seguem como pilares essenciais. Esses espaços permitem posicionar a marca com profundidade, compartilhar cases, artigos e conteúdos que demonstram autoridade. Quando bem otimizados, ainda ajudam a marca a ser encontrada nos buscadores, algo fundamental em tempos de inteligência artificial e buscas automatizadas.

Com tantas possibilidades, o segredo está no equilíbrio e na coerência. As marcas mais fortes comunicam a mesma essência em todos os pontos de contato. Uma comunicação integrada, que una assessoria de imprensa, marketing, publicidade e recursos humanos, garante clareza, consistência e impacto. É isso que transforma visibilidade em reputação, e reputação em vendas.

No fim das contas, não se trata de aparecer o tempo todo. O que realmente importa é aparecer da maneira certa, nos lugares certos e com uma mensagem que gere valor. Ser visto com propósito, lembrado com admiração e escolhido com confiança. A grande reflexão é: o que você tem feito para garantir que sua marca seja não apenas vista, mas lembrada pelas razões certas?


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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A criação humana como diferencial em um mundo dominado pela Inteligência Artificial – por Adriana Vasconcellos

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A Inteligência Artificial já está em todo lugar. Ferramentas como ChatGPT, Gemini, Copilot e Midjourney se tornaram tão comuns que seis em cada dez brasileiros já utilizaram algum recurso de IA generativa. Ela escreve, cria imagens, analisa dados e até ajuda na tomada de decisões. No entanto, em meio a tantas automações, uma pergunta se torna inevitável: o que ainda torna o humano insubstituível? A resposta está na criação.

A IA é poderosa para reconhecer padrões, gerar variações e otimizar processos, mas seu ponto de partida é sempre o mesmo: o que já existe. Ela replica o passado para projetar o futuro. Já a criatividade humana nasce do inesperado, da emoção, da intuição, da imperfeição, da experiência e da subjetividade. É justamente esse conjunto de nuances que dá às nossas criações autenticidade e propósito. Em um mundo onde a IA pode produzir quase tudo, o toque humano passa a ser o que diferencia, emociona e conecta.

De acordo com pesquisa da Nexus, 37% dos brasileiros já tiveram uma decisão de compra influenciada por alguma ferramenta de Inteligência Artificial. Ou seja, a tecnologia já interfere diretamente em como as pessoas consomem, estudam e se relacionam com marcas. No entanto, o mesmo estudo mostra que essa influência não substitui a necessidade de conexões reais.

A campanha global da Heineken, “Real Friends Are Not Artificial”, captou exatamente esse sentimento. Em um momento em que os algoritmos tentam reproduzir vínculos humanos, a marca escolheu celebrar o oposto: as amizades de verdade. Com humor e ironia, a mensagem é simples e poderosa, “desligue os bots e ligue para os amigos”.  A ação é um lembrete importante para empresas e profissionais: quanto mais avançada for a tecnologia, maior será o valor daquilo que ela não consegue reproduzir: empatia, criatividade e emoção.

Criar é mais do que combinar informações. É interpretar o mundo e transformá-lo com significado. É o que diferencia uma resposta correta de uma ideia marcante. Enquanto a IA entrega eficiência, o ser humano entrega essência.

As marcas que entendem isso saem na frente. Elas usam a Inteligência Artificial como ferramenta, não como substituta. Permitem que a tecnologia amplie o alcance, mas mantêm o conteúdo, o propósito e a sensibilidade no centro da estratégia.

Na prática, isso significa investir em narrativas autênticas, em campanhas que valorizem pessoas reais, em lideranças que se comuniquem com empatia. Significa usar a IA para potencializar o pensamento humano, e não para substituí-lo. Estamos entrando em uma era em que a originalidade será o verdadeiro diferencial competitivo. Ideias criadas com sensibilidade, propósito e emoção serão as que continuarão inspirando pessoas, mesmo em meio a milhões de respostas automatizadas. A IA pode ser a ferramenta, mas a sensibilidade humana será sempre o diferencial.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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A força da assessoria de imprensa nos pequenos negócios – por Adriana Vasconcellos

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Ainda é comum que pequenos empreendedores pensem que a assessoria de imprensa é um recurso reservado às grandes empresas. No entanto, é justamente entre os pequenos negócios que esse serviço revela seu maior potencial de transformação. Em um mercado cada vez mais competitivo, a visibilidade conquistada por meio da imprensa pode ser o diferencial entre ser mais um ou se tornar uma referência no seu segmento.

A imprensa tem um poder que vai além da divulgação, pois valida o que você faz. Quando um pequeno negócio conquista espaço em portais de notícias, revistas, rádios ou programas de TV, não está apenas promovendo um produto ou serviço. Está construindo reputação e credibilidade, dois pilares fundamentais para o crescimento sustentável. A exposição em um veículo de comunicação reconhecido desperta confiança no público, atrai novas oportunidades e posiciona a marca como autoridade no assunto.

Os resultados mostram claramente o alcance e o impacto dessa estratégia. Em outubro de 2025, o médico ortopedista Dr. Guilherme Falótico, cliente da Six Comunicação Integrada, teve matérias publicadas em veículos como Boa Forma, Zero Hora Digital, Webrun e Diário do Noroeste, alcançando juntos centenas de milhares de leitores e uma equivalência publicitária que ultrapassa R$ 23 mil em mídia espontânea. Já a psicóloga Sirlene Ferreira, também cliente da Six Comunicação Integrada, foi destaque em uma matéria no UOL, veículo com mais de 84 milhões de visitantes mensais, o que representa um retorno estimado de R$ 2,4 milhões em visibilidade, tudo isso sem investir em anúncios pagos.

Esses resultados mostram o quanto a assessoria de imprensa é uma ferramenta de excelente custo-benefício. Diferente da publicidade tradicional, que exige investimento direto para gerar alcance, a assessoria trabalha com credibilidade editorial, construindo pontes entre marcas e jornalistas. Quando um profissional ou empresa se torna fonte de informação, passa a ocupar um espaço de confiança junto ao público e à mídia.

Outro ponto importante é que a assessoria de imprensa se adapta ao porte e ao momento de cada negócio. Pequenas empresas e profissionais autônomos podem contar com estratégias sob medida, alinhadas à sua realidade e aos seus objetivos. É possível começar com ações pontuais, como o envio de releases e artigos assinados, e avançar para planejamentos mais amplos que envolvem relacionamento contínuo com a imprensa e fortalecimento da imagem pública.

Mais do que divulgar produtos, a assessoria ajuda o empreendedor a contar boas histórias, reais e com propósito, que despertam identificação e interesse. Pequenas empresas e profissionais liberais com propósito claro e posicionamento coerente têm mais chances de se destacar, conquistar espaço na mídia e transformar visibilidade em crescimento.

Em um cenário em que a atenção do público é disputada por milhares de marcas e profissionais de valor, aparecer na imprensa não é mais um luxo. É uma estratégia inteligente e acessível para quem quer crescer com consistência, construir autoridade e consolidar sua presença no mercado. Pequenas empresas com grandes histórias são as que mais têm potencial para ganhar espaço na mídia. Basta transformar propósito em pauta e deixar que a comunicação trabalhe a seu favor. Por isso, a assessoria de imprensa é um investimento estratégico que gera resultados reais de visibilidade, credibilidade e crescimento, especialmente para quem ainda está construindo sua marca.

Quer entender como aplicar isso na prática e fortalecer a presença da sua marca? Fale comigo. Juntos, podemos construir uma comunicação que gera resultados de verdade.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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REDES SOCIAIS: O dilema do profissional liberal para comunicar serviços e estabelecer autoridade no ambiente digital – por Adriana Vasconcellos

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A dinâmica do mercado, notadamente competitivo, exige que profissionais liberais – médicos, advogados, psicólogos e consultores – estabeleçam uma forte presença digital. Contudo, o que deveria ser uma ferramenta de crescimento se tornou uma das maiores fontes de frustração. A principal dor desses especialistas não é a falta de tempo, mas a incapacidade de transformar sua autoridade construída em anos de prática em uma comunicação digital clara, ética e rentável.

De acordo com especialistas em marketing de reputação, essa dificuldade se resume a três pilares: o medo da superexposição, o rigor ético das profissões e a ineficácia em converter “likes” em clientes.

O Posicionamento “Perdido” e o Medo de Ser Genérico

Muitos profissionais sentem-se compelidos a “estar” nas redes sociais, mas hesitam em definir quem são e o que realmente resolvem. O resultado é uma comunicação genérica que não gera diferenciação no cenário saturado das Redes Sociais.

O Desafio é falar com “todo mundo” o que resulta em não falar com ninguém. Um advogado que se anuncia como “especialista em direito civil” se perde em meio a milhares de outros.

A Solução Prática (Nicho e Proposta de Valor Única – PVU): O sucesso digital exige o nicho. Em vez de focar apenas na área de atuação, o profissional deve focar na dor específica de um público. Por exemplo, um médico pode se posicionar como “Especialista em saúde preventiva para executivos com alta demanda de viagens”. Isso cria uma Proposta de Valor Única (PVU) que atrai clientes mais qualificados e dispostos a pagar por uma especialização de alto nível.

Outro ponto crucial é a consistência. A rede social é vista como um “extensor” do currículo e do consultório. A falta de um calendário editorial e a publicação esporádica enfraquecem a percepção de credibilidade e competência.

O Fio da Navalha Ética: Entre o Marketing e a Credibilidade

Para categorias como Medicina, Psicologia e Advocacia, a comunicação digital é regida por códigos de ética rigorosos. O receio de infringir regras sobre autopromoção excessiva ou promessa de resultados paralisa a ação de muitos.

O Desafio é encontrar o equilíbrio entre promover o serviço e manter a austeridade e credibilidade exigida pela profissão.

A Solução Prática é Educar e Não Prometer: A regra de ouro é educar em vez de prometer. O profissional liberal não deve vender um resultado (“Cure sua dor em 3 sessões”) e sim o conhecimento e o processo.

  • Exemplo para Médicos/Psicólogos: Em vez de usar “antes e depois” ou garantir curas, o foco deve ser na informação baseada em evidência. O conteúdo deve detalhar o passo a passo de um tratamento, a filosofia de trabalho ou desmistificar mitos comuns, sempre ressaltando o caráter individualizado de cada caso.
  • Exemplo para Advogados/Consultores: Em vez de citar casos específicos (o que pode ser vedado), o profissional deve usar estudos de caso hipotéticos ou análise de jurisprudência para demonstrar seu raciocínio e profundidade técnica.

Manter a ética significa que a informação é a principal moeda de troca, e não a venda agressiva.

A Frustração da Conversão e os Likes que Não Viram Clientes

Muitos profissionais dominam a arte de gerar “engajamento” (curtidas e comentários), mas falham na etapa crucial: converter esse interesse em agendamentos ou contratos. O seguidor consome o conteúdo e desaparece.

O Desafio: Conectar o conteúdo de “dica” (entretenimento) com o serviço de alto valor (conversão).

A Solução Prática (Funil de Conteúdo): O conteúdo deve ser estruturado em um funil, onde cada post tem um objetivo específico:

  1. Topo do Funil (Atração): Publicações que atraem o público amplo com o problema (ex: “Sinais de que seu negócio precisa de uma consultoria jurídica”).
  1. Meio do Funil (Consideração): Posts que estabelecem a autoridade do profissional como a melhor solução (ex: “As 3 Metodologias que uso na minha consultoria e a diferença entre elas”).
  1. Fundo do Funil (Conversão): Conteúdo que leva diretamente à contratação (ex: “Como funciona minha primeira sessão de avaliação e o passo a passo para agendar”).

É fundamental que cada publicação tenha uma Chamada para Ação (CTA) clara que direcione o interessado para fora da rede social (link na bio para o WhatsApp profissional, site ou formulário de pré-atendimento).

Em um ecossistema dinâmico como o das Redes Sociais, o profissional liberal que conseguir definir com clareza seu posicionamento, ancorar sua comunicação na ética e estruturar seu conteúdo para conversão terá a chave para transformar a rede social de uma fonte de dor em um verdadeiro motor de crescimento.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Por que você e sua empresa precisam da assessoria de imprensa na era da inteligência artificial – por Adriana Vasconcellos

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A Inteligência Artificial mudou a forma como nos comunicamos, buscamos informações e consumimos conteúdo. Ferramentas como ChatGPT e Perplexity já fazem parte do cotidiano de usuários e empresas. No entanto, quando o assunto é visibilidade, credibilidade e reputação da sua marca pessoal ou da sua empresa, a assessoria de imprensa nunca foi tão necessária.

Um estudo da Web Estratégica mostra que, entre julho de 2024 e agosto de 2025, apenas 0,5% do tráfego de sites no Brasil veio de ferramentas de IA. Já os buscadores tradicionais, como o Google, responderam por 23,85%. Em outras palavras, a IA ainda não substitui os canais consolidados. Porém, está se tornando um espaço decisivo para visibilidade e autoridade de marca. E é exatamente aí que a assessoria de imprensa assume um papel estratégico: garantir que sua empresa seja reconhecida como fonte confiável tanto pelos buscadores quanto pelas IAs generativas.

Como a assessoria de imprensa se transforma com a IA

Fonte de autoridade e credibilidade
Menções em veículos confiáveis funcionam como um “selo de qualidade” para algoritmos de busca e de IA. A assessoria constrói essa presença editorial, aumentando as chances de você e sua empresa serem citados como referência em respostas automáticas.

Visibilidade nos resumos de IA (GEO)
Enquanto o SEO tradicional busca cliques e links, a assessoria trabalha para que você e sua marca sejam lembrados nas respostas geradas por IA, que priorizam consistência e credibilidade.

Gestão de reputação em um novo ecossistema
Se antes bastava acompanhar a mídia e as redes sociais, hoje também é preciso monitorar como você ou sua marca aparecem em plataformas de IA. A assessoria corrige narrativas, garantindo que você e sua empresa sejam representados com clareza e transparência.

Conteúdo rico e estruturado
A IA precisa de informações consistentes para referenciar uma marca ou profissional. A assessoria produz comunicados, artigos e entrevistas bem formatados, capazes de alimentar jornalistas e algoritmos ao mesmo tempo.

Mais tempo para relações humanas
Com tarefas repetitivas sendo automatizadas, a assessoria de imprensa pode focar no que nenhuma IA substitui: a construção de relacionamentos genuínos com jornalistas e influenciadores, base da credibilidade.

Por que isso importa para a sua empresa

O estudo da Web Estratégica deixa claro que a IA ainda não é um canal de tráfego consolidado, mas já influencia a visibilidade de marca. Isso significa que o jogo ficou mais complexo e que a disputa não será apenas por cliques, mas por credibilidade. Marcas e profissionais que aparecerem como fontes confiáveis em veículos de imprensa terão mais chances de serem citados nos resumos gerados por IA conquistando autoridade em um cenário cada vez mais competitivo.

Ou seja, mais do que buscar espaço, você e sua empresa precisam garantir a narrativa correta nos lugares certos. Essa curadoria estratégica, baseada em dados, relacionamento e reputação, é exatamente o que a assessoria de imprensa entrega.

Na era da Inteligência Artificial, a assessoria de imprensa não se torna obsoleta. Pelo contrário, se fortalece. Enquanto a tecnologia automatiza processos, o assessor potencializa a comunicação com estratégia, ética e visão de longo prazo. Investir em assessoria de imprensa hoje é preparar sua marca para o futuro, garantindo presença não só nas manchetes da imprensa e nos buscadores, mas também nas respostas que as IAs entregam diariamente a milhões de pessoas.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Economia prateada movimenta trilhões, mas segue invisível na publicidade e no mercado de trabalho – por Adriana Vasconcellos

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Eles têm experiência, estabilidade financeira e representam quase um terço do consumo brasileiro. Mesmo assim, continuam invisíveis na publicidade e no mercado de trabalho. Estamos falando da geração 50+, que movimenta cifras bilionárias e segue sendo tratada como coadjuvante nas estratégias das empresas.

O Brasil está envelhecendo em ritmo acelerado. Até 2044, serão 75 milhões de pessoas acima dos 60 anos, responsáveis por 35% de todo o consumo nacional. Só em 2024, a chamada economia prateada girou R$ 1,8 trilhão e deve dobrar em apenas 20 anos. Hoje, esse público já representa 20% do consumo brasileiro, segundo o Sebrae, e desperta a atenção de empresas em diversos setores.

Apesar desse potencial gigantesco, a contradição persiste: enquanto são essenciais como consumidores, profissionais 50+ enfrentam invisibilidade no mercado de trabalho e na comunicação. Para muitas empresas, ainda somos “novos para aposentar, mas velhos para contratar”. O resultado? Pessoas experientes que poderiam impulsionar resultados estratégicos permanecem subutilizadas, enquanto marcas perdem a chance de se conectar de forma genuína com o público maduro.

Inclusão é estratégia, não caridade

A inclusão de profissionais maduros não é apenas uma pauta social; é uma decisão estratégica. Ter pessoas acima de 40, 50, 60 ou até 70 anos em posições operacionais, médias ou de decisão permite compreender melhor o comportamento desse consumidor e construir ofertas mais relevantes. Além disso, a geração prateada traz atributos que impactam diretamente na performance: comprometimento, responsabilidade, inteligência emocional, disciplina e prudência.

Empresas que sabem valorizar essas qualidades aumentam a produtividade, reduzem retrabalho e formam equipes mais engajadas. É um diferencial competitivo que não pode ser ignorado.

Como integrar essa geração à comunicação das marcas

Não basta contratar, é preciso dar voz e visibilidade a esses profissionais. Veja alguns caminhos práticos:

  • Campanhas publicitárias inclusivas: mostrar pessoas maduras usando produtos ou serviços reforça representatividade e gera identificação.
  • Conteúdos educativos: profissionais 50+ podem compartilhar conhecimento técnico em vídeos, artigos, webinars e podcasts, humanizando a marca.
  • Porta-vozes experientes: executivos mais velhos podem assumir protagonismo em entrevistas e matérias, fortalecendo a credibilidade institucional.
  • Mentorias e programas internos: integrar colaboradores maduros em treinamentos reforça expertise e cria histórias inspiradoras para a comunicação externa.
  • Marketing segmentado: campanhas digitais voltadas ao público 50+ mostram que a marca fala diretamente com eles, de forma autêntica e relevante.

O mundo já aponta caminhos

Marcas globais como Dove, L’Oréal e Nike já apostaram em campanhas que valorizam a diversidade geracional e mostraram resultados positivos de engajamento e reputação. Se o mercado internacional entendeu que inclusão vende, por que ainda insistimos em tratar esse público como invisível?

A decisão está nas mãos das empresas

As marcas que compreenderem o poder da economia prateada saem na frente. Não se trata apenas de empatia ou responsabilidade social, mas de estratégia para acessar um mercado trilionário que busca representatividade e identificação.

A economia prateada não é o futuro, é o presente.

A questão é: sua empresa vai continuar ignorando esse público ou vai liderar a transformação?


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Como pequenos negócios podem captar a atenção em um mundo de distrações digitais – por Adriana Vasconcellos

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Read Time:2 Minute, 16 Second

O consumidor nunca esteve tão exposto a estímulos digitais. Cada notificação, vídeo ou meme disputa atenção em segundos. Pesquisas mostram que a média de atenção caiu de 75 segundos em 2012 para apenas 47 segundos hoje. Esse fenômeno, chamado recessão da atenção, é um desafio para qualquer marca, especialmente pequenos negócios.

Mas há boas notícias: é possível se destacar, mesmo nesse cenário, quando se entende o jogo.

Um perfil parado é o erro mais comum. Atualizações frequentes passam confiança, mantêm a marca visível e aumentam as chances de ser lembrada na hora da compra. E cuidado: ter muitos seguidores não garante relevância. Engajamento real, conteúdo útil e consistência valem muito mais do que métricas de vaidade.

Não existe horário mágico, mas dados indicam padrões: terça a quinta-feira, entre 11h e 14h ou após às 19h, costumam gerar mais engajamento. Mais importante que o horário é manter regularidade e observar as métricas de cada rede.

Se o tempo de atenção diminuiu, o conteúdo precisa conquistar nos primeiros segundos. Algumas estratégias funcionam:

  • Ofereça valor: dicas rápidas, tutoriais, bastidores ou conteúdos que ajudem o cliente.
  • Seja breve e direto: frases curtas, listas e vídeos de até 1 minuto aumentam a retenção.
  • Use recursos visuais: vídeos, carrosséis e imagens bem diagramadas atraem mais que texto puro.
  • Estimule interação: enquetes, quizzes e caixinhas de perguntas aumentam relevância.
  • Humanize sua marca: mostre quem está por trás, compartilhe depoimentos e mensagens personalizadas.

Checklist rápido: publique constantemente, foque em engajamento real, teste horários, produza conteúdo visual e interativo, responda mensagens e acompanhe métricas.

Se organizar tudo isso parece desafiador, contratar um especialista pode ser decisivo. Mas lembre-se: o trabalho vai muito além de deixar o feed bonito. Envolve estratégia, planejamento, criação, testes, análise e presença digital com propósito. O profissional ideal caminha junto com você, oferecendo orientação e construção contínua de valor.

Na era da recessão da atenção, não vence quem fala mais alto, mas quem fala de forma clara, útil e humana. Para pequenos negócios, cada postagem é uma chance de permanecer na mente do cliente. Seguidores não definem sucesso: consistência, valor e relacionamento verdadeiro é o que realmente importa.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Se sua empresa não aparece nas respostas da IA, para o seu cliente ela simplesmente não existe – por Adriana Vasconcellos

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Na semana passada participei de um curso sobre GEO (Otimização para Mecanismos de IA Generativa)* e quero compartilhar com você um pouco do que aprendi. Essa transformação muda não só a forma como as pessoas buscam informações, mas também como as marcas são descobertas e lembradas.

Por mais de vinte anos, o Google foi o centro das atenções. Toda estratégia de marketing digital girava em torno de uma pergunta: como aparecer no topo da busca? Mas em 2025 esse jogo mudou. Hoje, quando alguém quer uma resposta rápida e confiável, muitas vezes não vai mais ao Google, e sim a ferramentas de inteligência artificial como ChatGPT, Gemini, Perplexity ou Copilot.

E aqui está a grande diferença: enquanto o Google mostra uma lista de links, a IA já entrega uma resposta pronta, construída com base em várias fontes. Ou seja: a disputa agora não é só para aparecer na primeira página, mas para estar dentro da resposta. Se sua empresa não aparece, para o consumidor você simplesmente não existe.

É nesse contexto que surge o GEO. Ele não substitui o SEO tradicional (aquele usado para aparecer no Google)*, mas amplia a estratégia. Agora, não basta estar bem ranqueado: é preciso ser reconhecido como referência por essas ferramentas de IA. Para isso, três pontos fazem diferença:

         Autoridade: sua empresa é mencionada em veículos de credibilidade?

•         Consistência digital: sua marca está presente de forma coerente em diferentes canais?

         Utilidade real: seu conteúdo é claro, objetivo e realmente ajuda o público?

Aqui entra a força da assessoria de imprensa. Antes, o objetivo era “sair na mídia”. Hoje, a exposição em veículos relevantes também aumenta as chances de a sua empresa ser usada como fonte pelas IAs. Um médico citado em portais de saúde, um advogado ouvido em reportagens jurídicas ou uma empresa mencionada em sites de economia ganham mais espaço como resposta quando alguém faz perguntas sobre esses temas.

No fundo, essa mudança exige que empresas e profissionais deixem de pensar só em tráfego ou posição no ranking. É preciso pensar em presença estratégica: estar citado nas respostas, ser lembrado como referência e acelerar o caminho até o cliente.

Esse novo cenário traz implicações diretas em três áreas:

         Marca e reputação: cada vez que sua empresa é citada por uma IA, sua autoridade cresce.

•         Aquisição de clientes: aparecer em mais respostas significa mais pontos de contato com quem procura soluções.

         Vendas: estar presente desde o início até a recomendação final encurta a jornada de compra.

O futuro da busca é híbrido: parte tráfego, parte presença. O ranking no Google continua importante, mas não basta. Quem não for lembrado pelas IAs corre o risco de ficar invisível.

Por isso, o recado é simples: prepare-se agora. Estruture conteúdos que realmente ajudem, construa autoridade para ser citado e invista em assessoria de imprensa como ferramenta estratégica. No novo jogo da atenção, não basta ser encontrado: é preciso ser reconhecido.

Dicionário rápido (para você não se perder nos termos):

•           SEO (Search Engine Optimization) – técnicas para melhorar a posição de um site no Google.

•           GEO (Generative Engine Optimization) – adaptação do SEO para ferramentas de IA, que passam a entregar respostas prontas em vez de links.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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